E rasga-se o véu da falsidade e imoralidade: ABD

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Projeto Começar: PALESTRA – COMO CONSTRUIR UMA CARREIRA DE SUCESSO EM DESIGN DE INTERIORES. ARQ. IVAN REZENDE – VICE PRESIDENTE DA ABD.
Tava bom demais pra ser verdade. Tava perfeito demais o trabalho. Nova diretoria e tudo muito certinho e engrenado. Mas as máscaras sempre caem, essa é a regra.

Mas como dizem, ou se faz caquinha na entrada ou na saída. No caso da ABD as feitas pelo caminho sempre foram dizimadas pelo esquecimento e por retratações esdrúxulas. Infelizmente sempre existiram – e ainda existem – os que diziam amém e curvavam-se diante desses desmandos e descasos. Consciente ou inconscientemente acabavam aceitando tais desculpas esfarrapadas. E eu acabava sempre como o histérico que ficava berrando absurdos contra essa associaçãozinha mequetrefe que nunca me enganou.

Preciso deixar aqui bem claro que em momento algum esta associação tem o direito de alterar o seu nome de ABD (Associação Brasileira de Decoradores) para ABDI (Associação Brasileira de Designers de Interiores). Essa alteração ocorreu quando o titulo Designer de Interiores começou a ganhar valor dentro do mercado. Muitos arquitetos alteraram seus títulos de arquitetura de interiores para design de interiores. Muitos decoradores também o fizeram. Para tentar ajustar o mercado à nova demanda e não deixar de fora outros profissionais não formados em Design, a ABD resolveu que deveria alterar o seu nome de ABD para ABDI para que seus associados pudessem utilizar livremente a denominação Designer de Interiores sem distinção de formação. De nada adianta o presidente Roberto Negrete lançar uma retratação/explicação/implorativa tentando explicar o inexplicável e ainda colocar que:

“d) Respeitamos, igualmente, todos aqueles profissionais que antes de 2.000 (*) comprovaram exercício regular em DI e se associaram à ABD, caso aliás de nosso diretor-financeiro, Fernando Piva, profissional de enorme sucesso – (*) ano que marcou a implementação de alteraçãio estatutária na ABD levando a entidade a só associar pessoas com formação em Design de Interiores em cursos reconhecidos pelo MEC ou em Arquitetura.”

Interessante ressaltar aqui que tem vários profissionais associados antes de 2000 que tem apenas aqueles cursinhos de final de semana. Ah, e tem também os arquitetos que como que num passe de mágica viram designers. Vai entender… Recebo insistentemente e-mails dessa associação com chamadas para artigos e outros materiais porém quando tento acessa-los caio na página de login e morro ali mesmo.

Ainda hoje recebi um da série “Vem com a gente” onde diz, entre outras coisas, que com a carteirinha você tem o direito a receber as famigeradas RT’s dos fornecedores. Até aqui tudo bem se esta prática não fosse uma das sérias causas da desorganização do mercado e do desrespeito aos profissionais. Desorganização pois existem muitos profissionais que estão dando os projetos de graça em troca dessas RT’s, outros que cobram pelo projeto e recebem as RT’s (o cliente paga duas vezes) e outros – raros – que abrem mão das RT’s, cobram o projeto e exigem o desconto do fornecedor ao cliente. Mas esta última pratica nem de longe é defendida pela ABD. As duas primeiras sim.

A ABD (Associação Brasileira de Decoradores) já atua há bastante tempo. De início o seu trabalho era muito bom e sério. No entanto, com o advento dos cursos de Design de Interiores e a crescente oferta para o mercado de profissionais altamente capacitados e especializados para estes projetos a coisa começou a azedar lá dentro. Como um não arquiteto pode ser tão bom? Como um não arquiteto tem a capacidade de fazer isso ou aquilo? Eu perdi um projeto para um designer… E por aí vai… Dizem que lutaram tanto pela implementação do currículo mínimo dos cursos de Design de Interiores e não sabem nem mesmo responder a um questionamento básico: o que é um Designer de Interiores. Incoerências à parte, pra quem conhece a ABD sabe que não passa de lábia, lorota e embustes pra agregar incautos. Incautos designers que pagam suas mensalidades para sustentar personas como o Sr. Ivan Rezende, vice presidente da ABD.

Na nota de esclarecimento do presidente Roberto Negrete sobre a palestra do Ivan Rezende, ele coloca que 80% dos associados são Designers de Interiores. No entantom percebe-se claramente a tentativa de valorização da entidade uma vez que são os novos associados. Porém, quantos são estes novos associados? Quatro, dez, cinqüenta? De minha turma ninguém associou-se, das três seguintes idem. Se isso acontece em uma universidade, imaginem em outras tantas espalhadas pelo país. Portanto, definitivamente não! Este número apresentado não os coloca como legítimos representantes dos Designers de Interiores como ele tenta afirmar na sua nota:

“c) A ABD e seus diretores têm consciência de que hoje cerca de 80% de seus novos associados são formados nesses cursos, o que nos conduz a sermos representantes de profissionais cuja formação é em Design de Interiores. Assim, jamais podemos pensar em não valorizar esses profissionais.”

No dia 3 de outubro de 2007 o vice presidente Ivan Rezende foi convidado a ministrar uma palestra no SENAC-RJ com o tema: COMO CONSTRUIR UMA CARREIRA DE SUCESSO EM DESIGN DE INTERIORES. Profissionais, alunos e professores foram até o local ávidos por informações que pudessem ser úteis para a sua prática profissional. No entanto tiveram de enfrentar a dura realidade: a ABD desnuda por um de seus diretores. A verdade nua e crua e sem máscara.

Colocarei alguns trechos do relato/depoimento da Designer de Interiores Marina Melino na comunidade Design de Interiores do Orkut e tecerei meus comentários na seqüência. Para quem quiser ler o relato completo, o link para o tópico em questão é :

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=41698&tid=2558987112477533137&na=1&nst=1.

“No inicio da palestra ele não sabia o que dizer, eu pensei que era nervosismo, o que é bem normal, né?
Mas logo nos primeiros cinco minutos eu notei que ele não sabia o que falar pq ele simplesmente não acredita que nenhum designer de interiores vá conseguir sucesso em sua carreira, a não ser que faça arquitetura que é a profissão mais completa, aos olhos dele.”

Por este inicio de relato já se percebe bem o tipo de pessoas que estão por trás da ABD. Que alguém da ABD me defina prontamente o que é um Designer de Interiores, o que é um Arquiteto e o que é um Decorador.

O fato é que hoje dentro da ABD qualquer um é Designer de Interiores. O próprio vice presidente comprova o que eu digo na referida palestra, quando questionado por uma aluna sobre a formação do Designer, e ele diz que:

“Ela perguntou: Então o senhor acha que a gente não precisa fazer faculdade?
Ele: Não, até minha tia pode lhe dizer qual a melhor almofada usar.
Ela: Se eu me formar devo rasgar o diploma???
Ele: Deve, não vai fazer a menor diferença.”

