A História da Coisas

Want create site? Find Free WordPress Themes and plugins.

Já tinha feito um post sobre o Story Of Stuff, mas agora achei a versão legendada.

Quem quiser saber um pouco mais sobre o funcionamento dos mercados, pq esse sistema não é sustentável e como fazer algo sobre o assunto, assista no Google Video.

Did you find apk for android? You can find new Free Android Games and apps.
Distribua

10 comentários

  • Terceira seta? O que? Muito interessante o vídeo, Hymen. O assunto merece mais espaço de discussão no design, mas não somos os sultões da estética ou os deuses da criação como tu ironicamente citaste e, sim, uma parte do processo. O próprio vídeo menciona isto. É uma responsabilidade dos que vivem. E agora? :p
  • Sim, somos parte do processo da Terceira Seta... vc nem sabe que ela é seu cliente principal? heheheh ; ] Eu não assisti à versão com a legenda, então minha tradução deve estar bem mambembe... enfim, é a parte do processo entre produção e consumo, geralmente mostrada como a "terceira seta"/"third arrow." É tão engraçado explicar a piada.
  • a sim. refere-se ao filme!!. uaheuheahuea por um instante acreditei que a terceira seta fosse alguma seita fanático ambientalista lutando contra o sistema e que tu tinhas perguntado para o Fernando se ele vazia parte dela... acho que fui meio longe.
  • HAhah, Golden Arrow. É a seta da publicidade e afins. Minha ambição é trabalhar num sistema mais equilibrado como é mostrado no final, as coisas q tô buscando aprender, a pós em ecodesign, isso tudo tem a ver com essa idéia, mas não é fácil... Se você vê na TV uma papagaiada sobre sustentabilidade, se todos sabemos o quão "é tendência" eu posso apostar e comprar briga com qualquer banco metido a sustentável ou coisa do tipo pra dizer que continua a mesma balela, todos os esforços são para tal terceira seta, ou seta dourada, que força o consumo "ah, esse banco usa papel reciclado, vou perder meu dinheiro nele" e coisas do tipo. Hem Tarugo, é claro q a gente tem a responsabilidade como meros participantes da corrente, mas nós somos os criadores de valor, o famoso valor agregado, que eu prefiro chamar de valor intrínseco. A gente tem o poder de transformar um pedaço de pano numa coisa bacana e desejável que passa uma mensagem, mas que mensagem é essa? É a de que a coca cola é legal? de que liberdade é uma banda numa propaganda de refrigerante? ou pode ser outra coisa? Esse é um dos motivos deu pagar prau pra cultura gaúcha, acho q a galera q valoriza as características locais, que tem em mente as raízes, por mais inventadas que elas possam ter sido, são muito mais donas do próprio nariz, são pessoas mais interessantes de se trocar uma idéia do que o cara q só sabe a potencia do carro do ano e essas coisas. Por isso q eu tento (tipo foi no tcc) valorizar uma coisa regional e pesquisar mais sobre os poréns do projeto que vão além do se o trco vai vender horrores ou não, valendo lembrar pra quem sabe o que é design da forma mais oficial q posso dizer do ICSID que devemos defender as 3 éticas básicas: ambiental, social e cultural. Agora tira essa carinha de "isso é impóssível" da frente do monitor e essa idéiazinha pequen, que como a moça disse, se já fizemos tanta coisa fazer isso não pode ser tão difícil, querer e criar a possibilidade é com a gente, como pessoas, mas principalmente como designers, pq se somos solucionadores de problemas talvez esse seja o problema que mais mereça atenção.
  • Toda generalização é burra. E isso é uma generalização. Cultura é um papo q não tenho lá tando dominio (deixo pro cuducos e pro Toledo) mas a originalidade pode ser bem discutida, como no exemplo do rio grande do sul. Pelo q corre na boca pequena boa parte foi inventada, o próprio "vestido de prenda" não tem fonte histórica e pelo q sei o Paixão Cortes já admitiu q eles fizeram várias corruptelas e q o vestido foi inventadasso mesmo. Mas... esses caras "criaram" em forma de resgate esses costumes para que sua terra pudesse se proteger da invação cultural, q facilmente vira ideológica, q vira econômica e por aí vai. Primeiro um cinema com os atores comendo bacon, bebendo coca cola e mascando chicletes, logo a juventude v^}e aquilo como padrão de qualidade de vida e enche o rabo de macdonalds etc, logo os produtos marcas e valores que defendem tem a ver com a cultura extrangeira, e dalhe dinheiro fluindo pra lá. Bom... e esses caras, esses inescrupolósos inventores de cultura, falsários? Bom, eles eram pessoas eruditas, respeitadas e conhecidas o suficiente pras pessoas acreditarem neles e os valores que defendiam eram defendidos pelas pessoas e a cultura que eles defenderam emergiu popularmente e pra quem conhece o RS sabe o que estou dizendo. Isso não acontece, por exemplo, com a cultura manézxinha, onde eles são humilhados por turistas arrogantes ao ponto de terem vergonha de contar suas histórias. sei lá... ou não...
  • Na verdade He-man, o Paixão Cortes tinha 20 anos quando iniciou o Movimento Tradicionalista Gaúcho dentro do Grêmio Estudantil do colégio dele. Eles não tinham respeito nem prestígio público, mas foram adquirindo. Vejo uma certa de irresponsabilidade no início desse movimento em "costurar" essa cultura de gaúcho com uma "linha" inventada. Por outro lado a história é muito mais longa do que essa e até o governo está envolvido, mas não vem ao caso. O MTG era uma brincandera de criança, eles se fantasiavam de gaúchos (no sentido de homem do campo) em Porto Alegre e; justamente, por esse sentimento saudosista do homem do campo que vivia nas cidades é o que movimento tomou forças. Pra tu teres uma idéia, um dos primeiros CTGs (Centro Tradicionalista Gaúcho) foi na colônia alemã, que nada tem a ver com a cultura do gaúcho. As pessoas se identificavam com as idéias, mesmo que aquilo não pertencesse a elas. Hoje existe CTGs até no Japão. O modo de disseminação dessa cultura é meio viral. A cultura é inventada sim, se partirmos do principio que tudo que o homem cria é invenção. Mas é um processo de acúmulo de valores que se move de forma fluída. No caso da dita cultura gaúcha, ela foi estabelecida e está regulamentada por um estatuto. Entretanto, a cultura do RS é muito maior do que isso. Porto Alegre, por exemplo, foi colonizada por Açorianos. A cultura gaúcha é chupada da castelhana, que também tem o seu gaucho (sem acento) até hoje. Na serra são alemães e italianos... Voltando a sustentabilidade. Sim, como designer temos um papel importante e temos que ter consciência disso, mas o que eu quis salientar é que a responsabilidade não é somente nossa. Todos os setores da cadeia tem que agir também, ou seja, a mudança está vinculada a consciência das pessoas. Para as coisas mudarem, efetivamente, o que tem que mudar é o sistema, a forma de pensar e não somente o design. É uma mudança muita maior e mais drástica. O que também está relacionado com a cultura e a transformação dos valores.