Talentos – Cristiane Cruz


Olá, pessoal. Hoje estou empolgado pra mostrar coisa boa. Depois de uma semana #tensa resolvi gastar alguns minutos trazendo inspiração à vocês. Gosta de design? Gosta de game? Então esse post vai te interessar. E dessa vez quem não passou despercebido às minhas andaças foi a designer e ilustradora Cristiane Cruz. Conheça mais sobre ela.

O processo criativo de cada um muda de acordo com vários fatores, o meu em especial precisa de referências. Gosto de descobrir e analisar projetos de outros profissionais. Tenho uma minicoleção de portfólios que costumo visitar de tempo em tempo para manter a mente sempre ativa, e essa lista não para de crescer. Foi então que descobri Cristiane Cruz.

É engraçado como você entra e sai da faculdade sem saber das jóias preciosas quem sentam do seu lado. Você nem percebe o quão excelente o seu colega de classe pode ser, simplesmente por que você nunca perguntou. Então para corrigir aos poucos esse erro estou trazendo a Cris pra vocês.

Cristiane M. F. Cruz Solteira, 23 anos, escorpiana, natural do rio de janeiro. Ilustradora e webdesigner freelancer, apaixonada por produção gráfica e tipografia.

Essa é uma pequena descrição feita por ela mesma no seu portfólio mas eu com certeza incluiria várias linhas para enumerar suas habilidades. Além de designer e  ilustradora. Suas principais habilidades são concept art, ilustração comercial, game design, criação de ícones. Também manda com perfeição no layout para games, em especial para MMORPG. Entre outras. Além de ter vencido um concurso para escolher a logo de uma escola de samba carioca.

O principal projeto que está trabalhando atualmente é o remake de todo layout e redesign dos ícones do game Star Wars: The Old Republic e ilustrações para uma linha de perfumes baseados em cartas de tarot.

Agora menos papo e mais ação. Tome ae alguns trabalhos da cris.

Hope - Good vs Evil  Ilustração abordando o tema Bem vs Mal. photoshop+opencanvas.
Hope - Good vs Evil
Hey God !  Ilustração para pôster em evento, ilustrando o baterista da banda The Gazette.
Hey God !
Trash Man - Gazette Vocal Illustration  Ilustração do vocalista do gazette baseada no clip da banda.
Trash Man
Skecthes  P&B sketches de foto referência
Skecthes P&B
Tributo a hideto Matsumoto - arena37º  Ilustrações vetoriais produzidas para a revista arena 37 degree para aniversáriod e morte do guitarrista hideto Matsumoto, publicadas na edição de maio de 2009.
Tributo a hideto Matsumoto - arena37º

Segue o portfólio da Cristiane Cruz:
http://www.kawek.com.br/cristie

Twitter: @cristie_c

Este portfólio está hospedado no Kawek. Você já conhece o Kawek?

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O que é Design?

[zdvideo]https://www.design.com.br/wp-content/uploads/2010/02/fernando-bini.mp4[/zdvideo]
Hoje é outro vídeo da série de vídeos feito pelos estudantes do Centro Acadêmico de Design (CAD) da PUCPR, que perguntam para diversos professores “O que é Design?” Agora com o Professor de História da Arte e também um grande crítico, Fernando Antonio Fontoura Bini.

Outros vídeos:

I- O que é Design? (Com Ivens Fontoura)

E para você, o que é design?

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Twitter contrata designer do Google

twitter
O Twitter que vem ganhando espaço atualmente como uma das redes sociais que mais cresce no mundo, contratou recentemente Doug Bowman, um dos designers top do Google.

Doug Bowman foi citado por Jason Fried, fundador influente da companhia de software 37signals, como uma das melhores aquisições feitas pelo Google em 2006, Bowman tinha um cargo invejável: “Diretor de Design Visual” ou “Lider de Design Visual” como chamam o cargo dentro da própria Google. Porém deixou a empresa de internet em menos de três anos.

Fica a dúvida de qual poderia ser o motivo para deixar o Google e se aventurar na “rede 140 caracteres” que até onde sei não tem rendimentos fixos?

