Mendigos Culturais II – A revanche

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Faz tempo que não posto por aqui e o motivo é o de sempre: absoluta falta de tempo.

Porém ainda ontem o Ed Sturges fez um post que me atiçou bastante, bem na linha que eu gosto.

E hoje me avisaram de um post da Lígia em que alguém a estava atacando no nível pessoal, fora do contexto de seu post. Lá fui eu ler…

Grande Lígia!!!! Sempre precisa e certeira em suas colocações!!!

Me faz parar com tudo pra escrever um comentário que acabou por virar este post.

 

Concordo em plenamente tudo o que vc escreve e assino embaixo.

Realmente está de lastimar a péssima qualidade acadêmica dos dias atuais.

É impressionante como a maioria dos alunos parecem-se com um bando de criancinhas mimadas e birrentas que fazem biquinho quando o professor diz que tal dia vai ter prova. Ou então quando o professor pede um trabalho com no mínimo 6 laudas é aquele chororô imenso na sala.

Pior ainda quando vc pede para lerem determinado texto (alguns de apenas 1 págininha de nada) e frustra-se ao chegar na sala e perceber que de uma turma de 40, 1 leu meia boca…

Pelamordedeus galera, que porra de profissionais vcs pensam que serão?

Que respeito do mercado vocês esperam ter?

Como pretendem ser levados a sério até mesmo entre seus colegas de profissão?

Aí vem a elha ladainha:

“Ah professor mas eu nao tenho tempo”…

Não nego que já usei uma vez essa desculpa escabrosamente esfarrapada e levei uma resposta que me fez acordar pra vida. Na época eu trabalhava das 7 da manhã até as 7 da noite, corria pra faculdade e chegava em casa por volta das 0:00hs. E ainda tinha de estudar, cuidar da casa (morava sozinho), etc.

Minha professora me perguntou:

“Que horas você dorme?”

“Da 1 até mais ou menos 5:30 / 6:00hs.”

“Então não me diga que você não tem tempo de sobra.”

É a mais pura verdade cambada, se você quer ser ralmente alguém na vida tem de esforçar-se, tem de fazer por si mesmo pois ninguem o fará por vc.

Ninguém vai morrer por causa disso.

Eu não morri logo você também não vai.

Outra coisa é sobre conteúdos dos trabalhos entregues, quando entregues…

É um tal de copy/paste by web que pelamordedeus.

Vocês pensam que nós professores somos burros? Orelhudos como vocês?

Se vocês usam primitivamente o Google ou qualquer outro mecanismo de buscas para “clonarem” seus trabalhos, nós os usamos de forma mais precisa e facilmente detectamos copy/paste. E depois ainda temos de aturar reclamações, chororôs e levantes dentro de sala de aulas contra nós. Especialmente em IES particulares onde o maior “argumento” de vocês é:

“CALA A BOCA POIS EU QUE PAGO O TEU SALÁRIO!”

Ou

“VOCÊ TEM OBRIGAÇÃO DE ME DAR NOTA POIS EU QUE PAGO TEU SALÁRIO”.

E, por mais que usem desse “poder” junto às coordenações (traíras e covardes que não tem culhões de falar na cara e resolver suas pendengas como adulto), eu mantenho sempre o meu 0 (zero) de nota mesmo que em seus boletins as coordenações tenham lhes dado a média (pra quem não sabe, média refere-se a medíocre, mediano e jamais que alguém é apto ou bom).

Pra mim e tantos outros professores serão sempre alunos (-)medíocres. De medíocres pra ruins, péssimos, escroques. Dos que só produzirão posteriormente lixo profissional.

Ja coloquei aqui e repito:

Entregar um trabalho sobre a Acrópole (todos sabem mesmo do que se trata isso?) em apenas uma lauda não fechada com uma imagenzinha comum e já batida, é querer tirar onda na cara do professor e chama-lo de ignorante.

Mas não caro “acadêmico”…. O ignorante e acéfalo aqui é você mesmo. E de tão faz isso achando-se o último gás da coca-cola.

Ou então naqueles seminários (excelentes por sinal pois deveriam promover debates sérios) nos quais vocês mal conseguem defender seus pontos de vista… começam a gaguejar, suar, olhos arregalados implorando ao professor ou alguém que os tire dessa sinuca de bico. Ficam num vai e vem de contextos desconexos, totalmente perdidinhos…

Mas não, a idéia foi tua, então seja capaz de arcar com as consequências e defende-la ou ainda, assuma publicamente que você errou.

Já que gostam tanto do Pequeno Príncipe (que dandyyyy), parafrasenado-o:

“Você é eternamente (e único) responsável pelas suas próprias cagadas”.

E, como lêem tanto a Bíblia (ahahahha duvido pelos mesmos motivos que a Lígia citou no texto dela):

“Não se esqueçam de carregar presa à cintura a pazinha pra, depois de cagar, enterrar o monte.”

Uma outra coisa que me ocorreu lendo tanto o post da Lígia quanto, especialmente, o comentário da Thalya no mesmo post.

Se você não tem condições de fazer uma coisa, não se meta a besta de querer fazer.

Se quer ir pra outra cidade estudar e não vem de uma família abastada, pense que você terá de trabalhar também.

Já comece então a trabalhar o seu senso moral e ético desde este momento: com a sua família.

Estude, trabalhe, invista em tua formação, livros, cursos extras e não como a maioria: baladas, cerva, festanças, babaquices, etc etc etc.

A Thalya até que começou bem o comentário (excluindo-se as agressões pessoais – desnecessárias a quem tem bons argumentos – que desmerecem todo o restante), porém errou feio nisso aqui:

“vários de seus queridos alunos não moram com seus pais, se você fizer uma pesquisa e levantar esses dados, aposto que morderia sua língua, muitas vezes não falta apenas um livro na casa de aluguel, mas moveis, eletrodomésticos, comida, e não seria culpa dos pais por esses alunos não estarem lendo, lógico que o aluno interessado vai ir até a biblioteca procurar um livro pra analisar a sua estrutura, por isso digo cuidado com o que você fala.”

Como se pode perceber ela mesma se contradiz anulando assim qualquer tentativa de auto-flagelação quando tenta se fazer de vítima.

Nessas horas me vem à cabeça as tais politicagens inclusivas de nosso (infelizmente) DESgoverno.

O que me leva novamente ao fato: se você não tem condições de arcar, não se meta.

Se você não tem interesse o suficiente, deixe a vaga pra quem tem.

Se você pensa que vai levar na flauta assim como fez no ginasial onde era proibida a reprovação, vaza carinha, pula fora que teu lugar não é numa universidade.

Se você quer ir pra faculdade pra ficar de trololó com os colegas atrapalhando o professor que está lá tentanto dar aula e os poucos colegas de classe realmente interessados, cai fora malaco!

Você não presta pra um curso superior.

É disso que a Lígia falou e que eu coloco de forma bem clara aqui neste post.

Não se façam de coitadinhos pois nenhum de vocês é.

Não se façam de incompreendidos, pois nenhum de vocês é.

E não me venham com papinho de generalizações.

Se te doeu, se mexeu contigo é porque a carapuça de uma forma ou de outra te serviu como uma luva, então reveja TEUS conceitos e não tente jogar pedra no telhado dos outros, pois aqui quem tem teto de vidro não sou eu, não é a Lígia e nem a maioria dos professores e sim, VOCÊ, pseudo-acadêmico de araque.

Ou melhor, seguindo a moda, acadêmico de botequim.

