Habilitações

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Você já parou para pensar como o design é bem fragmentado, há diversas especializações e habilitações, você sabe em que Chave se encaixa?

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Design de som

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Existem ainda atividades que se auto-identificam com a expressão “designer” mas sem qualquer relação com a atividade de projeto propriamente dita. Exemplos incluem hair designer (para cabeleireiro), cake designer (para confeiteiro), body designer (para tatuador). É aquele lance da Moda do “X” Designers.

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10 comentários

  • Design de som (sonoplastia? música?)? Design de ambientes (arquitetura?)? Design de embalagem não se relaciona com design de produto (tridimensional)? Seja como for, está repetido. Design automobilístico soa restrito demais (e toda gama de utensílios?) Seria interessante citar a fonte dessa estrutura, já que há muita controvérsia em cima da mesma. Abraço
  • Jonas e todo o pessoal, Essa sua lista está apenas começando....,em 1997, segundo o ICOGRADA, a profissão de Design tinha 66 (sessenta e seis) áreas profissionais e 45 (quarenta e cinco) cadeiras de graduação universitária e sempre crescendo esses números..... Isso eu já falei aqui nesse site. Mas esses números eram do século passado, agora esse número de areas profissionais deve ser muito maior e o número de cadeiras de cursos superiores também! O problema de denominações também estava ,na época sendo estudada para ver como ficava essa "Arvore Genealógica", pois a dinâmica da nossa profissão é muito grande e deve acompanhar a Tecnologia, cultura e o conhecimento da humanidade que é um timing muito grande. Aliás esse será o nosso grande problema com nossas leis, principalmente com o nosso Direito Comercial, que....pásmem, é de 1911!!! Esse Direito, só reconhece profissões verticalizadas,fixas, como Engenharia em suas várias modalidades separadas, Arquitetura, Medicina em suas várias modalidades separadas, Advocacia e etc. Ou seja, não cogita em nenhum caso de reconhecer um profissão multidisciplinar ampla e com áreas profissionais legítimas crescentes. O Design suplanta e muito as outras profissões por ter esse caráter de permitir que um profissional formado em Design Gráfico e Industrial (áreas básicas da nossa profissão) tenham a possibilidade de transitar em sua vida profissional por várias áreas profissionais e até criar novas,dependendo da oportunidade e do desenvolvimento da tecnologia. Caso da Webmedia , por exemplo! Outro fator é que NECESSÁRIAMENTE a nossa profissão seja verticalizada em sua atividade /exercer profissional. Ou seja, o profissional pode e deve fazer o Design de seu projeto, desenvolvê-lo, fazer o mock-up, testar, produzir o produto e vendê-lo diretamente ao público. Sem ter que passar por terceiros e podendo mudar de área profissional quando quiser. Na área Gráfica de certa forma isso já ocorre quando o Designer é dono da Gráfica /Editôra. Na Web, nem se fala! O problema é no Design de Produto /Interiores em todas as suas áreas de atuação. O Designer deve ser um Industrial empreendedor nato e totalmente independente. O Designer é seu próprio cliente/dono e atende com seu produto, diretamente, o mercado consumidor. Isso não deverá privá-lo de atuar, como hoje, de fazer o projeto e entregá-lo para o seu cliente e esse produzir o produto na sua empresa. A verticalização do exercer da profissão, dará a verdadeira liberdade profissional que nós Designers precisamos, para não ficar dependendo sempre do nosso cliente ou terceiros, para fazer o nosso projeto chegar ao grande público. Isso só reforça os escritórios de Design, que automáticamente viram pequenos emprendimentos fabris /gráficos /midia ou se tiver muita sorte, grandes industrias /editoras /estúdios de Design. Vejam a grande barreira que ainda temos que suplantar no Brasil para que nossa profissão seja realmente uma profissão e não essa situação atual de profissionais só tutelados pelo cliente e longe do empreendedorismo que é básico na profissão. Mesmos os escritórios de Design que estão a meio caminho hoje desse ideal de profissão. Essa realidade é normal nos paises evoluidos e práticamente o maior ganha-pão dos nossos colegas de lá. Eles ficam independentes e conhecem melhor o mercado para fazer o que o Design se presta! Atender as necessidades da humanidade de forma coerente,criativa e organizada, sem prejudicar ainda mais nosso meio-ambiente. Abraços para todos do Foster.
  • Será que essa profissão será regulamentada um dia? Se tivermos um olho crítico, esquecermos que somos designers e observar a situação de fora, como um mero espectador, o que vemos? Profissionais com habilidades estranhas e talvez até funcionais para aplicar conceitos bizarros sobre produtos alheios e garantir que utilizando "tal cor" e mudando uma forma ou outra o cliente terá melhores resultados para com o seu público alvo. Sejamos sinceros: O QUE DIABOS É ISSO? Eu entendo, vocês entendem e seus professores entendem, porque estamos nesse meio. Mas a dura realidade do mundo é outra. Sofremos para fazer nossos clientes acreditarem em nossas fantásticas soluções, eles torcem o nariz para pagar por algo que mais parece uma "promessa" e muitas vezes nem eles mesmo dão valor pra beleza que temos em mente. "Faz aí, do jeito que ficar tá bão!" Essa é a visão deles. Por outro lado, NÓS, os fodásticos designers, ainda temos problemas e inúmeras dúvidas e discussões sobre