Concurso: Pr

casa

Estão abertas as inscrições para o prêmio “Planeta Casa 2010”. A iniciativa tem como objetivo premiar o trabalho de profissionais, empresas e ONGs que atuam nas áreas da construção e decoração, engajados com o desenvolvimento sustentável, o cuidado com as pessoas e o meio ambiente. A realização é da revista Casa Claudia.

Os interessados podem inscrever mais de um produto ou projeto por categoria. Além do próprio prêmio, os ganhadores têm chance de ver seus trabalhos publicados na revista Casa Claudia.

São seis categorias:

  • Ação Social
  • Produtos (Decoração)
  • Produtos (Materiais de Construção)
  • Design de Interiores
  • Projeto Arquitetônico
  • Empreendimento Imobiliário
  • O prazo máximo para inscrições é o dia 15 de junho

    Informações
    www.casa.abril.com.br/planeta-casa

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    Adesivos Decorativos

    Os adesivos decorativos feitos em vinyl é atualmente uma ótima forma de decorar um ambiente, tendo um baixo custo. Em outra ocasião eu já havia postado o The Smart Vinyl Laboratory onde havia alguns adesivos irados, porém busquei algumas inspirações no flickr desta vez. Espero que gostem!

    Achou algum outro que poderia estar aqui? Comenta com o link!


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    Feira: Paralela Gift

    paralela
    Uma das mais importantes feiras de design contemporâneo do país, entre as dirigidas aos lojistas, a Paralela Gift já tem datas marcadas para sua próxima edição: dias 26, 27 e 28 de fevereiro e 1º de março, no 9º andar, no espaço de eventos do Iguatemi Shopping, em São Paulo.

    A feira é dirigida a decoradores, arquitetos, e designers de interiores, que poderão conferir de 10h às 20h uma série de lançamentos de produtos e novas tendências.

    O Iguatemi Shopping fica na Av.Brigadeiro faria Lima, 2232, no Jardim Paulistano, em São Paulo.

    Informações
    www.paralelagift.com.br

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    Tendências: muita calma nessa hora…

    É bastante comum ver pessoas antenadas e correndo atrás das tendências lançadas nos maiores eventos mundiais, seja qual for o segmento: moda, decoração, novos produtos, dentre tantos outros. Enfim, sempre temos algo de novo, praticamente todos os dias.

    Mas será que isso tudo tem realmente algo a ver com você usuário, seu estilo, suas necessidades, seus sonhos e expectativas?

    Muitos clientes chegam até os profissionais com recortes de revistas (ou até mesmo várias delas inteiras) dizendo: é exatamente isso o que eu quero. Isso não só compromete negativamente a vida do profissional especializado como pode complicar a sua também.

    Causa estranheza quando algum profissional de Design de Interiores/Ambientes, que passou por uma formação acadêmica bastante profunda e específica tanto na área técnica quanto na criativa, se submete a simplesmente “chupar” (copiar) um projeto seja lá de onde for. Isso tolhe a capacidade criativa do profissional. Ele tem habilidades e conhecimentos para muito mais que o simples copiar algo. E, com esta prática, fatalmente ele não vai conseguir responder à altura das suas expectativas pessoais.

    (…)

    Gostou?

    Então leia o artigo completo no meu blog www.paulooliveira.wordpress.com

    Este artigo foi escrito para próxima edição da Revista Mary in Foco, de Curitiba-PR.

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    Interposições profissionais e confronto direto

    Dando sequência, mais uma parte de minha monografia.

    Um dos maiores problemas enfrentados pelos profissionais de Design, principalmente os de Interiores e Ambientes.

    Esta área nasceu da arquitetura como complemento do espaço arquitetônico construído, porém, presa a esta área, acabou por estagnar-se e virando uma releitura infindável de espaços já projetados.

    Com o advento dos profissionais formados especificamente em Design de Interiores/Ambientes percebeu-se uma mudança ampla e profunda na construção projetual dos ambientes com diferenças fundamentais e significativas na arte de elaborar os projetos.

    Isso intrigou os profissionais que vinham trabalhando livremente nesta área, especificamente alguns arquitetos que atuam exclusivamente com Decoração de Interiores, pois estes começaram a perder um nicho de mercado sempre disponível e rentável. Vale lembrar que, com a queda do mercado de arquitetura nas décadas de 70 e 80, os arquitetos migraram para a área de decoração como forma de manter-se no mercado. Decoração que até então era tida como uma profissão ou passa tempo de dondocas. Porém notaram que este era um mercado bastante rentável, dinâmico. Aliados a estes se encontram também profissionais de outras áreas como os de artes plásticas. Suas principais queixas são a de que a formação tecnológica ou seqüencial não capacita a pessoa para o exercício da profissão. Porém esta é uma desculpa descabida e totalmente desvinculada de qualquer fundamento, pois como já citado, não se importam nem mesmo em buscar informações corretas sobre esta formação e vivem em meio aos “achismos” e utopias que crêem piamente como verdades absolutas.

