Ambiente de trabalho – Portugal

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Seguindo em frente, mostrando onde o povo trabalha, vou mostrar onde trabalha uma amiga minha. Conheci ela pelo meu antigo blog. Marta Pereira, mora em Castelo Branco, Portugal.

A Semelhança é bem grande. Ela descreve sua rotina assim: “Assim que a minha colega do atendimento fala com o cliente, os trabalhos vêm para mim e sou eu que os preparo para distribuir pelos meus colegas da produção, dependendo do tipo de trabalho de que se trata.

Eu desenho, componho, imprimo fotolitos para impressão em serigrafia ou offset, preparo ficheiros para impressão digital de grande formato, corto vinil, imprimo trabalhos em papel de pequena tiragem: cartões de visita ou cartazes, etc.
Depois deste trabalho inicial que eu faço, os trabalhos que não ficam logo terminados por mim passam para a parte de produção, propriamente dita, que são os meus colegas a fazer, cada um numa função específica.
Impressão de t-shirts, isqueiros, esferográficas, sacos de papel e outros brindes publicitários, decoração de carros e montras com vinil, impressão digital de grande formato (telas, lonas, posters), impressão em offset de grande tiragem de envelopes, papel de carta, cartões de visita, placas publicitárias… Fazemos um pouco de todo este tipo de trabalho.
Não sei se queres saber mais alguma coisa.”

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7 comentários

  • Assim, Bezierk, acho que ele quis mostrar que em Portugal também existe a dificuldade de se fazer design. Pelo que a amiga falou, ela trabalha com alguns processos que não tem muito a ver um com o outro, como os vários tipos de aplicação, assim como o fato de que ela parte do desenho à impressão do fotolito. Na realidade, isso que ela faz é o que muita gente de gráfica faz aqui, sem jamais ter estudado design. Nem questiono o resultado, mas, expondo que lá a turma também passa pela "exploração". Além de tudo, é como um "Meu pai trabalho com..." dos colégios americanos. Pode ser que existam dois pais advogados e os filhos descrevam de maneira igual, mas nem por isso a professora vai impedir o segundo de falar, né? O que importa é que a informação foi transmitida. Série legal, Ed. Uma amiga foi a Portugal pelo intercâmbio de graduação, e pensa em ficar por lá, pra trabalhar. Daí meu interesse pelo post! Brigadão.
  • Realmente, amigos, todos passamos pelas mesmas dificuldades na nossa profissão... Seja em que país for... E todos temos igual vontade de que as coisas mudem e que o nosso trabalho e empenho seja reconhecido. Um beijinho para todos, Marta :-)
  • Aos Cachoupos de plantão! Eu recebo um e-news da APD -Associação Portuguesa de Design, e nesses e-news eu vejo que o que ocorre aqui não ocorre tanto lá. Os Brasileiros podem se cadastrar, sem problemas para recebê-lo. A turma de Cabral está muito mais organizada e pressionados pela comunidade Européia eles procuram através desta Associação e de outras associações fazer pressão sobre o governo do Cavaco Silva para reconhecimento da profissão. Pois,pois!!! Eles estão com um "escritório" promovido pelos profissionais formados e escritórios para tentar fazer o que denominam "Design Protegido". Ou seja, todo profissional formado ou escritório teria uma legislação oficial para "proteger " seus trabalhos e projetos dentro dos escritórios e das casas dos profissionais, bastando para isso fazer um registro neste escritório. O projeto é arquivado e comparado com de outros profissionais para não ocorrer um "dublê" de idéias. Ao mesmo tempo,isso serve de arquivo geral de projetos para estudos subsequentes para todos os profissionais e um futuro Museu do Design Potoquês!!! Nada a ver com o INPI de lá, o orgão oficial do governo Português de Patentes. Isso é uma iniciativa dos profissionais,contando com o apoio do INPI. Aqui, o nosso INPI é uma hiléia e todos nós por não nos organizarmos estamos comendo moscas!!!! É ou não é um despautério??? Oh pá!!! Lembro aos nobres colegas que do lado existe um outro "escritório", chamado BEDA - The Bureau of European Design Associations (creio eu), em Barcelona, que organiza e coordena os esforços de todas as Associações Européias e fazendo a interconecção de esforços e atividades. Viram a diferença?? Que sonho!!! Aqui é de chorar!!! Abraços para todos! Foster.
  • Oi, Rogério! Que post legal! Sempre achei que a sociedade civil organizada é quem tem que defender seus próprios interesses. Esperar pelos governantes (que só defendem seus próprios interesses) é um convite à letargia e à acomodação (culpar outrem pelos nossos problemas sempre é mais confortável). Muito interessante a iniciativa. Poderia servir de benchmarking para os designer brasileiros, né?
  • Realmente por aqui existem essas iniciativas de protecção dos trabalhos, mas não me parece que seja "o problema", até porque não há falta de criatividade, essas todos a temos, podemos é andar preguiçosos e não querer praticar. O problema do design em Portugal passa mais pelo pouco tempo de existência da profissão, antes do 25 de Abril de 1974 não existia; passa também pela falta de critica, sem esta é impossível progredir; e por último passa pela moda de usar a palavra "design" para classificar todo e qualquer produto "estiloso" de tal forma que corremos o risco de "gastar" a palavra. o meu site o meu blog