É impressionante como são as coisas. E o fulano aí é professor de um curso de Design de Interiores, creiam! Em minha monografia de pós na área de Ensino Superior, questiono muito isso. Lembro-me que em meu curso de Design a maioria dos professores eram arquitetos. Entre estes tinham os engraçadinhos que sempre diziam: você não pode fazer isso, você não pode fazer aquilo, voe só pode mexer no interior, varanda é exterior, e por aí vai… Outra me disse que estava li só por causa do dinheiro quando a questionei se ela tinha noção do que era lecionar, dividir e compartilhar conhecimentos já que ela entrava na sala com ar de deusa (não sei do que), sentava na mesa e mal falava sobre alguma coisa. Suas aulas resumiam-se a intermináveis e incontáveis seminários. Por isso sou totalmente favorável à exigência de formação em Design para atuar como professor na área de Design além, é claro, da devida especialização em Educação. Se alguém tem de rasgar ou jogar o diploma fora pois não lhe serve de nada é este cara. Talvez fosse melhor que ele cursasse algum curso como Filosofia ou ainda uma especializaçãozinha para que aprenda algumas coisas sobre ética e relações profissionais e, especialmente na educação para que aprenda a diferenciar o óbvio: qualquer curso, seja ele técnico, tecnológico, seqüencial ou bacharelado tem as mesmas características formativas: a qualificação profissional do indivíduo para que este possa exercer de forma competente a sua profissão.

As diferenças são gigantes entre um e outro e não há a menos possibilidade de querer igualar como se tudo fosse um só. Decorador não é Designer nem Arquiteto, Arquiteto não é Designer mas pode ser Decorador e Designer não é Arquiteto mas é um Designer altamente especializado na área de decoração com leves pinceladas de elementos arquiteturais. No entanto cada profissional tem o seu papel dentro de um projeto. Mas nosso nobre colega não acredita nisso:

“A Cândido ( Universidade Cândido Mendes, universidade onde o ilustrissimo senhor dá aula no curso de design de interiores – que IRONIA, não????) que não me ouça, mas NO MEU ESCRITÓRIO EU SÓ CONTRATO ARQUITETO.”

Disso uma professora, arquiteta consciente, fez a seguinte colocação:

“Eu discordo totalmente de você. Eu sou arquiteta e dependo do designer de interiores assim como dependo do engenheiro. O serviço dele é tão necessário quanto qualquer outro serviço prestado numa construção. Na minha equipe não pode faltar designers de interiores. Vocês são necessários sim!”

E o nobre colega conclui:

“O meu escritório funciona perfeitamente sem nenhum designer de interiores.”

E mais adiante quando uma aluna questionou a falta de espaço para estágios. Eis que ele solta nova pérola:

“a Cândido ( Universidade Cândido Mendes, universidade onde o ilustrissimo senhor dá aula no curso de design de interiores – que IRONIA, não????) que não me ouça, mas NO MEU ESCRITÓRIO EU SÓ CONTRATO ARQUITETO.”

Como se não bastasse já a quantidade de besteirol liberados por essa boca insana, ainda vem mais:

“Ele falou que qualquer um poderia ser designer de interiores, era sÓ TER BOM GOSTO. O arquiteto sim que saía preparado da faculdade para lidar com isso (embora na UFRJ, instituição onde ele estudou, e em todas as outras faculdades de arquitetura, só existam 2 disciplinas que tratem de interiores).”

A autora deste relato entra em cena então com a seguinte indagação:

“Na UFRJ mesmo existe o curso de composição de interiores. Se a UFRJ não achasse que tinha a menor necessidade do curso, ela não faria, pq o curso de arquitetura abrangeria essa área. A arquitetura teve que lutar pra sair da engenharia. Então todos na realidade deveriam estudar engenharia, pq essa sim é a profissão completa, não?”

Ele simplesmente tascou a clássica e incorreta refutação:

“Não senhora. Deus é o primeiro arquiteto.”

Ela resolveu ficar quieta diante de tamanho insulto. No meu caso eu já levo para o seguinte quando ouço esta tentativa de argumentação já nascida fadada ao fracasso:

Deus pode até ter sido o primeiro arquiteto, mas antes de ser arquiteto Ele foi sem sombra de dúvida:
O primeiro biólogo
O primeiro geneticista
O primeiro geógrafo
O primeiro ecologista
O primeiro zootecnista
O primeiro astrônomo
E mais quantos primeiros podem ser inseridos aqui antes de pensar em arquitetura.

De longe, a criação nada tem a ver com arquitetura e sim com outras áreas a não ser que existam por aí formações como arquiteto geneticista, arquiteto astrônomo e tantas outras profissões que alguns arquitetos deuses se acham no direito de atuar. Só falta quererem dizer que as montanhas, os lagos e mares, no ato da criação, são obras arquitetônicas como os morrinhos de jardins e piscinas ou lagos artificiais….
Francamente, vamos ser honestos: NÃO HÁ QUALQUER ELEMENTO ARQUITETÔNICO NO MOMENTO DA CRIAÇÃO.

Além disso não podemos deixar de levar em conta que na criação o primeiro passo realizado foi:

FIAT LUX!

Ou traduzindo: faça-se a luz.

A luz, como produto de algo, é diretamente ligada ao trabalho desenvolvido por designers juntamente com engenheiros elétricos. São estes profissionais que criam novos modelos, formatos, materiais e equipamentos que favorecem o uso da luz para que depois, posteriormente, mais adiante, os arquitetos possam vir a utilizar estes produtos em suas obras. Existem também aquele povo da biologia que estuda os componentes químicos e moleculares de alguns seres que vivem na escuridão total e possuem fosforescência na tentativa de imitar isso de forma a ser aproveitada pelo ser humano em sua vida cotidiana. Ta, mas e o que isso tem a ver com o FIAT LUX? Nada. Pra mostrar que mesmo lá atrás, antes da astronomia, biologia, zootecnia, geologia, arquitetura, existiu um outro fator: a física que iniciou-se com este FAÇA-SE A LUZ!.

Então, vamos parar com essa imposição de que Deus é o primeiro arquiteto pois não é verdade. Ele é sim, o primeiro FÍSICO! E a física é usada tanto no Design quanto na Arquitetura, quanto na engenharia e por aí vai….

É certo de que tanto o sr autor dessas pérolas quanto a ABD não fazem a menor idéia sobre esta área profissional a não ser o pertinente à decoradores e arquitetos decoradores. Já sobre Design, melhor seria se eles calassem a boca. Como dizem, em boca fechada não entra mosca.

Depois de perceberem a amplitude desrespeitosa que essa ação formalizou e da rejeição proporcionada contra a ABD, eis que surgem as tentativas de ajustes através de retratações.

O nobre Sr. Ivan Rezende já começa a sua indo totalmente na contramão de tudo o que ele disse nessa palestra:

“Sempre acreditei e defendi a idéia de que um mercado de trabalho organizado possibilitaria uma prática profissional sadia, onde profissionais oriundos de diferentes formações pudessem atuar sem reservas de mercado ou espírito corporativo.
Assim como acredito que cada profissão possui suas atribuições e responsabilidades não pautadas por vontade própria, mas por atribuições curriculares e regulamentações de seus órgãos fiscalizadores e normativos, tenho a convicção que conhecimento e ética profissional são os alicerces que realmente sustentam uma carreira. Quanto a estes valores, posso garantir e não há quem possa contradizer, que são aspectos presentes tanto no meu currículo quanto na minha vida cotidiana.”

