Como lucrar da mesma forma que os nossos clientes lucram.

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NA CONCESSIONÁRIA:

– Olá, eu gostei desse carro o tal C4 VTR, estou disposto a te pagar até R$10.000,00 por essa maravilha!

– Mas senhor o preço mínimo do carro é R$ 70.270,00.

– Ah, mas que isso você não pode inviabilizar o projeto desse jeito…

– Senhor esse preço é tabelado para todo Brasil.

– Veja bem, se eu fosse um cara rico ainda vá, mas você tem que levar em conta que eu não sou um cliente assim tão grande, mas se você me vender esse carro por R$ 10.000,00 a gente ainda pode fazer muuuito trabalho aí pela frente, eu posso te indicar, veja só as vantagens…

– Senhor, mesmo com desconto esse carro não sairia por esse preço.

– Você está querendo me explorar? Eu vou na Audi, lá sim eles valorizam o cliente!

NO SUPERMERCADO:
– Senhor o valor total da compra é de R$375,60.

– Vocês faturam pra trinta dias, não é?

– Só no cartão de crédito…

– E desconto, pelo menos uns 20% de desconto…

– Senhor, esse é o valor, já com as ofertas.

-Tá bom então eu preciso de uma cópia do contrato social da empresa, CNPJ, cartão de inscrição do CNPJ, cartão da Inscrição Estadual, até o dia do pagamento, senão vocês não recebem

– Mas senhor, é só uma compra…

– Ah, outra coisa: o BV de 10% já tá incluído né?

NA LOJA DE DEPARTAMENTOS

– Bom, gostei dessa TV de Plasma de 42 polegadas, quanto custa?

– Estamos numa promoção que de R$5.999,00 estamos vendendo por R$4.999,00

– Bom, então vamos fazer assim, eu levo, experimento, depois de um mês, se eu gostar mesmo a gente senta e vê essas coisas de pagamento, ok.

– Senhor, o senhor só poderá levar a TV pra casa se comprá-la antes.

– E o Direito do Consumidor? O Senhor sabia que isso é uma injustiça comigo, eu estou começando a desconfiar que o senhor quer só saber de ver o meu dinheiro e não está nenhum pouco interessado no meu bem estar como cliente.

NA LOJA DE MÓVEIS
– Muito bom esse seu conjunto de sofás..

– O senhor gostou, estamos em promoção.

– Ainda bem que o senhor citou isso, pois poderíamos fazer uma parceria.

– Parceira?

– Sim, parceria, o senhor me dá seu conjunto de sofás e em troca terá a oportunidade de ter totalmente de graça de divulgar os sue trabalho.

– Como?

– Sim, todas as pessoas que forem em casa irão saber de onde vieram o jogo de sofás, é um tremendo negócio, imperdível mesmo!

– Mas, senhor…

– Pensa direito, atualmente está difícil com a concorrência! Esse é uma oportunidade única do senhor poder divulgar a sua loja sem nenhum custo adicional. Vou dizer mais para o senhor: se o senhor quiser podemos fazer o esquema de periodicamente o senhor me envia um jogo de sofá, assim todo mundo que for lá em casa vais saber nas novidades da sua loja, o que o senhor acha?

Com certeza já virou propriedade intelectual do internê, mas pesquei no blog “will design for food”.