 

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61 comentários

  • Oi, LDDA Paulo! Você é fodão mesmo, heim cara! Disse algumas coisas que eu estava com vontade de falar e não falei porque sou uma mulher fina...eheheh... Mas uma coisa que eu reparei é que a Thayla escreveu tudo aquilo, mandou um recado no outro post "Não sou engenheira" pedindo para eu ler e depois que respondi e ela nunca mais se manifestou... Obrigada, valeu pelo apoio!
  • Rídiculo. A elite percebendo que o controle social típicamente brasileiro, baseado na exclusão dos menos favorecidos a educação está se desfazendo e grita de ódio em reação a tais mudanças, ao invés de propor soluções para integrar toda a sociedade. Vocês são a maior chaga deste país. Vocês me dão nojo.
  • Wesley: "já param todos pra pensar na grande e inútil burrada da publicação que deu origem a essa dicussão?" Ficará mais fácil se vc definir melhor sua reclamação... assim tão difusa, parece q está tudo errado... ou é isso mesmo q vc pensa?
  • Não entendi muito bem a argumentação do Wesley também, mas talvez ele pense da mesma maneira que eu. Eu penso que por mais frustrante que seja para o professor esse assunto dos maus alunos, acho que não devemos perder tanto tempo e espaço aqui neste blog com uma discussão deste tipo. Ok, é terrível que o seu colega do lado na sua sala de faculdade não sabe nem o que é o curso de design, quanto mais ler um livro, mas isso é uma particularidade de cada pessoa. Se alguém não se interessa pelo curso, isso não é problema meu e de ninguém. Esses maus alunos nem conhecem este site, quanto mais ler este post e se tocar das porcarias que andam fazendo com suas vidas! Posso estar errado, mas talvez seria mais frutífero pra nós, que temos interesse em aprender cada vez mais, criarmos uma comunidade mais unida em torno de um objetivo comum, que é trocar experiências profissionais que realmente façam com que cada um aqui cresça profissionalmente. Vamos fortalecer quem se interessa! Deixem que o mercado se encarregue de engulir os que não tem interesse.
  • Concordo, Raphael! E acredito q seja exatamente isso que já estamos fazendo por aqui: criando uma comunidade. Dizem q designers são criaturas anti-sociais entre membros da mesma espécie... heheheh Só o futuro dirá.
  • Até que fim alguém que sabe pensar aqui...(pelo menos nesse post), fiquei até com medo de uma besteira (inutilidade) dessa me fizesse mudar de opinião sobre o blog. há, me esqueci, tenho que traduzir pro Eduardo. Tradução Simultanêa: "Té" "kin" "fin" alguém "q" sabe pensar "aki"...(pelo "-" nesse post), "fikei" até "c/" medo "d" uma besteira ((inutilidade)c vai entender que isso é um parentese né Eduardo?)) dessa "m" fizesse mudar "d" opinião sobre o blog. Obs: Agora por favor..rs.. não comece outra discussão inútil!
  • Pra encerrar Muito bem, esse post é pra dar parabéns pra todos nós, que brigamos, falamos mal, agredimos e graças à internet não saímos fisicamente agredidos aqui, parabéns Lígia, Eduardo, Raphael e é claro, eu (me desculpem se esqueci alguém), mesmo cada um defendendo o próprio orgulho ou idéia (o que eu espero que façamos até o fim da nossa “existência”) e não chegarmos a ponto nenhum. Rs.. Que se exploda essa (me desculpem mulheres) porra, e daí se ninguém quer ler? O que importa é que sem os burros nunca seriamos inteligentes, (ou menos burro que é o meu caso, “num sei nem iscrevê” usei o “Auto-correção” do Windows e garanto que ainda tem coisa errada), mas que meu erro seja uma lição pra todos, até praqueles que não erram, saibam que errar às vezes é engraçado, agora particularmente Eduardo e Lígia..rs..voltem a rotina normal do blog..rs... estou querendo ver as novas do Design..rs..foi mal se ofendi alguém de verdade, eu podia ter feito melhor..rs. (esses “..rs..” já tão enchendo o saco eu sei, mas eu os amo..rs..)então é isso, um beijo na bunda de todo mundo! Fuiiii. Aulas de português Wesley Carneiro (0xx) 31 9316-1733 (somente depois das 18hs)
  • Cast Direção Lígia Fascioni Design/Apimentação Paulo Oliveira Coadjuvante 01 Marcos (quem é vc marcos?) Coadjuvante 02 Jaqueline (Pede pra sair 02) Embromação Rogério Foster Vidal (é mp3 “foston”) Tom Tom (q q é tom?) Apoio Raphael Lopes Comentários Todo mundo tava nessa Ta faltando alguém Arthur Di Lorenzo Animação Wesley Caribe Revisão/Correção Eduardo (podia escrever seu nome errado só de pirraça) www.design.com.br TV GLOBO MINAS, ASSISTA AGORA: MALHAÇÃO
  • Mas é engraçado mesmo rs Raphael, vc diz que nao devemos "perder tempo" aqui no blog com uma discussão dessas... No entanto vale lembrar que existem inumeros outros tópicos (ou posts) com assuntos diversos... Participa aqui quem quer e quem relmente tem algum interesse no assunto. Logo, se você, o Weslley e outros ainda estão por aqui, é porque, por mais que não admitam, estão interessados sim. Weslley, que criancice cara. Dizem por aí é fácil tacar pedras na vidraça dos outros... mas escondemos a nossa para não ser apedrejada. Foi exatamente o que você fez aqui cara. Vem todo jocoso, belo e frondoso, com comentários inúteis e não embasados e por fim, vomita sua infantilidade como se alguém aqui tivesse alguma coisa a ver com a sua fissura. Só para fundamentar um pouco mais as coisas sobre este assunto: "Especialistas já indicam uma geração 'perdida' (?). A geração 'Y" (nascida após 1980) se orgulha de não ler, escreve mal, quer respostas rápidas, não sabe pesquisar, não sabe se expressar e acumula informações multifacetadas. Aqui no Brasil, pessoas ligadas à colocação de profissionais no mercado, tem apontado a defasagem entre o que o mecado quer e precisa e a formação profissional dos postulantes. No nosso caso é mortal. O que o mercado precisa é de soluções novas para os mesmos velhos problemas, mas a moçada só sabe soluções velhas para problemas novos. E como não pesquisam, acham que os problemas são novos. Pior: a pesquisa indica que, em geral, os 'Y' criticam e sacaneiam quem tentar pensar ou agir diferente do status quo. É a ditadura do efêmero. Profissionais sem curiosidade, agilidade mental, jogo de cintura e ferramental necessário para pensar e fazer DESIGN. Reflexo dos tempos. Em vez de fazer exercícios ou regular a alimentação, faz-se uma lipo. Isso se não morrer de erro médico, já que os médicos (mesmo regulamentados) também estão sendo muito mal formados. " Este é um post do Guto n comunidade Design Brasil. Diga que não tem nada a ver isso que ele fala... Diga que ele é um mero caracter num crédito final como você fez comigo e com vários outros aqui neste topico. Sinceramente, pode continuar a vontade por aqui e por onde vc quiser vomitando as suas neuroses e ignorâncias cara.... Não ligo não, pra mim não vai feder nem cheirar uma vez que você faz exatamente o que cito no texto lá em cima: "(...) nos quais vocês mal conseguem defender seus pontos de vista… começam a gaguejar, suar, olhos arregalados implorando ao professor ou alguém que os tire dessa sinuca de bico. Ficam num vai e vem de contextos desconexos, totalmente perdidinhos…" Francamente? Nada! Se quiser eu "desenho" pra ver se vc entende ok? És como um vento minuano que passa, faz um barulhinho, mas no dia seguinte ninguém se recorda...
  • Paulo, quando eu digo que não devemos perder tempo com este tipo de discussão, eu quero dizer que é uma discussão que não agrega em nada ao blog, pois justamente quem é citado no seu post não vem aqui ler seu texto ou qualquer outro. E você tem razão, existem outros posts no blog, se não tenho o interesse neste, não preciso ler! Mas gostaria que o blog fosse um espaço para mais coisas produtivas e menos reclamações. Pois se perceber que existe mais reclamações do que discussões produtivas eu troco de blog, não de post. E por favor, não leve as coisas tão a mal. É só uma critica construtiva. Eu compreendo sua indignação, só penso que você escolheu o lugar errado pra desabafar.