Em tradução do primeiro parágrafo entendemos que para ele e para a ABD, um mercado organizado significa exatamente o que está sendo feito: NADA! Todo mundo é tudo e faz o que quer desde que não avance sobre áreas que só arquitetos podem atuar como, por exemplo, a varanda da casa da tua cliente que terá de contratar você Designer para o interior e um Arquiteto para a varanda. Belo!!!! Digno de aplausos!!!
A incoerência está exatamente quando ele diz sobre a reserva de mercado: as tais atribuições dos arquitetos, médicos, advogados, professores e qualquer outra profissão regulamentada não são o que senão uma reserva de mercado?

Se um arquiteto faz uma especialização em Design, pode começar a usar o titulo Arquiteto Designer em sua carreira profissional. Já se um Designer fizer uma especialização em arquitetura, este jamais poderá usar o título Designer Arquiteto. Incoerente e cômodo não?

Calma lá! É mesquinharia demais este senhor afirmar que a regulamentação servirá apenas como reserva de mercado uma vez que ele vive e sobrevive graças à reserva feita à classe de origem dele: a arquitetura.
Interessante ele citar de forma tão enfática a questão das atribuições curriculares numa retratação de um fato provocado por ele mesmo quando mandou que os designers joguem seus currículos no lixo. E aí nobre professor arquiteto, quanta incoerência de discurso pois, como você diz em sua retratação (claro que corrigido e atualizado por mim), conhecimento e ética profissional passam bem distante de sua prática profissional.

“Meu intuito nesta ocasião era promover um encontro democrático, como é minha prática de vida, onde todos tivessem direito a manifestar suas opiniões sem que da minha parte houvesse qualquer privilégio que a posição de palestrante convidado viesse a me conferir.
Em uma discussão de idéias é natural a divergência entre as partes, porém o respeito deve ser mantido como baliza o comportamento democrático daqueles interessados em interagir a fim de buscar novas idéias ou soluções.”

Encontro democrático acontece desde que ambas as partes sejam capazes da dialética. Desde que, especialmente a parte que comanda o evento, no caso o palestrante, seja capaz de suspender o juízo e analisar friamente as questões colocadas de forma imparcial, sem academicismos, sem pré-julgamentos, sem achismos ou imposicionismos de classes. Não é o que este senhor demonstrou pois estava sóbrio e certo do que estava fazendo e falando. Em momento algum houve uma tentativa da parte dele de tentar ajeitar o meio de campo que ele mesmo embolou. Pelo contrário, usou e abusou do poderio de palestrante para impor-se arrogantemente sobre os presentes, até mesmo sobre uma colega de profissão sua, aquela professora arquiteta.

Respeito sempre desde que o respeito seja recíproco. O nobre senhor já começou a palestra desrespeitando a todos os presentes e quer exigir respeito? Quer vir falar em espaço democrático? Francamente.

“Lamentavelmente, para alguns dos presentes, minhas idéias não foram bem compreendidas, gerando distorções que pude mais tarde constatar. Mão entrarei no mérito pontual de cada frase ou pensamento destorcido. Acredito que isto só nos levaria a uma discussão emocional e infrutífera. Porém, não me furto a participar de qualquer outro encontro onde o debate possa ser retomado e aprofundado. Talvez, se alguns participantes não tivessem abandonado o recinto, certos conceitos ou pensamentos emitidos tivessem sido melhor compreendidos.”

Distorções acontecem quando a fala não é clara. No caso ocorrido ficou explícito o que este senhor quis dizer o tempo todo. Frases curtas, diretas e secas. Não houve distorção alguma. Engraçado notar que numa palestra com um palestrante e 300 ouvintes se há algum problema este foi gerado pela distorção de pensamento de 300 ouvintes que inexplicavelmente interpretaram o que foi dito exatamente da mesma forma e nunca foi erro do palestrante. Ironias à parte, este senhor e vários outros profissionais devem repensar o seu trabalho como professor e palestrante, especialmente quando este estiver ligado à DESIGNERS.

O fato de não querer, nem em sua retratação, entrar no mérito pontual das questões (nem ao menos uminha?) só nos faz confirmar que tudo o que este senhor disse nessa palestra realmente está fincado em seus pensamentos e faz parte de suas convicções pessoais. Muito blasé e descabida essa tentativa de retratação. Creio que teria sido melhor ter ficado quieto e deixar que isso caísse no esquecimento. Afinal, brasileiro é um povo sem memória não é mesmo? Acreditam nisso, mas nem todos são assim desmemoriados.

Portanto, não, a ABD não é nem nunca será a representante dos Designers de Interiores. Lutamos contra isso já há bastante tempo e continuaremos firmes e fortes contra grupelos e panelinhas que querem desvirtuar o Design nacional, seja em que área for.

Caso você seja um(a) Designer de Interiores e ainda esteja associado(a) à esta panelinha, solicite com urgência o seu descadastramento. Fique tranqüilo(a) pois em nada afetará a tua vida profissional e tampouco desvalorizará o seu nome profissional. Qualquer cliente que te perguntar se é ou não associado, entenderá claramente quando você explicar os porquês de não ser associado. E também, não posso esquecer de colocar aqui, a carteirinha não é documento oficial nacional, portanto, não pode ser exigida por ninguém para qualquer finalidade. Se te pedirem a tua carteirinha da ABD, entregue sua identidade (RG) ou CPF.