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O Abismo entre Design e Programação

Um amigo publicou um post que mostra muito a visão dos “layouteiros” com relação aos “programadores”. Infelizmente em muitas agências ou estúdios há um grande abismo entre um lado e o outro. Acho até que essa visão de lado e outro já traz uma conotação de divisão.

Pois é: de um lado temos os caras que se preocupam (na maioria das vezes) em deixar o site “lindo”, e do outro temos os caras que se preocupam (na maioria das vezes) em deixar o site “funcional”, mesmo que pra isso precise ignorar TUDO o que foi feito pelo anterior.

Não defendo nem um nem outro. Designers tem a mania de montar um lay-out sempre pensando na situação mais adequada: não levam em conta que um titulo pode ter apenas uma letra, ou 20 palavras, que a imagem selecionada pode pedir obrigatoriamente que seja vertical, ou horizontal, que um determinado texto pode ser muitissimo curto, ou longo demais. São coisas que deveriam ser pensadas antes, e simuladas.

Já os programadores acham que tudo não passa de firula: o texto ta grande, diminui a fonte, a imagem ta fora do padrão, escala ela pra uma porcentagem menor, que scroll é esse? bota um scroll padrão ai! A area de texto ficou menor? corta o fundo na metade, sem problema.

É mais do que necessário que programadores e designers conversem, negociem, cheguem a uma solução que seja visualmente e tecnicamente viáveis, mas pra isso o diálogo precisa ser incentivado. Como nas agências mais tradicionais que existe a dupla de criação (redator + designer), eu sou super a favor que existam os trios de criação (redator + designer + programador). Um time assim, coeso e disposto a trabalhar em equipe, faz toda a diferença nas produções digitais.

Como eu disse no comentário ao post do Felipe, eu sempre preferi andar com os designer, e não com os programadores, e numca respeitei essa barreira invisível!

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5 de novembro – Dia do Designer

É isso mesmo!

Dia 5 de novembro é o dia do Designer!!!

Está chegando e o que você está fazendo em prol do design, da regulamentação profissional?

Pois bem, estaremos fazendo uma grande mobilização nacional pró-Design com ações coordenadas por todo o território nacional.

Se você, DESIGNER, ainda não se cadastrou no NING, faça-o pois as informações serão divulgadas apenas por lá.

Vamos que vamos, pois se não fizermos algo pela nossa profissão, não serão associações do tipo ABD que o farão. E quando esta diz fazer algo, já sabemos pra onde estão tentando levar a nossa profissão.

Designers de Interiores/Ambientes

Designers de Produtos

Designers de Embalagens

Designers Gráficos

Designers de Moda

Enfim, se você é Designer, formado em alguma área do Design, junte-se a nós e vamos fortalecer nossa profissão!

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Design de Interiores/Ambientes x Arquitetura de Interiores x Decoração

Este texto faz parte de minha monografia de pós. Vou começar a dividi-lo em partes para poder postá-los para que algumas pessoas não reclamem dos tamanhos de meus textos.

Para perfeita delimitação das áreas de atuação de um profissional de DA, há que se destacar a diferença de atuação dos diversos profissionais que atuam neste mercado.

Para o público, os profissionais são e fazem a mesma coisa. Genericamente, na cabeça dos clientes todos são arquitetos. Decorador e Designer são sinônimos de arquiteto. Porém, para esclarecer e delimitar as áreas e atuações faz-se necessário o entendimento claro de cada um desses profissionais e de seus trabalhos:

a) Decoração: é aquele profissional que buscou aqueles cursos de curta duração oferecidos por escolas como SENAC ou até mesmo aqueles autodidatas. Suas atribuições são bastante restritas uma vez que o seu conhecimento sobre vários elementos componentes de um projeto é inexistente ou nulo. As suas funções restringem-se à escolha de acessórios (vasos, almofadas, cortinas, outros), móveis, cores para paredes e poucas coisas mais. Param por aí, pois não possuem o conhecimento necessário para interferências mais pesadas no ambiente. Não há projeto e detalhamento de mobiliários específicos.

