Regulamentação

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Alguém sabe alguma coisa sobre isso aqui?

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25 comentários

  • É aquela historia de sempre, a RF (para nos cobrar) reconhece nossa existencia, então o Governo de forma generalizada também não pode ignorar, tanto que na mesma página no menu esq. vc tem regulamentação, buscando lá veremos é a profissão não está regulamentada. Fiquei espantado no Brasil só temos 53 profissões regulamentadas, acho que comos nós tem muita gente lutando ou querendo a regulamentação.
  • Um modelo que dá o que pensar é o adotado pelos designers de interiores nos EUA (não tenho certeza se é pra essa profissão, mas isso não faz diferença no que vou dizer agora). Uma associação de designers de interiores criou uma espécie de certificação, que era procurada só pelos designers que se interessassem. Ninguém era obrigado a fazer a tal certificação. Só que o próprio mercado começou a dar preferência pra quem era certificado. Os designers que não tinham a certificação começaram a se interessar em fazer, pra não perder os trabalhos, nem ficar pra trás. Quem não passava na certificação, corria atrás do prejuízo, fazendo cursos, estudando, etc. Isso foi bom pro mercado, que tinha um grupo de designers mais confiável e era bom pros designers sérios, pois só passava na certificação quem sabia pelo menos o mínimo necessário pra não jogar o dinheiro dos clientes no lixo. Obviamente, não dá pra dar CONTROL C, CONTROL V no modelo deles, sem entender as diferenças culturais e todo o contexto envolvido. Mas é uma possibilidade a ser estudada e, quem sabe, adaptada. É a minha contribuição.
  • Turma dos bate testa! Pessoal! O link do Fernando Galdino leva-nos até a página do Ministério do Trabalho, na parte de Classificação Brasileira de Ocupações onde podemos verificar a denominação "oficial" atual da profissão de Designer como Artistas Visuais. Essa denominação foi passada para o governo Federal há muito tempo por um reconhecido Professor de Design e profissional renomado de algumas décadas atrás. Ele foi chamado pelo Governo, por causa do seu notório saber e por já ter participado de vários projetos governamentais. Por ser conhecido lá, foi convidado para definir a profissão e as suas áreas de atuação, ou seja, definir o que é Design para esse cadastramento do governo. O governo não tinha nenhuma idéia do que era Design e hoje, com raríssimas exceções, continua na mesma e tem muita raiva de quem sabe! Esse cadastramento é motivo de reclamação, até hoje, por práticamente todos os profissionais de Design e ele, em alguns casos, prejudica até o nosso livre exercício profissional. O Governo e o funcionalismo público jamais poderia acreditar em uma profissão que se multiplica diáriamente em áreas várias de atuação profissional. Para eles isso não pode existir. Profissão é uma atividade de conceitos e áreas delimitadoras fixas. Não é o nosso caso! Quanto a regulamentação: Os textos acima apontaram para vários caminhos já exaustivamente estudados e avaliados, por favor vejam que hoje ,ainda acho, o nosso projeto de regulamentação está de posse do Deputado Federal /RJ Jorge Bittar do PT. Mas ontem eu já soube que ele foi chamado para participar de uma das futuras secretarias da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro. Portanto, não sei como está isso hoje realmente. O ICOGRADA, a Associação Internacional de Design Gráfico, em seus textos divulgados para seus associados e associações filiadas, define vários graus de influência e atividade de uma Associação Profissional perante o mercado de trabalho. Esse texto é genérico e fala de que tem que ser adaptado as leis vigentes de cada nação. Essa graduação vai desde um grupo de profissionais FORMADOS que se juntam para fazer um grupo de apoio local , até uma Associação como a AIGA, nos EUA, que só os associados dela podem participar das licitações das grande empresas e do governo Americano. É uma Associação/sindicato de profissionais gráficos, onde seus associados tem todo respaldo que uma Associação desse tipo tem. Se você não for associado, você não é reconhecido, mesmo formado e não pode nem trabalhar como profissional. No nosso caso eu fiz por durante 02(dois) anos