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Distribua

29 comentários

  • Fernando, blz que "falar é fácil", mas o que falta para fazer? Eu acredito que não devemos contar com ADP ou até mesmo nem com a ADG, por hora, e fazer um projeto "independente" mesmo... isso é só falar tb ou dá pra começar algo? : ]
  • Gente???!!!! Que confusão está realmente isso???!!! A realidade é muito pior do que isso que estão descrevendo...., não sei se vocês leram alguns comentários meus em outra parte desse site???! Se , sim, ótimo! Se não, vamos lá!!! Andaram falando aí em cima que o Design é um investimento e que os empresários tem que nos bancar....AONDE? No meio empresarial não se conhece a nossa profissão, sabem que é uma coisa que é agregada ao produto ou aos impressos ou está na internet ou na televisão. O que se conhece é Propaganda e o Design está soterrado atrás dessa atividade. Os Diretores de Marketing das empresas pouco ou nada conhecem do Design como Design e sim como alguma coisa que é usada pela propaganda para inicialmente criar a marca e o branding da empresa. Pergunte ao seu cliente se ele conhece um tal de Hans Donner??? QUEM??? É o alemão dono do buteco da esquina??? Ah?! Deve ser aquele loirão dono do restaurante em Santa Felicidade??? Não é um cara ligado ao governo e que foi cassado??? Era o dono da Confeitaria Schaffer??? É essa a realidade gente, não adianta ficarmos gastando bites e mais bites aqui sonhando com o nosso Nirvana!!! Design é custo SIM e ninguém quer pagar por isso a não ser de graça ou você pagando para eles. Qual a razão disso??? Infelizmente a resposta é repugnante! No nosso País, desde que o ser humano colocou seu chulé por aqui é isso, CARTÓRIO! Uma profissão só será respeitada e os profissionais que atuam nela só serão chamados ou régiamente (espero) pagos pelo seu trabalho, na proporção que o seu serviço é extremamente essencial para o seu cliente, ou, como isso no Brasil é impossível, o produto, impresso, pesquisa, vinheta , site e o escambau a quatro, só poderá ser comercializado ou produzido ou posto no ar, com a interveniência de nós, os vira -latas das profissões liberais do Brasil. Sem isso, me desculpem os colegas, é pura choradeira!!!! Quando fiz, por dois anos, pesquisa sobre outras profissões limítrofes a nossa e que poderiam nos dar um dica de como elas foram regulamentadas e como hoje estão no mercado...., eu esbarrei no óbvio...no Brasil sem CARTÓRIO,você não é pago! O DESIGN tem que ser regulamentado oficialmente (Accreditation) para que ele se torne um elemento jurídico necessário na cadeia de resultados e soluções de todas as áreas de atuação da nossa profissão no presente e no futuro. E ser regulamentado direito, como deve, sem ser destripado e com o nome de DESIGN e seus profissionais graduados,como DESIGNERS. Meu irmão, não é a ADG ou ADP, ou a PQP, como está hoje que vai conseguir chegar nisso. É primeiro a consciência de cada profissional formado ou não de que a sua atuação é essencial para uma coisa maior que se chama "coletividade profissional" e que VOCÊ que está lendo este texto não fique esperando que o Prof, ou o dono de escritório, ou seu colega de classe, ou o Deputado ou seja quem for, fazer isso por você. Tá doendo?! Grana curta?! Não tem Trabalho?! É enxotado no trabalho? Riem do que você propôs e da forma do seu trabalho? Não tem solução......comece a se juntarem em grupos , cooperativas, incomodem as atuais Associações, não esperem que elas as chamem, participem, se interessem, mexam-se de forma coordenada e inteligente em busca do respeito profissional, do censo nacional de profissionais de Design, das Associações de porte NACIONAL, única ou não,da legitimidade social e principalmente / essencialmente jurídica para todos nós e finalmente, mostrar a nossa sociedade que temos serventia sim e que nós estamos aqui para gerar soluções dentro do Design para o desenvolvimento do nosso País e da nossa classe profissional. Temos que aparecer, incomodar os empresários e políticos, e solicitar nossos direitos ....porque deveres já os temos de sobra!!! Abraços para todos! (Pensem, se reunam, atuem para juntos mostrarmos força de uma classe profissional!!!! Hoje ainda não o somos!!!) Foster. Não aceito votos!!! E nem sou político!! (Deus me livre!) Só quero a nossa união!!! E acabar de vez com essa choradeira!!! Para que nós Designers façamos a diferença no mercado e sermos amplamente solicitados pelos empresários e pelos (Urght!!) Governos!