diversas áreas de nossa profissão: quanto cobrar? quanto vale meu blá-blá-blá? a teoria das cores existe? ela é real? posso me apegar a ela para defender meus projetos? e por acaso, como eu defendo meus projetos? eu tenho que fazer isso? o cliente quer saber disso? QUAL A DIFERENÇA ENTRE MARCA, LOGO, LOGOTIPO, SÍMBOLO E "SINALZINHO"?... Nós não nos definimos ainda. Talvez tenhamos uma definição individual, afinal, cada um acaba se virando como pode. Mas no final, um designer pode ser qualquer coisa, o que implica em muita coisa. Arquiteto, cineasta, e, segundo o post, até tatuador e confeiteiro... como esperamos que isso seja regulamentado com tanta discórdia e falta de organização dos próprios "profissionais" da área? Área, aliás, que ainda não existe... Se tá difícil pro cliente te entender, se muitas vezes nós mesmos não nos entendemos, o que é que a Legislação vai querer com esse bando de louco?
  • Jonas, Fábio e a "turma do rótulo" Quanto a regulamentação, temos vários problemas pela frente! Primeiro já está acontecendo nesse momento com a formação do "Forum das Associações Profissionais de Design no Brasil ou algo como...FAPDB??!! Esse fórum visa representar TODAS as Associações de Design do Brasil perante os nossos governos (Federal/Estadual/Municipal, as Associações Internacionais e eventos Nacionais e Internacionais. Isso já está sendo um passo adiante para que tenhamos a tão almejada Legitimidade Nacional Profissional. Ou seja, um representante único Nacional de todos os escritórios, profissionais ,professores e estudantes de Design do Brasil! Conseguido e homologado isso, temos o dever de apresentar o projeto que foi votado pelas Associações para a regulamentação da profissão do DESIGN e do profissional do Designer, em qualquer das suas áreas de atuação profissionais de hoje e das que virão futuramente. (Brazilian Design Accreditation) Os profissionais de outras profissões ou autodidatas que estão atuando constantemente pelos últimos 05(cinco) anos na nossa profissão e em suas várias áreas profissionais e que possam comprovar isso, estão incluidos nessa regulamentação. Os tecnólogos também, mas específicos a sua formação. Esse projeto deverá ser apresentado pelo Fórum e seus representantes ao Governo Federal, nas várias comissões do Legislativo e no Executivo. Vencidas todas as "barreiras" possíveis nesses dois poderes, vamos a sanção do Presidente da República e finalmente a profissão do Designer estará reconhecida oficialmente no Brasil. (Accreditation) Durante esse percurso também, teremos que vencer e convencer o Judiciário e o Legislativo a mudar o nosso Direito Comercial, que como já disse não reconhece uma profissão como multidisciplinar, com crescimento contínuo e nem com o exercício verticalizado! Vai ser outra pedreira! Feito isso tudo, teremos que nos filiar ao sistema CREA / CONFEA, se for exigência do Governo, ou não, se o mesmo Governo nos permitir a criar nosso próprio Conselho Independente no prazo que lei exigir. Ao mesmo tempo, será definido nosso sindicato e com tudo isso as normas que regem a nossa profissão, como um código unificado de ética para todas as áreas de atuação e etc. Isso tudo que disse acima, já deveria ter acontecido há vinte anos atrás pelo menos, tudo causado pela nossa total incapacidade e arrogância profissional ,não conseguimos e hoje estamos correndo o risco constante de que a nossa profissão seja extinta no nosso país!!! Ou seja, se não regulamentarmos, o seu o meu o nosso diploma reconhecido pelo MEC pode virar peça de Museu! E a profissão será destripada e encampada pelas profissões limítrofes, legalmente! O que hoje elas estão fazendo devagarinho sem muita força, pode-se dizer. Por causa dessa sobrevivência profissional é que estamos encostados na parede hoje e precisamos URGENTE, fazer todos nós, esforços coordenados e reconhecidos legalmente para passarmos por todos esses processos descritos acima para finalmente sermos reconhecidos como profissionais Liberais de primeira linha! Hoje estamos como ralé! Uma denominação difusa e irreal no Ministério do Trabalho e na Receita Federal. Em vez de vocês ficarem com dúvidas tolas, devemos isso sim enfocar nosso esforços nesses itens básicos da nossa profissão, para que possamos ter a oportunidade de sobreviver como profissão reconhecida. Sem isso, o resto é apenas firulas e balelas! Acabou tudo!! Pensem, comentem , se juntem ,informem, divulguem, expliquem para nossos desavisados colegas do "Eu me garanto" que isso hoje não vale mais e que precisamos transformar uma intensão de profissão em um profissão real ,reconhecida e regulamentada. Ou seja uma profissão Liberal Brasileira digna desse título. As épocas românticas do Design já desaparecerem há muito tempo na poeira da história da Arte, da Arquitetura, da Engenharia e por aí vai! A Globalização do trabalho humano, do emprego, dos serviços, massacrou tudo isso!!! Os autores, o "Designer Diva" que se destaca apenas individualmente, são sombras do passado! Hoje o que vale é a equipe, a união de profissionais em um mesmo escritório, um grupo organizado e multiplural de Designers associados. Força e lutem! Mas é importante que seja corretamente e eficasmente! Abraços do Foster.
  • Nos últimos anos (talvez sempre), tem-se falado sobre a regulamentação, mas fico impressionado com a "prostituição" dos próprios profissionais da área, a moda agora é web e mobile, então todas as agências e designers se transformam em web. Entendo e também gosto de ganhar dinheiro, mas e aquela conversa de especialização, foco e profissionalismo.