  • Paulo, esse tipo de pensamento me lembra a polemica do trabalho com células tronco, é como se você renegasse a evolução cara, as coisas mudam, nada vai ser como antes de 1980, e isso sim, renegar o inevitável é burrice, graças a conhecimento, criatividade e inteligência surgiu a internet e os "meios mais fáceis" de se conseguir as coisas, e então, pra quer ler, se tornar um ser inteligente se não posso usar a inteligência pra facilitar a vida, ou será que a maneira correta é torná-la uma propriedade particular minha e me sentir um Deus, é ai que digo que você vai contra os próprios ideais, você (não sei), é professor, pra que você ta ensinando seu alunos então, sendo que estão estudando uma maneira mais fácil e pratica pra tudo que há no mundo, afinal, esse blog é sobre design né, essa é uma característica de um Design, então meu caro agora é minha vez e faço questão de usar ctrl + c, ctrl v. Paulo disse: Este blog é feito por várias cabeças pensantes sobre o Design Nacional, então não queira que sejamos como cachorrinhos poodles adestrados... e depois: Logo, se você, o Weslley e outros ainda estão por aqui, é porque, por mais que não admitam, estão interessados sim. Acho que é você que está no lugar errado Paulo. Desculpa ae galera, já estou cansado dessa disscução, eu tentei dar um fim, mas pelo visto podem esperar o "quarto filme da trilogia" Mendigos Culturais - Revolutions.
  • Olá Designers de plantão! Pra quem não se lembra de mim, sou um dos responsáveis pelos comentários no post da Lígia que, provavelmente, deram cabo à essa discussão toda. Apesar de ter ficado algum tempo sem acessar o blog, consegui me colocar a par do andamento do assunto "Mendigos Culturais". E, mesmo assim, levando em consideração o fator tempo, o meu post continua válido (http://design.com.br/blog/mendigos-culturais/#postcomment). Ou seja, o meu ponto de vista é o de uma pessoa que sabe que isso tudo não vai dar em nada. Paulo e Lígia, vocês como professores sabem que, ao analisarmos isso tudo por uma esfera maior, vemos que se existem alunos maus e IES ruins, é simplesmente por facilitações do governo para aumentar o percentual de ingressos no Ensino Superior! (Porém, embora o governo reforce a questão QUANTITATIVA, isso tudo não quer dizer que não existam alunos bons e IES excelentes, no que tange à QUALIDADE). É algo muito maior do que uma revolta docente! E claro que não desmerece tal indignação. Sou aluno formando de uma IES privada, sei de tal realidade. E também fico indignado! Mas sei, também, que o mercado será o ÚNICO responsável pelo castigo a eles. Não me sinto bem me referindo aos maus alunos como "eles", "eles" e "eles". Na verdade, com tudo que penso, não existe "eles", no sentido de atribuir a culpa a eles. A culpa é de algum quesito político (ou erro político) muito maior; e essa discussão é a CONSEQUÊNCIA desse algo maior. Paulo, gostei demais do seu texto e de suas colocações, mas veja que, nesse "show sem platéia" você mesmo acabou caindo em contradição. Veja: "E hoje me avisaram de um post da Lígia em que alguém a estava atacando no nível pessoal, fora do contexto de seu post. Lá fui eu ler…" (Aparentemente, você se mostrou indignado com tal atitude) mas depois: "Vem todo jocoso, belo e frondoso, com comentários inúteis e não embasados e por fim, vomita sua infantilidade como se alguém aqui tivesse alguma coisa a ver com a sua fissura." Não penso que, no mundo do Design, deveríamos tratar pessoas criativas dessa maneira. Sim, o Wesley é um cara com extrema criatividade. Ao fazer o "Cast" ele não quis diminuir todos em simples caracteres de créditos. Na verdade, acho que o que ele quis mostrar com isso é que esse blog parece um filme da Sessão da Tarde, em que muitos param para asisitir, alguns discutem, outros se revoltam, mas que, ao final (POR ISSO O CAST), não dá em nada! Desculpa, mas vi nesses créditos uma criatividade "pura". Enfim, como já disse acima, acho disso tudo um "show sem platéia". O que inicialmente era uma revolta de bons professores com maus alunos, tornou-se numa revolta de professores maus sobre alunos bons! Gostaria de aproveitar este comentário para pedir desculpas à Lígia pelo meu posicionamento no seu post. Reconheço que fui bastante grosseiro e acabei desconsiderando fatores como o tempo da sua vida que vem sendo dedicado à profissionalização de seus alunos. Mas, de qualquer forma, não tenho como negar que tudo o que você quis expressar no seu post, foi dito de melhor forma neste post, do Paulo. That's all, folks!
  • pois é... volto a dizer: deixe que o mercado engula os maus alunos e maus profissionais. olhemos para nós mesmos, façamos a nossa parte! Vamos fortalecer quem esta interessado e parar de apontar defeitos em um ou outro... vamos dicutir sobre ergonomia, usabilidade, interfaces, metodologia de projetos, semiótica, etc etc etc... tudo que vocês professores sabem de cor e salteado, mas que perdem tempo discutindo sobre pessoas. garanto que cresceremos muito mais se isso acontecer! eu como universitário ainda, tenho muito que aprender com vocês, tenho certeza disso! ;)
  • Espere um pouco Wesley, em momento algum ninguem aqui está indo contra seus proprios princípios ou ideais. Se a Ligia postou sobre este assunto e eu reafirmo aqui é porque realmente isso pega dentro de uma sala de aulas. Certamente você não é professor pois se o fosse entenderia perfeitamente o que postamos e estamos debatendo. Sim este blog tem bastante coisa interessante como também tem bastante coisa comum... Este blog é feito por várias cabeças pensantes sobre o Design Nacional, então não queira que sejamos como cachorrinhos poodles adestrados esperando as ordens do adestrador ou como o povinho das "nites" desde a época do é o Tchan que agem como esses cachorrinhos nas pistas de dança de festas por aí... rsrsrs Se te incomodou tanto repito carinha, reveja teus conceitos. Ao que parece você é mais um estudantes bem do tipo que comentamos. Doeu o pisao no pé e tá aí agora fazendo biquinho, emburradinho. Este blog, assim como qualquer outro espaço que se diz sério e realmente o é, foi montado não somente pra passar a mão na cabecinha dos leitores. Mas sim, e antes de tudo, confrontar realidades díspares como é o caso professor x aluno. Um aluno não consegue entender esta visão do professor, porém nós conseguimos entender a dos estudantes pois já o fomos um dia... Mesmo que na nossa época a coisa era bem diferente do que é agora. Me diga qual a última vez que algum aluno que está numa faculdade hoje se levantou em sinal de respeito quando a diretora da escola entrou na sala de aulas? Parece estranho? Ridículo? Para vocês. Para nós fazia parte de nossa formação, do caráter, do civismo. Não deixe de frequentar este blog cara, deixe de birra. Se não gosta de determinados assuntos, pule para o proximo post, simples assim. Como se vê, muitos alunos que aqui postaram entendem perfeitamente o porque destes dois tópicos. Então... Saudações!!!!
  • Lucas, não se preocupe. Apesar do Paulo ter ficado revoltado com os ataques pessoais a mim, eu não fiquei não. Fiquei preocupada, é verdade, mas não me senti ofendida. Prefiro um Wesley soltando o verbo (mas participando da discussão) do que nenhum comentário no post. Além disso, bom humor é fundamental para quem, como eu, está dando a cara para bater. Além disso, penso que toda unanimidade é burra - pensar diferente faz parte. Eu já tinha saído da discussão (já postei 2 artigos depois daquele, nenhum com tanto IBOPE..eheheh). Vamos andar, galera, tem mais coisa para discutir sim!! Vocês acham que devemos ser renascentistas ou especialistas?
  • Foi mal juvenal..rs.. é que o meu teclado tá dando pau..rs.. Brincadeira..rs.. é incrivel como poucas palavras podem fazer uma opinião mudar..rs. ao ler o último post da Lígia também me sinto um pouco arrependido, mas creio que com mais um pouco de moderação podemos discutir e mostrar os pontos de vista sem ofenças. Valeu pela diversão!
  • Ok, último comentário (meu): BRNLNG, você realmente acha que nós vamos resolver os problemas do ensino do Brasil numa lista de discussão em um blog? Olha, eu estou fazendo a minha parte dando as melhores aulas de que sou capaz e tentando discutir isso com meus alunos e demais interessados no tema. Dou algumas palestras em escolas (principalmente de segundo grau), mas não tenho idéia de como contribuir mais. Acho que é um trabalho de formiguinha mesmo...