  • Obrigado, Félix! Eu adoraria saber mais sobre a PNU, mas não estou disposto a entrar na lista do CONE no momento---já fiz parte dela e saí devido a imensa quantidade de informações, que eu não conseguia acompanhar, e isso foi há uns 2 anos atrás, acho. Eu ia sugerir, também devido à discussão inicial com o Justus e Fernando, a criação de um wiki aqui no design.com.br para funcionar como uma wikipédia voltada tanto para o Design em geral como para acompanhar esses tipos de projetos e discussões.
  • Olá BrnLng, Muito embora tenha comigo um pdf da PNU, não estou a vontyade para propagá-lo, uma vez que as discussão a seu respeito estão rolando e este seria ainda um documento parcial que provavelmente será alterado. De qualquer forma a quem se interessar pelo assunto, recomendo parcipar da lista do CONEdesign (Conselho Nacional dos Estudantes de Design) no Yahoo Grupos, esta lista, muito embora seja voltada para estudantes, tem a participação de muitos profissionais formados que reconhecem a relevancia dos temas discutidos. Aí vai o link, abçs! http://br.groups.yahoo.com/group/conedesign/
  • As diuscussões sobre a PNU estão rolando na lista do CONEdesign (Conselho Nacional dos Estudantes de Design) no Yahoo Grupos, apesar de ter um pdf da PNU comigo, não me sinto a vontade de propagá-lo, uma vez que há alguns pontos sendo reformulados e a discussão a respeito ainda está quente. Assim recomendo a quem se interessar pelo assunto a participar da lista, que muito embora seja voltada para estudantes, recebe e dá espaço para os formados que compreendem a relevância do assunto. http://br.groups.yahoo.com/group/conedesign/
  • Hei, Félix, Tem algum link para essa PNU? Juliana, comparar as várias vertentes do design pode ser dificil, mas é necessário, afinal, de um ponto de vista externo, é tudo praticamente a mesma coisa, não?
  • O buraco é mais em baixo... Concordo com o Justus sobre a criação de entidades, só não concordo com a ordem dos acontecimentos, uma entidade nacional só seria legitimada se fosse formada antes por entidades regionais de atuação local. Estão aí a ADG e a ADP que apenas correspondem ás necessidades de panelas profissionais. Outro ponto é sobre o que disse o Marandini: "Design é investimento. Se é um bom ou péssimo investimento, depende do designer e de como o cliente vai gerir esse valor agregado, mas aí já é outra história." Sim, é outra história mas influencia diretamente na anterior. Qual a segurança que um empresário terá de pagar o justo a um profissional se o resultado do investimento "depende do designer"? Pelo risco do investimento, numa visão de um empresário medíocre, é preferível pagar a um protituto ou um micreiro. Acontece é que há uma enorme quantidade de cursos sendo inventados mas com qualidade duvidosa, o que mancha a classe. Sobre isso, acredito que a criação de entidades profissionais locais deve ser paralelo a uma discussão sobre o que as faculdades, mesmo as mais velhas, estão formando. A PNU (Pauta Nacional Unificada) votada e aprovada na plenária final do N Design Manaus, acredito, deve contemplar também estes temas.
  • Apesar de ter sido um dos primeiros associados da ADG, não pertenço mais à Associação. Digo isso para não parecer estar sendo tendencioso. A tabela da ADG pode parecer cara para quem está começando. Ela peca em alguns itens. Grosso modo, porém, ela nos presta um grande serviço. Ela nivela por cima. Ela nos promove a um patamar digno. É preciso colocar na cabeça (nossa e dos clientes) que design gera lucro. Aumenta vendas. Promove marcas. Dá empregos. Design não é caro. Design é investimento. Se é um bom ou péssimo investimento, depende do designer e de como o cliente vai gerir esse valor agregado, mas aí já é outra história.
  • Coisa fina o papo, só acho q chegar assim "tem q ter tabela" "formar instituições regionais" "acabar com o buraco na camada de ozônio" "reduzir emissões de CO²" são toas da categoria FALAR É FÁCIL. É muito fácil jogar essa idéia a esmo assim e se vangloriar de apresentar uma solução, como se ninguém nunca tivesse pensado nisso, mas executar isso de forma satisfatória, aí são outros quinhetos. Temos a a ADP (de produto) a ADG e por aí vai, porém tempo passa e não vejo nada de útil nisso. Nunca me filiei a ADP e não pretendo, pelo menos até ver alguma coisa interessante ou ser convidade de forma a valorizarem mais minha contribuição do que meu dinheiro, pq nunca vi uma abertura clara ali, só uma panelinha que quer q outra spessoa spaguem pra executarem o q acham mais interessante (o fato de não terem um blog ou forum ou coisa do tipo é a maior prova, estou errado?)
