Infografia no vídeo: Maria/Joana

Eu adoro infrografia, e encontrei um vídeo hoje que foi feito pela galera da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Portugal falando um pouco sobre a maconha.

Maria _\|/_ Joana

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Quebrando o tabu com um stop motion sobre Maconha

Este stop motion é uma obra colaborativa e expressa um ponto de vista de parte da sociedade. Assim como a opinião do vídeo, sou a favor de uma discussão aberta e honesta sobre as drogas. Peço que vocês deixem seus comentários sobre o que acham da legalização.

Texto criado a partir das referências abaixo:
Quebrando o Tabu.

http://www.youtube.com/watch?v=Hz0EWwC-hug

Fernando Henrique:

Eike Batista:
http://www.youtube.com/watch?v=MqJnG-syr1U

Arnaldo Jabor:

Jonh Morgan:

E de bonus fica esse video para quem não sabe sobra a Marcha da Legalização e a violência dos policiais brasileiros.

via: s&h

 

– Quer saber mais sobre maconha? Acesse o SmokeBud e veja as notícias sobre Maconha.

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A Arte do Origami

O Origami é uma arte tradicional japonesa de dobrar o papel, para criar um determinado objeto ou ser com as dobras geométricas. Sem cortá-la ou colá-la. Já o Won Park não utiliza papel, apenas dólar.


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Eleitos os representantes do Design no Conselho Nacional de Cultura

Realizada entre os dias 25 e 27 de fevereiro, no Rio de Janeiro, a Pré-Conferência Setorial de Design, promovida pela Secretaria de Políticas Culturais do Minc (Ministério da Cultura) em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro estabeleceu diretrizes para o setor de acordo com o Plano Nacional de Cultura, e propôs políticas públicas para a área do design
.
Entre os participantes esteve o professor da Esdi Freddy Van Camp que foi, juntamente com Bruno Lemgruber e Daniel Kraichete, um dos delegados pelo estado do Rio de Janeiro. Participaram ainda outros esdianos, como os designers Bitiz Afflalo, que conduziu os debates do eixo “Cultura, cidade e cidadania“, Joaquim Redig e Wagner Braga Baptista.

Os grupos de trabalho aprovaram os delegados regionais que participarão da II Conferência Nacional de Cultura, que acontecerá em Brasília de 11 a 14 de março, e propuseram estratégias que deverão guiar as políticas culturais públicas para o setor.

O texto com os resultados da pré-conferência é o seguinte:

“Por convocação do Ministério da Cultura e com organização e apoio da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, realizou-se entre os dias 25 e 27 de fevereiro, no Planetário da Gávea, Rio de Janeiro, a Pré conferência Setorial de Design, com vista à inserção do setor na política de apoio daquele ministério. A pré conferência visava eleger delegados do setor de design e elaborar propostas a serem apresentadas por eles na II Conferência Nacional de Cultura, que se realizará de 11 a 14 de março de 2010 em Brasília, bem como escolher um representante do setor para assento no Conselho Nacional de Cultura.

Pela primeira vez, no que concerne à área da Cultura, reuniram-se designers das cinco regiões brasileiras para construir as políticas públicas a serem incluídas em uma pauta nacional para o setor. Os delegados na Pré Conferência Setorial de Design aprovaram, ao final, as cinco estratégias setoriais que devem ser apresentadas naquele evento. As estratégias fazem referência aos cinco eixos da Conferência Nacional de Cultura. São elas:

Eixo I: Produção simbólica e diversidade cultural
Instituir o registro da memória do design no Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e financiar a criação de centros de memória do design brasileiro, que privilegiem a pesquisa, o resgate, a preservação, a conservação e a documentação, difundindo a produção do design nacional de forma descentralizada e com gestão integrada.

Eixo II: Cultura, cidade e cidadania
Fazer valer os direitos do cidadão ao design universal, previstos no Decreto número 5.296/2004, da Presidência da República, e contemplados na Norma 9050 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), compreendendo o design como elemento estruturante dos processos de planejamento e projeto urbano, por meio de mapeamento dos potenciais campos de intervenção do design na cidade e da aplicação de critérios de design em editais de compras, prestação de serviços e obras públicas.

