Brasões das seleções da Copa em Flat Design

O designer de Curitiba, Leandro Urban. Juntou duas tendências, a Copa do Mundo no Brasil e o Flat Design. E criou uma releitura dos brasões das confederações que estarão presentes na Copa. Vale a olhada!







Confira os outros 24 brasões, no Behance.

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É hora de repensar o cartão de embarque das companhias aéreas.

Para muitos os aeroportos são sinônimo de correria…. Você precisa saber em que vôo precisa estar, descobrir qual é seu portão de embarque. E se você por acaso estiver com jet-lag, você não terá tanta certeza se você está embarcando no portão correto ou se seu vôo irá chegar. Com esse “Problema”, Peter Smart criou um case completissímo com a seguinte indagação: “Será que algo tão crucial não deveria ser mais simples?”
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Um pouco de design natural… Árvores Aranha

A natureza é a maior artista conhecida, com suas cores e formas… Quando penso em natureza e design algo que sempre extasiado me eram as teias de aranha. Abaixo as fotos dessa exótica árvore.

 

 

Fuentes:

http://www.flickr.com/photos/dfid/5571189922/in/photostream/
http://www.generaccion.com/noticia/98078/pella-araenvuelven-varios-oles-pakist
http://america.infobae.com/notas/22150-Pakistan-las-aranas-se-aduenaron-de-los-arboles- 

 

 

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orbiphones

O Orbiphones é uma idéia do Daniel Babalin, um dos criadores do Metrophones, que já teve um post por aqui.

Orbiphones (orbi, do latim, “mundo”) é um projeto sobre música, e a importância que ela tem na vida das pessoas.

A intenção é incentivar a abordagem de estranhos e engatar um papo sobre música – perguntar qual música a pessoa está ouvindo e o significado daquela música para ela. O projeto é colaborativo, através de fotos. No post também tem um .mp3 para ouvir a música citada.

Para conhecer mais sobre o Orbiphones:

/www.orbiphones.com

www.facebook.com/Orbiphones

@orbiphones

Já tem alguns posts no ar, para quem quiser conferir.

Era de se esperar que um projeto assim nascesse de uma pessoa que se descreve como “apaixonado por música”. Fora isso o Daniel foi inspirado por aquele vídeo bacana do Scott Schumann falando do trabalho dele para o The Sartorialist.

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QuaDror – revolucionando o tijolo e porque não a construção civil?

QuaDror from Dror on Vimeo.

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Vamos falar de tendências…

Final de ano é aquela história. O que esperar do ano que vai chegar? Com a observação de comportamentos coletivos de grupos sociais foram definidas as próximas tendências.

O TrendHunter.com listou as Top 20 tendências para 2011 na moda, design, cultura, tecnologia e propaganda. Logo abaixo do vídeo, comento rapidamente cada uma delas.

20 projected publicity – Com grande poder para atrair a atenção, tem a seu favor o baixo custo, mas pode ser invasiva se mal utilizada

19 interactive retail – Varejo interativo. É a experiência real do consumido! Bons produtos, que entregam exatamente o que prometem suas marcas e propagandas, ganharão cada vez mais força! Aproveite para fidelizar!

18 chariable deviance
– instituições de caridade disputando a atenção do consumidor através de uma variedade de métodos que chamam a atenção muitas vezes apelativos.

17 wearable tech
– Roupas, jóias e acessórios tecnológicos. Cada vez mais gadgets e portabilidade.É a “moda nerd” com produtos cada vez mais chiques e elegantes.

16 brand reversion – Marcas que pararam no tempo, podem se dar bem com isso. Mas cuidado, nem toda marca é nostálgica, e nem toda nostalgia é positiva. É pra quem pode, não é pra quem quer. Concordam?

15 on the spot style
– O estilo das ruas. Reafirme sua personalidade. Blogs de moda ganham cada vez mais visibilidade.

14 real timing – Os consumidores anseiam por imediatismo. Empresas promovendo cada vez mais gratificações instantânea em diversas mídias sociais. (Empresas, aproveitem para fazer uma gestão de relacionamento eficiente! A opinião do consumidor nunca foi tão mensurável)

13 modern cubism
– Simplicidade. Minimalismo, linhas limpas, clareza visual e estética organizada  na arquitetura e no design, resgatando a forma cúbica, potencializando funcionalidades e otimização espacial. Tomara que não seja uma monotonia só.

12 next besting (update)
– A regra é clara. Comprar! Comprar! Comprar! Comprar! Comprar!