    Edgar Morin, em seu livro “Os sete saberes necessários à educação do futuro”, nos mostra uma realidade que eles insistem em não reconhecer como verdadeira. Todos erram nas interpretações das coisas, ninguém está isento disso, mas, no entanto, encontramos pessoas que agem da seguinte forma:

    “Nossos sistemas de idéias (teorias, doutrinas, ideologias) estão não apenas sujeitos ao erro, mas também protegem os erros e ilusões neles inscritos. Está na lógica organizadora de qualquer sistema de idéias resistir à informação que não lhe convém ou que não pode assimilar. As teorias resistem à agressão das teorias inimigas ou dos argumentos contrários. Ainda que as teorias científicas sejam as únicas a aceitar a possibilidade de serem refutadas, tendem a manifestar esta resistência. Quanto às doutrinas, que são teorias fechadas sobre elas mesmas e absolutamente convencidas de sua verdade, são invulneráveis a qualquer crítica que denuncie seus erros.” (MORIN, 2000, p.143)

    Um arquiteto tem a sua formação voltada à construção do espaço a ser habitado, à construção da escultura idealizada em sonho pelo cliente. Analisando as matrizes curriculares dos cursos de Arquitetura existentes no país, em nenhum deles foi encontrado nada sobre a elaboração de espaços no tangente ao Design de Interiores/Ambientes. Quando muito se encontra algo similar aos conteúdos dos cursos de Decoração. A alegação mais comum diz respeito à disciplina de Arquitetura de Interiores. Porém este é um engano, um engodo e já foi tratado sobre este assunto anteriormente neste trabalho. A tentativa de assegurar a sua participação neste nicho de mercado, pois nas diversas ementas analisadas e conversas com diversos arquitetos, a ementa diz respeito à concepção dos espaços internos no que tange às partes estruturais tais como aberturas, fechamentos, colunas, vigas, escadas (estruturais), elevadores. Em ponto algum consta à concepção de elementos de design ou que venha a adotar meios e técnicas de design de interiores/ambientes.

    Design de Interiores/Ambientes nasceu da necessidade de projetos complementares aos projetos arquitetônicos construídos e ponto. Porém o ranço acadêmico na área de Arquitetura fica claro quando alguns arquitetos são questionados sobre suas atribuições: postam-se como deuses capazes de tudo. Segundo suas próprias palavras, é o curso mais completo, complexo e perfeito que existe – é só olhar em fóruns como os da Arcoweb e Orkut que encontrará várias citações desse tipo.

    Talvez venha daí que aqui no Brasil exista a cultura no meio arquitetônico de que só eles têm direitos a realizar determinadas funções, especialmente as novas e mais rentáveis, como o Light Design, por exemplo. Temos aqui a AsBAI (Associação Brasileira dos Arquitetos de Iluminação), entidade da qual faço parte como associado. Para ser membro desta basta que você seja mais um arquiteto recém formado ou que tenha mais de 10 anos de atuação exclusiva na área, caso contrário nunca passará de um simples associado. Por mais especializações e cursos em Light Design ou reconhecimento profissional que você venha a fazer e ter, serás sempre um associado. A não ser que aguarde pacientemente os 10 anos passarem. No entanto esta associação se diz ligada e que trabalha segundo os critérios e normas da IALD (International Association of Lighting Designers). Mas analisando os estatutos, regimentos e regulamentos da IALD percebe-se que esta não faz distinção da formação acadêmica do profissional aceitando em seu quadro qualquer pessoa que se especialize nas áreas do Lighting Design, seja este profissional um engenheiro, um arquiteto, um designer (diga-se de passagem, os melhores), artista plástico, músico ou até mesmo aquele vendedor de uma loja de materiais para iluminação da Rua Santa Ifigênia lá de São Paulo e que demonstre competência e criatividade projetual, seja qual for a sua formação. O que importa é o conhecimento, a competência e a qualidade projetual do indivíduo. Porém aqui, exigem conhecimentos técnicos que somente são repassados em faculdades de arquitetura e engenharia como forma de atestar conhecimentos necessários para atuação nesta área. Porém, Francesco Iannone – fundador do IALD, em entrevista à revista Lume Arquitetura (2007) deixa bem claro que isso é incorreta tal exigência, ao definir a profissão de Light Design:

    “O destacamento das estratégias de vendas e de outras especialidades profissionais (por exemplo, um Lighting Designer não faz projetos de arquitetura, não faz projeto de elétrica) dá liberdade à criatividade em encontrar uma solução: a criatividade que nasce da fantasia e da cultura. Este pressuposto é fundamental na definição da profissão e é a razão pela qual muitos Lighting Designers se vêem como parte de uma única comunidade criativa e livre.

    (…) O projeto especifico de iluminação deve ser feito por um especialista, não pelo arquiteto, pelo engenheiro elétrico ou designer de interiores. De qualquer forma, somente a independência pode ser economicamente interessante ao mercado.

    (…) O projeto de um Lighting Designer, enquanto fruto da capacidade criativa de um profissional, deve ser retribuído, assim como um arquiteto ou um engenheiro no projeto de uma casa ou uma ponte. Não se trata de uma consultoria e, sim, de um projeto profissional criativo. (…)”

    (LUME ARQUITETURA, 2007. p.7) grifo meu.

    Percebam que ele cita a forma de trabalho em parceria com outros profissionais. No caso específico do Light Design, arquitetos, engenheiros elétricos que são ao mais comumente usados. Da mesma forma é o trabalho de um Designer de Interiores/Ambientes. Sabemos de nossas limitações e temos de estar bastante conscientes de até onde podemos ir para então, se necessário, partir para as parcerias. Mas por aqui a coisa sempre tem de andar na contramão ou melhor, em direção à reserva de mercado para alguns poucos.

    Ainda dentro deste ponto saliento que há anos existe um grupo que vem lutando pela criação da ABI (Associação Brasileira de Iluminação), entidade esta que pretende congregar todos os profissionais que trabalham com Light Design cobrindo todas as suas áreas nos moldes e padrões da IALD. Porém este grupo vem sofrendo ataques duros por parte de outras associações que, através de políticos e outros meandros, tentam impedir a criação desta. O detalhe é que no grupo da ABI existem arquitetos conscientes de que eles não são os únicos aptos a exercer a função de Light Designer e assumem que existem profissionais de outras áreas tão ou mais competentes que a maioria deles.