Eixo III: Cultura e desenvolvimento sustentável
Criar incentivos fiscais ou adaptar os incentivos existentes para: empresas patrocinadoras de pesquisas, eventos e projetos que contemplem a ação do design pelo desenvolvimento sustentável; empresas que adotem o design na adequação de seus produtos a critérios de sustentabilidade; ações de formalização da indústria criativa e ações de criação de pólos de produção de design em áreas degradadas ou regiões estratégicas para o desenvolvimento regional.

Eixo IV: Cultura e economia criativa
Inserir o tema design como item financiável no FNC (Fundo Nacional de Cultura), por meio do Fundo Setorial de Ações Transversais e de Equalização, da renúncia fiscal, além de outras fontes de fomento, contemplando projetos para as seguintes áreas e atividades: ensino fundamental e médio, museus, eventos de design, prêmios, concursos, promoção à memória, design público, design urbano, design social, design de informação, projetos de desenvolvimento sustentável, estudos, pesquisas, artigos e publicações, linhas editoriais e intercâmbio cultural nacional e internacional, entre outras.

Eixo V: Gestão e institucionalidade da cultura
Garantir participação institucionalizada em todas as instâncias do Sistema Nacional de Cultura, assegurando: unidades específicas de design nos órgãos gestores da cultura; a presença dos representantes do design nos Conselhos de Política Cultural e Conferências de Cultura; ações de design nos planos de cultura; recursos nos orçamentos e inserção do design no Sniic (Sistema Nacional de Informações e Indicadores da Cultura) e nos programas de informação nas três esferas dos governos federal, estadual e municipal.

Nove dos dez nomes escolhidos como delegados regionais do design à II Conferência Nacional de Cultura foram indicados por aclamação, sem passar por votação. As delegações de cada uma das cinco regiões, exceto a da região Sul, indicaram dois representantes da sociedade civil. Com apenas uma delegada presente, os três estados do sul terão uma representação menor. A plenária decidiu, então, que a décima vaga deveria ser disputada por votação entre os delegados de todos os estados. Houve quatro candidaturas e, ao final da escolha, a lista dos delegados ficou composta por:

Centro-Oeste
José Merege (Distrito Federal)
Rejane Luiza (Mato Grosso)

Nordeste
Manoel Teles (Ceará)
Wagner Braga Batista (Paraíba)

Norte
Fernanda Martins Oliveira (Pará)
Sâmia Batista (Pará)

Sudeste
Enil Almeida Brescia (Minas Gerais)
Patrícia Penna (São Paulo)

Sul
Ana Brum (Paraná)

10ª vaga
Bruno Lemgruber (Rio de Janeiro)

Para representantes do setor de design no Conselho Nacional de Cultura, vaga aprovada pelo MinC em outubro de 2009, foi escolhida, por eleição secreta, uma lista tríplice, composta, na ordem dos mais votados, por:
Freddy Van Camp (Rio de Janeiro)
José Merege (Distrito Federal)
Ana Brum (Paraná)

Esta lista será submetida ao ministro da Cultura, que indicará o representante titular e o seu suplente.

Mais informações podem ser adquiridas blog do MinC.

fonte: go-to-idee

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Representa

dnb

Comunicado

o Design passa a ter espaço no Ministério da Cultura.
E com muita satisfação participei da pré-conferência setorial onde fui escolhida junto com a Enil do Centro de Design de Minas para representar o Sudeste do Brasil na Conferência Nacional em Brasilia 11 de março.
Esse passo foi importantíssimo para nosso setor, agora é continuarmos o trabalho para um design cada vez mais abrangente e impulsionador de um mundo melhor.
Veja abaixo os delegados que representarão o design na Conferência e conheça as estratégias montadas para o plano do Ministério.

