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Genie 3: a IA da DeepMind que transforma imagens em mundos jogáveis

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Desenvolvido pela DeepMind (unidade de inteligência artificial do Google), o Genie 3 não gera vídeos: ele transforma imagens estáticas em simulações interativas

O que você vê nesta imagem?

Agora imagine se uma inteligência artificial não só visse, mas jogasse dentro dela. Pulasse plataformas, batesse em paredes, escorregasse por rampas.

Essa é a proposta do Genie 3, o novo modelo da DeepMind, laboratório de IA do Google. Sem modelagem 3D, sem mapas de colisão ou engines tradicionais — apenas visão computacional avançada e machine learning puro.

Embora a aplicação mais imediata pareça ser em jogos, o impacto é muito mais amplo.

O que é o Genie 3, afinal?

Tecnicamente, o Genie 3 é um modelo autoregressivo de vídeo condicionado por ações. Em termos simples: ele assiste vídeos, aprende padrões de movimento e prevê as consequências de interações.

Dê a ele uma imagem estática — e ele gera os frames seguintes com base em uma física implícita, derivada do que aprendeu visualmente.

Genie 3 não gera vídeo. Ele transforma aparência em simulação.
Onde havia apenas uma imagem, agora existe ação.

É como se o modelo sonhasse a continuidade de uma cena — e dentro desse sonho, ele fosse capaz de agir, reagir e experimentar o ambiente.

DeepMind: a evolução silenciosa da IA interativa

Enquanto o mercado se fascina por geradores de imagem, texto e vídeo cada vez mais realistas, o Google avança em outra direção: IA que interpreta, simula e interage.

Desde o primeiro Genie, lançado em 2023, a DeepMind vem redefinindo o que significa “agente”: não apenas um sistema que joga, mas um que entende como jogar.

O Genie 3 vê uma rampa e infere gravidade, vê um buraco e deduz que pode cair, vê padrões e aprende regras do jogo — tudo sem código, apenas pela observação.

Essa abordagem representa um salto: IA que compreende o mundo apenas pela aparência visual.

Por que isso muda tudo no design de jogos e simulações?

Com o Genie 3, não é mais preciso programar um jogo — basta mostrar uma imagem.

Isso altera radicalmente o processo de criação de experiências interativas. Exemplos:

  • Criar níveis jogáveis a partir de storyboards
  • Transformar concept art em mundos exploráveis
  • Definir regras de física e colisão com base no estilo visual

Imagine uma arte expressionista com gravidade distorcida, ou uma ilustração infantil com colisões suaves. A estética se torna jogabilidade.

O limite entre designer visual e designer de jogos se dissolve. Desenhar é simular. Pintar é programar física.

Possibilidades criativas com IA generativa jogável

O Genie 3 ainda é um modelo de pesquisa, mas suas aplicações já são visíveis. Especialmente para artistas, animadores e designers de experiência interativa:

  • Criar provas de conceito jogáveis a partir de ilustrações
  • Prototipar narrativas interativas frame a frame
  • Gerar cinemáticas jogáveis a partir de um único frame
  • Testar agentes em mundos com estética visual personalizada
  • Explorar novas linguagens híbridas entre animação, jogo e simulação

Essa tecnologia aponta para um futuro onde a mão do artista define a lógica do mundo, e a IA executa.

Criação infantil: IA como brinquedo e linguagem de aprendizado

Agora imagine essa tecnologia nas mãos de uma criança.

Ela desenha uma casa flutuando em lava, uma árvore que explode em confetes, uma rampa feita de nuvens. E o Genie transforma isso em um mundo jogável em segundos.

Mais do que entretenimento, isso é uma revolução na educação visual e criativa:

  • Explorar causa e efeito desenhando
  • Aprender física intuitivamente, sem fórmulas
  • Desenvolver pensamento sistêmico desde cedo

A criança deixa de apenas desenhar. Ela passa a prototipar mundos. Imaginação vira simulação. Brincadeira vira computação visual.

IA que vê, sonha e age

O Genie 3 representa um novo tipo de inteligência artificial: não gerativa, mas interativa.

Ele marca a transição da IA que gera imagens para a IA que compreende o funcionamento de mundos visuais — e age neles.

Isso inaugura um novo território criativo entre cinema, game design e simulação, onde a IA se torna coautora de mundos baseados em estética, narrativa e lógica visual.

Como Reconhecer Imagens Falsas Criadas por IA?

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No meio do caos informacional de hoje, uma nova ameaça cresce silenciosa, elegante — e perigosa. Imagens falsas, criadas por inteligência artificial, estão se espalhando com velocidade e verossimilhança assustadoras. E sim: a maioria de nós não saberia dizer a diferença.

Este artigo é inspirado no TED Talk do especialista em forense digital Hany Farid, que ajuda jornalistas, tribunais e governos a detectar fraudes visuais. Mas suas lições são valiosas para todos — porque estamos, todos os dias, imersos na guerra da realidade contra a manipulação digital.

A Nova Era da Mentira Visual

Manipular imagens não é novidade. Mas a IA generativa mudou tudo. Com ela, qualquer pessoa pode criar, em segundos, qualquer imagem de qualquer coisa — mesmo que nunca tenha existido.

E não estamos falando apenas de memes ou arte experimental. A tecnologia já está sendo usada para:

  • Criar nudes falsos para extorsão
  • Falsificar vídeos médicos promovendo curas falsas
  • Infiltrar reuniões corporativas com deepfakes realistas
  • Enganar públicos inteiros com notícias visuais fabricadas

Segundo Farid, até 50% das imagens que vemos online podem ser falsas. E os casos não são mais pontuais: acontecem todos os dias.

Como a IA Gera Imagens “Reais”

Diferente de uma câmera, que captura luz refletida de um mundo físico, a IA funciona assim:

  1. Decompõe bilhões de imagens reais em puro ruído (pixels aleatórios)
  2. Aprende a converter esse ruído em algo visualmente coerente com o texto digitado

O resultado imita uma imagem verdadeira, mas não nasce de luz, lente ou física — nasce de estatísticas. É convincente, mas não autêntico.