    A Arquitetura hoje é e deve ser um complexo jogo de quebra cabeças onde cada peça é oriunda de um projeto específico, de um profissional específico, visando a formação do todo, da obra final e assim deve ser trabalhada. Porém, alguns deles não admitem isso e clamam para si todo conhecimento.

    Outro caso a ser destacado é o da ABD (Associação Brasileira de Decoradores). Há umas cinco gestões tem em sua presidência e em sua diretoria uma maioria absoluta (senão absoluta) de arquitetos decoradores. Analisando as ações desta associação percebem-se claramente os direcionamentos favoráveis aos arquitetos decoradores e os bloqueios aos Designers e decoradores. Quando são questionados sobre essas e outras atitudes, simplesmente ignoram a não respondem. Quando o assunto toma proporções públicas em fóruns da internet ou em congressos, por vezes surgem tentativas de desmerecimento e descrédito pessoal aos que criticam. Um fato interessante e que merece ser destacado aqui é que quando os Designers de Interiores questionaram a ABD sobre a postura dela no tocante à separação e esclarecimento ao mercado sobre as diferenças entre Decorador, Arquiteto Decorador e Designer de Interiores/Ambientes a atitude deles foi clara: alteraram o nome da mesma de Associação Brasileira de Decoradores para Associação Brasileira de Designers de Interiores. Mas uma coisa ficou bastante clara: eles pegaram todos os profissionais e jogaram todos dentro do mesmo balaio sem fazer distinção alguma da formação. Para eles, hoje todos são Designers de Interiores apesar de ainda existirem nomes fortes lá dentro que teimam em firmar o termo Arquitetura de Interiores para diferenciar os arquitetos. Pra piorar ainda mais, recentemente o vice presidente, Ivan Rezende, proferiu uma palestra no Rio de Janeiro para acadêmicos do curso de Design de Interiores onde ele simplesmente, num ato insano, egoístico, lobysta, confirmou tudo o que coloco acima e ainda mais coisas. Tal fato pode ser observado neste tópico de uma comunidade do Orkut: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=41698&tid=2558987112477533137. Não sou associado da ABD por não concordar com estas e tantas outras atitudes e questionamentos que NUNCA são respondidos.

    Para mostrar a incoerência desse ranço de alguns arquitetos contra os Designers vou utilizar aqui um trecho do artigo “Arquitetura, atribuição de arquiteto”[1] do arquiteto Haroldo Pinheiro Villar de Queiroz, publicado na revista A Construção OESP de 2003 (atualizado em 2005) que encontrei na internet. No afã da luta dos arquitetos pela aprovação do projeto de lei da criação do CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo), para firmar a posição dos arquitetos da necessidade de um conselho próprio, onde as leis e normas profissionais da Arquitetura não fossem elaborados por não arquitetos ele afirma com conhecimento de causa sobre o sistema CREA/CONFEA:

    “O equívoco tem início na própria nominação da autarquia – a qual não é federativa e na qual não cabem todas as profissões das quais é “instância máxima”. O Plenário do Confea prevê 18 conselheiros, com a responsabilidade definida acima: são nove engenheiros que alternam a presença de suas várias modalidades, três arquitetos, três agrônomos e três representantes de escolas (de engenharia, arquitetura e agronomia). Necessariamente, nove das 27 Unidades da Federação deixam de estar representadas e seria impensável economicamente sonhar em ter presentes todas as 240 titulações profissionais envolvidas. E, neste Plenário de tantas profissões, conselheiros decidem como “instância máxima” em assuntos profissionais de outras categorias que não as suas. Arquitetos votam em processos da área da engenharia química ou geólogos em questões específicas da agrimensura. Ou seja: ali pode o mais (deliberar em “instância máxima” sobre profissões para as quais não tem as atribuições exigidas pelo próprio Confea) quem não pode o menos (exercer tais profissões, por não ter aquelas atribuições). É inacreditável – e mais ainda se analisarmos a organização das profissões no Brasil ou no mundo. Não existe, aqui ou fora do país, um conselho profissional da saúde, por exemplo, que se arvore a controlar a prática de médicos, enfermeiros, odontólogos, veterinários, fisioterapeutas. Ao contrário, por suas especificidades, cada uma das profissões citadas – e outras mais que atuam na área da saúde – tem seu conselho autônomo, soberano no trato de suas obrigações.Também em nenhum lugar há um conselho que reúna profissões através de um laço econômico-administrativo (para tentarmos outra alternativa): naturalmente, administradores de empresas, economistas, advogados, corretores de imóveis, tem conselhos próprios a disciplinar e dar ao respeito público suas práticas profissionais.”

    Interessante, bonito e correto o discurso dele. Entretanto, quando os Designers reclamam que outros profissionais estão tentando puxar o tapete no processo de regulamentação do Design, agindo corporativamente da mesma forma que o sistema CREA/CONFEA faz com eles, não admitem. O coerente e ético seria eles admitirem que, por serem arquitetos e que, profissionalmente, historicamente e didaticamente, o Design separou-se da arquitetura há muito tempo e tem vida própria e independente – se é que realmente algum dia foi ligado à ela como já mostra Acar em seu artigo – portanto, eles nada têm a ver com as questões legais de exercício profissional dos Designers. Ou então, admitir que os Designers participem na elaboração das Leis que regem e normatizam a Arquitetura – mas isso iria certamente contra tudo o que eles acreditam e pregam. Talvez, quem sabe, assim como li outro dia num fórum da internet sobre este assunto onde uma arquiteta dizia que uma das lutas da CAU seria trazer o Design pra dentro deste conselho para ali ser regulamentado, por eles. Não será mais ético e decente dentro deste conselho normatizador termos então 50% de Designers e 50% de Arquitetos? Para finalizar esta parte, continuo com o discurso dele que é bastante pertinente pela própria contradição entre discurso e prática:

    “Trata-se de encarar o momento em que vivemos, libertar-nos do conservadorismo imobilizante, do burocratismo auto-imune e ouvir a voz que emana da sociedade brasileira a exigir o futuro. E fazer a nossa parte, na construção de um Brasil mais honesto, justo e contemporâneo de seu tempo.”