um levantamento das profissões limítrofes e de algumas profissões que pudessem nos dar alguma dicas, para que pudessemos estruturar o Design no Brasil e promover a melhora dos profissionais para atender sempre atualizados o mercado interno e o externo. Quando se fala em regulamentação, se fala em regulamentar os profissionais atuando na profissão por até 5 anos antes da data da promulgação pelo executivo da lei de regulamentação. Formados e não formados que comprovem legalmente a sua atuação profissional de forma que se possa reconhecer como tal. O que estamos hoje fazendo é unir as associações em um projeto único,legítimo, (já foi divulgado aqui) para regulamentar o Design, o profissional de Design, só depois é que nós iremos legalmente definir as atuais áreas de atuação e suas ligações com as profissões limites. (Temos que respeitá-las e verificar como atuamos em conjunto.) Me desculpem os mais "democráticos" do pedaço, mas regulamentação é e sempre será uma separação de pessoas que atuam em uma atividade e que se não preencherem certos quesitos legais não podem atuar no mercado. Não interessa se é um Leonardo da Vinci ou um Otl Aicher, não estudou, não passou pelos cursos reconhecidos pelo MEC da profissão não pode se dizer Designer. Isso se chama lei e é a forma da humanidade procurar melhorar e ser civilizada. Para esses não incluidos, eles vão se denominar outra coisa., mas Designer no país, não. A regulamentação também deve ser feita exatamente por causa das nossas leis trabalhistas, essa leis nos obrigam a nos regulamentar, pois os profissionais regulamentados são "amparados e reconhecidos oficialmente pelo governo do país" os não regulçamentados, não são nada oficialmente. Mesmo se passar por um curso reconhecido pelo MEC. Você estudou, se esforçou, pagou caro e recebe apernas um papelucho no final que no mercado de trabalho lhe confere o mesmo "status" de um zé mané da esquina. Só sai mais informado e é só! (Não sou contra os cursos de Design, mas hoje a realidade é esta, pelo contrário,com a regulamentação, as butiques serão fechadas e os melhores se firmarão e serão conceituados.) Hoje nós temos todos os Deveres legais de um profissional liberal e infelizmente nenhum direito! Por esse motivo, ficamos nesse limbo profissional que tanto reclamamos aqui. Além disso, corremos toda hora o risco de um doidivanas congressista, apresentar no Congresso nacional um projeto de lei que atenda um lobbie qualquer e que destrua para sempre a nossa profissão. (Isso já foi tentado várias vezes e Graças a Deus e ao Destino, a lambança não foi para frente.) Finalizando, temos também que juridicamente e politicamente informar o Lesgilativo e ,agora sabemos também, executivo de que o profissional de Design corre risco sim de vida no exercício profissional, é a profissão mais estratégica do mundo hoje para um país e que ela tem a obrigação de atender normas proferidas por organismos internacionais.de vários tipos e exclusivos da profissão. Fora isso, é apenas uma batenção de testas à toa! O que importa e hoje apresentar essa minuta de projeto de lei regulamentando o Design apenas (Accreditation) a um grupo de parlamentares que consigam entender do que se trata e realmente queiram ver esse projeto ser promulgado pelo executivo, com o mínimo de modificações possiveis para não sair um ogro e aí sim, nos prejudicar para sempre! A partir daí, depois, a gente poderá ver Conselho, Sindicato, fazer o organograma oficial das áreas de atuação profissional atuais e visualizar as futuras. Por fim entrar no Legislativo apresentando o pedido de revisão do Direito Comercial Brasileiro, que é de 1911, incluindo no Direito a nossa profissão como sendo a primeira profissão do mundo MULTIDISCIPLINAR e com atuação profissional VERTICALIZADA, ou seja, o Designer cria o seu produto gráfico ou industrial, desenvolve, produz e vende ele mesmo diretamente no mercado consumidor. E não ser obrigado a parar no mock-up ou na boneca/o. O conceito de Griffe! É dessa forma que os Designers trabalham hoje lá fora. Tomem seus remédios contra dor-de-cabeça e vejam que sem se unir, se informar direito e ,o mais importante, atuar no mercado como um profissional de Design todo tempo, visando essa regulamentação. Abraços para todos, Foster.
