Adobe lança Muse, programa para facilitar a vida dos micreiros

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A Adobe criou o “Muse”, um título provisório que permite os micréiros e usuários contornarem o fato de que não saberem uma linha de código e querem ter um site. Com a ferramenta você poderá agregar elementos disponiveis na ferramenta criar um site HTML sem escrever CSS3 ou HTML5. Porém vale lembrar que os códigos são bagunçados e ainda tem incompatibilidade com alguns navegadores. Os interessados em testar o Muse gratuitamente precisam ter o Air instalado e podem baixá-lo nesse link.

Ao contrário do que grandes veiculos como tecnoblog e gizmodo dizem. Na minha opnião esse software não irá ajudar a nenhum designer, só irá encomodar mais o mercado, e irá fazer com que mais pessoas criem trabalhos a “preço de banana” e mais uma vez desvalorize o mercado.

Designers reclamando em 3, 2, 1…

 

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11 comentários

  • Eu acredito que haja é um motivo de alívio para os designers, o Muse tornará o tempo muito mais proveitoso, sem ter que gastar horas arrumando falhas na estrutura e tudo mais. Só sei que minha noite de segunda-feira acaba de ganhar uma atividade!
  • Besteira, quem reclamar é porque não se garante. E é alguma vergonha não saber linhas de código? Ou deveríamos fazer tudo no bloco de notas para garantir um trabalho de verdade? As ferramentas estão aí para facilitar a vida, não é?
  • Olha eu respeito a opinião de cada um, mas temos que parar para pensar. Conhecimento em CSS e HTML não é necessariamente o principal que um designer deve saber. Na minha opinião o que realmente importa é conhecer composição, tipografia, cores. Aprender a codificar é um meio de criar o melhor e mais adequado design possível para um site. Assim como o Indesign é um meio de criar o melhor e mais adequado design possível para uma publicação. O Ilustrator um meio de criar ilustrações vetoriais. E o Corel é um meio de criar inúmeros problemas na impressão. Pois bem, podemos concluir então que conhecer codificação é tão importante quanto saber usar um software, e não existe como criar nada em design sem utilizar um software. Mas... não seria ótimo focar mais no aprendizado da teoria do design, da história da arte, da arquitetura da informação? Eu estava reparando. Algumas vezes eu passo mais tempo aprendendo sobre comandos do Photoshop do que estudando composição(e olha que eu estudo até bastante sobre composição). Mas voltando ao Muse... Essa iniciativa não vão ter grande aplicação em projetos mais complexos. Mas como profissional eu digo que prefiro focar mais no conceito da criação do meu projeto e não ficar tão preocupado com os meios de atingir esse resultado. Mas como eu falei anteriormente é minha opinão...
    • o muse esta ai não para resoilver o problema dos conceitos e teorias do design, não é disso que a questão fala. Fala sobre a qualidade dos códigos, ( de maneira clara na parte sobre deixar o código sujo). Cuidar para que os conceitos de design estejam bem aplicados em um site é uma coisa, cuidar para que seu código esteja limpo e funcional é outra.
      • O muse em si não vai mudar nada. Como o Alexo falou é só o início do processo. O modelo atual ainda vai durar muitos e muitos anos. Mas simplificar processos, ou pelo menos tentar, é algo que ser humano sempre busca . Em diversas áreas sempre aconteceu algo parecido. Vamos fazer uma analogia com o design gráfico. Até algumas décadas atrás era essencial o designer gráfico ter uma conhecimento de todas as limitações dos processos de impressão. Ele precisava fazer o máximo para evitar erros de registro e outros problemas. Isso acabava gerando algumas limitações. Hoje a tecnologia gráfica está muito mais precisa, além disso os softwares podem realizar uma série de correções. Ou seja, um processo que até então dependia apenas da expertise do designer(o controle das variáveis no processo de impressão) foi facilitados por programas de computador. Mas o designer ainda precisa conhecer as variáveis no processo de impressão. Outra coisa. Acho que vai chegar um momento em que a habilidade humana de programar vai acabar sendo insuficiente para a demanda de um site ou programa. Por exemplo, é possível criar uma ilustração vetorial usando código. Mas uma ilustração complexa, cheia de nós e efeitos teria um código enorme. Ao passo que em um programa como Ilustrator isso seria feito em minutos usando o mouse. É mais menos o que aconteceu com a arquitetura. Os arquitetos só conseguiram criar uma obra como o "Sydney Opera House" porque o cálculo passou a ser feito por computadores. Uma pessoa poderia demorar anos para fazer o mesmo cálculo. Eu não sei como será a internet no futuro. Mas talvez a Adobe imagine que no futuro não vamos mais precisar programar assim como os engenheiros e arquitetos não precisam calcular. (Mas assim como eles precisam conhecer a teoria do cálculo, nós teremos que conhecer a teoria da programação.) Desculpem pelos texto enormes, é que de vez em quando eu empolgo :)
    • É um começo. E uma tendência trabalharmos com códigos cada vez menos (e/ou apenas para excessões) para formatação de documentos. Não é natural. Quem usou Wordstar onde, onde tínhamos códigos inseridos (marcadores) para formatação em uma interface com somente texto (ex: negrito: texto), e hoje usa Word totalmente WYSIWYG, pode concordar comigo. Não vejo a hora... rs
  • Ja pararam pra pensar que código não inerente ao ser humano? Só usamos para computadores entenderem. Ou adaptamo-nos ou nivelamos por baixo. Sem medinho pessoal, sempre foi assim! Não sabe brincar, não desce pro play!