TMDG – Atrasadão

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Bem, acho quando fiz o primeiro post sobre cobertura em tempo real o pessoal não entendeu que era pelo twitter que isso seria feito. E foi, na medida do possível.

Agora vamos as minhas impressões sobre o famoso TMDG.

Bom, primeiro de tudo sou um desiogner de produto que fica cada dia mais distante da atividade de Design como a maioria de nós foi adestrado para entender, e mesmo assim nunca fui muito fã de design gráfico, acho que a capacidade de influencia e solução de problemas reais é bem baixa – design gráfico não vai curar a aids, nem o cancer, nem acabar com a fome no mundo, face it boys. Como um amigo meu – que é designer gráfico dos bons definiu – a atividade não passa de arte capitalista hj em dia. Essse é o fato. Os melhores designers gráficos são ótimos artistas patrocinados por grandes marcas.

Sendo assim vou falar do Trimarchi Design Gráfico baseado no que ele se foca, as palestras grandiosas.

Buenas.

Primeiro Dia.

La Cocina

Os caras são bons. Já estão um passo além do simples artista gráfico e abrangem estratégia de marca de uma maneira aparentemente bem completa. Pelo q pude notar na pele são bem fortes por lá, no curto periodo de tempo q passei na Argentina vi muitas coisas q receberam o toque deles.

Em um case que apresentaram a criação de identidade para um leite achocolatado mandaram muito bem na pesquisa que mapeou a realidade do usuário final – crianças – e dos influenciadores/compradores (no caso, os pais) e suas percepções do produto. Abordagem no quesito design de personagens bem interessante, não achei o resultado final tão bom assim, mas era validado pelo processo como um todo.

Palestra boa, em vários momentos conseguem ir além do mais trivial.

Estudante selecionado – não vi, fui comer um chorupan.

Intervalo.

Mopa

Os caras são de Brasília e apesar da tradução simultânea trash mandaram bem.

Primeira coisa que difere da maioria das apresentações oba-oba do TMDG é que falaram bastante sobre o próprio processo, foram além de só mostrar imagens e receber palmas.

Com um estilo de trabalho bem característico, como processo e como resultado, me parece que eles ficam focados, talvéz até demais, em uma só linha estética. Com certeza isso funciona enquanto a “moda” estiver em sintonia com o trabalho que eles gostam de desenvolver, resta saber o que vai acontecer quando a maré mudar.

Eu boto fé neles, até pq pelo que sei eles já tomaram a sábia decisão de deixar a administração ( leia-se atividades administrativas ) nas mãos de um profissional da área e podem se focar no que são bons. Sábia decisão a meu ver.

Atypica

Pelo que entendi é a ABC Design deles. Não vi a palestra, acho q fui bater papo por ali, tava meio cansado…

Nomad Ink

Também não vi, mas o pessoal é daqui de Curitiba, se esbarrar nos eventos da vida pegunto o que eles acharam de lá.

Buenas Noches Trimarchi

Festerê do evento. Nada de muita novidade além da festa ter muitos ambinetes (uns 8 acho).

Segundo Dia

Estudante selecionado – também não vi.

Psyop

Responsáveis por animações fenomenais para vários video clipes e comerciais de marcas gigantescas, como o clássico fábrica de sonhos da Coca-Cola. Se enquadram bem no que falei sobre artistitas do capitalismo.

Intervalo

The UncoolHunter


Cara. Um dos pontos altos. Em um evento onde o clima é de puro “ieié, somos o ápice do senso estétido que afirmação do que é legal e está na moda” vem um pessoal rir do ridículo que pode ser isso, e o mais rídiculo, quando aparecem as coisas bizarras que todos tiram sarro e acabam virando moda, como bigodes hj em dia.

O que me lembra “TRENDS QUE É TRENDS NINGUÉM ENTRENDS“.

Naveguem no site, é muito divertido. Se já era engraçado ver a foto da sua tia de sombra azul nos anos 80 mais ainda é ver que sua filha pode um dia trilhar no memso caminho.