* Nomes dos delegados para a II CNC são indicados por aclamação

Nove dos dez nomes escolhidos para serem delegados setoriais do design na II Conferência Nacional de Cultura foram indicados por aclamação, sem passar por votação. As delegações de cada uma das cinco regiões, exceto o Sul, indicaram dois representantes da sociedade civil. Com apenas uma delegada, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina terão representação menor.

A plenária decidiu que a décima vaga deveria ser disputada por votação entre os profissionais de todos os estados. Foram quatro candidaturas e, ao final da escolha, a lista dos delegados ficou assim:

Centro-Oeste
José Merege, do Distrito Federal
Rejane Luiza, do Mato Grosso

Nordeste
Manoel Teles, do Ceará
Wagner Braga Batista, da Paraíba

Norte
Fernanda Oliveira, do Pará
Sâmia Batista, do Pará

Sudeste
Enil Almeida Brescia, de Minas Gerais
Patrícia Penna, de São Paulo

Sul
Ana Brun, do Paraná

10ª vaga
Bruno Lemgruber, do Rio de Janeiro

Os delegados da Pré-Conferência Setorial de Design aprovaram no último sábado (28/2) as cinco estratégias setoriais que devem ser apresentadas pelos representantes eleitos do setor na II Conferência Nacional de Cultura.

As estratégias fazem referência aos cinco eixos da Conferência Nacional de Cultura. Confira as propostas aprovadas aqui:

Eixo I ? Produção simbólica e diversidade cultural

Instituir o registro da memória do design no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e financiar a criação de centros de memória do design brasileiro, que privilegiem a pesquisa, o resgate, a preservação, a conservação e a documentação, difundindo a produção do design nacional de forma descentralizada e com gestão integrada.

Eixo II ? Cultura, cidade e cidadania

Fazer valer os direitos do cidadão ao design universal, previstos no Decreto Presidencial número 5.296/2004 e contemplados na NBR 9050/ABNT, compreendendo o design como elemento estruturante dos processos de planejamento e projeto urbano, por meio de mapeamento dos potenciais campos de intervenção do design na cidade e da aplicação de critérios de design em editais de compras, prestação de serviços e obras públicas.

Eixo III ? Cultura e desenvolvimento sustentável

Criar incentivos fiscais ou adaptar os incentivos existentes para: empresas patrocinadoras de pesquisas, eventos e projetos que contemplem a ação do design pelo desenvolvimento sustentável; empresas que adotem o design na adequação de seus produtos a critérios de sustentabilidade; ações de formalização da indústria criativa e ações de criação de pólos de produção de design em áreas degradadas ou regiões estratégicas para o desenvolvimento regional.

Eixo IV ? Cultura e Economia Criativa

Inserir o tema design como item financiável no Fundo Nacional de Cultura (FNC), por meio do Fundo Setorial de Ações Transversais e de Equalização, da Renúncia Fiscal, além de outras fontes de fomento, contemplando projetos para as seguintes áreas e atividades: ensino fundamental e médio, museus, eventos de design, prêmios, concursos, promoção à memória, design público, design urbano, design social, design de informação, projetos de desenvolvimento sustentável, estudos, pesquisas, artigos e publicações, linhas editoriais e intercâmbio cultural nacional e internacional, entre outras.

Eixo V ? Gestão e institucionalidade da Cultura

Garantir participação institucionalizada em todas as instâncias do Sistema Nacional de Cultura, assegurando: unidades específicas de Design nos órgãos gestores da Cultura; a presença dos representantes do design nos Conselhos de Política Cultural e Conferências de Cultura; ações de design nos planos de Cultura; recursos nos orçamentos e inserção do design no
Sistema Nacional de Informações e Indicadores da Cultura (Sniic) e nos programas de informação nas três esferas dos governos federal, estadual e municipal.

Patricia Penna
Autora do Design na Brasa
www.designnabrasa.com.br

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Banda Dzaine!