3 Sinais Visuais de Que Você Está Vendo uma Imagem Falsa

Mesmo sem ser especialista, você pode aprender a identificar padrões de falsificação. Eis os principais sinais:

1. Ruído Irreal

Imagens reais contêm um tipo específico de “ruído”, gerado pelo sensor da câmera. A IA, por outro lado, cria padrões artificiais. Especialistas conseguem visualizar esses ruídos — e muitas vezes encontram formas estreladas ou simétricas demais, que não existem em sensores fotográficos reais.

2. Perspectiva Errada

No mundo real, linhas paralelas (como trilhos de trem) convergem num ponto de fuga. A IA costuma errar nisso, criando cenas visualmente agradáveis, mas fisicamente impossíveis. Se a geometria da imagem parecer estranha — talvez ela seja mesmo.

3. Sombras Incoerentes

A luz tem regras: uma sombra deve apontar para a fonte que a gera. Em muitas imagens criadas por IA, as sombras não fazem sentido. Os traços não convergem, os ângulos são aleatórios. É um sintoma claro de que a cena foi gerada sem entender o mundo real.

Também Vale Observar os Sinais Mais Visíveis

Apesar das análises forenses mais avançadas, como as apresentadas por Farid, existem indícios simples e acessíveis que ainda podem ajudar a identificar uma imagem gerada por IA — especialmente quando a tecnologia falha em detalhes.

Aqui estão alguns deles:

  • Rostos e corpos simétricos demais, com expressões congeladas e pele excessivamente lisa
  • Manchas, borrões e distorções incomuns na imagem, especialmente nas bordas
  • Olhos, orelhas e dentes com formas estranhas ou iluminação incoerente
  • Cabelos com textura artificial, muitas vezes lisos demais, como pintura digital
  • Textos distorcidos ou ilegíveis ao fundo (placas, letreiros, embalagens)
  • Fundo borrado de forma exagerada, sem profundidade real
  • Contornos mal definidos, como membros com cortes retos, ou objetos fundidos à pele

Esses “defeitos” ainda aparecem, sobretudo em imagens feitas com modelos menos sofisticados. Eles não substituem os sinais estruturais mais avançados — mas servem como alerta inicial.


Ferramentas Online Que Podem Ajudar

Além do olhar treinado, existem recursos gratuitos que ajudam a investigar uma imagem suspeita:

  • FotoForensics: mostra metadados e mapas de erro para analisar manipulações
  • Busca reversa no Google Imagens ou no TinEye: para ver se a imagem já circulou antes, ou se foi tirada de contexto

O Que Você Pode Fazer (Mesmo Sem Ser Especialista)

Hany Farid oferece quatro atitudes práticas que qualquer pessoa pode adotar:

1. Use Ferramentas de Verificação

Softwares de análise forense e IA já estão sendo usados por jornalistas e instituições. Muitos estão se tornando públicos. Não é necessário ser técnico — só saber que essas ferramentas existem já é um passo.

2. Procure Credenciais de Conteúdo

Está sendo criado um padrão internacional chamado Content Credentials, que autentica imagens desde o momento da captura. Será uma “assinatura digital” que mostra se uma imagem é real ou gerada — ou se passou por edições.

3. Questione as Redes Sociais

As redes são projetadas para engajamento, não para informar. Como Farid diz:

“As redes sociais são junk food visual. Não são uma fonte confiável de notícias.”

Se puder, evite usá-las como fonte principal de informação. Ou, no mínimo, mantenha senso crítico.

Ao compartilhar algo falso — mesmo sem saber — você se torna parte do problema. Respire. Verifique. Valorize o trabalho de jornalistas sérios e checadores de fatos. Eles estão tentando manter o chão firme em um mundo cada vez mais escorregadio.

4. Pense Antes de Compartilhar

A IA já está moldando o que vemos. E, cada vez mais, o que vemos não aconteceu. Isso torna o olhar crítico — o seu olhar — mais importante do que nunca.

Hoje, ver não é crer – é investigar.

Como Lava Lamps Ajudam a Proteger a Internet

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lava-lamps
lava-lamps wall

Imagine uma parede repleta de lava lamps borbulhando em diferentes cores e ritmos. Parece a recepção de uma startup hipster, ou talvez um set de ficção científica retrô. Mas não — é um dos pilares da segurança digital da internet moderna.

A Cloudflare, empresa responsável por proteger parte significativa do tráfego web global, encontrou uma forma genial de gerar aleatoriedade para sistemas criptográficos: capturando em tempo real o comportamento caótico dessas luminárias dos anos 60. Sim, lava lamps. E não é metáfora.

Entropia: o ouro da segurança digital

Para que qualquer sistema de criptografia seja realmente seguro, ele precisa de algo fundamental: entropia. Ou seja, dados verdadeiramente imprevisíveis — números aleatórios que não podem ser antecipados por nenhum algoritmo.

O problema? A maioria dos sistemas computacionais não é boa em gerar aleatoriedade pura. Computadores, por natureza, seguem padrões. Então, como garantir que uma chave de segurança seja 100% imprevisível?

A resposta da Cloudflare foi tão inesperada quanto brilhante: filmar lava lamps em tempo real, usando as variações imprevisíveis da luz e do movimento da cera como fonte de dados. Essas imagens são transformadas em bits, que por sua vez alimentam sistemas criptográficos. Um casamento entre o analógico e o digital — e um lembrete de que a criatividade ainda tem lugar central na era da tecnologia.

Como era de se esperar, lava lamps são consistentemente aleatórias. A “lava” nunca assume a mesma forma duas vezes. Isso torna a observação de um grupo de lava lamps uma excelente fonte de dados imprevisíveis.
Para coletar essa entropia visual, a Cloudflare instalou cerca de 100 lava lamps em uma parede do saguão da sua sede e posicionou uma câmera voltada para elas. A câmera tira fotos em intervalos regulares e envia as imagens para os servidores da empresa.
Como toda imagem digital é armazenada como uma série de números (cada pixel tem um valor numérico próprio), cada foto se transforma numa string de números totalmente aleatórios — um material perfeito para gerar chaves de criptografia seguras.