  • O Raphael... eu também queria muito ver nesse blog discuções sobre ergonomia, linguagem web, identidade visual, etc... Mas me diga qual foi a ultima vez que veio algo do tipo? Vendo os posts atrás, quase só tem conversas gerais, sobre coisas abertas, sem focar em ponto algum! To pra ver alguém postar alguma coisa sobre ergonomia, colocar a figurinha do homem-ergonomico, falar de angulações, de porpostas atuais, etc... Ou então alguém falando sobre SEO, ou linguagens web (as diferenças e vantagens de cada uma...), ou ergonomia cognitiva pra internet, etc... Ou quem sabe sobre conceitos de branding que não se costuma lembrar... Ou até mesmo materiais inovadores para design de interiores... Ou porque não falar sobre a importância de estudar física num curso de design... Ou cogitar sobre unificação de grades universitárias... Ou qualquer coisa que se feche um pouco o foco! E também seria essencial que os comentariastas não se limitassem a um "legal! parabens pelo post! gostei muito!"... Falar sempre é bom, mesmo que besteira, pois aparecem argumentos para algo que podem surpreender e criar novas ligações entre assuntos que ajudem a entender o geral, bem como o específico... enfim.
  • Pois é, Ligia! É quase impossível resolver problemas pela net, mas, se pelo menos, as coisas evoluírem um pouco nas cabeças, já é alguma coisa---afinal percebe-se q não foi tão nula assim a discussão. : ] Tb quero ver mais textos práticos e especializados por aqui. Vou tentar e escrever um nesse próximo fds. Só não disse que vou publicar... heheh
  • Um adendo: Recentem., o ex-candidato à presidência Cristovam Buarque escreveu um artigo sobre a falta de intelectuais no país---acredito ser relevante ao assunto. http://www.brazzil.com/articles/194-july-2008/10081-brazils-lack-of-nobels-has-no-genetic-basis-blame-it-on-a-faulty-education.html
  • Wesley, pessoal e a turma do pugilato!!! O blá,blá ,blá já passou dos muitos Terabytes, mas sou obrigado a colocar meus bytes aqui para só lembrar a todos que: Ler livros, estudar,aprender, se esforçar,entender a parte teórica e suar na prática (praxis) e pesquisar na Internet, hoje é obrigação de todo professor e do aluno.....seja de cálculo orbital a de culinária! Ao professor,cabe o pior, que é entender o que está saindo de nôvo e conseguir "entreter" o aluno, passando para ele e "enfiando" no seu córtex cerebral ( Sem cirurgia) a informação que ele vai precisar para .....conseguir alguns anos depois....concorrer com os profissionais tarimbados no mercado de trabalho. Ou seja ler, estudar e etc. não é Nazismo ou Facismo, é sobrevivência e respeito com você mesmo. Ô espirito de porco!!! Até agora, a natureza, não permitiu a raça humana, saber tudo que precisa na vida por osmose ou outros meios menos biológicos ,como transmimento de pensação!!! Não sou contra as baladas e os enroscos da turma nos finais de semanas, desde que vocês consigam coadunar (Vai procurar no pai dos burros!!) a Falcatrua (Faculdade) com a as noites de barbáries! Só para fechar, seu Wesley, você como professor de Português, até pode ser...afinal o Português está se extinguindo mesmo....,mas de História, mané, você vazou da aula....e foi parar no ralo!!! Só para que Vossa Excelência saiba...os movimentos políticos do Nacional Socialismo (Nazismo) pan-Germânico e do Faccismo (com dois cc mesmo), com o respingo do Integralismo tupiniquim, tinha como objetivo cercear e indicar o que o povo deveria saber. Ou seja se não fosse aprovado pelo partido, não poderia ser lido por ninguém sob pena de morte! Governos de exceções (Ditaduras) de ditos de direita e de esquerda também, pois o Maoismo, o Stalinismo, Leninismo, Trotskismo e etc. também professam do mesmo tacão!!! ( Não sabe que é isso?? ) Vá procurar no Google, mas leia nos livros também. per favoire! Pelo que me consta, o que está se digladiando por aqui, é exatamente o contrário...Ô Pá!!! Nós queremos é que vocês leiam sem restrições.... até o almanaque capivarol ,na internet ou no papiro mesmo (Livro). O que não pode é ter ecccccoooo entre as orelhas!!! Falooooouuu!!!!!! Foster.
  • Wesley, Filosofia de fundo de baú!!! Pior que almanaque capivarol !!! Só para perguntar??? O que tem o feofó com as calças??? Ainda bem que você tem cérebro!!! Já é um bom começo!!! Portanto utilize-o para coisas com mais valor, como você disse!! Foster.
  • Foster desculpe estragar sua alegria, mas não vou ter mais tempo pra perder com você, desculpe decepcioná-lo, sei que foi difícil encontrar alguém que te desse atenção, mas estou vendo que os post's continuam a ser publicados no blog e acredito serem mais interessantes que esse, boa sorte, foi um prazer fazer você feliz achando que tinha encontrado outro otário pra papear. Alguém ai, dá atenção pro Fossa...digo Foster, tenho que ler outros posts.
  • Sempre vai existir os alunos ruim, os médios e os bons. O texto está perfeito digno de aplusos, agora alunos incompetentes desanimam não somente o professor mais os alunos interessados, em minha facudade sempre temos que entregar um "mini TCC", um projeto a cada seis mêses, e sempre cai em minhas mão e de um colega, cara é incrível, atualemente a diferença de conhecimente é tão grande entre nois e os "vagabundos", que mesmo se eles quiserem fazer algo não conseguem por que simplismente não sabem fazer a coisa, logo cai tudo para min e um amigo meu. Cara isso é cansativo, mais enfim até gosto por que quem manda no grupo são aqueles que tem conhecimento. Flw Klerk
  • Quanto mas se meche na bosta mais ela fede, eu poderia muito bem estar agora continuar a ler este site que desde a primeira vista o achei interessante, mas como as pessoas que o criam vão contra os próprios ideais, já não sei se faço deste blog uma fonte de informações ou apenas mais um blog pra passar o tempo, já param todos pra pensar na grande e inútil burrada da publicação que deu origem a essa dicussão?
  • quantos ataques pessoais rolando... rsrs gostei da parte: "Se você não tem interesse o suficiente, deixe a vaga pra quem tem". Na minha faculdade tem muito disso, superacadêmicos que acham que conseguem fazer os cursos arquitetura e design ao mesmo tempo e acabam caindo na real, desistindo e defasando o curso.
  • Oi pessoal! Gosto muito de posts de "abertura de olhos" como esse, os da Ligia e de diversos outros aqui. Esse gostei bastante pq o método utilizado foi a abertura de olhos a tapa (rs)! E de sempre ter pensado dessa maneira em relação aos meus colegas de classe, quando era aluno. Achava um absurdo o grau de burrice/incompetência/preguiça que imperava na maioria da sala. Coisas que eram de conhecimento básico revistas durante a faculdade para relembrar e serem utilizadas em outros fins, a grande maioria não sabia. Nos trabalhos era pior, pq os burros/incompetentes/preguiçosos, porém seus amigos, sempre vem querendo fazer trabalho com você. E eu era bem chato no começo exigia que fizessem suas partes e ficava marcando em cima, só que daí o trabalho ficava ruim. Fiquei numa sinuca de bico, até decidir cobrar de quem quizesse fazer grupo comigo, assim teria alguma recompensa por fazer o trabalho pelos outros e ainda não denunciaria a pessoa ao professor, pq alem de colega é amigo também, e além do mais passei a me despreocupar qto a isso pq o futuro são deles, os maiores prejudicados serão eles mesmos. Fora também que tive uns professores que eram piores que os alunos, ou por incopetencia/burrice/preguiça também, ou por terem ja desacreditados com os alunos e só estavam lá pra garantir a graninha no final do mês. Bom o comentário foi mais um desabafo pessoal vivido no lado contrário, concordando e imaginando a vida dura que deve ser dar aula a alunos desinteressados dessa maneira. Um abraço.