Quando imaginamos que o fundo do poço foi alcançado, descobrimos um buraco negro logo embaixo. Muitos estudantes, profissionais, professores e empresários do ramo de design reclamam do uso do termo “design” e sua banalização. É designer de unhas, hair designer, designer de bolos e por aí vai. Onde vai acabar? Já fomos esculachados pelo Pretinho Básico no Sul do país ao vivo para milhares de pessoas no entoado “Design é Rei”. Bem, por enquanto acabou na banda de Forró DZAINE! .

E de quem é a culpa? Da mídia? Dos iletrados? Bem, eu sou parte da mídia, uma vez que aqui vos escrevo – e não ganho nada para isso. Quanto aos iletrados, bem. Somos um país de iletrados. Colocar a culpa em quem mal interpreta um texto, e tão pouco consegue articular uma sentença correta seria imprudente.
Se querem a minha opinião leiam, talvez não queiram. Mas aí vai a bomba: a culpa é de VOCÊS. Criam termos “teoricamente fundamentados” ao redor do “design” tentando criar significância onde não existe. Criando poder onde não há. E para piorar, desbravar fronteiras que são de outros profissionais – já ouvi gente reclamando no sentido oposto. Dói não é? Bem, chega! É web designer, designer instrucional, designer de escola de samba, designer automotivo, designer de interfaces, designer de superfícies, designer de gerenciamento, designer de modelagem, design de personagens, design dpqp@#$^!… Bem, não é à toa que o povão entendeu errado. Agora temos de conviver com os hair designer e Banda DZAINE da vida. Vivam e chorem, aliás como bem o Pretinho Básico pontuou: um bando de chorões.

Meus caros, vamos às raízes, estudem a história! Até a bauhaus deu para trás ao tentar fundir cênicas, arquitetura, design, artes e engenharia. O mundo mudou mas algumas fundamentais se estabeleceram, Design é: Gráfico, Produto, Interiores e é Moda. E quem diz isso não sou eu, é o MEC no Brasil. E quem manda aqui é o pessoal do MEC. Quando houver, e se houver uma mudança tudo bem. É oficial.
Enquanto isso, colham os frutos que plantaram e acima de tudo assistam a mais nova modalidade de design brasileira: a de música.

http://www.youtube.com/bandadzaine
Designer é Rei…

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"Cool Japan"

cooljapan

Acontece, em diferentes locais no Rio de Janeiro, o “Cool Japan”,
evento comemorativo do mês da cultura japonesa e que envolve temas
como design, culinária, cultura pop, caligrafia e cinema, pretendendo
apresentar as diversas formas de expressão da cultura tradicional e
contemporânea daquele país. Nesta segunda-feira, 23 de novembro,
às 18h00, serão realizados palestra e workshop sobre o shodō, a
caligrafia tradicional japonesa. A palestra versará sobre a história e
arte do shodō, sua filosofia e seus materiais. Na terça-feira, dia 24,
no mesmo horário, será a vez de palestra e demonstração de culinária
japonesa e na quarta-feira, dia 25, também às 18h00, palestra e
workshop sobre furoshiki, a “ecobag” japonesa (ver “sinal” 321). Os
três eventos acontecem no auditório do Centro Cultural do Consulado
Geral do Japão no Rio de Janeiro. No sábado, 28 de novembro, às
13h30, será realizada na ABL (Academia Brasileira de Letras) uma
performance de Misako Aoki, “embaixadora kawaii” do Japão, além
de apresentações de moda e “cosplay” e palestra sobre a cultura
pop japonesa. No mesmo dia 28, encerra-se a exposição “Dreamland:
uma pequena viagem ao animê e mangá”, também em cartaz na
ABL, que apresenta um panorama dessas manifestações culturais.
A programação ainda contará com a mostra de filmes “Um olhar sobre
o cinema japonês”, que acontecerá entre os dias 1º e 6 de dezembro,
no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), e na qual poderão ser
vistos oito filmes que dão uma visão da cinematografia japonesa nos
gêneros drama, ficção, comédia e animação. Todas as atividades
têm entrada franca. O Centro Cultural do Consulado Geral do Japão
e a ABL ficam na Av. Presidente Wilson (Centro), respectivamente
nos números 231/15º andar e 203, e o CCBB fica na Rua Primeiro de
Março, 66 (Centro).