  • Eu acho que TEM JEITO SIM. Athalyba, eu não questiono a existência de designers auto-didatas, e também já parei de brigar com Hair designers, Nail Designers e coisas do tipo. Acho que isso não leva a nada, e não vai acabar com eles. É só um nome, não é mesmo? Concordo plenamente com você quando você diz que o cara paga pra ter um fusca e é o que ele tem. A regulamentação não vai acabar com isso. Nâo mesmo. Não tem jeito. O cara oferece a arte de graça pra vender o impresso, e tem gente que sabe brincar de artefinalista em Corel que aceita o salário. (já trabalhei muito assim também) Também concordo com vc quando vc diz que tem um monte de gente lá fora estudando pra ser um bom profissional. Isso é fundamental em qualquer profissão. Principalmente se você pretende crescer profissionalmente. Mas temos que ver também, que não existe nenhum curso que diz “Seja arquiteto em 2 anos!”, ou “Curso de Arquitetura” e quando vc vai ver é um curso de AutoCAD. Isso não pode! Mas com os conhecimentos que você tem com o Design, você consegue tranquilamente projetar uma reforma na sua casa, não consegue? E porque não pode? Poruq o CREA cai matando em cima de vc! Mas vc sabe que consegue fazer isso, se quiser. Até ganhar uma graninha com isso, se for o caso... Também não vemos esses centros universitários da vida oferecendo “Curso sequencial de Engenharia”. A proposta da regulamentação não é impedir que as pessoas usem softwares. Qualquer um que queira (e tenha grana para comprar) pode aprender qualquer software. E ganhar uma graninha “mexendo” nele se paresenta como uma opção agradável. Mas nós sabemos que isso não os torna designers, e sinceramente, não me importa nem um pouco, pois os clientes que contratam esse tipo de serviço não são os clientes que eu busco. Eu tento orientar todos os empresários que se interessam em saber sobre a minha profissão sobre a importância de se contratar um designer de verdade (não estou falando de diploma) e do retorno que ele pode ter nos diferentes tipos de investimentos. Me desculpa, mas eu acho que os “advogados que desenham e querem trabalhar com logotipia” ficariam de fora, porque os “designers que estudam as leis e querem trabalhar com advocacia” também não o podem. A abordagem, já que não conseguimos a regulamentação lá por Brasilia, seria dispor de uma pequena associação (pode ser municipal mesmo) da qual participem os melhores escritórios de design da cidade (mas com o cuidado pra não virar panelinha), com uma mesa organizadora eleita e com mandato de tempo determinado, com a finalidade de conferir e regular uma qualidade mínima para os projetos, além de tabelas de valores e cursos, tanto para os profissionais quanto para os empresários. Assim, aos poucos os empresários vão vendo que quem contrata os designers da associação vao tendo retornos melhores em seus proejtos e aos poucos a associação se torna uma coisa mais forte e pode crescer para as regiões metropolitanas... Mas isso leva tempo, muito tempo... E demanda muito trabalho e organização. Não adianta querer resolver de uma hora pra outra. Assim não vai dar certo. É isso.
  • É impressionante como esse tema da regulamentação descamba pra um monte de profecias e visões sobre o futuro, mas ninguém nunca tem certeza de nada... Designers que viviam metendo o pau na tal da política, de repente se vêem de joelhos perante ela, quando percebem que sem política, sem jogo de poder, seus sonhos de "reconhecimento legal e jurídico" vão por água abaixo...