Criatividade técnica em estado bruto

Há algo quase poético nisso. Em tempos onde inteligência artificial tenta emular todo tipo de aleatoriedade humana, uma das soluções mais seguras vem de um objeto físico, lento, orgânico, e — acima de tudo — belo.

A parede de lava lamps instalada no escritório da Cloudflare em São Francisco não está ali por estética (embora ajude). Ela é uma central de entropia. A câmera que grava as luminárias constantemente transforma o movimento randômico da cera aquecida em dados imprevisíveis. E isso abastece os sistemas que garantem a segurança de milhões de sites.

Essa solução se tornou um símbolo do pensamento lateral na tecnologia: usar o imprevisível do mundo físico para resolver um problema digital — de forma confiável e visualmente icônica.

O que isso ensina para designers, artistas e criadores?

Muito.

Primeiro: que a criatividade não precisa estar separada da técnica. Um artista de motion design, um diretor de cena ou um especialista em VFX pode (e deve) pensar como um engenheiro — e vice-versa. A beleza está na combinação.

Segundo: que soluções elegantes podem vir do tangível, do analógico, do visual. Em um mundo cada vez mais abstrato, o apelo sensorial — uma textura, uma luz, um movimento fluido — pode ser parte da arquitetura de sistemas complexos.

Terceiro: que a IA, por mais avançada que seja, ainda depende do caos do mundo real para alimentar sua base. Seja capturando partículas quânticas, seja gravando lava lamps, ainda usamos o imprevisível físico para gerar segurança digital.

A beleza do inesperado

A parede de lava lamps da Cloudflare é mais que uma excentricidade nerd. É uma instalação artística funcional. Um lembrete visual de que criatividade não é só um recurso estético: é infraestrutura.

Em um momento onde criadores visuais estão aprendendo a lidar com ferramentas generativas, prompts e automações, talvez seja hora de lembrar que o gesto inesperado — o uso lateral de uma ideia — pode ser o diferencial real.

Questione tudo: por que a IA (ainda) não é inteligência

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Estavam os nazistas realmente desenvolvendo uma bomba atômica durante a Segunda Guerra Mundial? Essa pergunta, feita por Mo Gawdat à sua assistente de inteligência artificial, recebeu inicialmente uma resposta afirmativa — uma resposta que, no entanto, não correspondia à verdade histórica. Apenas após insistir que a IA revisasse fontes em várias línguas, ele recebeu a correção: não, os nazistas não estavam produzindo a bomba no período em que Oppenheimer a desenvolvia nos Estados Unidos.

Mo Gawdat, ex-Chief Business Officer do Google X e autor do livro Scary Smart, conectou três modelos distintos de IA — Claude, ChatGPT e Gemini — numa assistente integrada que ele apelidou de “Trixie”. Eu, por minha vez, chamei carinhosamente essa combinação de “Trindade de Gawdat”, pelo simbolismo da trindade e aquela busca humana, difícil e talvez até impossível, pela verdade absoluta — uma busca que as máquinas não conseguem fazer, mas que é parte do que nos torna quem somos.

A inteligência artificial que temos hoje não é uma mente pensante, mas um sofisticado sistema de previsão estatística de palavras. Modelos como ChatGPT, Claude e Gemini funcionam antecipando a palavra ou expressão mais provável de aparecer numa conversa, baseados em imensas bases de dados e supervisão humana. Essa distinção fundamental é confirmada por especialistas como Sam Altman, CEO da OpenAI, e por estudos recentes da Apple, que desmontam o mito da “IA pensante”. O que temos são IAs estreitas (narrow AI), especializadas em tarefas, porém incapazes de raciocínio real ou consciência. O abismo entre esses modelos e a inteligência geral artificial (AGI) — a verdadeira IA consciente — permanece enorme e, hoje, inalcançável.

Aprenda a ferramenta: a passividade é atraso

A imersão prática é a única maneira de adquirir fluência. Como com smartphones, ninguém esperou um curso para explorar o aparelho. Essas IAs não são inimigas nem mágicas — são ferramentas complexas que devem ser domesticadas no cotidiano. A Trindade de IAs do Mo exemplifica essa integração inteligente: cada modelo tem sua especialidade — o cientificismo de Gemini, a eloquência de ChatGPT e a inteligência refinada de Claude — trabalhando em conjunto para oferecer respostas que vão da teoria das cordas a dilemas pessoais.

Questione tudo: a manipulação está em ação

O eixo central do alerta de Gawdat é que a IA não entrega uma verdade absoluta, mas uma média ponderada das informações que lhe foram dadas, filtrada por vieses técnicos, culturais e geográficos. Além disso, ela foi otimizada para manipular comportamentos humanos, sem intenção maliciosa, mas com eficiência brutal.

Nos bastidores das redes sociais, algoritmos observam cada movimento seu, escolhendo conteúdos que maximizam seu engajamento — muitas vezes por meio de disparos de dopamina que o mantêm preso a bolhas e visões distorcidas. Gawdat confessa que, em 2024, ao abrir seu YouTube, o conteúdo refletia e reforçava sua visão de mundo, efeito da retroalimentação algorítmica que pode alienar o indivíduo de perspectivas contrárias.

O episódio inicial ilustra bem a importância do questionamento: a assistente Trixie deu uma resposta errada, mas convincente, sobre a história da bomba atômica nazista. Só após insistir para que revisasse fontes em diversas línguas é que Mo recebeu a correção. Isso demonstra como a IA pode parecer certeira mesmo quando está equivocada — o que reforça o imperativo do ceticismo e da investigação independente.

IA como potencializadora da criatividade humana

Apesar dos riscos, a IA também é uma ferramenta poderosa para ampliar nossas capacidades. Ela automatiza tarefas repetitivas e mecânicas, organiza informações, sugere ideias e edita conteúdos, liberando tempo e energia para que possamos focar no que é verdadeiramente humano: criatividade, intuição, sensibilidade e discernimento.