  • prostituição pouca é bobagem Dry. Tem gente dando o prjeto de graça em troca das RTs. Por isso a minha indignação quando escrevi o texto sobre as RTs e o outro sobre a prostituição. Já perdi clientes muito bons por causa desse tipo de coisa. E olha que, ao menos por aqui, os mais canalhas neste ponto são exatamente os bambambans do pedaço que já estão com suas carreiras solidificadas e podem se dar ao luxo de fazer este jogo sujo. Enquanto o pessoal que está começando e os com não figuram nas colunas sociais (aaaaaaaargh!) ficam batendo cabeça de um lado pro outro. A minha sorte é que só eu e o Rafael de Curitiba somos reconhecidos como LD aqui no PR. Mesmo assim, meus clientes não são daqui de Londrina pois aqui no interiorrrrrrrrrrrrr nem mesmo os possíveis parceiros (arquitetos, designers, engenheiros, etc) sabem o que é LD. Mas de qualquer forma, creio que vai muito da postura do profissional. Muitas vezes me chamam de arrogante mas tou nem aí, Já cansei de virar pra cliente e mandar: tudo bem, eu sou profissional especialista na área, ninguém aqui faz projetos do gabarito dos meus, já que o sr quer pagar pouco por um projeto pode ter certeza de que receberá em troca um projetinho tbm meia boca, condizente com valor pago, isso se nao for uma cópia de outro já executado mal e porcamente adaptado ao seu caso. Normalmente recebo em troca disso aqueles olhos estatalados, incrédulos pelo que acabaram de ouvir, mas tenho certeza de que estes que prostituem a área dizem coisa bem pior por aí, por vezes até mesmo na sua cara, em público, só pq vc nao é... arquiteto... aff De qualquer forma, tabela sinceramente, ao menos em interiores e LD não rola. O profissional que se prender a uma tabela pode ter a certeza de que esará perdendo dinheiro. Não tem como cobrar um projeto por m² como as tabelas pregam simplesmente pelo fato de que cada projeto tem características muito específicas e dependendo do estilo, um é bastante limpo e contemporâneo e outro totalmente rococó e classudo. Não tem como aplicar a mesma tabela para os dois. A tabela neste caso serve apenas como referência, porém o valor final vai depender das caracteristicas do projeto. Pode-se colocar isso mais ou menos como se por exemplo, uma Brentwod te chamar para desenvolver uma linha de móveis e uma outra empresa, bem no inicio de carreira também o chamar. Você não tem como cobrar muito da novata como também não tem como cobrar pouco da majestade pois sabe que a mejestade irá vender a tua peça por no minimo 3000x o valor que pagou a vc. Concordo com o que o Justus diz sobre organizações regionais. Esta sim é uma forma de ajustar o mercado em todos os cantos do país dentro de cada realidade regional. Porém teremos de tomar cuidado pois certamente isso poderá acentuar as diferenças já existentes e nao permitir que isso seja nivelado, por baixo. Aqui tem grandes empresas de móveis que usam do artifício de que são empresas locais para pagar menos pelo trabalho, dentro da "faixa do mercado", porém vendem sus produtos em Sampa por preços bastante altos. Isso é jogo sujo. Meus projetos eu coloco o preço que sei que profissionais de Sampa cobram, quem quser um projeto de qualidade que pague por eles caso contrário, que fique com os prostitutos. Mas depois, como já aconteceu varias vezes, que pague dobrado para que eu vá fazer as correções necessárias. E cobro dobrado mesmo assim como um médico: uma consulta normal é 100,00, no caso de uma emergência, 200,00. E sem xurumelas pois o cliente foi mais que avisado sobre os riscos de pegar um prostituto. Neste ponto, sou bem como o Justus colocou mesmo: linha dura e me coloco de maneira forte frente o cliente, sei me colocar muito bem e valorizar o meu trabalho neste momento.
  • ah, e levando em consideração o que o Fernando disse sobre os "preços de praça"... deveria haver um projeto de mudança gradual para um padrão mais de acordo com nossa classe? ...um corte abrupto dificilmente funcionaria... e os tais preços de praça d hj queimam nossa profissão e fecham o ciclo vicioso q nos torna mão d obra barata, disponível e perfeitamente substituível.
  • Sim! Mas essa tabela---como seria? Alguém tem alguma coisa já estudada e praticável sobre o assunto? Ou seria o caso de se criar um projeto para isso? Na minha opinião, apenas tabelar por alto (ex.: "website com mais de 6 páginas") não funciona. Deveria ser tabelado o valor mínimo por sub-projeto e cada designer q fizesse as contas (fora q isso ajuda na hora de orçar e cotar) para cada projeto fechado.
  • Galera, Na área de DI, não é diferente aqui em SP, tem gente fazendo projeto por R$ 100,00, ninguém merece!!!!! Literalmente o pessoal tá "se prostituindo", eu fico em casa vendo "Sessão da Tarde" sinceramente.....tabela .... só pros famosos, só que por isso tb. não dá, acho que tem casos e casos, mais o pessoal aqui tb. está apelando, eu sinceramente estou fora dessa concorrência, os próprios clientes estão fazendo leilão.... "A COISA TÁ FEIA PRO DESIGN"