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21 comentários

  • Fala Paulo......... Nem vou comentar seus "petis". É perda de tempo, nada será diferente e tudo ficará está como está. Como tb atuo na área da educacao, gostaria apenas de tecer um comentário sobre os níveis de formacao academica Os cursos de tecnólogos sao superiores sim, mas nao de graduacao (carga horária). Sao cursos criados quase que exclusivamente por IES particulares para ganhar um graninha extra. Pode fazer especializacao, mestrado e doutorado em IES particulares, em públicas,nao. Pesquise sobre isso já que vc faz pós em educacao. Veja tb qq concurso que precise de qq profissao de nível superior (graduacao), todos excluem os tecnólogos. Nada contra eles, sem dúvida, só tenho a curiosidade de saber como administrar o sombreamento de atribuicoes profissionais, no caso de terem de registrar a algum conselho. No mais, como sempre vc está certo na sua verdade que só vc acretida. Vc é um MALA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Luiz Robério [49] 9978-0960
  • Que horror!!!!!!!!! Quanta rancura. Que frustração é essa? O nosso País é imenso, tem espaço para todos, e ainda, se não estivermos contentes podemos contar com o restante do universo......Cada na sua, sem agressões. O que interessa é manter a paz, a harmonia e a beleza demostrada através da natureza, utilizada pela inteligência de cada ser humano. Cada um tem seu dom, não devemos e nem podemos nos apegar em rotulos e tampouco exigirmos que todos tenham a mesma linha de pensamento, haja vista que cada um tem o seu valor próprio e geito especial de ver as coisas, como dizia o saudoso Cazusa: "Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é". Então, acho que a frase encaixa muito bem ao tema em comento, pois, salvo melhor engano, cada um tem o seu valor, sua dignidade e sobretudo o livre arbítrio para desenvolver seus projetos, raciocinios e revelar do âmago de sua alma o que ha de mais puro em sua arte de criar. Mas de qualquer forma, valeu o a sua indignação, momente o seu registro. Abraços.
  • senhores: tem que haver ordem vejam isso: http://www.bonde.com.br/folha/folhad.php?id=17117LINKCHMdt=20080525 'O curso de arquitetura não me faz falta' Decorador autodidata, Lupércio Manoel e Souza une a teoria adquirida no curso de sociologia com a prática de lidar com os anseios dos clientes Mauro Frasson Lupércio, único paranaense a integrar a 14ª edição do Décor Year Book Brasil, obra referência no mercado editorial da arquitetura, design e decoração Curitiba - O que a sociologia tem a ver com decoração? Do ponto de vista do curitibano Lupércio Manoel e Souza, tudo. E não é só pelo fato dele transitar entre as duas vertentes. Formado em sociologia pela PUC-PR, em 1980, ele enveredou na mesma época para a área de decoração e arquitetura. Hoje, mais de duas décadas depois, é considerado um dos mais relevantes profissionais da área em todo o Estado. Seu nome figura em publicações nacionais e internacionais e ele acaba de ser o único paranaense a integrar a 14 edição do Décor Year Book Brasil, obra referência no mercado editorial da arquitetura, design e decoração e que reúne o que é tendência na área. Autodidata na profissão que escolheu trabalhar - ou que o escolheu, como ele gosta de ressaltar - Lupércio levanta uma polêmica ao ressaltar que a faculdade não é essecial para o mercado. ''A faculdade não ensina bom gosto, você já nasce com o dom'', revela, ressaltando, que ''o curso de arquitetura não me faz falta''. E se ele aprendeu na prática os conceitos que o ajudaram a se destacar na profissão, a vida acadêmica no curso de sociologia lhe ensinou as referências que o fazem passear com facilidade entre gêneros distintos. ''Vou do clássico ao contemporâneo numa boa, dependendo do gosto do cliente''. Não interferir no gosto do cliente, aliás, é uma de suas características e que vai ao encontro dos estudos sociológicos. Lupércio escolheu o curso, aliás, por este estar mais próximo do seu gosto pessoal. Filho de militar e o único entre os irmãos que queria optar pela área artística, foi impedido pelo pai. ''Ele queria que eu fizesse medicina. Se eu tivesse seguido sua opinião, com certeza seria um médico frustrado''. O pai, no entanto, não se opôs à escolha final do filho. Paralelo ao curso de sociologia, o futuro decorador passou a pintar e a trabalhar como designer de jóias. Mas foi quando se casou e seguiu para Pato Branco que sua carreira como decorador começou a ser desenhada. ''Naquela época existia uma vazio muito grande nesse mercado e que não era proporcional à demanda. As pessoas acabaram por solicitar isso de mim. Me colocaram nesse mercado'', brinca Lupércio. Depois de 18 anos em Pato Branco, Lupércio decidiu voltar para Curitiba. Aqui já tinha clientes cativos conquistados no interior. E quando lançou o site próprio, há seis anos, viu a importância do seu nome dentro de um mercado até então pouco promissor. ''Assim que inaugurei o site, eu tinha 500, 600 acessos por dia. No finais de semana, as visitas pulavam para duas mil. Foi assim que, numa pesquisa, me classificaram como formador de opinião e acho que é isso que as pessoas procuram'', supõe. Além de reunir uma carteira com inúmeros clientes formada por importantes empresários curitibanos, Lupércio é também responsável por criar um novo nicho de mercado em Curitiba: o da cenografia corporativa. ''Não existe nenhuma dificuldade nisso. Você pega o produto e o transforma em estrela. É diferente de fazer um projeto para o cliente porque não tem envolvimento emocional, é uma situação comercial'', diz. Quando o assunto volta à decoração de casas ou escritórios, Lupércio é categórico: ''Eu me moldo ao gosto do cliente e a sociologia me ajuda nisso'', reforça. Ele complementa que, ao atender um cliente e decorar o espaço solicitado, ele acaba se tornando íntimo. ''Alguns são meus amigos até hoje, mesmo depois do projeto concluído.'', conta. E talvez por isso, intimidade não é um tabu para o decorador. Ele revela duas manias que se tornaram fetiche na sua vida: o de colecionar óculos e gravatas. ''Eu já fui mais exagerado. Cheguei a ter 243 gravatas no closet, agora são só 60'', conta. Já os óculos, uma de suas marcas registradas, são em menor número, mas ainda assim ajudam a compor seu estilo no dia-a-dia: são mais de 10. E é na intimidade também que Lupércio conta como recebeu o conselho de um médico para se livrar da síndrome do pânico, adquirida depois de um assalto sofrido durante o dia, quase em frente à sua casa: comprar um cachorro. No começo, ele era cético. Mas hoje reconhece que o maltês que mora com ele e a mulher, no charmoso apartamento no centro da cidade, é o bebê da casa. E a receita médica deu certo? Ele garante: ''Hoje nem lembro mais da síndrome''. E outras situação contribuem para a melhora. Além de uma rotina de trabalho que quase não deixa espaço para a vida pessoal, ele revela que está com um projeto em andamento de lançar um livro - no mercado nacional - com um levantamento de toda a sua carreira, e também sonha com o dia que for morar em Milão. ''Não é exatamente um sonho, mas uma ambição. Quando me aposentar, quero me mudar para lá''. Curitiba sentirá falta.