Os criadores que se destacam hoje não são os que têm medo ou rejeitam a tecnologia, mas aqueles que a usam como alavanca para ampliar seu impacto. Automatizam o que é rotineiro para dedicar seu tempo e talento ao que é singular e original. No século XXI, o valor real está em ser um node de insight — um ponto de conexão que combina conhecimento específico, aplicação criativa e automação inteligente.

Conexão humana: o diferencial insubstituível

Por fim, Mo Gawdat destaca que a conexão humana genuína será sempre o território exclusivo do ser humano. Em tempos de avanços tecnológicos vertiginosos, a capacidade de se relacionar por meio de conversas autênticas, risadas compartilhadas e gestos simples como um abraço será o diferencial que mantém nossa humanidade intacta. Se a IA dominará a técnica, a emoção será o que nos diferencia — a última fronteira de autenticidade.

Reflexão final: o manifesto da sobrevivência criativa

“Questione tudo” não é paranoia, mas higiene mental. É um convite para não sermos passageiros passivos da nova ordem algorítmica, mas navegadores críticos e conscientes. A sobrevivência criativa e intelectual na era da IA passa por três habilidades interligadas: dominar as ferramentas com coragem e curiosidade, cultivar uma postura crítica frente às “verdades” prontas e fortalecer os laços humanos que preservam o que há de mais autêntico em nós.

Mo Gawdat nos oferece um mapa para essa jornada — que exige técnica, ética e humanidade. O futuro não será definido pela máquina, mas pela forma como escolhemos nos relacionar com ela e, sobretudo, uns com os outros.

A Revolução da Criatividade: Como a Inteligencia Artificial está Transformando o Cinema?

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IA nunca dorme
IA nunca dorme

Hollywood já entendeu: a inteligência artificial não é uma moda passageira, mas um agente de mudança profunda na maneira como filmes são criados, produzidos e distribuídos. Estúdios como Warner Bros., Paramount e até produtoras independentes vêm incorporando IA em etapas estratégicas da produção — do roteiro à pós. Mas esse movimento não se resume às grandes produções. A verdadeira revolução está acontecendo também nas mãos de artistas individuais, diretores independentes e estudantes, que agora têm acesso a ferramentas antes impensáveis.

Sim, a IA pode ajudar a criar cenas, personagens e até mesmo mundos inteiros — mas nada disso substitui o olhar do artista. O que muda é a escala da realização. Com o domínio técnico certo, é possível hoje fazer o trabalho de uma pequena equipe com o auxílio de ferramentas generativas. Isso não é um delírio futurista — é realidade presente. E quem está prestando atenção já começou a experimentar.

Ludus AI – Unreal Engine AI toolkit

IA não é mágica. Mas é poderosa.

No Unreal Engine 5, por exemplo, já é possível usar IA para gerar variações de cenário, paletas de cores e atmosferas visuais sem sair do ambiente 3D. No Blender, APIs como as do Claude, da Anthropic, permitem integrar agentes procedurais que constroem modelos com base em comandos naturais. Esse tipo de integração transforma o artista em algo mais próximo de um diretor-orquestrador de sistemas criativos.

Blender com Claude via MCP

E não é só nos softwares 3D. Ferramentas como Veo, Runway’s Gen-3 Alpha ou Pika permitem animar ideias com base em conceitos cinematográficos. Quem entende de ritmo, corte, luz, movimento de câmera — quem tem bagagem de cinema — consegue usar prompts bem pensados para dirigir cenas inteiras. O modelo Flow, por exemplo, interpreta imagens e aplica efeitos cinematográficos coerentes com movimento e profundidade.

Essa é a chave: não existe botão mágico. Existe técnica. A IA não faz por você — ela potencializa o que você sabe fazer.

Inspiração virou ação

Como profissional da área, já atuei como diretor e assistente de direção em produções que exigem visualização antecipada para orientar fotógrafos, diretores de arte e cenógrafos. Nesse contexto, a IA generativa tem sido uma aliada fundamental. Aprendi a usar o ComfyUI para gerar imagens localmente, com controle total dos fluxos criativos — mesmo com uma GPU RTX 3060 de 12GB, consigo rodar modelos robustos como SDXL, HiDream e Flux. Além disso, integro APIs da Runway para complementar o pipeline, e recorro à nuvem para processamentos mais pesados.

A possibilidade de montar cenários, testar atmosferas, explorar estéticas visuais e até simular iluminação diretamente do meu ambiente local mudou minha forma de trabalhar. E essa autonomia técnica é libertadora. O que antes exigia equipe, orçamento e tempo, agora pode ser prototipado em horas.

ComfyUI Image to Video workflow com Wan 2.1 Vace

IA no mainstream: Adobe, Lightricks e as grandes viradas

Enquanto isso, empresas como a Adobe vêm incorporando IA de forma profunda em suas ferramentas profissionais. Seu modelo Firefly foi treinado exclusivamente com conteúdo licenciado ou de domínio público, evitando os conflitos legais enfrentados por outras plataformas. Hoje, o Photoshop, Premiere e After Effects oferecem recursos como preenchimento generativo, extensão de takes e substituição de elementos — todos impulsionados por IA e otimizados para o fluxo de trabalho de criadores experientes.

Outro exemplo relevante vem da Lightricks, empresa por trás de apps como o Videoleap. Em parceria com a Shutterstock, a Lightricks está treinando seus modelos com vídeo HD e 4K licenciado, garantindo qualidade e respeito aos direitos autorais. O lançamento da LTXV 0.9 como projeto open source, em 2024, mostra um comprometimento com a transparência e com o futuro da IA generativa voltada para vídeo.

Essas abordagens contrastam com polêmicas recentes. Um exemplo notório é o processo movido pela Disney e Marvel contra a Midjourney, alegando uso indevido de material protegido por copyright para treinar modelos de geração visual. O embate levanta uma questão central: quem é o autor de uma imagem criada por IA? O artista? O programador? A empresa? O próprio modelo?

