complexo

Nada é tão simples quanto parece.

Ficaríamos loucos se parássemos para pensar em todos os sistemas que englobam os objetos. A complexidade de tudo fora inventada pelo humano, mas nenhum deles conseguirá saber de todas elas. É humanamente possível fazê-las, mas humanamente impossível conhecê-las.

Puxando para o lado físico, apesar de todas as teorias e cálculos para a realização e materialização dos objetos, não conhecemos a imensidão daquilo que lhe circunda. Microcosmicamente falando, sequer imaginamos os problemas e as soluções que uma faca pode trazer: a inserção dele num ambiente residencial e sua influência pode mudar trejeitos e comportamentos. Pensemos no planeta: o que esta faca representa? E para o Sistema Solar? E para o Universo?

Por menor que este objeto seja, ele exerce uma influência neste Universo. E acredito que este objeto seja um universo. Pode não ser um universo material; paupável; mas toda a complexidade ideal e analítica que este objeto comporta, se quantificássemos, não caberia no Universo.

Só cuidado para não se cortar.

5 respostas para “complexo”

  1. Da imensidão ideal e conceitual de uma faca, até dá pra pensar nisso, mas sempre temo que nisso se cai para o intangível pernosticismo acadêmico isolado da realidade, portanto, também ideal e em última análise, vazio…

  2. Eduardo, eu diria que não é isolado e muito menos pernóstico pois a complexidade ideal entra a mudança de comportamentos, de idéias, enfim, de tudo, para uma pessoa. Pense: comprei uma faca. Não posso deixá-la em qualquer lugar; não posso pegá-la de qualquer maneira. São influências que mudam trejeitos, que mudam as relações.

    Há um universo de relações e representações dessa faca para mim, para os outros, para o mundo.

  3. Claro, e até onde vc escreveu agora, tudo ok, beleza, mas passar muito mais disso já num vale a pena. Esse tipo de discução e ampliação da conversa normalmente perde a referência da “realidade”, do real em si (e nem estou falando do prático! Apenas do real, pq acredito que nem tudo tem que ser pragmaticamente usável).

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