HORT


Cara. Melhor de todas.

O dono, proprietário, CEO e principal colaborador do HORT, escritório de design sediado na Alemanha que passeis em projetos relacionados a música e entretenimento, além DE MUITA PIRAÇÃO.

Sério.

Como um product guy não simpatizo muito com os projetos de design gráfico que para uma pessoa que se esforça em manter a acuidade artística o mais fraca possível tudo parecia sem sentido nem lógica.

Sem brincadeira, muita piração, extrapola minha compreensão.

Gostei muito das idéias do Eike Koenig, muito mais do que dos trabalhos do escritório. O cara tem uma postura muito interessante e positiva sobre a vida e sobre empreender. Não é um cara preocupado em parecer o mais legal nem ser idolatrado pela galera, abre o jogo e demonstra uma postura que difere demais do estrelismo que reinava no evento como um todo, coisa fina.

O Armando Fontes upou várias partes pro You Tube.

Palestra Hort no youtube.

Intervalo

Marian Bantijes

Ela manda muito bem, altas tipografias e tecnicas muito apuradas.

pena q a palestra não foi muito além do que vc pode encontrar encontrar no site dela…

Festa

Nesse dia a festa foi mais animada com uma pistra brasileña onde rolou de samba rock a pono funk.

As arrentinas gostaram.

Terceiro Dia

Estudante selecionado – não vi

Fileni Fileni

Não vi. Acredito que não tenha perdido muita coisa.

(não ter visto essas atividades prova que a noite anterior foi realmente boa).

Intervalo.

Joshua Davis

Extremamente ShowMan.

Segundo a conta do Pedro Oliveira foram 4 Red Bulls durante a palestra, como se ele precisasse… o cara é extremamente estriquinado de nascença, ou isso ou cheirou muito antes de se apresentar.

Legal dele é que abriu bastante o processo de desenvolvimentos de suas ilustras onde usa muita programação aliada a boa e velha micragem vetorial que acaba gerando um resultado q vai do extremo matemático a outro extremo de espontaneidade, coisa finíssima e uma loucura.

Falou bantante da importancia de se conhecer outra sculturas e outros pontos de vista. Pelo q vanho lendo em antropologia é bem lógico isso e explica um pouco do pq, por exemplo, o Hans Donner fez sucesso no Brasil. O cara que vem de fora vem com um outro olhar e sabe perceber nuances de comportamento e expressão que já passam batidas pra quem está inserido na cultura.

Armando Fontes gravou boa parte da palestra, confiram.

parte 1 parte 2 , parte 3 , parte 4 , parte 5, parte 6, parte 7 e parte 8

OBS:. Esse Joshua é a cara do nosso famoso Jonas Rossatto. É um jonas daqui 15 anos, digamos. hahaha.

Mesa Redonda

Era o espaço com todos os palestrantes e onde se esperava que sugissem as perguntas do público. A interação era mínima e tudo muito confuso. Não entendi patavinas do que estava acontecendo e resolvi que era hora de dizer adeus ao pessoal do evento, ir pro hotel arrumar as coisas, torrar os últimos pesos num bar e dar o TMDG por encerrado.

Nofinal acho que pode ser uma experiência bacana um TMDG. Não pretendo repetir, não acho que seja o ambiente de evento que eu gosto, essa coisa de ir ver palestra e bater palmas pros caras lá no palanque, mas foi válido.

Fica aqui um parabéns pro pessoal do TMDG que conseguem fazer um evento gigante q ainda cresce a cada ano, mas a observação para o cuidado e o pedido de que procurem inovar, fazer um evento além de palestra/festa.

Buenas.