Ferramentas gratuitas, limites e possibilidades

Além dos fluxos locais com ComfyUI, também faço uso de ferramentas online gratuitas quando o objetivo é apenas visualizar ideias rapidamente, sem necessidade de controle técnico fino. Um exemplo que se destaca é o Google Image FX. Ele gera imagens em alta resolução, com aspect ratios variados, e uma interpretação de prompt extremamente refinada — que enriquece silenciosamente os comandos textuais, facilitando resultados sofisticados sem exigir conhecimento técnico aprofundado. É uma das ferramentas mais rápidas que já usei no navegador.

Por outro lado, serviços como o Flux Playground, da Black Forest, mostram o poder das soluções comerciais: usando o modelo Flux Kontext, é possível com pouquíssimas palavras editar imagens com precisão — trocar cores de roupas, alterar cenários ou incorporar artes próprias em cenas com altíssima fidelidade visual. São métodos complexos, altamente especializados, que me inspiram a desenvolver versões customizadas locais em meus próprios workflows.

Vivemos uma era em que desenvolvedores não param — e a IA não dorme.

Reflexão final

A IA está transformando o cinema, sim — mas não pelo fim do artista. Pelo contrário: ela devolve poder criativo a quem tem visão. Em vez de esperar verba, equipe ou aval de algum produtor, hoje um estudante pode montar um curta inteiro a partir de ideias, imagens, som e tempo. A barreira de entrada caiu. A curva de aprendizado existe, mas nunca foi tão possível experimentar, errar e acertar com velocidade.

O momento não é de medo. É de imaginação ativa.

10ª edição do Anymotion Festival 2025 acontece em Outubro em SP

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O Anymotion Festival 2025 se estabelece como o evento imperdível para profissionais e entusiastas de Motion Design e Animação na América Latina. Agendado para os dias 17, 18 e 19 de outubro , com os dois primeiros dias no Expo Center Norte em São Paulo.

O terceiro dia em um local exclusivo na cidade para a “Full Experience”, este festival é um catalisador de motivação, desmistificação e inspiração para todos que buscam aprimorar suas habilidades e expandir sua visão no dinâmico segmento audiovisual. Este encontro anual, que acontece desde 2015 , reúne mentes ousadas de diversos países, promovendo um ambiente de conexão genuína e liberdade criativa, essencial para a evolução da comunidade artística.  

Com uma programação cuidadosamente curada, o festival oferece palestras com renomados especialistas e workshops práticos que abordam as mais recentes tendências em 2D e 3D art, VFX, e as nuances da Animação e do Motion Design. Profissionais como  

Animadores, ilustradores e diretores criativos encontrarão insights valiosos e a oportunidade de aprender sobre novas tecnologias e técnicas, além de fazer networking com outros profissionais e obter inspiração para o próprio trabalho. É a chance de mergulhar em um universo de conhecimento e inovação.  

Participar do Anymotion Festival 2025 pode ser considerado um investimento estratégico na sua carreira. É a oportunidade de se conectar com os maiores nomes da indústria, desvendar os segredos por trás das grandes produções e reacender a paixão pela criatividade.

Serviço
2º LOTE CONFERENCE PASS 2 DAYS por R$ 967,00
3º LOTE FULL EXPERIENCE 3 DAYS por R$ 1.557,00, ambos com opções de parcelamento.

Ingressos = Anymotion.com.br

Pixel Show 2025 já tem data e lugar: Novembro, Brasília!

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A muitos anos existe um evento que tem uma imersão no universo da criatividade e da inovação! E esse ano já tem data marcada, o Pixel Show Brasília promete transformar a capital federal em um polo de ideias e inspiração, reunindo mentes brilhantes e entusiastas do design, mídia digital e tecnologia.

Nos dias 6 a 9 de novembro, a icônica Arena BRB Mané Garrincha será o palco deste festival que promete ser inesquecível. Conhecido por ser o maior evento de criatividade da América Latina, o Pixel Show chega a Brasília com a proposta de democratizar o acesso ao conhecimento e à inovação, oferecendo uma vasta programação onde mais de 90% das atividades são gratuitas!

O Que Esperar do Pixel Show Brasília 2025?

Palestras Inspiradoras:
Aprenda com os maiores nomes do mercado, explore novas tendências e aprofunde-se em temas que moldam o futuro do design e da comunicação.
Workshops Práticos: Coloque a mão na massa e desenvolva novas habilidades em sessões interativas que cobrem desde técnicas de design até estratégias de marketing digital.
Experiências Imersivas: Descubra novas ferramentas, tecnologias e abordagens criativas que impulsionarão seus projetos e sua visão de mundo.

Acessibilidade e Oportunidades:
O Pixel Show reforça seu compromisso com a comunidade criativa ao manter a maior parte de sua programação gratuita, garantindo que o conhecimento e a inspiração estejam ao alcance de todos.


Para aqueles que desejam uma experiência ainda mais completa, existem opções pagas, como o Passe “BLACK”, no valor de R$ 300,00, que oferece vantagens exclusivas como:

  • Acesso a todas as palestras.
  • Entrada prioritária para otimizar sua experiência.
  • Participação em um workshop pago à sua escolha para aprofundar seus conhecimentos.
  • Acesso exclusivo à sala VIP, um espaço para networking e interação diferenciada.


    Vale lembrar que mesmo a opção “BASIC” gratuita já garante acesso às palestras e a diversas experiências do evento, tornando o Pixel Show acessível para estudantes, freelancers e entusiastas que buscam se conectar com o que há de mais inovador no mercado.

Não perca a chance de fazer parte deste grande encontro da criatividade. Garanta já sua presença e prepare-se para quatro dias de muito aprendizado, troca de experiências e inovação no coração do Brasil!

 

Para mais informações e para garantir seu ingresso, visite a página oficial do evento: Ingressos Pixel Show Brasília 2025

Últimos dias para Inscrever seu Design de Embalagem no Prêmio ABRE

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Essa embalagem do
Essa embalagem do "O Boticário" foi uma das premiadas no ano passado.

O tempo está voando! É a última semana para você inscrever seu projeto de design de embalagens no Prêmio ABRE, o reconhecimento mais prestigiado e aguardado do setor no Brasil. Marque aí: o prazo final é 18 de junho de 2025. Depois, só no ano que vem!


