Simperj lança prêmio voltado para designers

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Já estão abertas as inscrições para I PRÊMIO PLASTDESIGN, criado pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro, voltado para profissionais, e estudantes de design, além de empresas e produtos. As inscrições vão até o dia 15 de julho e a premiação acontece na segunda quinzena de agosto.

Apesar de ser um dos principais pólos de produção e transformação de polímeros e do elevado conceito na formação de designers, o Estado do Rio de Janeiro ainda não desenvolve ações voltadas para integrar os principais envolvidos nestes processos. O I PRÊMIO PLASTDESIGN pretende incentivar a visão e a cultura do design como diferencial competitivo no cenário nacional e internacional e estimular a cooperação institucional no setor de transformação plástica do Estado do Rio de Janeiro.

Além dos prêmios e de um selo criado pelo Simperj, certificando os produtos, os trabalhos da série projeto, premiados ou não, poderão ser produzidos industrialmente por empresas associadas ao SIMPERJ.

Maiores informações no site do Simperj (www.simperj.org.br), através do telefone 2220-9726 ou na sede do Sindicato (Rua Santa Luzia nº 776/Sl. 203, Centro – Rio de Janeiro)

Cenário

O panorama do Estado do Rio de Janeiro congrega oito escolas na área de Design de Produtos, Design Gráfico e Design de Moda (formando aproximadamente 400 profissionais/ano); dois importantes centros de pesquisas em design; cinco Incubadoras de Empresas (duas delas específicas em design); o Centro de Design Rio (vinculado ao Instituto Nacional de Tecnologia); o Núcleo de Apoio ao Design – Setor de Processamento em Plástico – NAD-Plásticos (vinculado ao Sistema FIRJAN/SENAI); o Programa Via Design (pertencente ao SEBRAE-RJ); e sedia o evento “Semana Rio Faz Design”. No âmbito dos Plásticos há a ABPol-Regional Leste; o programa PRUMO, (vinculado ao INT, apoiando às empresas do setor de transformação); o Instituto de Macromoléculas Profª. Eloísa Mano – IMA/UFRJ (principal centro de estudos em polímeros da América Latina);talvez seja o maior centro produtor de resinas plásticas do Brasil, por meio do pólo gás-químico, da COMPERJ dentre outros investimentos no setor, atraindo a implantação de diversas empresas de transformação de polímeros plásticos para o Estado.

O concurso prevê três categorias: a Série Projeto destinada a estudantes e profissionais formados há no máximo dois anos em Desenho Industrial/Design; a Série Produto, voltada para desenvolvedores de produtos plásticos (profissionais liberais, empresas de transformação de plásticos, empresas de design (escritórios, agências, firmas individuais), institutos de pesquisa e prestação de serviços), que tenham desenvolvido e/ou produzido novos produtos ou linhas de produtos em plásticos (termoplásticos ou termorrígidos) no período equivalente a um ano antes do concurso; e a Série Institucional, especifica para empresas de transformação plástica que possuem programas internos integrados, articulados ou complementares às atividades de Desenho Industrial/Design.

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6 comentários

  • "Além dos prêmios e de um selo criado pelo Simperj, certificando os produtos, os trabalhos da série projeto, premiados ou não, poderão ser produzidos industrialmente por empresas associadas ao SIMPERJ." Como assim Bial? Isso me lembra a idéia do Larusso (floripa, geral dos encontros deve conhecer o japa cabeçudo) com a teoria da pizza. concursos as vezes soam como se você ligasse pra dezenas (centenas?) de pizzarias, encomendasse pizzas para todas elas e quando todas entregassem seu produto vc só pagasse pela q achou mais saborosa, ou com a cara melhor sei lá... esse tipo de coisa, dependendo da postura, coloca todo mundo pra trabalhar e só um (ou alguns) pra receber, e pior, sempre sinto um cheiro de cartas marcadas na coisa e de outras influencias que fazem o premiado (pra ser um pouco chato móvelsul meio q beneficia, a meu ver, os hermanos latinos, para dar um ar mais internacional ao evento, também com certeza foi a mais pura coincidência o arquiteto do Luciano Huck usar a matéria prima do patrocinador do evento aplicada em um móvel q destoava totalmente do resto da expo, mas fica só entre nós). Mas vale um empenho de tempo ridiculamente baixo só pela brincadeira. ou não.
  • É muito interessante o prêmio da SIMPERJ, pois; alunos que tenham desenvolvido seus trabalhos em sala de aula poderão os apresentar a um juri profissional e ao restante do pais, profissionais liberais ou escritórios que têm um projeto lá engavetado também podem o expor a todo o pais e ainda ganhar alguns trocados com isso. Projeto na gaveta ou prateleira é prejuízo financeiro! Idéia na cabeça que não se coloca em prática também. Mas Fernando, me pergunto, porque tanta gente tem tanto medo em participar de concursos? O trabalho não é bom? Medo de cartas marcadas? Medo de expor idéias? Ou o projeto é bom apenas para o autor? Acho que tem de dar as caras mesmo! Já inscrevemos a TipoD no IF, e não levamos a final na Alemanha porque perdemos para o LG PRADA na categoria eletrônicos, mas chegamos lá! E não foi com embalagem ou rótulo ou produtos de baixa tecnologia, foi com um computador de bordo mesmo! Tem de arriscar, uma hora vai! Quanto a pizza, bem, você nunca precisa voltar a um restaurante que tem uma pizza ruim, concorda? Outra, as boas pizzarias têm nome, você pode confiar, o que vier é bom. Ou seja, concursos bons devem ser selecionados, e os participantes se divertirem produzindo, o resultado nunca é ruim! Mas que ganhar é bom, é!
  • Eu entendo a posição, mas não devo ter sido bem entendido: sim, acho que concursos são trabalhos especulativos no final das contas. Mas quem tem tempo disponível para investir, deve investir! Afinal, é de qualquer modo uma experiência de Dinâmica de Time de Projeto que pode render uma boa mídia gratuita, e isso não tem preço!
  • Hem J., a é q tem a diferença entre concurso e premiação q me incomoda. A premiação (IF e DOT por exemplo) pegam produtos já desenvolvidos e pelo mérito premiam os mesmos, os concursos jogam um briefing no ar (com anchovas) e esperam os projetos chegarem . Para o vencedor pode até valer a pena (as vezes nem isso), mas partindo de uma visão mais coletiva acho q não ajuda muito não... a não ser alguns (e vc sabe dos quais eu tô falando) q de tão focados são praticamente uma licitação e já deixam bem claro que o buraco alí é mais embaixo...