     (QUEIROZ, 2005, p.1, 4)

    Amém!

    Contemporâneo de seu tempo, mas sem se esquecer de voltar os olhos para as evoluções do mundo globalizado e contemporâneo que visa o futuro.

     



     

    [1] Como o texto em questão foi retirado do site onde foi encontrado, acrescento o mesmo, na íntegra, ao final de minha monografia.

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    Anhembi Morumbi – MBA e Mestrado

    Especialização Lato Sensu – MDA – Master Design de Ambientes

    http://portal.anhembi.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1605&sid=137

    OBJETIVO
    Preparar profissionais para atuar no mercado de Design de Ambientes, Decoração, Design de Interiores e Design de objetos para decoração;
    Preparar profissionais que atuam neste segmento para utilizar o design como ferramenta diferencial e competitiva;
    Aperfeiçoar os profissionais de gerência que atuam direta ou indiretamente na área, buscando o desenvolvimento individual e profissional;
    Desenvolver a visão analítica do aluno, de forma a diagnosticar problemas e encontrar soluções, considerando a competição no ambiente de negócios;
    Estudar o mercado nacional e internacional.

    DIFERENCIAIS
    O programa inclui um módulo internacional, opcional, com uma viagem de negócios à Feira Internacional do Móvel de Milão;
    As disciplinas incluem conhecimento do mercado industrial através de visitas a empresas parceiras;
    O curso está focado na análise e na solução de casos reais, vivenciados por empresas do mercado, e o aluno desenvolverá trabalhos na prática;
    Palestras com renomados profissionais da área.

    PÚBLICO-ALVO
    Arquitetos, decoradores, designers, gerentes de produtos, promotores de venda, lojistas e empresários do segmento;
    Profissionais em cargos executivos no segmento de ambientes (serviços, comércio e indústria);
    Empreendedores que desejam gerir com excelência seu próprio negócio;
    Docentes que queiram aprofundar seus conhecimentos na área.

    PROGRAMA DE DISCIPLINAS
    Módulo 1 – Design & Ambientes
    Teoria do Design
    Fundamentos do Design Contemporâneo
    Design no Brasil
    Design de Ambientes

    Módulo 2 – Conforto & Ambiente
    Conforto Ambiental
    Ergonomia
    Light Design
    Acessibilidade e Design Universal
    Teoria e Aplicação da Cor

    Módulo 3 – Gestão
    Gestão do Design
    Atendimento e Vendas na Decoração
    Legislação e Ética
    Marketing e Ambientes Comerciais
    Monografia ou Viagem Internacional: Feira de Milão
    Estudo sobre o Comportamento do Consumidor
    Metodologia do Projeto e Pesquisa em Design
    Orientação de Monografia
    Seminários da Viagem (dentro da disciplina de orientação de monografia, para alunos que realizarem a viagem)

    LINHAS DE PESQUISA
    Mercado de Design de Ambientes no Brasil
    Design como Estratégias de Negócios no Mercado de Design de Ambientes
    Feira de Milão: Case de Negócios na Área de Design de Ambientes

    DESCONTO
    Ex-alunos dos cursos de Pós-Graduação, Graduação e de Graduação Tecnológica da Anhembi Morumbi têm 20% de desconto, a partir da segunda mensalidade. Confira o período de solicitação de desconto no cronograma oficial do Setor de Bolsas.

     

    MESTRADO EM DESIGN
    http://www.anhembi.br/mestradodesign/

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    Design de Interiores/Ambientes x Arquitetura de Interiores x Decoração

    Este texto faz parte de minha monografia de pós. Vou começar a dividi-lo em partes para poder postá-los para que algumas pessoas não reclamem dos tamanhos de meus textos.

    Para perfeita delimitação das áreas de atuação de um profissional de DA, há que se destacar a diferença de atuação dos diversos profissionais que atuam neste mercado.

    Para o público, os profissionais são e fazem a mesma coisa. Genericamente, na cabeça dos clientes todos são arquitetos. Decorador e Designer são sinônimos de arquiteto. Porém, para esclarecer e delimitar as áreas e atuações faz-se necessário o entendimento claro de cada um desses profissionais e de seus trabalhos:

    a) Decoração: é aquele profissional que buscou aqueles cursos de curta duração oferecidos por escolas como SENAC ou até mesmo aqueles autodidatas. Suas atribuições são bastante restritas uma vez que o seu conhecimento sobre vários elementos componentes de um projeto é inexistente ou nulo. As suas funções restringem-se à escolha de acessórios (vasos, almofadas, cortinas, outros), móveis, cores para paredes e poucas coisas mais. Param por aí, pois não possuem o conhecimento necessário para interferências mais pesadas no ambiente. Não há projeto e detalhamento de mobiliários específicos.