11 tangible printing – Com os custos mais baixos, a personalização esta cada vez mais em alta.

10 Hyperrealism – É a revolta contra o uso indiscrimado de Photoshop para deixar tudo perfeito e artificial. Uma imperfeiçãozinha aqui e ali, são aceitáveis em prol de transparecer a realidade. (Será a decadência das siliconadas?)

9 toddler touchscreens – Produtos com telas touchscreen para maior interação e imersão das novas gerações. (Interessante, mas coisas táteis, reais não fazem mal a ninguém, principalmente nos primeiros anos de vida e desenvolvimento)

8 democratic selling
– Os consumidores nunca tiveram tanto poder para influenciar design e preços. (previsão de muitos Frankensteins sendo criados por empresas que no afã de se posicionarem contemporâneas não souberão interpretas as informações vindas do consumidor)

7 rockstar self-expressionism – Produtos rebeldes. Contradiz aqueles que dizem que o Rock morreu. Essa tendência é a prova de que ele ainda está vivo, e sua cultura ainda tem influência significativa.(Mas nem toda marca precisa ter seu discurso encaixado aqui, concordam?)

6 modern kidvertising – Crianças em campanhas publicitárias apelando aos interesses dos adultos. Não vejo com bons olhos essa tendência.

5 luxury lives on – Vida com cada vez mais luxo, para quem pode pagar.

4 geriatric couture
– Bordados, crochês, tecidos vintage. É a ascensão da moda dos tempos de nossos avós. Viva o steampunk!

3 perpetual adaptation – COnsumidores envolvidos, promovendo mudanças estéticas sem afetar a funcionalidades dos produtos

2 tweetonomics – E o uso do twitter para promover industrias, empresas e carreiras. Empreenda!Em tempos de alta exposição, aproveite para construir e reforçar boa reputação

1 descrete consumerism – Os consumidores estão se afastando das grandes marcas. Portanto marcas discretas, desconhecidas e locais ganham força. Com uma fatia de consumidores pequena, a comunidade ajuda a construir grande parte da alta reputação que essas mini-corporações detém.

Você concorda com essas tendências?
Será que eles acertaram em 2010? Veja abaixo o que diserram sobre o ano que está acabando.

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Just Imagine: City visions (CNN)

Ken Yeang e Ross Lovegrove mostram como a natureza pode inspirar a criação de espaços de convivência em cidades, a partir da união de eficiência e beleza.

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The Sweet Donation Bag

The Sweet Doação Bag é um projeto do designer Jihye Lee que consiste em redesenhar a bolsa de coleta de sangue. Ele apresenta uma manga com grandes recortes indicando o tipo de sangue (A, B, AB e O). O projeto é muito mais refinado do que as  bolsas usadas atualmente. E aproveitando esse post, gostaria de pedir a todos que quando puderem, doem sangue. =)

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Mozilla Seabird mostra o futuro dos celulares

A Mozilla Labs todo ano lança convites para toda a rede participar, mas creio que ninguem faz algo como Billy May ao pensar no Seabird. Um celular com uma tecnologia avançada (mais que o iPhone). Baseando-se em insights que rolaram no blog do Mozilla. As novidades vão desde a interação até mesmo a inovação com captura de movimento e projetor. Vale dar uma olhada no video abaixo. Eu quero um!!!

Se você gostou e quer saber mais do projeto, pode ver aqui!

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Banksy em São Francisco e Toronto

Vale a olhadela nas ultimas criações do Banksy em São Francisco e Toronto. #demais

Banksy, foto na capa por Radoslaw Lecyk / Shutterstock.com

 

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Os melhores Flickrs de Design

Com certeza o Flickr é uma grande fonte de inspiração para tudo e para qualquer hora, você digita uma palavrinha e ele aparece inúmeros resultados. Já no Flickr Design você encontra centenas de trabalhos selecionados, e ainda pode enviar o link do seus trabalhos, ou algum outro trabalho que você tenha gostado. (Não necessáriamente será postado).

dica do Daniel Campos do logoBR. Envie a sua também para dicasdepost@design.com.br


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Ilustrações de inspiração para o Natal

Entrando definitivamente na semana de natal, pensei em reunir algumas imagens tradicionais, vetorez e ilustrações não convencionais.

