O que é CMYK?

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Sempre quis saber o que significava CMYK mas tinha vergonha de perguntar? Não sabe por que CMYK têm a letra K no final e não a letra B? Nunca soube como identificar uma peça em CMYK? A Digital Paper está aqui para abolir de vez estas suas dúvidas!

CMYK é a abreviação para as cores ciano, magenta, amarelo e preto. O termo advêm do inglês “cyan”, “magenta”, “yellow” e “key” (ou “chave”).

Close-up de uma peça impressa em CMYK O acrônimo CMYK têm a letra “K” no final em vez de “B” (para “black”) por dois motivos: um deles é por causa que, no passado a chapa que continha a cor preta era chama de “key plate” ou “chapa chave” pois era geralmente a chapa com maior detalhe artístico ou “informações chave”. O segundo motivo é para que seja evitado a confusão com o outro modelo de cor popular – o RGB. RGB significa “Red, Green, Blue” (vermelho, verde, azul) e é como monitores e TVs representam a cor. E embora o termo “key” não seja mais usado hoje em dia, para evitar confusão com a letra “B” do RGB o acrônimo CMYK continuou inalterado.

Embora as cores ciano, magenta e amarelo quando misturadas formam o preto, esse preto é tido como “insatisfatório” e “imprático em certas ocasiões”. Estas ocasiões ocorrem quando existe uma predominância de preto na imagem, e as três cores juntas podem enrugar o papel (por excesso de líquido) atrasando a secagem, Além do mais, utilizar tinta preta é menos caro do que utilizar 100% de cada uma das 3 cores.

O sistema CMYK é usado na impressão em cores com tinta, ocultando certas cores quando impresso em um fundo branco (ou seja, absorvendo ondas de luz particulares). Este modelo chama-se subrativo pois a tinta “subtrai” luminosidade do branco. A combinação das quatro cores do CMYK podem reproduzir toda a principal gama de cores do espectro visível, porém não todas as cores existentes do mundo (embora o sistema CMYK possa imprimir milhões de cores diferentes).

Identificar a escala CMYK em um impresso pode ser feito com uma lupa ou um conta-fio. Caso o impresso seja feito de pequenas retículas das quatro cores, geralmente dispostas em ângulos padrões, pode se ter certeza que foi impresso em CMYK.

Os “pontos de cores CMYK” que aparecem nas imagens têm ângulos definidos, e formam um padrão. Dependendo de quantas cores são usadas e da preferência do operador da máquina, geralmente os “pontos” são impressos em um dos ângulos definidos:
ângulos de impressão

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5 comentários

  • Parabéns pelo artigo, realmente muito bom. Eu já conhecia o real significado do K, mas um antigo professor de Produção Gráfica do Senac, o qual eu respeito muito pois já tinha muitos anos de experiência, me ensinou que o K significava Key sketch, de traçado chave, já que todas as marcações de dobra, refile e imposição eram feitas com essa cor. Mas acho q no geral, o sentido é o mesmo de key plate. E gostei muito quando foi dito sobre o acrescimo da cor preta no sistema subtrativo, pois na verdade, na teoria, a junção das cores básicas desse sistema DEVERIAM chegar ao preto. O que acontece é uma falha e chega-se apenas a um marrom bem escuro, que não é preto. E outros fatores como custo e saturação de cores em um mesmo ponto do papel podem fazer com que o mesmo fique muito molhado, como foi dito no artigo. Vai um pedido: acho q o tema sobre cores é bastante amplo, produtivo e importante para qualquer designer. O domínio da teoria das cores, tanto no que diz respeito a física da cor, fisiologia e psicologia, é uma área que vale muito a pena de se estudar, então realmente eu acho que poderia ter uma série de artigos sobre o assunto, seria realmente muito esclarecedor. Afinal de contas estamos falando de uma coisa que nem ao menos existe, que é a cor... rs... seria interessante estudar ou debater uma coisa que não existe! abs a todos!
  • Muito elucidador o texto, no entanto tem alguns equívocos nele: 1) O modelo CMYk não reproduz todas as cores do espectro visível, nem consegue reproduzir milhões de cores. A quantidade de cores obtida fica na casa dos milhares e oferece uma faixa cromática muito reduzida, quando comparada ao modelo RGB. Sem contar que mais de 52 fatores podem afetar essa quantidade de cores que o modelo CMYk consegue reproduzir, o que inclui o tipo de papel, resolução de saída da imagesetter, qtde de variações do ponto gráfico, ganho de ponto, tipo de revelação da chapa de impressão, tempo de exposição na gravação das chapas, etc, etc, etc. 2) Os ângulos das cores não se referem apenas a preferências do impressor: alguns ângulos tornam as cores mais ou menos visíveis. Em materiais onde há muito magenta, por exemplo, pode ser necessário inverter o ângulo (75) do magenta com o de outra cor (preto a 45º), para suavizar os tons de pele, por exemplo. O ângulo mais visível é o do amarelo (0 grau) e o menos visível é o do preto (45 graus).
  • Quando se exporta uma imagem vetorial, para um padrão cmyk, alguns programas de computador dificultama conversão, prejudicando e degradando os futuros trabalhos com a edição da imagem. Deve-se tomar um certo cuidado, pois mesmo sendo um mos um mosaico de milhares de cores a imagem final pode sair compessima qualidade. Tentem ajustar as imagens canais por canais. Boa Sorte!