  • Não... eu disse que autoditada bom ... esta acabando... é diferente... e existem vários modelos e muita gente envolvida em projetos sérios. aqui nesse blog tem muito texto sobre isso... esse papo de restringir é algo que vai totalmente ao contrário do que uma regulamentação faria. Seria igualar o nível técnico... quem é bom se destacaria. O mercado apenas ia ter o direito de escolher ... o que é profissional do que não é. O dinheiro é do cara... ele gosta como quer. Postura... sempre postura. Antes de uma regulamentação postura coletiva. Mas a gente que quer a regulamentação sempre é taxado por alguns (já que mais de 85% dos designers é a favor) é taxado de dinheirista. Fazer o que... Então... pra que se preocupar se vai ser regulamentado ou não? Dexa a gente tentar.
  • No final das contas,ninguém faz a mínima idéia do que e como fazer essa "regulamentação"... E eu digo o porque: pq não tem jeito de resolver (tem, mas eu revelo daqui a pouco, em outra abordagem). Desde que eu tive meu primeiro 386 eu faço impressos, ilustrações e logotipos, no que antigamente era chamado de "desktop publishing". Aquilo foi a alforria para muita gente que nunca ia conseguir trabalhar num agência/escritório de arquitetura. A partir da quele momento, era só mandar pra gráfica e pronto !!! Lindo !!! Eu cobrava cemzão por uma malinha direta, milão por um logo (qdo o cliente era mão aberta) e tava blz ... Hoje ainda é assim na base da pirâmide: nego pede pra gráfica rápida e sem stress. Nego paga para ter um Fusca e é isso que ele tem, não um Jetta. A abordagem-padrão é tosca pq procura pautar o mercado produtor e consumidor a partir de uma ótica corporativista e elitista. Nego aí em cima sugere que não existe autodidata bom. Sorry, dahing, mas vc não deve ver inteligência fora de um contexto onde alguém fala e outro escreve, e isso diz muito sobre a tchurma da regulamentação. Tem um monte de gente lá fora estudando coisas que não tem a ver com seu emprego ou trabalhando em coisas que foram aprendidas no dia-a-dia. Os que se dão bem levam a sério a necessidade de se informar, e em 90% das profissões sempre existe uma porta de entrada, seja por sindicatos, sejam por associações, seja por cursos técnicos. Se eu colocar na conta cursos de extensão universitária, seriam 100% das profissões. Mas e o "dizain" ??? Como faz pra atender desde o micreiro da gráfica rápida até o advogado que desenha e quer trabalhar com ilustração/logotipia ??? Por essa abordagem, num mundo utópico as tais ADG´s e ADPs seriam os pólos difusores e indutores de demanda por aprimoramento e certificação. Em outras palavras, estariam oferecendo e não cobrando esse aprimoramento. Mas é mais fácil restringir o acesso ao butim ... Assim, sobra mais, né não ???
  • Acho uma ótima Flavio, e apessoa acima q citou o modelo. Criar essa certificação e ter respaldo das ADGs e ADPs para ajudar em divulgação é uma ótima. E investir em Divulgação, até criar comerciais pra tv mesmo pq não? Vi outro dia um de advogados. Sou da idéia de unir e não diferenciar. Não vejo a necessidade por exemplo de ter associassões para designer de produto, gráfico, interiores, etc... Ao meu ver deveria haver uma associação dos Designers e ponto. Nisso teriam muito mais membros e representatividade perante o governo, cliente, ou qualquer outra coisa. Eu topo fácil iniciar um movimento assim, topo ficar correndo atrás dos colegas designers enchendo a paciencia, topo ficar noites sem dormir discutindo meios de fazer isso acontecer! E não é só oba-oba não hein! rs Quem quiser mandar um e-mail pra trocar uma idéia de como podemos começar esse negócio: arthurdilorenzo@yahoo.com.br Acho q já chegamos num ponto onde todo mundo ja ouviu sobre a regulamentação, todos tem vontade de fazer algo, mas falta um pontapé. Acho que podemos iniciar uma coisa assim em pequeno grupo e ir crescendo. Bom, acho que já falei demais, espírito revolucionário total! rs Abraços
  • "Para que serve a regulamentação"? Do meu ponto de vista, um designer de produto fazer um projeto de uma cadeira e ter que contratar um moleque que fez ensino médio técnico em marcenaria para assinar como "responsável técnico" é um absurdo. Não adianta acharmos que a regulamentação vai acabar com os micreiros, isso não vai acontecer. O que precisamos é trabalhar com dignidade, pagar o imposto correto, registrar corretamente nossos empregados. (assistente de mkt na carteira de trabalho não dá, né?) A questão não é a reserva de mercado, e sim a qualidade do trabalho. Ninguém sabe o que é um designer no Brasil, por isso existem todos os tipos de "designs." Já imaginou podermos ganhar licitações? Podermos fazer projetos de sinalização urbana? Projetos de Identidade Visual para todo tipo de empresa, e não só para as médias e grandes... Essas coisas... Acho que uma auto-regulamentação já ajudaria muito, como citado acima. Alguns escritórios teriam uma espécia de "selo" que confere que eles possuem uma qualidade mínima em seus projetos... Podemos organizar isso em núcleos regionais, e não apenas em nível nacional, porque assim fica bem mais complicado. Que tal?