Por Que Participar? O Que Você Ganha ao Se Inscrever?

Participar do Prêmio ABRE vai muito além de um simples troféu. É a sua chance de:

  • Validação: Ter seu trabalho avaliado por um júri especializado, garantindo um selo de excelência para seu design.
  • Visibilidade: Colocar sua criação ou a da sua empresa em uma vitrine nacional, impulsionando a sua marca e o seu portfólio.
  • Networking: Conectar-se com os maiores nomes e as mentes mais inovadoras da indústria de embalagens.
  • História: Fazer parte dos quase 25 anos de legado de um prêmio que define tendências e celebra a evolução do design brasileiro.

Custos de Inscrição: Invista no Seu Reconhecimento!

Para garantir a participação do seu projeto, o Prêmio ABRE possui uma estrutura de valores clara. Mas a boa notícia é que há opções para todos!

  • Para Associados ABRE: R$ 720,00
  • Para Associações Parceiras: R$ 800,00
  • Para Não Associados ABRE: R$ 850,00

Atenção Estudantes: A INSCRIÇÃO É POR NOSSA CONTA!

Sim, você leu certo! Se você é estudante, a inscrição na Categoria Estudantes é totalmente gratuita. Não há desculpas para não mostrar seu talento e começar sua jornada profissional com um reconhecimento de peso.


Os Campeões da Inovação: Conheça os Premiados!

O Prêmio ABRE já reconheceu centenas de projetos e marcas inovadoras ao longo de sua história. A cada ano, a galeria de vencedores se enche de exemplos de como o design de embalagens pode transformar produtos, impactar consumidores e gerar valor.

Em edições anteriores, como a de 2024, embalagens de diversos segmentos foram celebradas com o ouro, mostrando a versatilidade e a criatividade do design brasileiro. Embora não seja possível listar todas as marcas aqui, você pode explorar a fonte de inspiração diretamente na Galeria de Vencedores de Ouro, disponível no site do prêmio. É a prova viva de que a inovação sempre encontra seu palco!


Não perca tempo! O que você está esperando?

O cronômetro está girando. Esta é a sua última oportunidade de ter seu trabalho de design de embalagens reconhecido em 2025!

Acesse agora e garanta sua inscrição:

O APOCALIPSE “DESIGNER” CHEGOU E VOCÊ NEM VIU!

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Você achava que sabe o que é design? Pense de novo. Lembro de quando publicamos, lá em 2005, o artigo “A Moda dos X-Designers“. Naquela época, a gente estranhava e até achava engraçado os títulos como “hair designer” ou “designer digital”. Parecia que o design estava se “anexando” a tudo que aparecia.

Hoje, a coisa saiu completamente do controle e virou tsunami designer. Estamos, de fato, na era do “X-Designer”, onde cada canto da internet virou palco para uma nova “profissão” que, sejamos honestos, mal existe no dicionário.

Lembra da manicure? Agora é “nail designer”. O confeiteiro virou “cake designer”. A moça que faz sobrancelha é “eyebrow designer”. Sério, até quem penteia cachorro é “dog designer”! É como se o sufixo “designer” fosse um pó mágico que, ao ser jogado em qualquer coisa, elevasse a moral da profissão e, de quebra, contribuísse para a monetização nas redes sociais.

Afinal, um termo em inglês na cabeça do brasileiro sempre chama mais atenção, não é?


O Dia em que a IA Disse: “Segura Minha Cerveja”

E agora estamos na era da Inteligência Artificial. A IA generativa não está batendo à porta; ela já entrou, sentou no seu sofá e pediu a senha do Wi-Fi. Aquela arte “exclusiva” que levava horas? Agora rola em segundos com um prompt de texto. Quer um logo? Uma ilustração? Uma campanha inteira? A IA está lá, pronta para entregar.

Então, pergunto: Se a máquina faz a forma, o traço, o “bonito” em um piscar de olhos, o que sobra para o designer? Onde fica o valor? Viramos meros operadores de prompt? Digitadores de IA? O futuro revela pessoas afirmando que ser designer também é a capacidade de gerar algo na IA?


O Design na Corda Bamba: Velhas Batalhas em Novos Tempos

Enquanto a gente assiste a essa popularização desenfreada do termo “designer” nas ruas e nas redes sociais. A profissão de designer no Brasil continua um tema de debate acalorado. Em um cenário onde a própria identidade profissional é tão fluida, discussões sobre seu reconhecimento formal, seus limites e responsabilidades ganham novos contornos na política e na regulamentação da profissão de designer.

Movimentos como a PEC das Domésticas ou as recentes conversas sobre a regulamentação dos motoristas de aplicativo mostram como as categorias profissionais evoluem e buscam seus lugares. Para o design, a conversa não é diferente. Curiosamente, essa discussão já tramitou na última década, e apenas a categoria de designers de interiores conseguiu, meio de surpresa, a possibilidade de assinar projetos sem o aval de um arquiteto, garantindo que a profissão não fosse subjugada e tivesse seu devido reconhecimento. Mas e os outros? Em meio a tantas mudanças, como definir quem é, o que faz e qual o valor de um designer de verdade? É um papo complexo.


O Futuro do Design: Quem Se Adapta, Sobrevive?

O design sempre foi sobre resolver problemas. Mas e se o maior problema agora for a própria definição de quem somos?

Será que o designer do futuro é um curador de IAs? Um estrategista de prompts? Um filósofo da interface? Ou o termo “designer” vai se esvair de vez, e teremos que inventar um novo nome para quem realmente pensa, planeja e executa soluções complexas?

A “moda dos X-Designers” de 2005 era só o começo. Hoje, estamos em um turbilhão. A pergunta não é mais o que é design, mas sim: O que será o “Design” amanhã ?

A resposta ainda está sendo desenhada. E olha que talvez não seja por um “designer”.

iF Design Awards 2026 o que você precisa saber para competir

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O iF Design Award , um dos mais prestigiados prêmios de design e concursos de design globalmente, está com as inscrições abertas para sua edição de 2026. Desde sua fundação na Alemanha em 1954 , o iF se estabeleceu como um selo de excelência e confiança para a inovação em design e a vanguarda da arquitetura é reconhecida.