  • Só mais uma coisa que me ocorreu analisando tudo o que já foi dito e escrito nos debates e discussões sobre este assunto: quando é conveniente, usam o termo parceria quando é inconveniente, usam o termo sombreamento usam os dois termos para indicar exatamente a mesma coisa, Incoerente não? Saudações!!!
  • Robério, entenda uma coisa bem simples: o que vocês estão tentando impor é uma coisa que só existe na cabeças de alguns de vocês. Entre estes, você. Essa rixa idiota contra os Designers, especialmente os da área de Interiores. Esta área específica nunca foi e nunca será de vocês. Vocês se apoderaram dela especialmente no período das decadasde 70 e 80 quando esta virou moda e a área de vocês estava claramente parada no país todo, havia um marasmo enorme (assim como hoje também há em alguns locais). No entanto, vocês usam os conhecimentos adquiridos em ARQUITETURA - que nem de longe compreende o todo de um projeto de Design de Interiores - como pseudo-argumento para justificar suas pseudas atuações profissionais dentro desta área. Como bem postou Foster num outro tópico, arquitetos baseiam-se em Neufert, Designers em Dreyfus e Neufert. Aqui começa grandiosa diferença que torna-se visível nos projetos. Entre incontáveis outras. Portanto, qual o problema de solicitar que os arquitetos (ou quem quer que seja) busque especializar-se dentro desta área antes de sair por aí dizendo que é Designer? Vamos ser francos, realistas e deixar os melindres e egos fora disso: você mesmo já presenciou arquitetos colocando que realmente vocês não tem absolutamente nada durante seus cursos pertinente e específico sobre esta área. Então meu caro, como já coloquei antes, não tenho absolutamente nada contra isso tudo. Tenho sim contra determinados profissionais que tentam sorrateiramente e de forma suja puxar o tapete do outro. Outro ponto, você colocou sobre a CF. Percebe-se que nem você e nem quem anda trabalhando pró aprovação do CAU estão realmente atentos à ela. No entanto, que venha a CAU, não temos medo, nao estamos ansiosos e para nós Designers, ela não vai feder e nem cheirar pois sobre nós vocês não tem e nem terão absolutamente nenhum poder. Somos de categorias profissionais diferentes e distintas. Por mais que hajam os tais "sombreamentos" que são facilmente justificados e anulados judicialmente. Quanto ao outro lado da moeda, parece estar bem gasto pois seus argumentos não convencem e desmoronam facilmente diante de contra-argumentos simples. Reli varias vezes o teu post inicial Robério e reafirmo: procure informar-se melhor sobre a formação de um DI e tudo o que esta engloba. Pelo visto, desde minha primeira indicação para que você fizesse isso, não o fez e continua com o mesmo discurso leigo sobre DI. Sobre o que nos é passado de limitações profissionais entre vários outros assuntos pertinentes. Você parece que não quer ver essas coisas para poder manter-se confortavelmente em seu trono e não ter de encarar a realidade do que já postou aqui e em vários outros fóruns. Talvez para não ter de admitir publicamente o seu erro, mesmo que por desconhecimento. Em momento algum você poderá afirmar que me viu defendendo que DIs podem sair por aí derrubando paredes a vontade e quando der na telha. Já cansei de colocar que eu mesmo denuncio esta prática quando vejo pois tenho plena consciência da seriedade desse ato inconsequente. E também das várias outras coisas que você cita. Para isso meu caro, existem as parcerias que você mesmo coloca em palavras mas deixa claro nas mesmas que nao deve ser muito adepto delas. Trabalho atualmente com 32 arquitetos, 4 engenheiros civis, 2 engenheiros elétricos entre vários outros, inclusive outros DIs. De forma HARMONIOSA com todos. Outro fator a destacar de seu post é o fato de "alguns DIs" colocarem-se como arquitetos. Sinceramente eu nunca vi isso acontecer e, se um dia ver, pode ter certeza de que também o denunciarei. Porém vale ressaltar uma coisa aqui: em várias lojas já fui chamado de arquiteto ou engenheiro pelos vendedores (especialmente na primeira visita) que tem o vício de achar que todos que mexem com projetos são arquitetos ou engenheiros. DI é uma especialidade nova ainda e não é conhecida por todos então é comum acontecerem estes equívocos. Porem estas palavras nunca sairam de minha boca e, sempre que acontecem, interrompo e deixo clara a minha profissão: não sou arquiteto, sou Designer de Interiores. E, quando em projetos de LD: não sou arquiteto, sou Light Designer (associado e reconhecido pelas duas associações brasileiras). Bom, resolvido isso, aproveito para pedir que não deixe de participar do Blog, afinal isso qui é um espaço público, está sendo cotado como um dos principais do país na área de Design, fonte de pesquisa e aprendizado tanto para acadêmicos quanto para profissionais. Ah, e também para os leigos que nao conseguiram ainda conceber o que é Design e toda a sua complexidade. Saudações iluminadas!!! LD&DA Paulo Oliveira
  • Ok, paulo estava esperando a sua réplica para dar linha na pipa. Nao vou ficar dando ibope para um doido como vc. Vc paraece o titanic, grande, moderno, glamoroso, potente e o seu fim vai ser como tal. A tua verdade é tao real quanto uma nota de "treisreaus"... Paulo, nao vou voltar mais aqui para ver as suas santices, portanto tudo que vc vier postar sobre mim apartir de agora, estará falando de mim pelas costas, ok??? Portanto, nao seja desleal!!! Quero pedir desculpas aos demais participantes desse espaço, pois só pensei em mostrar o outro lado da moeda, mas com o titanic, nao dá. No mais, volto afirmar que nao sou e nunca fui contra os Designers. Abçs a todos. Luiz Robério.
  • Obrigado pelo retorno ao blog Luis e, por mais uma vez, de forma gratuita a expontânea confirmar tudo o que eu e vários outros Designers (portanto nesta verdade não sou só eu quem acredita) estamos denunciando ja há tempos: egos hiperinflamados e feridos de ALGUNS ARQUITETOS contra os DESIGNERS. Retribuo a ironia e já que VOCÊ se diz também da área de EDUCAÇÃO que bursque se iformar melhor antes de vir atirar pedras... Posso ser mala ou o que você desejar meu caro, o seu conceito sobre mim é dispensável pois MAIS UMA VEZ você corre atrás de mim para me agredir, tentar me humilhar enfim... não acrescena nada de útil ou pertinente ao tema do tópico mas tudo bem, já aprendi a conviver contigo e seus melindres... isso eu já tiro de letra eheheheheheehehe. Bom, vejo que quem está beeeeeeeeeem desinformado não sou eu meu caro Luis Robério e sim você. Pelo visto o manto de deus do seu curso de arquitetura novamente lhe deixou inumeras brechas e falhas... tanto nas questões sobre formação (IES) quanto nas burocráticas (concursos)... Sobre a CAU, estu tããããão preocupado com isso que você nem faz idéia... sei de toda a tramitação do esmo como também sei de todo o cartel formado em torno disso. Podem jogar sujo o quanto quiserem. Um dia é da caça, outro do caçador... Sombreamento de profissões... lá vem ele DE NOVO