Mais alguma sugestão de ilustrações? envie no comentário 😉


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Desenvolvendo o bom design

Bom design significa design de qualidade, que comunica, agrega valor ao produto e cumpre com primazia o seu papel. Porém, para se chegar a um resultado de alto nível, é necessário muito mais que o domínio técnico das ferramentas, recursos e linguagens. Enquanto o designer não se conscientizar disso, corre o risco de ficar à deriva num mar de tendências, recursos clichês e falta de profundidade.

Referências

O designer, além de dominar todo o processo inerente ao meio para o qual está criando, deve possuir diversas referências culturais, estéticas e artísticas.

Vejamos os exemplos dos grandes escritores. Além de serem dotados de grande talento, são verdadeiros “ratos de biblioteca”, lendo tudo o que lhes é oferecido compulsivamente, de clássicos da literatura às bulas de medicamentos.

Com isso, dominam cada vez mais a linguagem, aprimoram as possibilidades de expresssão e, finalmente, se carregam de referências literárias e textuais. As referências serão condensadas, “mixadas” pelo cérebro e oferecerão, ao escritor, possibilidades expandidas de expressão.Na verdade, só fala e escreve bem quem lê muito, só se fica atualizado acompanhando as notícias, so se é um bom músico dormindo e acordando com música, todos os dias. Em todos os meios citados, a “tara” ou “objeto de desejo” é a produção daquilo ao que cada um se propõe, de forma natural e não forçada.

Quais são as referências para o designer?

O design possui características interessantes, que tornam essa profissão tão fascinante e complicada, ao mesmo tempo, dando margem a diversos embates filosóficos-existenciais-profissionais, como em quase nenhuma outra ocupação conhecida.

Design não é arte, porém, com frequência, esbarra em conceitos e soluções advindas da produção artística. Assim, referências artísticas são uma constante no trabalho do designer, que deve se alimentar de exposições de pinturas-gravuras-xilogravuras-esculturas; enfim, de todo tipo de arte. Há, ainda, a possibilidade de mergulhar em livros e observar o quão magistral a expressão humana pode ser e a maneira como isso pode ser abordado em uma publicação.

O aprimoramento e o bom design saem de uma bagagem cultural ampla, completa. Não há outro meio. A vivência da profissão, a seriedade aplicada ao fazer técnico, o perfeccionismo, o prazer de se fazer o que gosta mesmo em cenários complicados e muito rotineiros de extrema pressão, de dead-lines criminosos. Tudo isso faz parte do grande e complexo todo da profissão.

Não há dependência direta da mídia para a qual se cria no sentido das boas referências, pois, como se sabe, design é, dentro de sua magistral amplitude, uma coisa só. É claro que nossos olhos são imediatamente atraídos para o lado cujo qual nos interessamos. O designer que faz web (também conhecido como webdesigner) fatalmente irá observar mais atentamente os trabalhos feitos para essa mídia, acompanhando os prêmios e os desdobramentos do mercado. Da mesma forma, que faz design off-line estará sempre de olho em material impresso, assim sucessivamente.

As boas referências estéticas e culturais são comuns para todos os desdobramentos da profissão, não acredito haver uma diferença clara e pronunciada. Creio que todo designer deveria ser um amante das artes visuais, um atento observador anônimo do mundo e de suas vertentes, observando todos os aspectos visuais em tudo o que o cerca: carros, ônibus, apartamentos, roupas, cartazes, fachadas, arquitetura, tv, internet… Um grande catalisador de tendências, idéias e conceitos.

Conclusão

O design de qualidade não está ligado diretamente à idéia de bons recursos tecnológicos. Apesar dos grandes talentos nacionais, existem diversos aspectos de diversas áreas que ainda não chegaram numa qualidade compatível com o design feito nos países de primeiro mundo. Se a questão fosse somente o equipamento, já estaria resolvida há tempos. Temos as mesmas máquinas, os mesmos softwares, acesso a boa informação técnica e bons livros (mesmo que importados); porém, muito de nossa produção está ainda engatinhando, o que mostra que a questão é totalmente cultural. Para se fazer o bom design, é necessário ter uma boa cultura.

Portanto, o mundo a sua volta é a sua principal fonte de inspiração e matéria-prima. Não deixe de apreciar, obviamente, todas as formas de arte, além das visuais. Ouça uma música que lhe toque, ligue sua parabólica e prepare-se para absorver toda e qualquer referência e pode acreditar: na hora em que for necessário, seu cérebro saberá justamente onde buscar a informação e solução para determinada peça e você, só depois de algum tempo, vai entender o processo louco e fascinante da criação e seu referencial estético.

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