    b) Arquitetura de Interiores: está bem distante da realidade da Decoração ou do Design. O uso deste termo como algo similar ou referente ao DA fez-se tão somente por causa do status e valor – glamour – que o termo arquitetura agrega ao trabalho profissional. Na realidade, Arquitetura de Interiores diz respeito à parte estrutural interna da edificação e dentre essas temos as aberturas, fechamentos, janelas, portas, colunas, vigas, escadas estruturais, mas tem a ver também com a relação entre os espaços, destinação e usos destes espaços, enfim, tudo o que faz parte do esqueleto é Arquitetura de Interiores. É o antes do Design. Apesar de alguns arquitetos¹ alegarem que tiveram durante a sua formação essa disciplina e que ela os habilita para atuação em Design de Interiores, é uma afirmação inverídica, pois no Brasil apenas em cinco cursos constam em suas matrizes curriculares disciplinas específicas em Interiores – e mesmo assim nada de Design aparece nem no nome da disciplina nem no ementário. Este profissional, raramente projeta e detalha móveis e, assim como o Decorador, busca opções já prontas no mercado como móveis de linha ou planejados. Adrian Forty, historiador britânico e crítico de arquitetura, que foi o organizador de um extenso volume da editora britânica Phaidon, “Arquitetura Moderna Brasileira” noz diz:

     “Houve algumas mudanças no status da arquitetura brasileira na cena mundial. O Pritzker dado a Mendes da Rocha certamente foi importante. Mas eu ainda tenho a impressão de que o Brasil persiste um tanto isolado em termos de cultura arquitetônica.” (Folha de São Paulo, Ilustrada, 17/06/07).

    Anamaria de Moraes, já em 1994 quando da concepção da Matriz Curricular da Especialização em Design de Interiores, quando atuava como docente da Faculdade da Cidade, no Rio de Janeiro, vislumbrava as diferenças entre as áreas e da necessidade e importância da atuação conjunta dos profissionais de arquitetura com os designers na concepção dos projetos de DA quando, nos objetivos do curso coloca, entre outros:

    “Integrar o design e a arquitetura de interiores num projeto que considere a otimização espaço, o conforto ambiental e o bem estar do usuário.” (MORAES, 1994)

    Já Francesco Iannone, arquiteto italiano, entende que o trabalho multidisciplinar é fundamental, mesmo para a solução de problemas de menor complexidade. Em uma entrevista sua para a revista Lume Arquitetura (2007), ele desconstrói toda a visão totalitarista e onipresente que a arquitetura emprega quando deixa claro o papel do arquiteto e a real necessidade destes profissionais em realizar essas parcerias pelo simples fato de reconhecer que a sua formação não é tão perfeita como alguns arquitetos afirmam. E esta é a característica principal da visão que alguns arquitetos e até mesmo alguns órgãos e associações ligadas direta ou indiretamente à arquitetura no Brasil tem: somos perfeitos e completos.

    Aproveito para fazer um aparte neste ponto. Acho engraçado como alguns arquitetos teimam em atacar e atrapalhar o trabalho dos Designers. Digo isso pois pelo visto não deve haver nada de mais importante e sério para eles fazerem como, por exemplo, dentro de suas próprias cidades, junto à administração pública, buscar soluções para as mazelas urbanas. É mais fácil atacar quem está quieto fazendo o seu trabalho para o qual foi devidamente capacitado, treinado e habilitado e não tem poderio de fogo que as prefeituras e câmaras de vereadores exigindo das mesmas que realizem melhorias. Outra coisa é que adoram criticar a péssima fiscalização do CREA sendo que não se dispõem a ajudar. Só coloquei estes dois exemplos para incitar a análise de quem lê este trabalho. Se formos olhar bem para nosso bairro, cidade, estado, país ou planeta não é nada difícil perceber o tanto de trabalho realmente arquitetural há por se fazer. Há coisas mais importantes a se fazer senhores alguns arquitetos.

    c) Design de Interiores/Ambientes: o profissional de Design é habilitado para atuar em intervenções que possa ocorrer já desde o momento da concepção do projeto arquitetônico auxiliando o arquiteto a resolver os espaços da edificação de forma a atender melhor as necessidades do cliente. Após a obra pronta, o designer entra em cena para fazer o fechamento/coroamento da obra através da escolha das cores, texturas, revestimentos, mobiliário, os layouts ergonomicamente corretos, a iluminação adequada, o ajuste de algum elemento arquitetônico que esteja atrapalhando ou que esteja esteticamente desagradável. Enfim, o profissional de DA carrega um vasto conhecimento sobre como as pessoas habitam e usam seus espaços. Ele não se preocupa com a escultura que é a edificação e por isso tende a realizar os projetos com maior complexidade e perfeição.

    Diferente do que prega um grande arquiteto brasileiro em um livro de sua autoria onde narra uma história ocorrida com uma cliente sua. A mesma foi reclamar com ele pois seu filho pequeno caiu de um beiral com 1,5m de altura e fraturou a perna. Em resposta, ele simplesmente diz que agora ele aprendeu que não se deve chegar próximo do beiral. Um profissional de DA certamente não daria uma resposta absurda dessa apenas com a intenção de proteger a sua escultura, obra de arte.

    [1] Antes de qualquer confusão ou generalização como tem ocorrido em alguns fóruns de discussões sobre os assuntos aqui abordados, deixo claro que em nenhum momento eu ou qualquer um dos outros Designers que compartilham desta mesma opinião estamos generalizando. O grifo sobre “alguns arquitetos” (que usarei a todo momento que esta referência aparecer neste trabalho) serve para chamar a atenção ao sentido exato da colocação: ALGUNS profissionais de arquitetura e não TODOS como tem sido interpretada esta colocação exatamente por estes “alguns” com a intenção explícita de provocar todos os outros arquitetos contra os Designers.