com esse papo que já cansei de expor, argumentar com citações de fontes e mais fontes, tudo certinho... porém ele continual insistindo em mergulhar apenas na superfície pois sabe inconscientemente que se for mais para o fundo a "verdade" dele vai se afogar e ele perceberá (mesmo que seu ego nao admita jamais) que esteve errado o tempo todo, que foi incoerente e inconsistente. Mas tudo bem. A nossa intenção (lá vem ele de novo) nunca foi vetar o CAU meu caro. Muito pelo contrário sempre torcemos para que realmente vocês conseguissem isso - claro que não por arquitetos como você e alguns outros, mas sim por arquitetos amigos nossos e que são coerentes com as realidades suas e nossas. Portanto Robério, escolha outro alvo para descontar suas neuras nos momentos de "petis" egocêntricos. Enquanto você está aí posando de protótipo mal executado de um projeto falido de um sonho frustrado de um dia vir a ser algo semelhante a Deus, tendo altos petis, uma pessoa claramente melindrosa e rancorosa que desrespeita até mesmo a propria palavra quando faz acordos com outros, eu continuo aqui em minha vida fazendo várias parcerias com OUTROS ARQUITETOS, aqueles que você diz não existir, que são CONSCIENTES de sua formação e conhecimentos e, portanto, de suas limitações. Mas enfim, cada um escolhe o caminho bem quiser para a sua vida. Carinha, custo a acreditar que você até hoje está remoendo aquilo tudo que rolou lá na CAU. Decerto você encontra-se, assim como vários outros de lá, frustrados e negando a verdade: VCS NÃO SÃO NEM NUNCA SERÃO DEUSES. O curso de arquitetura nunca foi e jamais será o mais perfeito e completo que existe, assim como vocês mesmos várias vezes colocaram por lá e em vários outros lugares. Estou respeitando ao máximo aquilo que você me enviou outro dia... aquilo que falava sobre Deus, irmandade... porém você insiste em me atacar. SE você teve algum problema pessoal ou profissional e resolveu vir até aqui disparar livremente em quem não tem nada a ver com isso, na próxima, mire a sua metralhadora pra tua esposa ou pra tua família. Eles sim tem obrigação de te aturar nos momentos negros ok? É mais ético pessoalmente e profissionalmente. Saudações Robério.... e muita luz nessa cabecinha oca... LD&DA Paulo Oliveira.
  • PS: O CAU está em fase de aprovacao. A nova redacao foi feita pela casa civil e está de posse junto as entidades que nos representam para a análise. É questao de tempo. Bem pouco tempo!!!!!!! Procure se informar para ver se está afrontando a constituicao federal, seu mala sem alça............. Corra para vetá-la!!!! Ha,ha,ha.ha,ha................... Robério.
  • uma coisa muito importante que me esqueci de enfatizar no texto é o fato de que algumas lojas exigem a carteirinha para pagamento das RT's e de alguns nucleos municipais de decoração que exigem esta também. O que acontece é o seguinte: a ABD nem de longe é uma entidade reconhecida na federação nem por lei alguma como sendo a oficial de representação dos Designers. Portanto, qualquer tentativa deste gênero torna-se vazia e incorreta. Esta carteira não tem a validade de uma fornecida por um conselho como CREA, CFM, CFP, OAB, AOB ou qualquer outro... ela não passa de uma carteira de uma associação não federada. Portanto, se alguém lhe exigir esta, bata o pé, chame o gerente geral ou dono, diga o porque voce nao é associado ou melhor ainda, copie e imprima o depoimento da Marina e peça para que leiam em voz alta e depois apenas questione: qual a validade de uma associação que se presta a um papelão desses?
  • Pessoal, Olá Robério como vc. está, espero que esteja bem, depois te tanto tempo vamos lá.... Eu acho que todos nós temos que verificar que há cursos e cursos de Interiores, por exemplo quando eu fiz o curso, fiz opções de outras matérias para conhecimento mesmo, não para tentar exercer a função de arquiteta, mesmo porque a minha sócia é arquiteta e não há necessidade de colocar meu nome nem o serviço prestado em riscos, estudei por exemplo topografia,Ergonomia pq. sem esse conhecimento num dá né...., Luminotécnica (Philips) e muitos outros cursos dentro da Philips,Conforto ambiental (já fazia parte do curso), Design de móveis, Paisagismo (fiz pela IBRAP que é uma das mais conceituadas ;escolas de paisagismo de São Paulo)história da Arquitetura, design e das Artes (parte integrante do curso), tecnologia da cor e estudo (curso com Elizabeth Wey, criadora da tabela CECAL, e parte integrante do curso), estudo de telhados e o principal que a maioria dos arquitetos não tem acessibilidade (NBR 9050), eu só as vezes acho que vc. generaliza os cursos de finais de semana com os profissionais sérios que estão sempre se aprimorante e aprendendo, eu por exemplo tive meu portifório aprovado pela IED (Instituto Europeu de Design) onde estou começando um curso muito sério, que dá direito ao Certificado Europeu....acho sim que em alguns pontos vc. tá certo, cada um deve atuar na área que estudou,não dá pra querer ser arquiteto e vice versa pois sabemos que muitos cursos de Arquitetura não dão base nenhuma à área de interiores..... bjs a todos
  • Olá Luis, prazer em revê-lo agora por aqui, na minha casa. Interessante este teu relato. Porém nao vou ater-me às questões de regulamentação, atribuições e blablablablablas, ainda mais com normas vindas de CREAs & Cia que AFRONTAM A CONSTITUIÇÃO. (se nao sacou isso ainda, leia-a na íntegra, mas seja capaz de fazê-lo após despir-se de tua armadura de arquiteto, podendo assim ser capaz de fazer uso da dialética) ; ) Vamos ao que vc postou sobre disciplinas. Diz que entre tantas e tantas e tantas disciplinas vocês tem estas: - Comunicação visual; - Design de móveis; - design de produtos; - História da Arquitetura, do Design e das Artes; Pois bem, vamos por partes. De tanto que vocês escrotamente me achincalharam em bando lá na comunidade da CAU (UHUUUUUUUUUUUUUUUUU!!!! VETOU!!!) resolvi alterar o foco de minha monografia de pós em EDUCAÇÂO SUPERIOR, indo em cima exatamente deste foco. Tive de trabalhar com uma comissão de orientadores pois além de toda a parte pedagógica envolvida, também versei sobre direito e Leis, mercado de trabalho, formação acadêmica e cultural, e mais uma carrada de coisas que me custou meses insones (daí o meu desaparecimento do Orkut) em cima de livros, sites de TODOS os cursos de arquitetura do Brasil e mais muuuuuuuuuuuuuuita, mas muita coisa mesmo. O resultado? Uma monografia de pós com 280 páginas (grande né????) porque ainda tive de cortar um monte de coisa e deixar de fora um monte ainda maior de incoerencias e inconsistencias do discurso usado e defendido por vc e ALGUNS outros arquitetos. A coisa foi tão fraca, que minha primeira orientadora nao suportou o tranco e pulou do barco me deixando sozinho até a escolha de nova orientação. Bom, mas voltando ao que interessa. Muito me estranha ler vindo de você que, salvo ledo engano, vi escrever em algum local que também é professor, nao perceber que se trai dentro de seu proprio discurso ou por nao prestar atenção, ou por nao estar devidamente preparado para a dialética, desnudo de tua armadura