Ética no Design²

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4 comentários

  • Alguns dos meus trabalhos de fotografia e filmes foram copiados por “designers” comerciais. O maior problema parece ser com material artístico onde aventurei a forçar os limites da mídia na qual trabalhava. Até onde vi, as tentativas dos plagiadores ficaram muito ruins. Claro que uma pessoa de talento não precisa copiar. Usar uma ou mais referências para definir parâmetros estilísticos é norma, Não vivemos em uma ilha deserta. Quem pensaria em um retrato sem lembrar da luz que Rembrant ou Vermeer usavam? Se não usamos o trabalho dos mestres como um trampolim, tentaremos reinventar a roda, e ignoramos o que os mestres queriam nos ensinar com sua arte. Não existe nada de errado em usar referências, mas é absolutamente errado e contra a lei, apropriar-se do mesmo e clamar autoria. Cópias inteligentes fazem parte da historia da arte. Marcel Duchamp pintou o bigode de Salvador Dali em uma copia da Mona Lisa, mas sabemos que Mona Lisa foi pintada por daVinci, mas no quadro L.H.O.O.Q. onde a Mona Lisa aparece de bigode é de Duchamp. Ele parodiou o que entendemos por “belas artes”. Temos Richard Prince cujas fotografias são de outras fotografias a fim que questionar o que é o original, e o que são autoria e autenticidade, mas este é outro assunto e não tem nada a ver com arte comercial. Quem tem talento faz, quem não tem, copia burramente. Copiar a estrutura estética sem alterar-los significantemente (para qual, conhecimento, curiosidade e imaginação, são fundamentais) é plágio.