  • O Primeiro passo é a criação de uma entidade nacional, depois, a criação de entidades regionais, que serviriam de regularizadoras e fiscalizadoras. assim, poderiamos criar uma tabela padrão de acordo com cada região, e quem não cumprisse essa tabela que faria parte do nosso código de ética, não terá seu certificado ou sua licença para trabalhar. Essa tabela irá ser referência tanto para quem está dentro das agencias, como quem é freelance! Não vamos esperar os políticos regularizarem nossa profissão, contra nossa regulamentação estão todos os donos de gráficas, publicitários, marketeiros, arquitetos, donos de agência etc... Se nossa vontade de nos profissionalizarmos for maior que esse lobby que existe a vitória será nossa! Abraços
  • Adoro quando o humor puxa um bom papo. Esse lance de preço é o seguinte. Vivemos em uma economia de mercado onde o valor "da praça" é que dita o preço do que será vendido e tem pouco ou nada a ver com o custo de produção. Por isso quanto mais saturado o filão de negócios mais o atuante neste filão tem q ganhar dinheiro não quando vende, mas quando compra, pq ao vender ele terá de trabalhar com o preço da praça (ou algo próximo). Ex. Nossos vizinhos de atuação, os arquitetos e também os decoradores, fazem um esquema interessante. Ao escolherem este ou aquele itém para construção/ambinete eles tem um contato com quem fabrica e recebem uma porcentagem próxima e as vezes até superior a porcentagem de vendedor. Fazem isso com marceneiros, pedreiros e o escambau. Publicitários tem uma defesa de classe de (se não me engano) 20% de comissão em qualquer veiculação (em tv, gráfica, etc), além das velhas práticas como pegar o Job com a empresa, passar para um freelancer executar a preços e prazos bizarros e obviamente ficar o com um belo lucro no processo, este tipo de coisa. Mas e aí? o que rola fazer? Pessoal de WEB ganhar comissão da empresa de hospedagem? Pessoal receber comissão da gráfica?
  • VTNC, é uma merda isso. heheheh Estou falando estritamente do post, agora deixa eu comentar alguns comentários... Justus: "Isso só acontece porque os próprios designers não sabem a tabela de preços…e quando sabem não a cumprem!" Pode ser verdade, mas por quê a tabela não funciona? Culpar os designers, que, nesse caso, são os clientes dos tabeladores d certa forma, é passar a culpa pra frente. Não é só o Fernando aqui que acha a tabela da ADG surreal... pode ter certeza. Nada contra a ADG nem contra a idéia de tabelar em si, mas se 90% (chute bem conservador) dos designers acham a tabela surreal, é culpa realmente dos designers que são "mera mão de obra barata?"
  • Fernando, se você acha que a tabela é surreal, já imaginou o que seu cliente vai achar? Concordo com você quando você diz que praticar uma política de preços nacionais não caberia a nossa profissão, assim como não cabe em qualquer outra, por isso a necessidade de uma cadeia regional de entidades representativas é tão importante para nós, e não apenas uma associação nacional como é hoje. PS*: Trabalho bom, até um micreiro pode ter!
  • Se for a tabela da ADG é a maior irrealidade já feita. É de uma estupidez homérica ter a pretenção de fazer uma tabela de formação de preço para ser aplicada na prestação de serviços, q tem uma das maiores dificuldades de se fazer cotação, ainda mais trabalhando com criatividade, e como cobertura de creme nisso o fato de querer extender isso a todo o Brasil, onde as diferenças são gritantes, aplicar a mesma tabela em SP onde tem gente vendendo filhos por 10 reais e em SP onde com isso vc não compra uma coxinha e uma coca é a mais pura sandice. Mas Justos, se vc acha legal essas atitudes, executa um trabalho aí pra mim que eu conto pros meus amigos q foi vc, vou divulgar muito... pense nas vantagens!
  • Isso só acontece porque os próprios designers não sabem a tabela de preços...e quando sabem não a cumprem! querem tanto falar de conceitos para as empresas e são uns incompetentes profissionalmente! ...mera mão de obra barata! tsc tsc
  • Essa de pedir CNPJ, cartão de inscrição estadual, carteria de vacinação da avó completa e carimbada com pelo menos 3 inoculações contra febre amerela, etc. Passamos toda a documentação e ainda tive q pegar 3 ônibus para chegar na empresa, na cidade vizinha, pra pegar o cheque (com valor muito abaixo ao orçamento inicial) e chegando lá eles tinham agendado este recebimento para outro dia (sabe deus pq) e o cara QUIS PEGAR O NÚMERO DA CONTA PRA DEPOSITAR!!! PQ DIABOS ME MANDARAM LÁ ENTÃO? PS. Isso aconteceu ontem (sexta)