  • A regulamentação vai ser fundamental para os profissionais que já estão formados e para os que estão se formando. E muito fei ver o que os micreiros fazem pelo Brasil a fora, pois no fundo os Proficionais de designer tem que refazer todo o trabalho dos micreiros, e só assim as empresas reconhecem o verdadeiro proficional de DESIGNER.
  • Uma idéia a ser combatida é antes de tudo que uma regulamentação serviria para unir e ir exatamente ao contrário de uma postura "cada um por si".... só a regulamentação não vai fazer cócegas... mas essa idéia que profissional autoditada BOM, sempre vai existir... isso é furada... o mercado cada vez mais vai exigir uma postura diferente dessa... e as instituições de ensino vão ter que se adaptar de uma maneira ou outra. estagiário já tem que saber um monte de coisa pra ser chamado a trabalhar... uma coisa ridícula, já que estágio deveria ser para aprender a trabalhar, não ser escravo...
  • Tá, e como funcionaria a regulamentação na cabeça de vcs ??? Só quem tem diploma ??? Só quem é indicado por um a junta ??? E quem vai impedir o mercado de buscar soluções "não regulamentadas" ??? Vai ter multa pra quem não contratar um dizainer "regulamentado" ???
  • Você não ve o tanto de gente que trabalha, que faz esses trabalhos porcaria por ai? Acho que esse já é um bom motivo Imagine além que fez um curso de aplicação de injeção trabalhando como médico... é uma metáfora hiperbolisafa, mas é válida para esse caso também!
  • Quando a pessoa não sabe o que está fazendo e contua fazendo, significa que está vendadendo para alguém que não sabe o que está comprando ... Responde pra eu, que sou de fora: regulamentação pra quê, exatamente ???
  • Que mané regulamentação nada ... Quem for se estabelendo que trate de sua formação específica, como forma de aprimoramento. Primeiro você sente o impulso de realizar, depois trata da técnica, depois se aprofunda na teoria.
  • Bom, eu ainda nã to nem fazendo facul, mas espero q os designers sejam reconhecidos. Não sou sobrinho, não tenho tio nem ninguém pra me ajudar, to lutando pra ser designer (e para ser reconhecido). Ao que me parece, regulamentação do design não é uma das coisas que fariam os arquitetos-designers muito felizes... poderá haver resistencia por parte da classe toda. Mas é só uma opinião!
  • É uma palhaçada mesmo. Do mesmo modo que o processo de regulamentyação foi indeferido porque "prejudicaria muitos profissionais renomados que atuam na área sem formação específica, como artistas plásticos e Arquitetos." Coisa mais ridícula. Eu acho que seria interessante conversarmos com os arquitetos (CREA) e tentarmos agilizar isso por meio deles, ao invés de ficar batendo cabeça em Brasilia. Será que já tentaram uma conversa desse tipo?