de arquiteto. Talvez pela ira em me ver postar que Deus, antes de ser o grande arquiteto, é antes de tudo, o primeiro físico. É a vida... Mas bem, COMUNICAÇÃO VISUAL é apenas e tão somente uma pequena área dentro do DESIGN GRÁFICO. Logo, não vocês não são Designers! DESIGN DE MÓVEIS - também não lhes outorga o título de Designers pois o que vocês aprendem é tão somente detalhamento (plantas, cortes basicos e tal). Isso sem contar que raríssimos são os arquitetos que tem capacidade de entregar a um marceneiro um projeto de DESIGN DE MÓVEIS como realmente deve ser. A grande maioria entrega esboços, rabiscos e diz ao marceneiro: resolva! E não negue isso pois você sabe bem que É verdade. DESIGN DE PRODUTOS: nossa essa realmente é nova pra mim. Deve ter sido inserida às pressas em alguma matriz curricular por aí. Mas também já vi projetos de produtos feitos por arquitetos. Só que até agora, nao, não vi nenhum completo o suficiente em todos os detalhes que outorgue a algum arquiteto este título de Designer. Lamento. HISTÓRIA DA ARQUITETURA E DAS ARTES tudo bem, mas do Design não. O que vi que os cursos de arquitetura repassam aos acadêmicos é uma pincelada bem básica sobre o Design em disciplinas como Introdução ao Design, e só. Não há qualquer aprofundamento suficiente sobre isso que lhe dê o direito de dizer que é um Designer. Agora, mesmo lendo tudo o que escreveu, citou e colocou repito: não, vocês não são Designers. Assim como nós não somos e nem queremos ser arquitetos (bem ao contrário do que voces dizem, especialmente sobre mim). No entanto o que vemos, é que o inverso, é sim verdadeiro. Mas ressalto que, só o serão mesmo, depois de cursarem uma faculdade de DESIGN, seja de que área for. Por este simples FATO, não vocês podem até atuar em decoração de interiores ou "arquitetura" de interiores (rsrsrsrsrsrsrrsrs tá bom levando em conta o que vocês dizem ser isso quando as matrizes e ementas de seus cursos desmente voces), mas JAMAIS entitularem-se Designers de Interiores. Olha a propaganda enganosa heim? rsrsrrs Outra coisa é que o Sr parece que ainda nao entendeu (mesmo depois de postado incontáveis vezes) que nós Designers, não nos interessamos por estruturas, não é esse o nosso foco. No entanto, se houver sim alguma estrutura que prejudique o nosso projeto e que, se for para melhorar a qualidade de vida e acessibilidade do usuário final, VAMOS DERRUBA-LA SIM COM O DEVIDO RESGUARDO DE ALGUÉM HABILITADO PARA TAL: O ENGENHEIRO. Um arquiteto ovacionado por vocês (até por mim mesmo até ler isso que vou mostrar) diz em algum lugar (você deve saber muito bem onde: conta uma historinha de uma cliente que foi lhe reclamar que seu filho despencou de um bairal de 1,5m de altura e fraturou a perna e a resposta dele foi: bem feito, agora ele aprendeu que não deve chegar perto do beiral. O usuário adaptar-se ao projeto? Engraçado, em meu curso de Design me foi passado que antes de tudo devemos conhecer a fundo o usuário para adequar o projeto às necessidades DELE e não o contrário. Nossa Sr arquiteto, agora te pergunto: é errado nós Designers entrarmos em cena pra ajeitar essas porcarias que vcs fazem? Neste caso, mandar colocar um parapeito ou alguma estrutura que elimine este risco? OU é correto mantermos assim mantendo o usuário em risco em nome de um DA que já lhe foi devidamente PAGO pelo projeto? Afinal, quem é o dono do imóvel é o usuário, e não o arquiteto ou seja lá quem o projetou. Ele tem mais direitos sobre o imóvel que qualquer outra pessoa. Estou errado? Ou ele deve botar tudo que suadamente investiu no chão, contratar OUTRO arquiteto que realmente cubra as suas necessidades, gastar mais um rio de dinheiro, EM NOME DE UM SUPOSTO DIREITO AUTORAL? É Luis, as coisas não são bem por aí. Não são tão simples assim ou como o CREA, IAB ou seja lá quem for, queira que seja. A realidade DO CLIENTE é outra. E como profissionais, devemos respeita-lo. SE o projeto da CAU fosse coerente e correto, não teria sofrido o VETO que sofreu. Apesar de meu signo acima ter demonstrado alegria por isso, se nao entendeu a ironia nao posso fazer nada. Mas não, mesmo achando-o um embuste ao mercado, jamais desejei que nao fosse aprovado - salvo se fossem mantidos aqueles tres ou quatro embustes no texto. Quanto à ABD (e nao ABDI), façam bom proveito dela. Já que alteraram o nome pra ABDI, façam o mesmo agora e tomem de vez aquele lixo pra vocês e, aproveitem e alterem a sigla pra esta proposta por você mesmo em seu post. Quanto ao paisagismo, te proponho vir aqui em meu prédio ver a merda feita por uma arquiteta. Tive de contrarar um JARDINEIRO para resolver tudo aquilo pois, pra soltar as plantas no chao (sem cova e limpeza de detritos) e jogar uma terrinha por cima, até meu sobrinho de 5 anos faz melhor. Bom, será muito bem vindo quando quiser por aqui, em minha casa Sr Luis. Porém, te peço que não use de falácias nem de meias palavras. Da próxima vez, seja claro, direto e objetivo. De todas as normas pelo Sr citadas, nenhuma permanece em pé quando posta frente a frente com a Constituição Federal. Porém, nem por isso saímos por aí dizendo que somos arquitetos, médicos, psicólogos ou que podemos fazer coisad de outras profissões, ao contrário de vocês. Leia, pesquise, reflita. Permita-se perceber que seus argumentos são errados. Não dói nada... só no ego um pouquinho. Sobre as divisões internas da área, as mesmas existiram quando vocês ainda formavam-se como engenheiro-arquiteto não é mesmo? Então por favor, essa falácia nao cabe aqui. Peça para seus pares pararem de obstruir a nossa luta pela regulamentação do Design. Mas, conforme o Fernando já citou acima, sim, temos formações variadas como bacharel, tecnólogos (se nao sabe, é da educação superior sim) e tbm os técnicos (nível médio). Dá na mesma né não? E também, sim, fazemos sim especialização em qualquer faculdade ou universidade onde não haja um grupo de arquitetos enciumados que barrem nossa entrada. Bom, se quiser se aprofundar mais sobre estes assuntos, debater mais, trocar idéias, informações dentro de uma visão pluralista, de maneira cordial (longe daquela que me fizeram lá na CAU), estou a disposição: ldda.paulooliveira@sercomtel.com.br Mas sem revanchismos. Pensei que aquela nossa troca de e-mails seria respeitada. Te dou portanto, mais uma chance.
  • sr Luiz Robério, vale ressaltar que a formação tecnóloga assim como o bacharel é considerado como curso superior, tanto que os tecnólogos estão aptos para cursar pós-graduação (mestrado, doutorado, especialização). Fernando Rigotti Estudante de Design de Interiores do CESUMAR www.fernandorigotti.com