  • Oi Ligia rsrsrsrrs nao sou nem quero ser "fodão" em nada rsrsrs Mas sinceramente, tem hora que a paciência esgota, o saco enche e aí, como bom descendente de italianos, o sangue ferve e boto pra fora mesmo. É bem melhor que ficar azedando isso dentro de mim. E, sendo professora você sabe muito bem do que estou falando. Eu também percebi isso de que a tal Thalya desapareceu. Mas é assim mesmo. Já enfrentei isso diversas vezes dentro de sala de aulas, imagine se nao iria acontecer aqui pela web rsrsrrs até que demorou ahahahhaah Mas assim como o Ed Sturges, tenho uma linha mais "carnal" (vamos colocar assim). Coloco de forma clara e objetiva (desenhando para os iletrados e preguiçosos) o que tentamos por várias vezes colocar de forma culta, educada, academicamente correta. Mas como toda boa criança birrenta, esse povo parece que só presta atenção ou aprende no tranco. Então, às vezes libero esse meu lado e mando ver rsrsrrs Doa a quem doer. Simples assim rsrsrs
  • Não entendo o porquê desta guerra entre alunos e professores, um faz parte do outro e como tal deveriam se unir ao invéz de criarem essa briquinha infantil e sem sentido!! revejam seus conceitos, queridos.. como diz o ditado "a união faz a força" e sem ela.. ninguém chega a lugar algum!! a intolerancia não é solução pra nenhum problema...
  • Jaqueline, isso não é uma briguinha e tampouco uma birrinha. Se somos professores (a grande maioria) é porque estamos dispostos a compartilhar conhecimento, porém isso só se faz com aqueles alunos que realmente estão afim de aprender e também de compartilhar. Como você mesma disse, éuma via de mão dupla e um precisa do outro. Porém o que temos visto por aí é um bando de aluno que quer tudo mastigadinho e resolvido, com preguiça mental intensa que os torna incapazes de pensar um mínimo que seja. O foco deste post e do da Lígia é na verdade um desabafo não somente meu e dela, mas sim de uma grande parcela de professores. Exclui-se dessa lista deprofessores, claro, aqueles que só estão ali "por causa de uma graninha extra no final do mês". E sabemos sim que tem vários desses por aí. Postanto, não é intolerância. É antes de tudo um desabafo motivado por um sentimento de desãnimo que vem tomando conta de muitos Professores, antes que resolvamos mandar tudo praquele lugar e deixar a coisa rolar... Aí quero ver como ficará a coisa.... bem ou mal, já somos devidamente formados e capacitados profissionalmente. E vocês em formação? Se enquanto AINDA existem professores BONS fazem este tipo de coisa, nao quero nem ver quando lançarmos mão e deixarmos a coisa rolar do jeito que vocês estudantes querem. Portanto, releia atentamente este meu post e o outro da Lígia. Tenho certeza de que você irá entender do que falamos.
  • Marcos, isso não é sinal de que o cara é bom e quer fazer tudo e sim de que é apenas mais um indeciso na vida que não sabe o que quer. Vai fazer Design pensando em construir casas ou Arquitetura pensando em fazer móveis. Disso está cheio por aí.
  • Caro Paulo, Ligia, professores e a tropa toda!!! O que está sendo discutido por aqui é realmente sério e reconheço a baixaria que está hoje o ensino, seja do que for...Vai desde Fisica Quântica até corte e costura! Debi & loide é Einstein perto disso. A turma que está estudando(Tentando) não tem consciência das dificuldades que tínhamos na nossa época de Faculdade. Eu falei isso em um encontro no SENAC/RJ sobre Design Gráfico e Web, onde professores tiveram que responder a um grupo de estudantes sobre esse crucial problema que aflige todo universitário hoje. Tenho o dever de informar a turma da choradeira, que na minha época NÃO existia computador!!!! Malandros, era tudo na munheca seu mané!!! Sabia que computador é coisa recente??? Internet? Foi ontem!! Tinhamos o mesmo tempo que é dado hoje em um curso para se apresentar qualquer trabalho, se for escrito, era numa tal máquina de escrever....conhecem??? Se era projeto, tinha que desenhar com réguas, esquadros, caneta a Nankin...a tal de Rotring, Letraset, guache pincéis, papel Schöller Hammer e etc. Não sabem que é isso???!!! Procurem se informar para ver a trabalheira que era isso...e tinha que sair igual ou melhor que um trabalho em computador. Tudo na prancheta!!! Um trabalho de pesquisa, (texto) tinha que envolver a leitura de pelo menos uns 03(três) livros para sair alguma coisa que fosse aceitável e pudesse ser entregue ao professor. O biquinho de vocês hoje não procede, pois a estiva de antigamente me permitiu aprender a , pelo menos rabiscar com lápis certo em um papel correto, desenhar com mão firme, sentir o peso de um pincel sobre uma superfíce de pintura e o que é mais importante, começar a usar um tal de neurônio para juntar lé com cré e sair alguma coisa que podemos chamar de solução projetual ou trabalho de classe. E principalmente não falar besteira!!! Hoje, nós temos os Terabytes a nossa disposição, soft e hardwares maneiros, draculosos, sinistros para mandar nosso auê!!! Professores??!! Antigamente era uns poucos e não existia professor de web, games, interiores, iluminação e o escambau!!! Eram uns poucos,mas excelentes abnegados preocupados em passar a teoria que tinham lido...ande? Nos livros, ô Zé arruelas!!! Eu tive que passar (05) cinco dias diretos, sem dormir, para entregar um projeto, com texto, para um professor meu....,qual a razão??? Eu sabia que se não entregasse aquele projeto, eu não teria como ter respeito a mim mesmo como futuro profissional, pois na vida profissional não há um professor pela frente e sim um cliente que acha que você será o cara que vai fazer aquela solução corretamente e dentro do prazo que ele tem. Ou seja, aqui fora, você não tem como enrrolar ou fazer um paste de algum arquivo qualquer, ou faz correto ou você dança!!! E o pior, você dança para você, pois o cliente já te substituiu por um colega seu que não fez birra na faculdade e assistiu as aulas direitinho. Malandragem, aproveite esses anos de faculdade para fazer e desenvolver o projeto que você quiser, pois depois, só é pedreira!!! Lembre-se que você vai ter que trazer para casa a sua comida, seu aluguel, o leitinho das crianças e o pior, o docinho da Sogra, marreco!!! Acorda cambuta de fedapada!!! O tempo passa e você se ferra de verde amarelo!!! Sentiu amizadeee????!!! Foster.
  • Eduardo, não seja por isso amigo, copie o link e mande pra sua lista de e-mail como eu fiz ahheheahaehe... parabéns ao paulo... esse é o tipo de texto que mexe com a consciência, isto é, de quem tem né. ahhahaa abraços !!!
  • Nossa, nunca vi o clima aqui no blog tão tenso. Mas Ligia, Paulo e tantos outros professores ou profissionais já formados que escrevem neste blog: alunos ruins sempre vão existir. Sempre existirá os alunos q matam aula pra ficar no bar, pra ir pra balada, pra "ficar" com alguém na porta da faculdade... mas SEMPRE existiram alunos que valem a pena ensinar, acreditem nisso, por mais raro que possa ser! Na minha sala da faculdade existe uma piadinha comigo que eu escrevo demais nas provas. Eu não ligo, acho até engraçado. Na verdade ela existe pois em provas os outros alunos não conseguem escrever mais q 2 linhas para uma respósta, enquanto que eu peço mais que uma folha de resposta para terminar minha prova. Mas o que acontece é que não sou eu que escrevo demais, são eles (não todos) que não conhecem o assunto e acham que a resposta é bem simples e direta, coisa de 2 linhas... Então o que peço a vocês, profissionais experiêntes e professores do ensino superior em design, é que não percam o estimulo de repassar o que sabem aos interessados, os realmente interessados. Pois assim como eu, tenham certeza que no meio de tanta gente escrota "descoladinha" pq bebe umas no bar no horário de aula, existem muitos alunos realmente interessados, que não trocam uma aula pelo bar ou um livro pela balada. Não vejo pq se indignarem pq a maioria dos alunos não ligam pro estudo, para a sua formação profissional, só ligam pra zuação etc. Realmente não acredito que vocês professores estão la por causa deles, sempre pensei que vocês estivessem na faculdade para ensinarem os poucos alunos interessados em aprender. Aos que não se interessam, a indiferença seria a melhor coisa, pois limaria o que é bom e ruim na própria faculdade, evitando tantos profissionais ruins.