b) Arquitetura de Interiores: está bem distante da realidade da Decoração ou do Design. O uso deste termo como algo similar ou referente ao DA fez-se tão somente por causa do status e valor – glamour – que o termo arquitetura agrega ao trabalho profissional. Na realidade, Arquitetura de Interiores diz respeito à parte estrutural interna da edificação e dentre essas temos as aberturas, fechamentos, janelas, portas, colunas, vigas, escadas estruturais, mas tem a ver também com a relação entre os espaços, destinação e usos destes espaços, enfim, tudo o que faz parte do esqueleto é Arquitetura de Interiores. É o antes do Design. Apesar de alguns arquitetos¹ alegarem que tiveram durante a sua formação essa disciplina e que ela os habilita para atuação em Design de Interiores, é uma afirmação inverídica, pois no Brasil apenas em cinco cursos constam em suas matrizes curriculares disciplinas específicas em Interiores – e mesmo assim nada de Design aparece nem no nome da disciplina nem no ementário. Este profissional, raramente projeta e detalha móveis e, assim como o Decorador, busca opções já prontas no mercado como móveis de linha ou planejados. Adrian Forty, historiador britânico e crítico de arquitetura, que foi o organizador de um extenso volume da editora britânica Phaidon, “Arquitetura Moderna Brasileira” noz diz:

 “Houve algumas mudanças no status da arquitetura brasileira na cena mundial. O Pritzker dado a Mendes da Rocha certamente foi importante. Mas eu ainda tenho a impressão de que o Brasil persiste um tanto isolado em termos de cultura arquitetônica.” (Folha de São Paulo, Ilustrada, 17/06/07).

Anamaria de Moraes, já em 1994 quando da concepção da Matriz Curricular da Especialização em Design de Interiores, quando atuava como docente da Faculdade da Cidade, no Rio de Janeiro, vislumbrava as diferenças entre as áreas e da necessidade e importância da atuação conjunta dos profissionais de arquitetura com os designers na concepção dos projetos de DA quando, nos objetivos do curso coloca, entre outros:

“Integrar o design e a arquitetura de interiores num projeto que considere a otimização espaço, o conforto ambiental e o bem estar do usuário.” (MORAES, 1994)

Já Francesco Iannone, arquiteto italiano, entende que o trabalho multidisciplinar é fundamental, mesmo para a solução de problemas de menor complexidade. Em uma entrevista sua para a revista Lume Arquitetura (2007), ele desconstrói toda a visão totalitarista e onipresente que a arquitetura emprega quando deixa claro o papel do arquiteto e a real necessidade destes profissionais em realizar essas parcerias pelo simples fato de reconhecer que a sua formação não é tão perfeita como alguns arquitetos afirmam. E esta é a característica principal da visão que alguns arquitetos e até mesmo alguns órgãos e associações ligadas direta ou indiretamente à arquitetura no Brasil tem: somos perfeitos e completos.

Aproveito para fazer um aparte neste ponto. Acho engraçado como alguns arquitetos teimam em atacar e atrapalhar o trabalho dos Designers. Digo isso pois pelo visto não deve haver nada de mais importante e sério para eles fazerem como, por exemplo, dentro de suas próprias cidades, junto à administração pública, buscar soluções para as mazelas urbanas. É mais fácil atacar quem está quieto fazendo o seu trabalho para o qual foi devidamente capacitado, treinado e habilitado e não tem poderio de fogo que as prefeituras e câmaras de vereadores exigindo das mesmas que realizem melhorias. Outra coisa é que adoram criticar a péssima fiscalização do CREA sendo que não se dispõem a ajudar. Só coloquei estes dois exemplos para incitar a análise de quem lê este trabalho. Se formos olhar bem para nosso bairro, cidade, estado, país ou planeta não é nada difícil perceber o tanto de trabalho realmente arquitetural há por se fazer. Há coisas mais importantes a se fazer senhores alguns arquitetos.

c) Design de Interiores/Ambientes: o profissional de Design é habilitado para atuar em intervenções que possa ocorrer já desde o momento da concepção do projeto arquitetônico auxiliando o arquiteto a resolver os espaços da edificação de forma a atender melhor as necessidades do cliente. Após a obra pronta, o designer entra em cena para fazer o fechamento/coroamento da obra através da escolha das cores, texturas, revestimentos, mobiliário, os layouts ergonomicamente corretos, a iluminação adequada, o ajuste de algum elemento arquitetônico que esteja atrapalhando ou que esteja esteticamente desagradável. Enfim, o profissional de DA carrega um vasto conhecimento sobre como as pessoas habitam e usam seus espaços. Ele não se preocupa com a escultura que é a edificação e por isso tende a realizar os projetos com maior complexidade e perfeição.