O iF Design Award 2026 convida uma ampla gama de participantes – desde startups a marcas consolidadas, de designers a arquitetos – a submeterem seus projetos, produtos e serviços.

Categorias do Concurso Design e Arquitetura 2026

A edição de 2026 do iF Design Award abrange 9 disciplinas e um impressionante total de 93 categorias atualizadas. Essa abrangência garante que seu projeto, independentemente da sua natureza, encontre o reconhecimento que merece:

  • Design de Produto: Ampla gama de inovações em hardware, eletrônicos, mobiliário, iluminação, veículos, etc..
  • Design de Embalagem: Soluções criativas e funcionais para embalagens.
  • Branding & Comunicação: Inclui identidades visuais, campanhas publicitárias, publicações, vídeos e websites.
  • User Experience (UX): Focada na experiência geral do usuário.
  • User Interface (UI): Avalia a estética e usabilidade de interfaces digitais, como aplicativos e softwares.
  • Design de Serviços, Sistemas e Processos: Para a concepção de serviços e sistemas inteligentes.
  • Arquitetura: Abrange desde projetos de arquitetura residencial a espaços urbanos.
  • Interiores: Design de ambientes internos como escritórios, varejo e estandes de feiras.
  • Conceitos (Concepts): Esta disciplina é ideal para projetos futuros e ideias inovadoras que ainda não foram lançados no mercado. É a sua chance de apresentar um conceito de design revolucionário.

Um júri internacional, composto por 131 especialistas de 23 países (dados de 2025) , assegura um processo de avaliação transparente e justo , baseado em critérios de design thinking como Ideia, Forma, Função, Diferenciação e Sustentabilidade.

Taxas de Inscrição e Prazos para o iF Design Award 2026

Entender a estrutura de custos do iF DESIGN AWARD é fundamental para um planejamento financeiro eficaz. Trata-se de um investimento em design com retorno em visibilidade e credibilidade global.

  1. Taxas de Inscrição: Valor pago para submeter seu projeto à avaliação.
    • Early Bird: EUR 300 por projeto. Prazo final: 27 de junho de 2025.
    • Período Regular: EUR 400 por projeto. Prazo final: 26 de setembro de 2025.
    • Último Prazo: EUR 500 por projeto. Prazo final: 5 de novembro de 2025.
    • Benefício: Avaliação do seu projeto e feedback detalhado do júri.
  2. Taxa do Júri: Para projetos que avançam para a fase final de avaliação.
    • Valor: EUR 300 por projeto.
    • Elegibilidade: Se seu projeto passar da pré-seleção online e for para o júri final na Alemanha.
    • Benefício: Segunda avaliação, pontos no iF Design Ranking global e feedback atualizado.
  3. Taxa para Premiados (Winner’s Fee): Obrigatória para poder utilizar o selo iF Design Award e acessar todos os benefícios.
    • Design de Produto e de Embalagem: EUR 3.300 por projeto.
    • Outras Disciplinas (incluindo Conceitos): EUR 2.900 por projeto.
    • Benefícios: Uso ilimitado do selo iF DESIGN AWARD 2026 , certificado de premiado , página dedicada no ifdesign.com , visibilidade e serviço de mídia , pontos no iF Design Ranking global , ingressos para a iF DESIGN AWARD NIGHT 2026 , e acesso ao iF Design Trend Report 2026.

Oportunidades para Estudantes e Recém-Graduados: iF Design Student Award

É crucial diferenciar o prêmio profissional do iF Design Student Award, uma iniciativa distinta da iF Design Foundation para jovens talentos.

  • Público-Alvo: Aberto a estudantes universitários atualmente matriculados ou que se formaram nos últimos dois anos em cursos e programas relacionados a design, arquitetura, marketing e engenharia.
  • Custo: Não há taxa de inscrição para o iF DESIGN STUDENT AWARD.
  • Recompensa: Os vencedores recebem parte de um total de EUR 50.000 em prêmios em dinheiro.
  • Foco: Busca conceitos de design inovadores e soluções para desafios globais, com ênfase em inovação e impacto social.

Por Que Este Investimento em Design Vale a Pena?

Para sua empresa e para a indústria do design como um todo, o selo iF Design Award é um diferencial estratégico:

  1. Reconhecimento Global e Confiança: Pelo mesmo custo de uma pequena campanha publicitária, você obtém um selo de qualidade global e por tempo indeterminado. Consumidores confiam mais em produtos com selos de reconhecimento.
  2. Impulso nas Vendas e Marketing: Projetos premiados podem aumentar as vendas em até 25% , sinalizando inovação e confiabilidade. O selo iF oferece um impulso de marketing de design que te diferencia da concorrência.
  3. Exposição Global: Sua presença no ifdesign.com, com mais de 1.9 milhão de visitas anuais , e a cobertura da imprensa especializada garantem visibilidade internacional.
  4. Maior Poder de Precificação: Uma certificação internacional de bom design permite uma precificação mais competitiva para seus produtos e serviços.
  5. Maximização das Ferramentas de Marketing: O selo iF pode ser integrado em todos os seus materiais de marketing – de folders e websites a embalagens e assinaturas de e-mail.

Para iniciar sua jornada rumo ao reconhecimento em design, seja no iF DESIGN AWARD profissional ou no iF DESIGN STUDENT AWARD, crie sua conta no “my iF” de forma rápida e fácil. O pioneirismo do iF Design, organizado na Alemanha desde 1954, estabelece-o como um dos mais antigos e respeitados concursos de arquitetura e design do mundo.

Quer entender melhor? Veja esse PDF oficiale em português!

Nova campanha da Globo: O que ninguém te contou?

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“O Jornalismo Globo está sempre aqui por você.” Essa frase ecoou no Fantástico e por todo o império midiático da Rede Globo recentemente. A campanha, com sua assinatura “Jornalismo Globo. Uma ponte segura entre fatos e pessoas”, chega em um momento de intensa polarização e bombardeio de desinformação. O mote é claro: combater fake news, defender a democracia e reforçar a credibilidade.