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    Pós-Graduação em Iluminação e Design de Interiores

    O IPOG  – Instituto de Pós-Graduação abre as inscrições para as turmas de Pós-Graduação em Iluminação e Design de Interiores , nas cidades de :
     
    Campo Grande – MS – 2a. turma – abertura confirmada  para 25 de abril de 2008
    Porto Alegre – RS – 1a. turma  abertura confirmada para 09 de maio de 2008
    Palmas – TO – 2a. turma – abertura confirmada para 16 de maio de 2008
    Natal – RN – 2a. turma  – abertura prevista 13 de junho de 2008
    Manaus – AM – 2a. turma -abertura prevista 04 de julho de 2008
    Curitiba – PR – 1a. turma – abertura prevista 11 de julho de 2008   
    Recife – PE – 1a. turma
    Rio Branco -AC – 1a. turma
    Salvador – BA – 1a. turma
    Florianópolis – SC – 4a turma
    Brasilia – 4a turma
    Cuiabá – MT – 3a. turma
    Belo Horizonte – MG -2a. turma 
     
    COORDENAÇÃO
    Professora  JAMILE TORMANN
    Fez Arquitetura e Urbanismo pela USU – RJ, Licenciatura Plena em Artes – Habilitação em Artes Visuais pela FADM-DF, é Pós-Graduada em Iluminação e Designer de Interiores pela UCB-RJ. Coordenadora Pedagógica e Professora de Iluminação Cênica no Curso de Pós-graduação em Iluminação e Design de Interiores pela Faculdade Oswaldo Cruz -SP. Ministra cursos de extensão e Oficinas de Iluminação Cênica. Autora do livro Caderno de Iluminação: arte e ciência. Editora Música e Tecnologia – RJ, 2006. É sócia fundadora da ABrIC – Associação Brasileira de Iluminação Cênica e sócia fundadora da ABIL – Associação Brasileira de Iluminação. É membro da CIEE-BR, comissão 3, (Comission Internationale de L’Éclairage). Escreve artigos como colaboradora para a Revista Luz & Cena – RJ e Tecnoprofile Magazine – Buenos Aires, Argentina.
    Começou a trabalhar em junho de 1989 com o iluminador João Acir de Oliveira, em Porto Alegre – RS. Recebeu três prêmios de Melhor Iluminação e outras indicações. Iluminou o Ballet de Cuba de Camaguey, a Cia de Dança do Palácio das Artes – MG, e várias companhias de teatro e diretores como Wolf Maia, Aderbal Freire Filho, Eduardo Martini, Sidney Cruz, Fernando Guerreiro e Lauro Moreira
    Curso organizado nos termos da Resolução CNE/CES nº. 1 de 08 de junho de 2007.do Conselho Nacional de Educação, tendo por:
    OBJETIVOS

    GERAL
    Formar Especialistas em Iluminação e Design de Interiores capazes de elaborar projetos de iluminação (de interiores, exteriores e cênica) e design de luminárias, de residências e de ambientes comerciais a partir do conhecimento teórico e prático adquirido no Curso.

    OBJETIVOS ESPECÍFICOS
    · Qualificar o profissional para a consultoria em iluminação e design de interiores;

    · Qualificar o aluno para a pesquisa;

    · Formar profissionais que atendam aos desafios propostos, inserindo a iluminação e o design como ferramenta qualitativa, com uma visão integrada de projeto e consultoria a empresas;

    · Capacitar profissionais para a investigação, compreensão e desenvolvimento do projeto de iluminação e design, considerando seus aspectos estéticos, funcionais, técnicos, ambientais e de gestão.

    PÚBLICO ALVO
    Profissionais e alunos com curso superior especialmente nas áreas de Arquitetura, Engenharia e Design de interiores, bem como iluminadores, fotógrafos, cenógrafos, e outros profissionais com curso superior.

    COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS
    · Capacidade de adaptação a um aprendizado ágil e contínuo;

    · Flexibilidade na aprendizagem;

    · Domínio das novas tecnologias, incorporadas ao mundo do trabalho e ao conhecimento humano;

    · Acesso a novos sistemas produtivos, qualidade total e novas formas de gestão.
    NÚMERO DE VAGAS:
    Deseja-se entre 30 e, no máximo, 50 alunos por turma.

     
    CRITÉRIO DE SELEÇÃO
    Inscrição para a Seleção:

    A inscrição poderá ser feita mediante o preenchimento de formulário próprio, acompanhado de:

    · Cópia autenticada do diploma de curso superior

    · Cópia autenticada da carteira de identidade

    · Cópia autenticada do CPF

    · Curriculum vitae

    · Um retrato 3 x 4 (recente)

    · Comprovante do pagamento da taxa de inscrição, a ser efetuado no ato da matrícula.

    · Assinatura do Contrato Educacional
    DISCIPLINAS

    HISTÓRIA DA ILUMINAÇÃO
    FÍSICA, BIOFÍSICA E PSICOFÍSICA DA LUZ
    PERCEPÇÃO VISUAL
    GRANDEZAS E CALCULOS LUMINOTÉCNICOS
    FONTES DE LUZ ARTIFICIAL
    SISTEMAS DE ILUMINAÇAO COM FIBRA ÓTICA
    CONFORTO AMBIENTAL
    PAISAGISMO INTERIOR E EXTERIOR
    DESIGN DE INTERIORES I e II
    DESIGN DE LUMINARIAS
    PROJETO DE ILUMINAÇÃO AUXILIADO POR COMPUTADOR
    ILUMINAÇÃO CÊNICA
    ILUMINAÇÃO DE INTERIORES – COMERCIAL
    ILUMINAÇÃO DE INTERIORES – RESIDENCIAL
    ILUMINAÇÃO DE EXTERIORES
    A LUZ SOB CONTROLE
    GERENCIAMENTO DE OBRAS E GESTÃO DE PROJETOS
    METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO
    CONCEPÇAO E CRITICA DA ILUMINAÇÃO
     