  • Prezados: Não desejo entrar no mérito da questão do sr. Paulo em relação a sua bronca (que não é de hoje), contra a ABDI e com os Arquitetos. No entanto, por uma questão de coerência e responsabilidade junto aos clientes e estudantes de design e arquitetura, gostaria de apresentar meu ponto de vista quanto ao batido e desnecessário questionamento acerca das atribuições/formação dos Arquitetos em relação aos DI`s, nesse valioso espaço DEMOCRÁTICO. Nota: Todavia eu seja Arquiteto, não sou atuante neste segmento de interiores, embora faça, eventualmente, um trabalho ou outro. Não é verdade que um Arq. somente é DI pq tem duas disciplinas de ARQUITETURA DE INTERIORES (e não composição de interiores, como dito), pois a expressão Arquitetura, nesse contexto, infere em atuar sobre as estruturas e instalações de uma edificação, ou seja, uma situação mais macro. A formação dos Arqs se dá através do rol de disciplinas constantes nos currículos de um curso de Arquitetura e Urbanismo, que além das disciplinas mencionadas pelo sr. Paulo, agregam-se: - Ergonomia; - Luminotécnica (lightdesign); - Conforto ambiental (temperaturas, ruídos, vibrações, iluminação, sombra e luz, umidade, etc...); - Restauração; - Design de móveis; - design de produtos; - Paisagismo; - História da Arquitetura, do Design e das Artes; - Comunicação visual; - Avaliação pós-ocupacional; - computação gráfica; - desenho de observação; - representação e análise da forma; - acessibilidade nas construções; - segurança contra incêndio e pânico nas construções; - tecnologia da cor; - etc. Existem ainda, disciplinas relacionadas à área oferecidas como optativas: - escultura; - fotografia; - pintura; - artes e artesanato; - webdesign; - dança; - cenografia; - e outras de acordo com cada IES. Isso sem falar do rol de disciplinas de cunho técnico e estrutural. Logo vemos que o conjunto dessas disciplinas é que se dá a formação de um Arq, caso queira, em DI, e não tão somente duas disciplinas isoladas como o sugerido. Assim, os Arqs podem ser (e são DI), quando apenas interferem em um espaço interno (logo interiores), especificando apenas materiais de revestimentos, acabamentos, luminárias, cores, mobiliário, etc, SEM INTERVIR na estrutura ou instalações da edificação. Já os DI`s, ao contrário dos Arqs, não podem intervir nas estruturas e nas instalações, o que resultaria em exercício ilegal da profissão de Arquiteto, pois para isso, como visto, deveriam ter a formação de Arquiteto. A profissão de Arq. é legalmente regulamentada pelo Decreto-Lei Federal nº 23.569, de 11 de dezembro de 1933, e suas atribuições profissionais estão atualizadas pela Resolução do CONFEA no. 1010 de 22 de agosto de 2005, que “Dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício profissional”. (http://www.crea-sc.org.br/noticias/2006/fevereiro/08.01.resolucao.php). Anexo da Resolução 1010/05 (http://www.crea-sc.org.br/download/1.pdf). Já a situação entre os Arqs e engs civis é diferente. Os engs não possuem (ou no máx uma disciplina de projetos de arquitetura), e sim DESENHO arquitetônico, porém, têm as mesmas atribuições que os Arqs para projetarem casas, shopping, aeroportos e o escambau. Isso sim é injusto. Em outras palavras, os Arqs podem fazer tudo o que os DI`s fazem, mas a recíproca não é verdadeira, além do fato da profissão do primeiro profissional ser regulamentada por lei, enquanto a do segundo, não. Os Arquitetos, TODOS que conheço, não são contra a profissão de DI, mas sim de alguns designers de interiores que insistem em se passar por Arquiteto (em relação ao título profissional), ou aqueles que insistem que podem derrubar paredes deliberadamente, aumentar cargas elétricas em circuitos ou fixarem forros em lajes que não sabem se irão suportar a sobrecarga ou como intervir para que possam suportar. Logo vemos que o foco de alguns DI`s está errado em questionar as atribuições/formação dos Arquitetos. A distinção está bem clara e a convivência é possível. Os DI`s devem voltar seus questionamentos aos decoradores (que é diferente de DI), pois estes, que se formam muitas vezes por correspondência, não podem se passar por DI e é o que vem acontecendo. Como vcs podem ver, o foco é outro, bem diferente do que se tem apregoado. Tb com os eng. Civis há situações em que a participação dos dois profissionais é bastante clara. Vejam o exemplo da ponte JK em Brasília (http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.metalica.com.br/pg_dinamica/bin/ver_imagem.php%3Fid_imagem%3D6656&imgrefurl=http://www.metalica.com.br/pg_dinamica/bin/pg_dinamica.php%3Fid_pag%3D986&h=209&w=180&sz=6&hl=pt-BR&start=37&sig2=HBEuJFBXj37oa2NZhNo4Nw&um=1&tbnid=_k8UQJJGaSUQbM:&tbnh=106&tbnw=91&ei=iwVDR9u5O4KCeMrZgLQP&prev=/images%3Fq%3Dponte%2BJK%26start%3D36%26ndsp%3D18%26svnum%3D10%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26cr%3DcountryBR%26sa%3DN ). O Arq. Concebeu a forma e o eng. a estrutura. O Arq não fez a estrutura, pq não temos a disciplinas de pontes e viadutos. É esse entendimento que devemos ter. Me veio a cabeça nesse momento a seguinte questão: Todos que fazem um curso de DI, se dizem Designer de Interiores, sendo que existem três níveis de formação, a superior (bacharel em DI), a tecnóloga (não é técnico e nem bacharel), e os técnicos em DI. Eu pergunto: existem limites de atuações entre os diferentes níveis? É justo (ou correto) todos denominarem-se DI, tendo três níveis diferentes de formação? No caso da Arq. E eng. existem os Arqs. e engs. (bacharéis), os tecnólogos em construção civil (que não são técnicos nem arqs e engs) e os técnicos (em topografia, edificações, etc...). Para todos, as limitações são bastante claras entre as formações. Como é isso entre os DI`s? Por fim, há algum tempo, sugeri ao pessoal da ABDI que criem a ABAI | Associação Brasileira dos Arquitetos de Interiores, assim como existe a ABAP | Associação Brasileira dos Arquitetos Paisagistas, e deixem a ABDI para os DI`s, já que a formação e os níveis de atuação são distintos. Não quero polemizar mais ainda a polêmica. Como disse no início de minha participação, apenas mostrar o outro lado da moeda. Fraterno abraço a todos. Arq. Luiz Robério Joaçaba [SC] PS: caso queiram entrar em contato direto, favor enviem e-mail para projetos@escrioriodeprojetos.com.br
  • Olá Evelling as RTs (reservas técnicas) são comissões que fornecedores pagam aos profissionais por indicação de clientes. Aquela coisa, vc tem uma loja de pisos e eu levo clientes lá pra comprar com vc pois sei que vc vai me pagar esta "comissão de vendas"... é uma maneira de garantir vendas e meio que uma parceria entre profissionais e fornecedores. Porém, o cliente é quem paga esta comissão ao profissional pois o valor da mesma está inserido no seu produto. O correto seria o profissional conversar com o cliente sobre a existencia das RTs e fazer um acordo. O profissional pode manter o valor do projeto e exigir do fornecedor que acrescente o valor das RTs como desconto para o cliente ou baixar o valor do projeto em troca das RTs. Mas jamais agir da forma anti-ética que está sendo feito no mercado onde o profissional cobra alto pelo projeto e ainda recebe as RTs dos fornecedores pois, como ja disse antes aqui, é o cliente quem estará saindo no prejuízo por pagar duas vezes o profissional.
  • Sou designer voltada para web, com formação gráfica, mas tenho como amigas e curso próximo o de Design de Interiores. Sei como há preconceito (na minha universidade há um curso de Arquitetura - UFBA) e vou repassar este link para minhas amigas de DI. Uma dúvida: O que é RT? Excelente texto!