Mais informações pelo telefone (21) 2240-2383
ou no site: www.rio.br.emb-japan.go.jp.

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Novo livro de Gui Bonsiepe – Cultura projetual e sociedade

Será lançado na segunda-feira, 21 de setembro, o livro Entwurfskultur und Gesellschaft ? Gestaltung zwischen Zentrum und Peripherie (Cultura projetual e sociedade ? O design entre o centro e a periferia), de Gui Bonsiepe.

Em seus 12 capítulos, a publicação, da editora Birkhäuser, realizada em parceria com a ZHDK (Zürcher Hochschule der Künste), enfoca quatro aspectos chave do debate em design: a relação entre visualidade e discurso, a relação entre periferia e centro, as questões da teoria do design e o contexto sociopolítico da atividade.

Gui Bonsiepe, designer e pensador formado pela HfG Ulm, foi professor visitante na Esdi em anos recentes e vive hoje entre Florianópolis e La Plata, Argentina. Uma tradução do livro para o português está em
andamento, e a edição brasileira deverá ser publicada em 2010
.

Mais informações no site: www.springer.com/birkhauser.

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Lancamento: Livro sobre a bandeira brasileira de Joaquim Redig

Será lançado, na sexta-feira, 11 de setembro, o livro Nossa bandeira, do designer, professor e pesquisador Joaquim Redig. Um extenso trabalho de documentação, pesquisa iconográfica e análise, a publicação, da editora Fraiha, estuda todas as bandeiras utilizadas no Brasil desde a colônia e os momentos políticos que explicam forma, cor e elementos da bandeira atual, seu simbolismo e uso popular, além de analisar as qualidades gráficas da bandeira brasileira e apresentar problemas e soluções relativos à mesma.

O lançamento acontece às 20h00, na Livraria Travessa de Ipanema, que fica na rua Visconde de Pirajá, 572 (Ipanema). Mais informações pelo telefone (21) 3205-9002 ou no site: www.editorafraiha.com.

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IX Projeto Milano – Cultura, Design e Pesquisa em Moda

A etapa Milão vai de 2 a 15 de fevereiro. O evento visa gerar conhecimento de cultura de moda incorporando novos conceitos, proporcionando capacitação de recursos humanos específicos, permitindo o acesso a modernas metodologias de desenvolvimento de produto.

Na etapa Milão da viagem, os participantes terão a orientação de duas designers com conhecimento de design de moda, cultura e língua italiana, além de assistir a uma palestra, fazer visitas técnicas, visitar feiras, estamparia, estúdio, centros de pesquisas, universidades/escolas, biblioteca e livraria especializada, e visita ao museu Têxtil Multimídia de Como.

A coordenação é da professora Dorotéia Pires, da UEL. O custo total é de 3.250 euros –  950 euros (parte aérea) e 2.300 euros ( parte terrestre).

http://www.projetomilano.pro.br/

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F

Acontece entre os dias 15 e 17 de dezembro o “Fórum livre do direito autoral ? O domínio do comum“. Promovido pela ECO-UFRJ (Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro), o fórum tem como objetivo ampliar as discussões sobre os impasses da atual legislação de propriedade intelectual, buscando compatibilizar a proteção legal dos direitos com o acesso à cultura.

Participarão do evento o italiano Antonio Negri e o norte-americano Michael Hardt, autores de Império e Multidão, além de outros pensadores e críticos. O fórum terá ainda a presença do Ministro da Justiça, Tarso Genro, do Secretário de Políticas Públicas do MinC (Ministério da Cultura), Célio Turino, e do Coordenador Geral de Direito Autoral do mesmo ministério, Marcos Alves de Souza.