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19 comentários

  • Ok Fernando, entendi o que você quis dizer, foi mais uma lamentação do que uma crítica propriamente dita ao pequeno poder do design perante desafios maiores da humanidade - e outros nem tão grandes assim. Quando falei sobre um designer de produto criticando o trimarchi, não descartei a opnião de ninguém, apenas acharia interessante a opnião de um designer gráfico também, já que o evento é voltado para esses profissionais - e os leitores desse blog muito provavelmente não tiveram a oportunidade de ir para a Argentina, portanto seria bom uma crîtica mais especializada digamos. Resumindo, parabéns pelo blog, gosto muito das discussões que rolam por aqui - gosto inclusive dos mal-entendidos e de ouvir opniões sinceras.
  • E desde quando fazer exposições marcadas pela visão pessoal é errado? Ele não pode criticar o trimarchi por ser designer de produto? A visão dele é menos válida do que a de alguém do gráfico? É exatamente esse tipo de idéia que deixa o design gráfico com uma presença tão ruim no mundo... Vocês confundem design gráfico com jornalismo, design gráfico com arte, desig gráfico com publicidade. Trabalho com design gráfico há 5 anos, já passei por agências, exposições, projetos específicos e me cansa encontrar no meu local de trabalho esse tipo de visão. A visão de jogar a responsabilidade na profissão dos outros, se resguardando para as tão fundamentais questões (puramente) visuais. Como se resolver um problema da humanidade fosse encargo de uma profissão específica. Vão estudar!
  • Como já disse em outros posts sou escravo da minha própria visão sobre as coisa... fazer o que... É Ricardo, por aí mesmo. Se não me engano na comunicação por telefone 50% das informações já se perdem (olhar, exp. corporal, etc) na escrita então... fora isso tem o contexto... famoso contexto... Eu tento me aproximar e escrever com informalidade pra causar uma aproximação, o nível intelectual de quem frequenta aqui vai desde pessoas q nem universidade fazem até doutores, confesso que já saquei que isso é um problema q a gente devia resolver, mas também acho vantajoso pros dois lados as vezes. Tirar os doutores da torre de marfim (mesmo tendo de conviver com a galera que não passa da primeira linha p não entende as palavras ou, neste caso aqui, não consegue variar a idéia um pouco e sacar o outro lado. Elder... eu não sou especialista em design gráfico, mas uma coisa ou outra eu me arrisco a falar dando a cara à tapa. Acho q peguei pesado no início mesmo e seria bem fácil dar um "edit" no texto agora, mas assumo o que escrevi e hora dessa me ratifico com um texto posterior, como os próprios autores e pensadores sempre fizeram com seus escritos. "se" achei agora, haha. Enjoy galera, não corram o risco de se levarem a sério demais.
  • Oi Fernando, Você tem uma posição pessoal e particular sobre a profissão e sobre as causas que ela defende, ou deixa de defender. Isso é importante, precisamos de várias visões sobre o mesmo assunto, para que haja crescimento. Nem sempre queremos concordar com tudo e com todos, e esse é definitivamente um direito nosso, afinal, a própria ciência cresceu com pessoas que um dia não concordaram com o jeito como as coisas foram feitas, não é mesmo? (graças a Deus, rs). Mas fica aqui uma sugestão: muitas vezes o debate que se forma aqui, nos seus posts, tem menos a ver com as suas idéias em si, e mais com a forma como você as escreve. Não tem problema criticar, se posicionar, defender sua visão, enfim, se expressar. Mas uns sinais de pontuação, um cuidado com a posição das palavras, poderiam tornar mais claras suas idéias. Também ajudaria ter consciência de que, num texto escrito, não temos tantas pistas "não-verbais" pra ajudar a interpretar o sentido do que você fala, pistas que existem num diálogo face-a-face, por exemplo, como o tom de voz, seus gestos, postura, até o brilho nos seus olhos =). Às vezes, quando escrevemos, e somos mal-interpretados, ficamos nos perguntando por que isso acontece, já que fomos "tão claros" no texto. Não, nem sempre somos tão claros assim, pois as palavras são um terreno perigoso e o efeito delas nem sempre é aquele que prevíamos. Fica aqui a sugestão pra você caprichar nos seus textos, continue dizendo o que você pensa, mas ajude-nos a aumentar as chances de captar seus insights, e poder aprender com suas diferenças. Espero que o efeito das minhas palavras seja uma contribuição para a expressão das suas idéias. Cordialmente, Ricardo.
