Eletrobras lança manual da marca

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A algumas semanas atrás falamos sobre o lançamento do novo logo da Eletrobras, porém sem conceito, até porque este só seria apresentado a no dia 22. Resolvi listar todo o material que encontrei a cerca da marca.

História da Marca

Arquitetura de Marcas


A nova marca da Eletrobras
O símbolo transmite brasilidade e fluidez, além de representar a evolução constante da Eletrobras, um movimento contínuo. O azul representa a água, que se renova e vira energia. Os dois tons de verde passam a ideia de diversidade – tanto a natural, quanto a matriz energética brasileira.

Discurso da Marca
Cada vez mais perto de você, a Eletrobras é essencial para a sua vida, pois é ela quem mais contribui para garantir a segurança do abastecimento de energia que todos nós precisamos em nossas casas e trabalho.

É por isso que a Eletrobras é reconhecida como uma multiplicadora, pois está sempre aberta a parcerias com os outros players do setor e tem força de um grupo unido, presente em todas as regiões do pais, com diferentes culturas, mas um mesmo objetivo.

As conquistas da Eletrobras ao longo dos anos mostram que ela está em evolução constante, sempre se renovando e investindo em novas tecnologias, para complementar com fontes renováveis e limpas a matriz energética no Brasil e no mundo.

Energia que renova é investir em crescimento sustentável, ajudando o país no seu desenvolvimento econômico e social, com o menor impacto ambiental possível. É o compromisso da Eletrobras com o mundo e com as próximas gerações.

Na sala da imprensa onde consta o manual da marca tem um pequeno texto de introdução para mostrar o que eles estavam buscando com este. Vide abaixo.

A nova marca da Eletrobras consolida o processo de transformação iniciado nos últimos anos. Somamos força e energia para novos tempos, para ser uma empresa global comprometida com o futuro do planeta.

Com a importância que a Eletrobras tem conquistado no Brasil e no mundo, é essencial que a nossa marca seja utilizada seguindo o manual de identidade visual. Uma marca sempre bem aplicada reforça a presença corporativa de uma empresa. Dá credibilidade e transmite seriedade ao patrocinado e seu evento, projeto ou programa.

Por trás da marca há mais do que um logotipo. Há um DNA. Um conjunto de informações e benefícios. É uma história contada com uma só palavra. E aí está a importância dela precisar ser tão clara e evidente.

Por isso, observe sempre as cores, formatos, tamanhos e demais características da nossa marca. E, sempre que possível, consulte a Eletrobras ou sua agência de comunicação. Um trabalho bem-feito resulta em um melhor destaque para a nossa marca e gera ótimas parcerias para você.
A marca e o manual de identidade visual da Eletrobras são destinados aos parceiros e colaboradores da companhia que possuam permissão legal ou contratual para utilizá-los. O uso comercial da marca, logotipo ou símbolo da Eletrobras, sem autorização expressa e por escrito da empresa, constitui ato ilícito.

O manual de identidade pode ser visto online abaixo ou baixado no site da empresa. (2.941KB)


Lembrando também que foi criado um hotsite para falar mais sobre a história da marca.

O redesenho do logotipo teve pesquisa interna e externa junto e foi desenvolvida pela consultoria Ana Couto Branding e Design.

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Na minha opnião a defesa da marca foi MUITO fraca, falaram pouco sobre o desenvolvimento e conceito sobre ele e muito sobre o que a empresa faz no brasil e seus objetivos. Outro ponto é a aplicação sobre as cores institucionais, onde não há uma solução e sim apenas um “aviso” que não pode ser aplicada. Resultado? Ficou muito a desejar.

Também tem um outro ponto
Que é muito interessante que vale ser ressaltado, foi um dos comentários do artigo passado, o link enviado pela Thatiana, que tem o logo abaixo que também poderia ser uma refêrencia. Infelizmente não achei mais informações sobre a Rizon se alguem tiver, comenta!

E você o que achou, valeu o R$ 1 milhão?

Correção

A tipografia em uso para a apresentação é apelidada de Foco e foi criada pela Dalton Maag e é usada únicamente no slogan, textos curtos e em títulos. Já a fonte utilizada em corpo de textos é a TheSans, to Lucas de Groot.  E ao contrário do que eu havia citado. Nenhuma das fontes é exclusiva da Eletrobras.