  • Raphael, Fica frio que sabemos muito bem como separar o joio do trigo. E do trigo nao desistiremos jamais, muito pelo contrário. Isso tudo que postei acima pode ser entendido, se quiserem, como um manifesto dos professores tanto com relação aos alunos quanto em relação à algumas IES particulares. Cara é inadmissível que se cobre apenas uma redação em um vestibular como acontece em algumas IES, mas pior que isso é perceber que tem muito orelhudo prestando vestibular que consegue, mesmo assim, escrever uma redação composta de dois parágrafos com duas linhas cada. E assim mesmo, você professor, acaba topando com esses toupeiras dentro da sala de aula no proximo semestre. Porém, o que pega mesmo é bem sobre o que o Foster (pra não variar) muito bem postou acima. Os alunos de hoje em dia não tem noção do que era fazer trabalhos digamos, de 90 pra trás. Além de horas em cima de uma prancheta, toneladas de papéis amassados e descartados pois o modelo não estava agradando e sabíamos que a nota não viria boa.... depois mais horas e horas, calos e mais calos nas pontas dos dedos de tanto datilografar (teclas duras, pesadas, coisa irritante) e que não dispunha de teclas como "backspace" ou "del". Errou, joga a folha fora e começa de novo. TEC TEC TEC TEC TEC... Era infernal cara, vocês não tem noção do que era esta realidade. Não tem noção do que era ter de entregar um TCC ou TFG com 100 páginas datilografadas, citações mínimas dentro do texto pois o que interessava mesmo era o que você escreveu. Hoje, um deseinho meia boca, às vezes até menos que isso, num pedacinho de sulfurizê tá valendo... Não dispunhamos de PPT para apresentação de trabalhos... tínhamos de sair correndo atras de modelos para servirem de referencial para a turma toda... para que eles pudessem manipulá-lo, mexer.... hoje qualquer imagenzinha encontrada na web e colada num ppt tá valendo. Mesmo que o resto da turma e até mesmo o apresentador do trabalho jamais chegue a pegar a tal da máquina de escrever nas mãos, objeto do trabalho "apresentado". Então, não veja como "o clima está pesado" mas sim, e antes de tudo, como um chacoalhão nosso pra esses alunos abestados que acham que somos seus pais e temos a obrigação de aturar as suas picuinhas infantilóides. Não, não temos não. Nenhuma obrigação. Nossa única obrigação é com aquele aluno tipo você... interessado, que lê, pesquisa, corre atrás, que faz provas que nos dá gosto de corrigir, entrega trabalhos que nos enchem os olhos e nos faz sentir orgulho afinal, em meio à uma sala de néscios, ao menos 1 produz alguma coisa. Então, bora lá... Vamos dar a este aluno especificamente, o que ele merece: atenção, informação, dados, conhecimento e tudo o que ele precisar. Se te chamam de CDF carinha, agradeça aos orelhudos pois certamente o teu futuro profissional já está garantido pura e simplesmente pela sua competência e não terá de depender de papai e mamãe depois de formado para montar e manter O escritório de Design e a vidinha medíocre do filhinho incompreendido pelo mundo.
  • Oi, Raphael! Concordo com você o Paulo. Alunos desinteressados sempre haverá. Eu realmente me dedico muito para preparar as aulas (gasto no mínimo 10 horas de preparação para cada aula dada, fora o tempo para corrigir os trabalhos e dar feedback). Faço isso não porque eu seja boazinha, mas, principalmente porque, como não vivo de dar aulas e faço consultorias, preciso deseperadamente de gente ótima para indicar para os meus clientes. O que está me preocupando é que sempre indico 2 ou 3 alunos (no máximo) e eu dou aula para uns 90! Sei que dou bastante exigente, mas meus clientes também são. Então, aquele meu desabafo foi apenas uma manifestação de preocupação de quem está vendo os dois lados do balcão e, mesmo se empenhando muito para tentar melhorar a situação, vê um resultado muito abaixo do aceitável...
  • Pois é Ligia, isso sem contar que quando entramos com algum projeto de pesquisa geralmente nao conseguimos fechar o grupo por falta de alunos interessados ou competentes o suficiente para tal. Isso quando conseguimos formar grupos de pesquisa... não é a toa que a pesquisa em Design no Brasil é baixíssima e sobram bolsas e mais bolsas nas agencias financiadoras... Isso sem contar que a quantidade de bibliografia (livros, artigos, etc) produzida no Brasil é irrisória, ínfima, pequena. E realmente, eu não indico mais que 3 alunos por turma para clientes. Não dá... não tem como. É indicar e quem sai queimado é vc que indicou... pois o aluno... ah... esse sai ralado, triturado, tosquiado...
  • e ae Ldda Paulo, Vc falou Algo verdadeiro e interessante "e não como a maioria: baladas, cerva, festanças, babaquices, etc etc etc." é uma realidade Cruel nas facudades SEXTA feira então, na minha sala ficava só eu e uns 10 colegas, em uma turma de 30 alunos. O problema dos universitários é que eles pensam no agora,querem gastar a sua juventude em seus deleites CARNAIS ( e isso ta na BIBLIA em algum lugar) e esquecem que o futuro é construido no presente! Plante Cerveja e Balada, e colherá MERDA Plante Conhecimento e Interesse e COLHERÀ um futuro PROMISSOR!
  • Oi, gente! Quero deixar claro que não tenho nada contra baladas e deleites carnais, muito pelo contrário... ahahha... Com jeitinho e organização dá para fazer tudo (ou quase). É uma questão de olhar, de cultura, de interesse mesmo. A gente não pode também correr o risco de achar que o cara tem que ser nerd para ser bom. A pessoa tem que viver no mundo e aproveitar a vida - só precisa se organizar e estudar um pouco mais para equilibrar seus interesses. Mesmo numa balada, dá para prestar atenção nos objetos, nas roupas, nos ambientes, é uma questão de olhar o mundo como um imenso campo de pesquisa para o design.
  • Eduardo... não usei a falta de concentração como DESCULPA, e sim o que normalmente ACONTECE comigo, como eu disse, é um relato do MEU ponto de vista, nem estou desmerecendo o que vocês estão falando... Eu acho SIM livro é muito importante, mas eu como parte dessa geração que mal lê algo estou dando meu relato, que hoje em dia tudo isso se perdeu pelo excesso de informação ou até mesmo na educação, que ficou muito solta, conheço gente que acha que ta indo pra faculdade só pra ficar sabendo de certas coisinhas, e ainda diz que vai participar da formatura senão o pai e a mãe vão ficar loucos, ou seja, estão lá porque papai e mamãe estão pagando e tem q mostrar o diploma depois, não acordam e vêem que é algo que vai fazer o teu dinheiro ( que com certeza não é o que falta, porque se faltasse, não seria assim). Eu acredito sim, que todos deveriam ler, e eu como parte dessa geração, tento melhorar a cada dia, não digo para você só ler o que gosta, e sim tentar começar assim, (que foi o que eu disse que eu estou fazendo). Porque acima de tudo, o trabalho do Designer é resolver problemas...
  • Então Ligia e Paulo, concordo plenamente com vocês. Dar aula já é difícil, tarefa árdua, que exige demais do professor não somente durante a aula, mas antes, na preparação da mesma como bem disse a Ligia. Só não concordo com duas coisas: 1. Comparar o nosso tempo (o meu), com o tempo em que vocês estudaram. Não acho que seja tão certo afirmar que anteriormente era tudo mais difícil, tudo mais complexo, não tinha computador, não tinha o google, era tudo datilografado, tudo feito a mão, de trabalhos a tccs. Hoje no google existe muito lixo e muita coisa boa, e pode ser que pra vocês, já formados, seja bem fácil separar o que é informação e conhecimento válido do que é puro lixo, mas pra quem esta começando como eu, pode ser bem complicado. E não acredito que seja assim tão mais fácil as coisas, que é só entrar no google e em 1min esta tudo na sua mão. Primeiro pelo motivo já citado, segundo que quem se INTERESSA REALMENTE, não fica apenas no google. Faz pesquisa em livros, conversa com professores, outros profissionais. E ainda compara com o que o resultado do google lhe traz, aprendendo a separar o que é lixo e o que não é. Posso estar errado, mas cada época tem seus dilemas, seus paradigmas. Viver dizendo que antes era difícil e agora é tudo simples pode ser um equívoco. Talvez tudo é da mesma maneira sempre, só mudaram as formas de se fazer a mesma coisa, compensando "aqui" e dificultado "ali". Se continuarmos assim, os professores de amanhã vão repetir o mesmo, que "ontem" era mais difícil, "hoje" é mais fácil... 