  • Tyler, não é bem assim... Eu achei o trabalho bacana, mas na minha visão de cara idióta e encanado com com a vida, o universo e tudo mais acho que arte aplicada a venda de carros (por exemplo) não é lá a forma de atuação mais elevada que se pode ter. Sei que a vida de elogiar e aplaudir tudo é bem mais fácil, mas eu tenho esse mal de falar o que penso. De novo. Acho o trabalho artístico do Mopa bacana, mas do potencial que a inventividade humana tem usar pra coisas tão, digamos, frivolas me parece meio disperdício de potencial... Nao quis ofender.. pelo menos tentei...
  • Na verdade ao citar a impotencia do área de design gráfico frente as grandes pendengas da humanidade ia linkar um artigo do Bruno Porto (profissional da área gráfica de renomada capacidade e na crista da onda) onde ele fala sobre o terremoto que rolou na china uns meses atrás e onde ele e mais um time de designers gráficos se juntaram para tentar usar suas capacidades profissionais para fazer algum tipo de coisa que ajudasse nessa crise... O mais perto disso que chegaram foi a idéia de fazer cartazes, vender, e doar o dinheiro. Que não seria nada diferente que vender sorvete para o mesmo intuito, ou qualquer outra forma de juntar dinheiro, entende? Como o grande profissional e ser humano que (presumo) que ele é sou assumir a impotencia da sua área de atuação perante os grandes perrengues da existência humana. Outro cara indiscutivelmente FODA é o Stark, que na sua palestra no TED diz que nos tempos difíceis, quando falta o pão e irmão mata irmão, pode esquecer o design meu chapa (e nessa ele inclui produto também). Minha idéia é mais ou menos essa. Dependendo de como é aplicado o design é uma coisa extremamente superflua. Design gráfico de um modo geral entra nesse jogo pra mim, se duvida vai ver a quantidade de gente que o setor de publicidade (internacionamente conhecido escravisador de DG) está colocando na rua, e só fazem isso pq eles mesmos estão tendo suas verbas cortadas por ser outra coisa do grupo do superfluo. Numa boa, como diz o famoso INDEXED.com , quanto menor a qualidade de um produto mais publicidade ele precisa. Buenas. Nessa devo ter ofendido uma galera, sempre acontece isso comigo, texto escrito realmente fica mais ríspido e perde muitas das nuances que se consegue colocar em um diálogo. Não vi nenhum bom motivo para mudar de idéia, e desculpem minha rudeza, sou meio avesso a a modinhas, descoladices e a verdade boa parte do que tratam como "arte" e não acho que isso mereça tanta atenção ou empenho. Desculpem. Ou não.
  • Parei de ler esse texto quando cheguei nessa frase sem sentido. "... acho que a capacidade de influencia e solução de problemas reais é bem baixa - design gráfico não vai curar a aids, nem o cancer, nem acabar com a fome no mundo..."
  • Como bem disse o Matheus acima, não entendi essa ótica sobre a profissão. O que são os "problemas reais" do mundo? AIDS, fome, câncer?! São enormes problemas, mas a solução disso foge completamente de nossas mãos, e isso nada tem a ver com estarmos inseridos num sistema capitalista ou não. Isso cabe a profissionais de outra área. Talvez possamos participar disso de outra forma, enfim. Pergunto, sem querer soar como afronta, o que o design de produto poderia solucionar para esses problemas?
