Já que estamos falando sobre carros…

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Olá galera, começo hoje como “colunista” aqui. Meu nome é Tiago Pastorello, tenho 22 anos, trabalho como programador em Joinville – SC na área de web, PHP, Mysql e essas coisas chatas, mas que fazem os sites e sistemas on-line “funcionarem”…

Bom, andei lendo o blog, adorei todo o conteúdo, talvez devesse falar sobre outra coisa, design na web ou algo da minha área. Mas já que existe um post falando de design de carros eu vou me arriscar, pois tenho isso como hobby, tenho um antigo V8 e achei a outra matéria interessante.A Ford acabou de anunciar o novo Mustang, eu andei lendo sobre o assunto, tem uma versão com 700cv´s de fábrica o novo “Super Snake”, mas vamos deixar isso pra lá. O que gostaria de compartilhar é sobre o “novo” design desses super carros. O Mustang é da década de 60, mas até hoje ele reflete o mesmo design, linhas que lembram um carro forte e estúpido e, lógico que debaixo daquele desenho todo só poderá ter um motor potente, e realmente tem.

Já notaram como o design automotivo tente a mostrar a potência do motor do carro desenhado em suas linhas? Pensem em uma Ferrari com um desenho oval, assim como a maioria dos novos carros nacionais, não iria combinar com um motor forte e com um carro veloz. Tudo bem isso todo mundo sabe o que me intriga pensar é como chegamos a estes conceitos?

Será que é culpa do design o carro ter um motor forte ou é culpa do motor forte o carro ter um design mais agressivo? E isso é assim a mais de 50 anos, poucos tentaram mudar esse conceito, mas ninguém realmente conseguiu, será que é só mais uma coisa que os americanos conseguiram eternizar, assim como a Coca-Cola, por exemplo, é assim e sempre será?

Na minha opinião os novos conceitos de carros são totalmente feios, todos parecidos, é só comparar um Fiesta, um Corsa, um Celta, um Palio… etc.. Para ver como todos são muito semelhantes com suas formas “ovais”. A indústria do automóvel não lança mais carros que ficam eternizados pelo seu design e quando lança custa muito, muito caro.

Claro este é o preço por ser exclusivo, mas eu acredito que em matéria de Design, a indústrias de automóvel está é andando para trás.

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10 comentários

  • Acho q o pior disso é bater na tecla dessa solução de mobiolidade, o carro tá muito longe de ser a melhor maneira de ir daqui pra li, é conceitualmente burro pra caralho (relação proporção do produto pela carga q carrega, atingir velocidades que nem a lei permite de forma aberta estampada no painel, velocidades q matam com facilidade quem dirige e quem tá na rua, a possibilidade de um apedeuta qualquer comandar uma arma dessa... e por aí vai) já falei e repito, enquanto existirem designer automobilisticos ao invés de designers da mobilidade isso vai continuar dando merda, vai continuar morrendo gente. e vai tudo pra conta do papa.
  • Boa observação Fernando, é realmente no BRASIL não existe toda essa mobilidade com os carros, porém como o Tiago falou sobre os americanos que criam seus carros super potentes e com design diferenciado, eles tem toda esta mobilidade para criar, pois as interstaduais tem uma velocidade superior as do brasil, sem contar pistas duplas, coisa que não se ve no Brasil, mal arrumam as ruas, fazem só rebocos, totalmente esburacadas e etc...
  • Bom, respondendo um pouco ( minha opinião ) sobre as linhas e o motor do carro, tudo influencia o outro e ainda tem mais a tal da aerodinamica ( se quer correr mais, não adianta só o motor, mas como a estrutura vai "cortar" melhor o ar... entre outras muitas coisas. Mas ainda o problema dos carros estadunidenses são a falta de preocupação com o que é gerado por essas incríveis máquinas. Sabe uma coisa que me deixou mais de cara? Eles já desenvolveram carros elétricos, veloses e economicos (Vejam "Quem matou o carro elétrico"). Aqui por essas bandas existe a teoria do carro movido a água ( 1 litro = autonomia de 1000 km ). Sempre há soluções, mas desbancar o petróleo não dá dinheiro.
  • Imagino que o design não segue o motor, nem o motor segue o design. O que realmente ocorre é a criação de um desejo, ou seja, uma necessidade moldada, para que o produto seja consumido. Quem compra um mustang ou uma ferrari não compra um carro, mas sim um objeto para demonstrar seu status perante a sociedade. Se não fosse um carro poderia ser um casaco de peles, um perfume, um avião... o produto em si não é o objetivo, mas uma forma de alcançar o tal. Um corsa, pálio ou uno não tem um design sofisticado porque se todos os carros fossem sofisticados o diferencial deixaria de existir e essa fatia de mercado que consome status não seria mais explorada. É uma questão de atingir um tipo de público específico.
  • olha só, gostei da discussão, mas concordo com o Fernando Galdino, acho que um carro tem muito defeitos, inclusive o de continuar existindo da maneira que é hoje. é só reparar no transito de são paulo as 6 da tarde numa sexta feira chuvosa, 90% dos carros (se não mais), possuem somente uma pessoa, o motorista! se tirássemos essas mesmas pessoas e colocássemos todas em um lugar só, talvez não encheria nem 5 ou 6 vagões de metro... não acho q esse problema deva ser ignorado... abs a todos!
  • Olha só, eu trabalhei quase 3 anos na Denso ( multinacional japonesa que produz entre outras coisas ar-condicionado para carros). Existe uma norma (aprovada por todas as montadoras) que o carro, até o ano de 2015, deverá ser 95% reciclável. Eu fazia parte do pessoal de pesquisa de novos materiais. Eu estava mais envolvido com a troca de um material ( o cromo hexavalente ) - assistam Erin Broncovich ( acho que é assim q se escreve ). Muita coisa já está sendo feita, mas a coscientização do que se deve ser feito pelo massa usuária, só começou agora em grande escala. Isso significa que mudanças que servirão definitivamente para algo, demorarão a acontecer porque vai demorar pro pessoal perder grana com isso. exemplo rápido? Os negros do Mississipi (década de 50) conseguiram ser ouvidos porque pararam de usar ônibus. Houve então um pedido do pessoal dono da empresa responsável, para que fossem atendidas as reividicações deles. Funciona... é só conscientizar mais rápido.