2. Outra coisa que descordo de toda essa discussão é que alguém aqui REALMENTE acredita que algum "acadêmico de bar" REALMENTE visite e leia este blog?!?!?! Penso que não! Se visitar algum dia é por engano, tennho quase certeza! Será que devemos perder o nosso tempo discutindo sobre eles? Sou da opinião que cada um sabe a vida que leva, cada um é responsável pelos seus atos, pela sua vida, pela sua formação. Pra que perder nosso tempo com eles? Sei que é revoltando para um professor perder tempo preparando aula para 90, mas que no fundo no fundo sabe que só esta preparando somente para 3 ou 4. É frustrante! Na faculdade onde estudo tem uma coisa que é parecida com a discussão. Existe uma "matéria" chamada leituras normativas ou algo assim. Trata-se de uma matéria que vc faz em casa, no site da faculdade, onde você le um texto e responde um questionário a respeito e tira uma nota conforme o seu desempenho. Até ai, eu achei ótimo quando soube disso! O problema (ao meu ver) é que a filosofia desta matéria é que a faculdade quer que os alunos consigam o habito da leitura, o gosto da leitura. E o conteúdo é sempre relacionado a temas como poesia, literatura brasileira etc, tudo o que no colegial (teoricamente) cada um já teria que ter estudado! Ai eu pergunto: pq, num curso superior, devemos perder nosso tempo com esse tipo de leitura e não com textos relacionados a nossa própria profissão?! Pq devemos perder nosso tempo com isso quando podemos aproximar mais a faculdade com o mercado de trabalho, aprendendo coisas diretamente relacionadas a nossa profissão? Pq devemos perder o nosso tempo "aprendendo a ter o hábito da leitura" quando na realidade isso é uma coisa que deve ser inerente de cada universitário?! E principalmente, será que a faculdade deve perder a oportunidade de provocar em seus alunos discussões mais aprofundadas sobre os temas dados em sala de aula, em troca dessa "boa ação", ensinando literatura brasileira, quando na realidade isso é obrigação do ensino médio!? Será q a faculdade tem q se nivelar por baixo pois a maioria dos alunos vem pra faculdade mal sabendo escrever?! Será que é obrigação DA faculdade provocar no aluno a necessidade da leitura?! Fala sério! Eu já leio, gosto da leitura! gosto de literatura brasileira! gosto de tudo isso! Mas estou na faculdade, quero algo que eu não saiba e que o ensino médio não me deu pois não era o objetivo dele! Por isso que eu digo: devemos perder tempo e espaço neste blog pra discutir sobre quem não gosta de estudar ou que leva a vida "nas coxas"? Compreendo a frustração de vocês, mas sinceramente penso que não. abs
  • Paulo você disse coisas interessantes... mas penso que esse assunto totalmente saturado já foi longe.... gostaria de uma atitude! Uma solução! Críticas e mais críticas, todo mundo que assiste um jornalzinho de horário nobre já está anestesiado para os problemas do país, é tanta coisa ruim todos os dias.... e todos os dias nada de atitude.
  • O livro é uma forma de se aprofundar em alguma área do conhecimento e a internet facilita a comunicação de forma eficaz.É preciso saber combinar todos os recursos de comunicação que possuímos hoje em dia para fazer bom uso deles.O problema é a vida moderna que faz com que tudo seja depressa e o tempo passe rápido demais.Eu mesmo fico triste quando demoro demais para ler um livro, pois a vida tumultuada e cheia de obrigações atrapalha. :(
  • está correto Cleber mas so percebi depois de postado. Porém, pode sim ser levado como uma revanche baseado no ataque infundado da Thalya à Ligia e, por consequência, ha muitos outros professores. Raphael, não era tão simples assim como você pensa cara. Pergunte aos seus pais, tios, avós... Cara, a cada erro gramatical você perdia décimos de tua nota. Hoje em dia não mais e temos de aturar trabalhos escritos em miguxês e outras linguagens totalmente estranhas e inadequadas ao mundo acadêmico. O Google pode funcionar bem e ser até complicado para alunos realmente interessados.... porém a maioria clica já no primeiro link e mabda ver... Isso sem contar naqueles que acreditam que professores não lêem os trabalhos e fazem somente uma corrida visual, bem por cima e soltam as notas... Porém te digo que assim como eu, vários professores já encontraram receitas de bolo e várias outras coisas no meio do texto. E os orelhudos pensam que quem tem orelha de abano e pontuda somos nós. E Raphael, sinceramente nem sei o que te dizer sobre as tais leituras rsrsrsrs talvez isso se enquadre quando eu falei de IES dinheiristas, aquelas que não estão nem aí pra qualidade à começar já no vestibular. Hunterdog, cara, mas veja só: mesmo sendo mais que surrado os alunos tem mudado sim - pra pior. Sei que falta atitude, mas esta não basta vir apenas de nós professores indignados com a situação mas sim, e especialmente, dos alunos que é quem tem o direito de cobrar tais coisas pois estão pagando por um produto: educação. Logo, se pagam, tem o direito de exigir e cobrar um ensino de qualidade. Mas isso eles não querem. Se tentarem lutar por isso aí sim estarão ferrados pois os trabalhos, provas e demais atividades virão bastante carregados como devem ser de fato. Então, preferem se fazer de moscas mortas e deixar a coisa rolar no oba-oba. Nós professores, especialmente das IES particulares, se tentarmos alguma coisa nesse sentido sabe o que acontece? É RUA NA CERTA! E aí botam um Zé Ruela qualquer pra nos substituir e que seja pau mandado da IES. Ricardo, concordo. Eu também estou bem complicado em com 4 livros "iniciados". Mas temos de arranjar um tempinho... Se não durante a noite quando perderemos a noite de sono, deixe de festar ao menos um final de semana e volte-se aos estudos. Dá tempo sim cara.
  • Bom, eu como Estudante, Acredito poder relatar algumas coisas... Primeiro, Eu nunca gostei de ler, realmente, ler para mim era a mesa coisa que não ler, pois me perdia no meio do caminho, me pegava viajando, pensando em outras coisas. Até que um dia eu ouví algo que me fez pensar, "você não gosta de ler porque não está lendo o que você gosta"... Desde então comecei a testar, lia uma coisa alí, outra aqui, para tentar descobrir o que me atrairia, até o dia que comecei ler coisas relacionadas realmente com o Design, nunca conseguí ler tanto sem me destrair, indo mais a fundo, BUSCANDO assuntos... Segundo, Hoje em dia a internet está aí para nós buscarmos informações, para ajudar, não vejo a internet como algo que vá desestruturar alguém, pois quem está buscando por algo que valha realmente à pena, vai achar, e também quem está procurando algo inútil também vai achar, vai de cada um... Acredito que a questão do livro, é importante sim, mas é importante se você vai se satisfazer com ele, se você vai aproveitar... Tô até orgulhoso de mim mesmo, de estar me informando tanto sobre a área que escolhí como profissão, que eu com meu salário de estagiário assinei até uma revista de Design =] Terceiro, Sobre os alunos, eu vejo no meu dia-a-dia, todo o tipo de perspectiva do futuro... Por exemplo, vejo alunos que dizem, "eu não acredito no design" ou "se formando aqui, não vamos ser nada" ou até mesmo que só conseguem executar um trabalho se tiver um computador em mãos... Sabe, eu acredito que sua formação profissional não será formada somente pelos diplomas que você tiver, (lógico que ajuda) mas sim a sua capacidade de fazer bem o seu trabalho, não é se formando em paris que você vai sair de lá chorando dinheiro, não é recebendo um diploma de um curso na inglaterra que você vai bater palmas e irão dizer amém. Eu acredito que toda informação é bem vinda, se isso lhe fizer pensar sobre as coisas, lhe despertar curiosidade, vontades... E não adianta... Quem REALMENTE quer ser bom, VAI ser bom... Tudo depende de sí mesmo.