    CARGA HORÁRIA
    Carga Horária Total: 400 horas

    PERÍODO E PERIODICIDADE
    ·Encontros/disciplinas: 01 encontro mensal de 20 horas
    ·Turnos:
    Sexta-feira – 18h às 23h
    Sábado – 8h às 13h e 14 às 19h
    Domingo – 8h às 13h
     
     
    CERTIFICAÇÃO
    Será aprovado em cada disciplina o discente que cumprir as seguintes exigências:
    Freqüência mínima de 75% da carga horária total de cada disciplina;
    Aproveitamento de no mínimo, 70% isto é, nota final igual ou superior a 7,0 em todas as disciplinas e apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC.
     
     
    CORPO DOCENTE:
     
    Prof. Farlley Jorge Derze
    Farlley Jorge Derze é Mestre em Educação pela UNB. Especialista em História das Artes Visuais, Sócio da Associação Brasileira de História Oral e Coordenador do Núcleo de História da Associação Brasileira de Iluminação – ABIL, com sede em Brasília-DF.

    Prof. Gláucia Yoshida
    Socióloga – UFG, Msc. em Educação – UFG, Especialista em Administração de cooperativas – UCG, Especialista em Formação Sócio-econômica do Brasil – ASOEC, Especialista em Docência Universitária: Formação e Vivência – UNIVERSO, Especialista em Psicanálise e Inteligência Multifocal – Faculdade Michelângelo, Diretora de Extensão da UNIVERSO e profª de Pós-graduação

    Prof. Leonardo Rodrigues de Moraes
    Sociólogo (bacharelado e licenciatura) pela UF- Mestre em História pela UnB, , especialista em História Nacional de Goiás pela UFG. Especialista em Docência Universitária pela UNIVERSO. Professor de cursos de Graduação e pós Graduação da Universo e do SENAI-GO.Coordenador de Pós Graduação Lato Senso do curso de Docência Universitária da UNIVERSO-GOIANIA

    Prof. Nelson Ruscher
    Eng. Eletricista pela Universidade de Brasília – Mestre em Eficiência Energética e Eletrônica de Potencia – UNB.Sócio Fundador da ABIL – Associação Brasileira de Iluminação.

    Prof. Isac Roizenblatt
    Engenheiro elétrico formado pela Escola de Engenharia Mauá, São Paulo – Brasil – CREA 23171 (1968). Mestre em Energia pela Universidade de São Paulo (2003). Programa Interunidades do Instituto de Eletrotécnica e Energia, Escola Politécnica, Faculdade de Economia, Administração e Ciências Contábeis e Instituto de Física da Universidade de São Paulo. Consultor da Pró Light and Energy Consultants.

    Prof. Thais Borges Sanches Lima
    Arquiteta e Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia  Doutoranda em Arquitetura e Urbanismo pela
    UNB.  Membro do Comitê Técnico CIE-Brasil Divisão 3.

    Prof. Ricardo Gaspar
    Pesquisador no IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo. Engenheiro Civil pela Universidade de Mogi das Cruzes, Mestre e Doutor em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

    Prof. José Valdez F. de Souza
    Engenheiro Eletricista pela Universidade de Brasília – Especialista em Tecnologia e Projetos de Iluminação – Lighting designer. Sócio Fundador da ABIL – Associaçao Brasileira de Iluminação.

    Prof. Jamile Tormann
    Lighting – Designer, graduada em Arquitetura e Urbanismo pela USU-RJ. Licenciatura Plena em Artes – Habilitação em Artes Visuais pela FADM-DF. É Pós-Graduada em Iluminação e Design de Interiores pela UCB-RJ. Recebeu três prêmios de Melhor Iluminação Cênica. Ministra cursos de extensão e Oficinas de Iluminação Cênica.Sócia Fundadora da ABIL – Associação Brasileira de Iluminação. Autora do Livro Caderno de Iluminação: Arte e ciência. Editora Musica e tecnologia – Rj, 2006.

    Prof. Guillermo Ramirez
    Mestre em Luz e Visão pela Universidade Nacional de Tucuman/ Buenos Aires com especialização em ergometria visual e fotometria, é colunista da Revista Lumière e autor de vários livros e artigos sobre o tema. É professor da Pós-Graduação de Design Interior em Iluminação e Biofísica na UTFPR-CEFET.

    Prof. Glaucus Cianciardi
    Mestre em Arquitetura e Urbanismo pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie; Pós-graduado em História da Arte pela Fundação Armando Álvares Penteado; graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Farias Brito. Atualmente ministra aulas nos cursos de Design de Interiores, Design Gráfico e Design de Produtos no Centro Universitário Belas Artes, Professor da Universidade Cidade de São Paulo no curso Superior Tecnológico de Design de Interiores. Professor de programas de aperfeiçoamento da Câmara de Arquitetos, IAB -Instituto dos Arquitetos do Brasil São Paulo, Ycom Formação Continuada e AEA – Academia de Engenharia e Arquitetura; atuando em todo o território nacional.  Desenvolve projetos nas áreas residencial e comercial.

    Prof. Marcos Simão
    Arquiteto pela Universidade de Goiás. Especialista em Tecnologia e Projeto de Iluminação na Universidade Estácio de Sá.