  • Então, sou um estudante de design gráfico que já trabalha há algum tempo na área. Fui no TMDG esse ano e achei realmente muito bom. Não gostei do fato de voce, como designer de produto, ter escrito sobre o evento, já que acaba por deixar muita informação de fora. Se eu fosse em algum congresso sobre design de produto, ia acontecer a mesmissima coisa, ia deixar de lado muita informação relevante e analisar apenas a estética dos trabalhos. Mas enfim, durante alguns anos frequentei encontros de estudantes de design no Brasil, e a cada dia que passa eu fico mais desanimado, é palestra fraca e festa o dia inteiro, gente desinteressada fingindo de profissional - mas é divertido. O TMDG por outro lado tem uma postura mais profissional, e, embora tenha festas todos os dias, é possível aproveitar delas e acordar disposto para as palestras no dia seguinte. Em todo lugar do mundo vai ter designer estrela - isso é tão comum quanto arquiteto estrela, ou até médicos estrela, e o designer de produto está no mesmo pacote - é dever do interessado saber separar a pessoa do trabalho que ela faz, e no TMDG encontrei muita gente boa de serviço ( alguns superstars e outros não ). Em relação ao comentário infeliz sobre a profissão do designer de que "...a capacidade de influencia e solução de problemas reais é bem baixa", acredito que voce tem que medir melhor suas palavras. O que é considerado um problema real pra voce? Ao meu ver a (re)formulação de uma identidade visual é a resolução de um problema real, pois uma empresa sem identidade não passa segurança nenhuma para seu cliente, seja qual for sua área de atuação. Se for pensar por uma ótica tão restrita, nenhuma profissão resolve um problema real - a não ser a medicina, que, inclusive, ainda não apareceu com uma cura pro cancer ou a AIDS, muito menos a fome no mundo. Concluindo, entenda que voce está escrevendo em um blog de design, onde não só designers de produto leem o que é publicado. Sei que o foco do post não era pra ser a crítica a profissão do designer gráfico, mas quando for publicar sua opnião, pense bem onde ela vai ser publicada e quem vai ler, quem sabe da próxima vez o pessoal leia seu texto focando no assunto principal, e não saia desrespeitado. Um abraço!
  • oi Fernando, tudo bem? fiquei meio triste de ver o que você acho de nosso professao. espero que não e todo mundo que ver assim. acho que designers são muito egocêntrico, chato, e basicamente se acha, e isso e muito ruim. hort, para mim, foi o melhor palestra que eu já vi. então eu acho que ele e um exemplo em como você pode ficar, depois de tantos anos trabalhando na areá. espero que você pode se retornar um pouco mais otimista. mas também as veses a vida, e as dificuldades de Brasil, deixe a gente meio triste. eu sou de EUA, e minha mulher e do norte de Parana. então nos não temos o visão de Curitiba. só escolheu morar aqui, pq e uma cidade gostoso de viver. mas que bom que você foi para TMDG. e um evento muito especial. muitos pessoas boas. muitos ideais. bastante energia. eu basicamente nunca me envolve nesse tipo de conversa, pq, tenho muitos focos minhas, e nunca sobra tempo. tem 100's de grupos que fala sobre todos esses assuntos, e normalmente eu fico fora, para concentrar em que eu amo. meu arte. seja para mim, ou para um cliente. (tem que pagar os contas) mas eu não concordo com você. e nosso escolhe, se a gente vai vender cigarros, uma coisa que eu nunca vou fazer, ou fazer coisas boas para o povo, estudantes, e mesmo ajudar outros pessoas com os projetos e marcas deles. boa sorte para você, Tyler
  • Sei que nao tem nada a ver com o post acima.. mais e o resultado do sorteio do livro dos hot rod´s??? era ontem... :/ desculpa ser chato, mais é só pra mostrar como eu gostaria muito de ganhar esse livro. hahahaha
  • Cara! A mesma sensação que eu tive em 2007... experiência válida, mas não volto nunca mais. É um esquema meio showzão demais pra mim, pena que acabei não indo nas festas já que eu fui sozinha e não tinha nem idéia como me direcionar. Valeu muito pra comprar uns livros e ver qual a onda latina, ou como ela pode ser. Conversei com um pessoal na "platéia" como quem não quer nada e a maioria das pessoas era designer pq tinha grana e curtia maconha... não entremos no mérito acadêmico, alguns até já tinham planos de estudar, mas "não precisavam"... broxei. Sem pânico! Tem lugares latinos interessantes pra ir: Palermo Diseño (AR) e Asuncion SUMA (PY).