  • Rafael. Foi mal, grande... internet é legal pacas, mas nunca, mas NUNCA vai dar tanta informação quanto um Bruno Munari (a não ser que seja um ebook.. hahaha), e sabe porque? Porque ele tem mais de 100 páginas... Vc imprimiria mais de 100 páginas vindas de um site qualquer na sua impressora? Ou vc leria mais de 100 páginas direto do seu monitor? Ou', aliás, vc encontraria em qualquer site alguém que escreve tanto e tão bem quanto o bruno? Apenas Teses... e, repito, vc as leria ou imprimiria? Eu costumo dizer que internet é como a introdução de um livro. Vc vê o geralzásso, então só vai faltar começar a ver MESMO sobre o assunto, entende? Por isso livro é tão bom. E, sorry, mas falta de concentração não é desculpa pra não ler... Ou vc se educa, se controla, se "treina" ou vai acabar ficando apena na introdução... Esse lance de estudar até onde te satisfaça pode acabar dando em profissionais medíocres. Aliás, esse é um dos papéis dos professores, puxar os alunos até o extremo, que eles saiam da média, façam com nunca se satisfaçam, e continuem a estudar sua matéria por conta própria depois do semestre acabar! E, ainda bem, tenho dúzias de professores que conseguem isso.
  • Oi, Rafael! Acho que você pegou o segredo da coisa: ler o que se gosta. Aí, em vez de chateação, a coisa fica uma delícia!! Eu comecei a ficar viciada lendo gibi, depois passei para livros infanto-juvenis, Agatha Christie, romances, etc. Hoje leio até rótulo de manteiga...ehehe A internet é muito legal mesmo (senão, a gente não estaria nem tendo esse papo). Ela facilitou a nossa vida em muitas coisas e complicou em outras. Fazer um trabalho, antes do Google, era realmente mais trabalhoso, mas a gente tinha menos referências (lendo 3 ou 4 livros a coisa estava praticamente resolvida). Concordo que hoje é bem mais difícil em alguns aspectos, afinal, as pessoas ficam afogadas em tanta informação e é preciso ajuda para separar o que presta do que não. Nisso é que os professores (pelo menos alguns) tentam ajudar, mas pouca gente aproveita, esse é o ponto.
  • Realmente as Universidades estão lotadas de acadêmicos de botequim! E vocês estão totalmente corretos em dizer o que disseram... Dali sai uma pequena parcela pronta para enfrentar o mercado de trabalho, pois tiveram noção de pensar no futuro e saber que não são mais crianças e que a faculdade não é playground, serão facilmente derrubados de seus cargos - a menos que tenham um QI (quem indica) muito poderoso (família de nome conceituado rica esbanjando dinheiro, e etc.). Tive o tempo em que achava loucura e queria massacrar esses professores, pois achava que eles eram pessoas totalmente fora da "casinha", quando pediam para ler trocentas milhões de páginas e fazer milhões de projetos e que aquilo não me levaria a lugar nenhum – um absurdo. Mas com o tempo acabei percebendo que esses professores - os quais eu queria arrancar o pescoço - era os que estavam certos, faziam e exigiam demais para que nós percebêssemos que o mercado irá exigir o mesmo de nós e que se eu quisesse ser uma profissional competente, com repertório suficiente para ter diferenciação no mercado, eu teria de passar noites em claro - ainda passarei muitas sem reclamar! - lendo, estudando, sempre me renovando. Tudo que se lê, vê e vive faz parte do nosso repertório, designers têm de ler de tudo, pois tudo serve de material para a criação. Não me formei, não sou professora, mas como todos nós temos pontos de vistas diferentes discordo do Raphael Lopes (alguns comentários acima), quando cita que estamos perdendo tempo em "criar o hábito da leitura", de ler coisas que não são relacionadas ao curso, acho necessário, pois como eu disse agora pouco... Tudo serve de material para a criação. Que profissional será esse que não lê de tudo? Como argumentará sobre projetos e afins com outros profissionais? Mas é óbvio também que terá de filtrar canais de comunicação, pois nem tudo que se lê e vê é bom. No entanto a única coisa que posso dizer nesse momento sobre esses “profissionais” - que fingem pateticamente que estão estudando e se comprometendo com algo -, é que sinto pena deles, o que eles se tornarão agindo assim? Pessoas totalmente equivocadas e sem conteúdo? pois é. Um dia porém espero que caiam na real, como eu cai. Antes que caiam do cavalo.
  • ehehehehehe tou gostando de ver a visão de vocês, mas vamos lá... Sobre a Internet... Quantos aqui sabem de todos os mecanismos de busca que o Google proporciona? Quantos aqui sabe que dentro deste mesmo Google tem um mecanismo para busca e artigos e teses sobre o assunto? Dos que sabem, quantos realmente utilizam isso? O Eduardo colocou duas coisinhas que são mais que realistas: 1 - imprimir estes trabalhos (normalmente em PDF)... com o custo seria mais fácil você comprar o livro, na maioria das vezes. 2 - Ler na frente do pc... eu até consigo, mas tenho um limite.. seja pela postura (ou falta de), seja pela canseira visual que o brilho da tela me dá... seja por... Eu sinceramente prefiro ter o papel na mão... onde posso rabiscar, grifar, anotar dúvidas e impressões ou até mesmo conclusões.. nada como um post-it atrás do outro... e aquela velha pilha de LIVROS na minha frente. E tem mais, à medida em que você se vê tendo de digitar o que está escrito nos livros, você vai interiorizando melhor o assunto, por vezes se dá conta de outras leituras e releituras além daquelas primárias. Já num "doc.com", à medida em que você vai no copy/paste isso não acontece. É só um ctrlC+ctrlV e depois uma garibadinha na formatação dentro das normas da ABNT (arrrrrrrgh). Porém a essência do conhecimento perde-se... O pensar fica cada dia mais preguiçoso... o analisar então nem se fala... quiçá o criticar de acordo com os seus conhecimentos refutando, assim, os argumentos de outros. E a busca por imagens para trabalhos? É um festival de imagens repetidas que nos soa da seguinte maneira: - ou os alunos trocaram figurinhas - ou todos fizeram exatamente a mesma busca no Google e só abriram as que tinha imagens do assunto. Raramente se vê um trabalho de correlatos que não sejam repetidos. Basicamente eles se repetem nos trabalhos da maioria da sala. E, Wesley, não ligo pro que Hitler pensa até mesmo porque pra mim ele era um doente. Não passou disso. Se quer denominar o que pretendemos como uma raça "ariana" de alunos tudo bem. Prefiro essa casta "ariana" do que a casta fuleira e medíocre da maioria dos estudantes. Portanto... Se este é o máximo que conseguiu pensar depois de ler tudo isso, me desculpe, não podemos fazer nada por você. E no mais, tanto Hitler quanto Lulinha "paz e amor" são bem similares neste ponto porém com uma diferença gritante: Hitler nivelou o povo alemão por cima... Já aqui em terras tupiniquins, Lulinha o está fazendo, mas pelo mais baixo nível. Então, não queira que nós (nem professores, nem profissionais, nem acadêmicos conscientes) concordemos com este tipo de coisa. Assim não pode.. Assim não dá!
  • Ok, não precisam e não devem concordar! Só por favor, não percam o tempo de vocês com pessoas que nem mesmo conhecem este blog, quanto mais ler! Pq devemos perder tempo com quem não tem interesse?! Pq devemos debater entre nós que a maior parte dos alunos de hoje não se interessam por nada?! O que importante é quem se interessa e corre atras. E acredito que este blog foi pensado e criado para estas pessoas. Enquanto ficamos debatendo sobre essas coisas, perdemos tempo e espaço para debater sobre coisas que realmente acrescentam em nossas vidas. A vida dos outros eu não me importo, nem deveria. E se ficarmos debatendo sobre os alunos medíocres que existem por ai, vamos cair na contradição do "lulinha", nivelando a coisa por baixo.
  • Pensei que tinham falado sério em abandonar este tópico escroto, sem noção, blasè, idiota blablablablabla... Mas pelo visto o povinho gosta de um barraco mesmo ehehehehehe Ligia, não me senti ofendido não, apenas botei pra fora o que está entalado na goela de varios professores que conheço... Mas de boa, olhe minhas rugas de preocupação com os nescios acadêmicos e com os futuros nescios profissionais rsrsrsrsr Continuemos fazendo como sempre fizemos: atenção aos atentos e interessados e notas mediocres aos desinteressados. O mercado há de se encarregar por estes últimos colocando-os no devido lugar: lixo! Eduardo, quantas vezes já foram postados assuntos realmente interessantes e importantes aqui neste topico? Várias cara... porém o teor dos comentários é uma lastima... na maioria das vezes só salva os dos colunistas pois o resto... Foster, tirou de minha boca: osmose rsrsrsrs ha dias eu estava me segurando para não fazer isso rsrsrsrr mas já que vc colocou ehehehehe Bom, mas em frente!!!