    Profº Luiz Emiliano C. Avendaño
    Arquiteto e Mestre em Design. Coordenador do Curso de Design de Luminárias das Faculdades Oswaldo Cruz-SP.

    Prof. Guinter Parschalk
    Arquiteto com pós-graduação em desenho industrial na Hochshule fur Kunstlerische und industrielle Gestaltung Linz Austria, Trabalhou como designer na MMS Werbeagentur,(Lins – Austria), Siemens AG e Schlagheck & Schultes Design, (Munique – Alemanha), Atuou como pesquisador de artes gráficas e desenho industrial no IDART, divisão de pesquisa do CCSP e posteriormente supervisionou a Área de Recursos Áudio Visuais do CCSP (Centro Cultura de São Paulo).

    Wilson Salloutti
    Formado nas Faculdades Integradas Alcântara Machado, é sócio-fundador e atual diretor de Marketing da FASA Fibra Ótica, empresa pioneira na iluminação em fibra ótica para fins arquiteturais, decorativos e de comunicação visual no país. Sua luminária ‘Floating’ recebeu o Prêmio Via Design 2005.

    Alexandre de Moraes Ferreira
    Mestre em Paisagismo pela Universidade Federal Rural da Amazônia. Graduado em Arquitetura e Eng. Civil. Pós Graduado em Engenharia Ambiental Urbana pela UNAMA e Pós Graduado em Plantas Ornamentais e Paisagismo pela Universidade Federal de Lavras – MG.

    Claudia Torres
    Mestre em Iluminação Arquitetônica PELA FAU/USP, Doutoranda pela UFPB, é sócia do escritório VIA ARQUITETURA Iluminação e design Ltda. É membro da ASBAI – Associação Brasileira de Arquitetos de Iluminação.

    Claudia Amorim
    Arquiteta , Mestre pela FAU/UNB e Doutora  –università degli Studi di Roma “La Sapienza” (2001).
    Atualmente é pesquisadora e professora da UnB, pesquisadora e consultora adHoc do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq) e Coordenadora da àrea  de ilumação Natural da Divisão 3 CIE-Brasil (Comitê Internacionalde iluminação).

    Silvia Bigoni
    Graduada em Arquitetura com especialização em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Desde 2001 é Consultora, desenvolvendo projetos luminotécnicos, treinamentos, cursos e consultoria em empresas do segmento de iluminação. Ministra o curso de Pós-Graduação de Design de Interiores na FAESA/ES e presta consultoria para o Prêmio ABILUX de Projetos de Iluminação.Atuou  na OSRAM do Brasil por 11 anos e ministrou o curso de Projetos de Iluminação na FUPAM/FAU-USP.Desenvolve ao longo dos anos projetos de iluminação residencial e comercial tais como Livraria Cultura; Artefacto; Esfera; Confort Hotéis; entre outros.

    Plinio Godoy
    Eng. Instituto Mauá de Tecnologia IMT. Especialista em embelezamento urbano – Lyon -França. Membro da divisão 3 – Comissão Internacional de iluminação – CIE – BR. Fundador da ASBAI – Associação Brasileira de Arquitetos de Iluminação. Diretor de luz urbana Engenharia.

    Peter Gasper
    Arquiteto e Cenógrafo. L.D. responsável pela maioria das luzes dos monumentos de Brasília. Trabalhou em emissoras de televisão até chegar à Rede Globo, onde fez o cenário das novelas nas décadas de 60 e 70, e a iluminação a partir de 74. Iluminou o show de Frank Sinatra no Maracanã, a missa do papa no Aterro do Flamengo e o Rock’n’Rio, além do BIG BROTHER BRASIL.
    INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
    www.ipoggo.com.br
    e-mail:cursos@ipoggo.com.br

     

     

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    CURSOS “DOMINGOS DE LUZ”

    Cursos variados – duração: 4 h (14:30 h as 18:30 h – 15 min Coffe Break)

    Datas:

    20/04/08 – Projetos Luminotécnicos com LEDs – NELSON RUSCHER

    04/05/08 – História da Iluminação – FARLLEY JORGE DERZE

    18/05/08 – Iluminação Cênica – JAMILLE TORMANN

    22/06/08 – Design de Interiores – MARCOS SIMÃO

    27/07/08 – Design de Luminárias – LUÍS EMILIANO C. AVENDAÑO

    24/08/08 – Novos Conceitos Luminotécnicos – JOSÉ VALDEZ

    28/09/08 – City Beautification – PLINIO GODOY

    19/10/08 – Certificação de Edifícios – ênfase em iluminação – ABILIO FABBRI

    16/11/08 – Projetos Luminotécnicos de Grandes Monumentos – RENÉ LUI PIC

    14/12/08 – Domótica – LUIZ ALBERTO LEITE
    Preços (pagamento por boleto bancário):
     
    R$ 150,00 público em geral

    R$ 120,00 profissionais

    R$ 60,00 estudantes, sócios ABIL, sócios Casa Park e Livraria Cultura (não cumulativo)

     

    Curso Software Relux – JOSÉ VALDEZ:

    Cursos duração: 12 h
     
    16/08 – sábado das 08 h as 12 h e das 14 h as 18 h – 15 min Coffe Break

    17/08 – domingo das 08 h as 12 h
    Preços:
     
    R$ 250,00 público em geral

    R$ 200,00 profissionais

    R$ 100,00 estudantes, sócios ABIL e sócios Casa Park

     

    Local: CASA PARK : AUDITÓRIO DA LIVRARIA CULTURA (ao lado do Park Shopping)

    Brasília – DF
     
    Para inscrições acessar o site www.abil.org.br , link: cursos.

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