Essa informação foi cedida pelo Fabio Haag, valeu fábio 😉

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14 comentários

  • Como comentei anteriormente na matéria anterior, é uma vergonha o caso dessa marca. Não interessa quem ganhou um milhão de reais por uma marca fraca e uma defesa mais ainda. Interessa que pagou e nós pagamos essa conta. É um trabalho que parece de amadores mas mostra como são profissionais em bandidagem. Além disso tudo baixaram uma fonte no Dafont.com e mudaram de nome. É uma pena que o Ana Couto Branding e Design tenha se disposto a fazer isso. Por favor, onde está a ética?
  • Muito fácil criticar, dizer que é falta de ética e tal. Acho q não é esse o ponto, o que vale é repensarmos a estrutura do design no brasil. Fico tentando entender o que está acontecendo. Daqui a pouco estaremos nos comendo uns aos outros. O ensino está formando profissionais cada vez mais desqualificados e cada vez mais prepotentes. É dificil saber quem está indo em caminho errado. Daqui a pouco iremos viver numa competição pior que o mundo da publicidade. Uns fazem, outros criticam, e os valores vão cada vez mais pro chão, daqui a pouco é cada um por si, e todo mundo contra quem tiver mais sucesso e quem ganhar mais dinheiro. Fica a pergunta.... Designer tem que se foder o tempo todo pra poder dizer que é bom??? Porque quando não é assim, todo mundo fala mal.
  • Tens razão. Não é a Foco mesmo. Realmente trocar uma marca do Aloísio Magalhães por isso é vergonhoso, e concordo que um redesign até seria bem vindo, mas assumir a responsabilidade de criar uma nova identidade visual e não cumprir com o compromisso assumido por incompetência é horrendo. O manual é tão vergonhoso quanto a própria logocoisa e sua defesa esdrúxula e vaga que não passa de tapeação. Quero meu R$1.000.000,00 de volta ou um SIV decente.
  • Realmente, cada vez que alguém redesenha algum logotipo de uma empresa grande ou histórica, os críticos de plantão abrem a boca pra soltar todo tipo de crítica, desde críticas construtivas até as mais imbecís! Estudar anos na vida (será que estudou mesmo?) e criticar um trabalho como alguns comentários acima ou no primeiro post realmente é uma vergonha. Não conseguem passar do "eu não gostei, quero meu dinheiro de volta". Onde estão as indagações sobre o trabalho em si? Onde estão as críticas construtivas? Onde estão os questionamentos sobre o que seria certo ou errado para este trabalho??? E pelo amor de deus, onde esta a ética de alguns de vocês? Critiquem sim, mas de forma construtiva! Tentem sair do "não gostei", essa é típica opinião de estudante de primeiro ano... Depois quando alguém de fora da área diz que somos um bando de gente colorindo quadrados e bolas na frente do computador, alguns de vocês se irritam... Vai ver que somos isso mesmo, pois quando alguém realiza um trabalho que não aprovamos, só sabemos dizer que não gostamos.... Parabéns para os imbecís!
  • Bom, estava escrevendo um comentário, mas perdi tudo porque os links dessa página não estão abrindo em nova janela, e quando já estava acabando, fui visitar um dos links e perdi tudo. Por favor, Jonas, nos próximos posts, tente atentar a esse detalhe. Estou escrevendo essa crítica tentando partir do apelo que o Raphael colocou, ou seja, de ser claro, embasado e não agressivo no que digo. Quanto à questão ética, acho que essa não é abster-se de uma análise precisa, mas apenas de questionar a retidão de atitude na hora do projeto. A análise aqui será feita pela comparação entre a versão anterior, e a nova, e pela confrontação da nova com o conceito que a embasaria. Vou começar a análise das versões em PB, porque se um logo não se sustenta no PB, não se sustentará também na versão colorida. O logo anterior se mostra muito superior que o novo nesse quesito. Ele possui uma pregnância gestaltica muito mais acentuada que o novo. Os degradês, a assimetria e o desequilíbrio de cores da nova versão acabam diminuindo a capacidade de assimilação imediata e memorização instantânea que eram bastante fortes na versão anterior. Além disso, a nova versão necessita invariavelmente das cores para a manutenção mínima do conceito por detrás do logo. No manual coloca-se o seguinte: "O símbolo transmite brasilidade e fluidez, além de representar a evolução constante da Eletrobras, um movimento contínuo e dinâmico. O azul representa a água, que se renova e vira energia. Os dois tons de verde passam a ideia da diversidade tanto natural, quanto da matriz energética brasileira." Na versão PB, não é possível encontrar qualquer dessas características (além de haver um desequilíbrio muito pesado na intersecção das transparências, que foi colocado como um K=100%. Se este se mantivesse na soma de 20% e 40% seria muito menos desiquilibradamente contrastante e mais