Diferente do que prega um grande arquiteto brasileiro em um livro de sua autoria onde narra uma história ocorrida com uma cliente sua. A mesma foi reclamar com ele pois seu filho pequeno caiu de um beiral com 1,5m de altura e fraturou a perna. Em resposta, ele simplesmente diz que agora ele aprendeu que não se deve chegar próximo do beiral. Um profissional de DA certamente não daria uma resposta absurda dessa apenas com a intenção de proteger a sua escultura, obra de arte.

[1] Antes de qualquer confusão ou generalização como tem ocorrido em alguns fóruns de discussões sobre os assuntos aqui abordados, deixo claro que em nenhum momento eu ou qualquer um dos outros Designers que compartilham desta mesma opinião estamos generalizando. O grifo sobre “alguns arquitetos” (que usarei a todo momento que esta referência aparecer neste trabalho) serve para chamar a atenção ao sentido exato da colocação: ALGUNS profissionais de arquitetura e não TODOS como tem sido interpretada esta colocação exatamente por estes “alguns” com a intenção explícita de provocar todos os outros arquitetos contra os Designers.

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ApDesign promove Workshop de Mobiliário

Curso acontece dia 19 de abril; inscrições podem ser feitas até o dia 12

A Associação dos Profissionais em Design do Rio Grande do Sul (ApDesign RS) promove, dia 19 de abril, um workshop em mobiliário direcionado a estudantes, profissionais de design e arquitetos que desejam entrar para o setor moveleiro.

O workshop será ministrado pela designer e coordenadora do Núcleo de Produto da ApDesign Ritha Braga, que atualmente presta consultoria para cinco fábricas na área moveleira.

O foco do curso é o desenvolvimento de produtos, iniciando na fase da pesquisa de tendências e análise da concorrência até a modelagem de produtos de mobiliário criados e apresentados em aula. Também serão abordados dados técnicos de dimensões e materiais, apresentação e negociação de projetos com clientes.

Ritha Braga, palestrante do workshop, adianta que para apresentar as tendências em mobiliário para os alunos, ela irá utilizar o “Caderno de Referência” lançado todos os anos pelo Senai – Cetemo. “Neste caderno é feito um estudo profundo de vários profissionais da área, norteando os rumos do segmento moveleiro”.

O workshop terá carga horária de 8 horas/aula, das 8h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30. As inscrições podem ser feitas até o dia 12 de abril, com o investimento de R$ 150 para sócios ApDesign e R$ 190 para não-sócios. O curso acontecerá na sede da ADVB, à rua Celeste Gobbato, s/nº, ao lado do Fórum Central- Praia de Belas, em Porto Alegre-RS. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones: (51) 3019-2992 ou (51) 8123-4066.

Fonte: Equipe eMobile

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Designer que não se encontra

Há tempos fico divagando qual seria as soluções ( as vezes penso numa só, já que “vária” não é o meu forte ) para ajudar no desenvolvimento da “Profissão de designer”.

Mas uma coisa que acaba complicando em muito é o indivíduo que nem sabe o que ele é na vida ainda. Explico: o design ainda e vergonhosamente (ou não) não tem uma denominação única de atuação. As áreas são amplas demais e as qualidades que o indivíduo tem que desenvolver, são muitas. Mas há aqueles que já tem uma certa aptidão em alguma coisa e esses são os que complicam a vida. Eles não acreditam que têm que se aprimorar. Em outras palavras, são artistas e não designers.

O raciocínio deles funciona no lado contrário da corrente. “É a minha idéia que você tem que querer como solução com problema”.

Acho que antes de uma pessoa querer ser um designer, tem que se encontrar. Sim, quer ser chefe? Quer ser empregado? quer vender design? Quer só criar? ok, tudo bem.

Mas tenta saber antes o que você vai precisar em cada ação dessa.

Essa diferença de como querer atuar, parece que aos poucos começa a ser enxergada pelas instituições. Mas ainda acho que mais entra grana e sai gado, delas.

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