O evento contará com oito mesas de debate abertas ao público e com transmissão online, discutindo temas referentes ao direito autoral. Ao final do fórum as propostas debatidas ao longo dos três dias serão encaminhadas para o Ministério da Cultura em carta aberta da sociedade civil, propondo mudanças na lei do direito autoral.

Todas as atividades serão realizadas no Auditório Pedro Calmon do campus Praia Vermelha da UFRJ, o qual fica na Av. Pasteur, 250 (Urca). Mais informações e inscrições no site do evento: forumdireitoautoral.pontaodaeco.org.

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Revela Design 2008 – Recife


As relações entre Design e Indústria Cultural são o tema da terceira edição do REVELA. Esta temática marca a constante atividade do Centro de Design do Recife nos diálogos do Design no campo da cultura. Parte dessa abordagem, tanto técnica, quanto filosófica, para expor seus dilemas e contradições, mas também para apresentar convergências e novas possibilidades criativas.

Na contemporaneidade, a dinâmica criação / produção / divulgação / consumo se dá a partir do jogo, muitas vezes lúdico mesmo, entre tensões como invenção x padronização, despersonalização x originalidade, exclusividade x reprodução, unicidade x seriação, sem perder de vista a memória cultural e a sustentabilidade.

Para propiciar tão vasta gama de diálogos, foram convidados profissionais atuantes nacional e internacionalmente em diversas áreas do Design ? branding, curadoria, design de produto sustentável, design de superfície e moda ? para um ciclo de palestras e oficinas. O acesso a todas as atividades será gratuito e aberto a profissionais, estudantes e demais interessados, sejam de design ou de áreas relacionadas.

Relação de palestras e oficinas.

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Concurso: A Coroa do Rei

O APL de Jóias recria a Coroa do Rei Momo.

Inscrições devem ser enviadas pela Internet, para o e-mail da AJORIO, info@ajorio.com.br até 24/10 com nome, telefone, CPF e e-mail para contato. Após o término das inscrições será agendada uma visita de pesquisa com os inscritos à Cidade do Samba.

Recebimento dos projetos até dia 21/11. As idéias serão apresentadas em formato A3, com desenho da coroa em escala 1:1, tamanho real, ou foto do protótipo.O conceito deverá ser explicado em poucas frases no verso, não devendo constar o nome do participante nos desenhos.Os desenhos deverão ser enviados ou entregues na Sede da AJORIO, acompanhados de envelope com nome, endereço e e-mail do participante.

Mais informações e regulamento.

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CAIXA de Apoio ao Artesanato Brasileiro

O Programa CAIXA de Apoio ao Artesanato Brasileiro é uma iniciativa de fomento cujo patrocínio contemplará as várias etapas do processo produtivo, visando o desenvolvimento de comunidades artesãs e a valorização do artesanato tradicional e da cultura brasileira.

As inscrições estão abertas desde o dia 25 de agosto e podem ser enviadas até 24 de outubro, via Correios. O resultado será publicado no site da CAIXA até o final de novembro.

Leia mais no Design Informa.

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Palestra na PUC-RIO: Di

A convite do Departamento de Artes & Design da PUC-Rio, o pianista Alexandre Freitas ministra na próxima terça, dia 9 de setembro, às 19 horas, a palestra Diálogos entre som e imagem: interações entre música, pintura, cinema e design.

O palestrante vai discorrer sobre os seguintes temas: Como os sons e as imagens interagem em obras artísticas? Formas, cores e sons se completam? Como uma obra musical pode interferir em uma obra visual?

Freitas é doutorando em Música na Universidade de São Paulo (USP), mestre em Musicologia e História da Arte pela Universidade de Toulouse, (França) e bacharel em Música pela UFRJ.

A palestra acontecerá no auditório Pe. Anchieta, no Pilotis do Cardeal Leme dp campus Gávea da PUC-Rio (Rua Marquês de São Vicente, 225 – Gávea/RJ). As vagas são limitadas e não haverá fornecimento de certificados.

Informações e Reservas
www.cce.puc-rio.br

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