harmonioso). No entanto, na versão anterior, é fácilmente reconhecível o "EB", a simetria bilaterial espelhada verticalmente, que traz uma idéia bastante interessante no meu ver: o ícone máximo de energia natural é o raio. O fato de a haste estar no topo do "E" faz com que esse seja o sígno desse caracter. Já o B possui a haste vindo debaixo, que seria a capacidade de força e potência que nós temos de produzir, que seja vindo da terra, que da água. Não há uma especificação clara, mas isso não importa, a força do logo antigo permanete. Já na nova, além de na versão PB inexistir qualquer conceito plausível, na versão colorida ele se torna vago e forçado. A associação com a brasilidade é compreensível pelo uso do verde e do azul, mas não há referência clara a qualquer forma de energia. Mesmo o azul, pois o acrescimo de um verde a um azul remete diretamente e exclusivamente à bandeira brasileira, e o conceito de rio como fonte de energia simplesmente desaparece. E o uso do verde acaba tornando essa associaçào ainda mais esquisofrênica, já que ainda não é possível que esta cor seja relacionada a qualquer bio-energia, ou coisa que o valha. Embora essa seja uma possível associação, não é efetivada em momento algum, e muito forçada nesse momento. A menos que um trabalho de branding e publicitário seja feito muito bem, nunca chegará a remeter a isso. O trabalho tipográfico é razoável, no entanto muito inferior à versão anterior (estou com uma dúvida aqui, e queria ver se alguém me tira ela. Não sou um grande conhecedor de tipografia, e meu repertório é relativamente pequeno, mas no hotsite, na parte que conta a história dos logos, a fonte do logo do meio é claramente uma Arial! Nem se pode dizer que seja uma helvética modificada pois ela foi modificada exatamente como uma Arial. Acresce a isso que o logo anterior é de 1965, enquanto a fonte Arial nasceu apenas em 1982, ou seja, há algum equívoco de imagem história no hotsite... A menos que eu esteja errado, e exista uma fonte que corresponda naquele tempo a esse desenho exatamente...). No novo logo, o tipo Foco é bastante bonito, e leve, mas formalmente eu julgo que ele não consegue se adequar às sinuosidades acentuadas do símbolo. As curvas na base dos caracteres acabam pesando demais o escrito "eletrobrás" para baixo, e isso não combina com o símbolo, que também é bastante pesado para baixo, pela massa azul horizontal. A versão horizontal, assim, é muito mais bem resolvida que a principal. A cor da tipografia está adequada, pois combina com a proximidade do azul, tornando o entendimento conjunto mais fácil. Agora, um comentário meramente técnico, aparentemente o degradê que se passa por um degradê para uma transparência não funciona assim, mas sim cai para o branco. Isso restringe absurdamente a possibilidade de interação do logo com qualquer massa colorida, fotografia, etc., e se fosse realmente um degradê em alpha bem feito, isso estaria mais flexibilizado e melhor resolvido. Além disso, o ângulo e posicionamento do início do degradê poderiam ser muito melhor estudados e aplicados, pois, no momento em que chega ao final das pontas de cor, ele deixa, a meu ver, um estranhamento muito ruim, como se o branco não divesse tido tempo de aparecer. Além de que o degradê é retilínio, e o simbolo em nada possui elementos retilínios. O degradê deveria der acompanhado a sinuosidade das massas de cor. E se mantendo aidna no aspecto técnico, mas agora de acabamento do manual de gestão da marca, há uma falta de capricho e de rigor nele que chega a ser triste. Até mudança de tonalidade acontece. Se observarem nas páginas 6 e 7, o posicionamento dos logos deveria ser exatamente o mesmo, mas há alteração de tamanho e de local, além de tonalidade... Enfim, essa é minha crítica ao logo. Vejo que poderia ter tido uma solução muito melhor, mas, mesmo que se tivesse ficado nessa, a execução final poderia ser muito superior ao que foi.
  • Gente, não vale a pena destratar a memória do Aloísio Magahães... o antigo símbolo da Eletrobras foi feito por uma agência de propaganda e não pelo escritório de Aloísio Magalhães, até onde sei. Sugiro confirmar com Joaquim Redig ou Rafael Rodrigues, na PVDI.
  • É, Marco, eu não coloquei nada sobre o Aloísio no meu comentário justamente por isso.. Eu desconhecia que o Aloísio havia feito esse trabalho, e não encontrei fonte alguma que confirmasse isso... Então, achei melhor deixar ele como "anônimo"...
  • Olá galera! Só para esclarecer a questão da fonte Foco: ela é utilizada como tipografia institucional (e não é a logotipo). Ela está presente no slogan, textos curtos e em títulos. Ela é uma fonte de varejo nossa, e não foi projetada com exclusividade para a Eletrobras. Já a fonte utilizada em corpo de textos é a TheSans, to Lucas de Groot. Grande abraço!