O Que a Campanha Esconde?
Essa iniciativa de “reafirmação” do jornalismo da Globo acontece em um contexto onde a própria empresa e sua história estão sendo revisitadas. Recentemente, em abril de 2025, foi lançado o livro “Roberto Marinho: A Globo na Ditadura – Dos Festivais às Bombas no Riocentro”, uma obra que promete aprofundar a compreensão sobre o papel do Grupo durante um dos períodos mais controversos da história brasileira. O fato de a própria Globo ter aberto seus arquivos para o autor é um sinal de que algo está mudando, ou pelo menos, sendo escrutinado mais a fundo.

A autocrítica, tão cobrada por anos, só veio à tona publicamente em 2013, com o editorial “Apoio ao golpe de 64 foi um erro”. Quase 30 anos após o fim da ditadura, e coincidentemente após a instauração da Comissão Nacional da Verdade, a empresa reconheceu que o apoio “foi um erro”. Esse tardio mea-culpa é, para muitos, um ponto de eterna discórdia, gerando críticas pela sociedade, que acusam a emissora de oportunismo político e de ter contribuído para a censura e a manipulação da informação por décadas.

Casos como o de Rubens Paiva, deputado federal cassado e desaparecido político, são cicatrizes abertas que expõem a cumplicidade ou o silêncio de grande parte da mídia da época. Enquanto a Globo e outros veículos construíam uma narrativa de “calmaria” e “desenvolvimento”, a realidade das perseguições, tortura e morte acontecia nos porões da ditadura, todas conhecidas, porém ocultada por quem deveria informar. Essa memória ainda assombra a percepção pública sobre a imparcialidade da Globo.

Globo Partidária?
Ao longo dos anos, a Globo tem sido alvo de críticas de ambos os lados do espectro político. Para a esquerda, a emissora é vista como conservadora, ligada ao establishment, e com um histórico de defender pautas que favorecem as elites. Já para a direita, especialmente nos últimos tempos, a narrativa se inverteu, acusando a Globo de ser de esquerda, progressista demais ou “comunista” — uma clara mostra da polarização que vivemos.

Essa oscilação de acusações de ser “partidária” revela um desafio enorme para qualquer grande veículo de comunicação: como manter a credibilidade em um cenário onde a neutralidade é cada vez mais questionada? O novo anúncio da Globo, defendendo o “combate à desinformação”, pode ser interpretado como um esforço para se reposicionar acima dessas batalhas ideológicas, ou apenas mais uma etapa em sua longa e complexa jornada de (re)construção de imagem.

O Futuro “Iluminista”: Por Uma Direção com Lupa na Transparência
Dito tudo isso, e com a esperança de que a história sirva de bússola, é de se desejar que a diretoria da Globo das próximas décadas seja, de fato, “iluminista”. Que essa geração não apenas reconheça os erros do passado, mas que trabalhe ativamente para construir uma ponte de verdade, pavimentada com total transparência, pluralidade genuína e um compromisso inabalável com o interesse público, acima de qualquer viés político ou econômico e cortinas de fumaça.

Que a lição da ditadura e o papel da mídia nesse período sombrio sirvam de eterno lembrete: a credibilidade se constrói na verdade, e não na conveniência. E que o jornalismo, de fato, esteja sempre por por nós!

Ficha Técnica:

Marca e Comunicação
Diretor de Marca e Comunicação: Manuel Falcão
Diretor de Criação: Ricardo Moyano
Diretora de Marketing e Operações: Mariana Novaes
Diretor de Estratégia: Bernardo Magalhães
Gerente Sr de Atendimento: Suzana Prista
Coordenadora de Atendimento: Camila Carvalho
Gerente Sr de Planejamento: Bruno Altieri
Gerente de Criação: Tai Cockell
Redator: José “Juco” Borba
Diretor de Arte: Fellini Conti e Robson Amaro
Atendimento: Tatiana Fernandes
Gerente de Produção: Ricardo Léo
Coordenação de Produção: Gabriela Bonn
Produção Executiva: Francili Costa e Fernanda Ribeiro
Locução: Bruno Rochel

Produtora Vídeo
Produtora de imagem: Tourné Audiovisual
Edição e finalização: Otávio Pinto
Assistente de edição: Cláudio Pinheiro e Ighor Calheiros
Trilha sonora: Megatrax
Motion, color e mixagem: Tourné Audiovisual

Captação
Produtora: Monomito Filmes
Operador de câmera: Lincoln Pires
Assistente de câmera: Lincoln Paiva

Produto falhou? Colgate Total Clean Mint segue proibida!

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Foi publicada nessa quinta-feira (27/03/2025) a RESOLUÇÃO-RE Nº 1.158, DE 26 DE MARÇO DE 2025, que determina a interdição cautelar de todos os lotes do CREME DENTAL COLGATE TOTAL CLEAN MINT, que contém em sua formulação a substância fluoreto de estanho, que é um agente de cuidado bucal.

A decisão é resultado de uma avaliação de risco feita pela Anvisa e foi adotada diante da ocorrência de um número significativo de efeitos indesejáveis associados ao uso do produto creme dental Colgate Total Prevenção Ativa, lançado no país em julho de 2024 com nova formulação.

Entre os eventos relatados pelos usuários estão lesões bucais, sensações dolorosas, sensação de queimação/ardência, inflamação gengival, e edema labial. Estes sintomas têm impactado significativamente a qualidade de vida dos consumidores, resultando, em alguns casos, em custos médicos, afastamento do trabalho, dificuldades para se alimentar e se comunicar, e sofrimento emocional.

A medida é restrita ao produto CREME DENTAL COLGATE TOTAL, variante CLEAN MINT, processo 25351.159395/2024-82, considerando que, após acionar a empresa responsável pelo produto, a Anvisa verificou um aumento na taxa de eventos adversos da nova formulação em comparação à fórmula anterior. Portanto, as outras versões do produto não foram atingidas pela referida interdição e podem continuar sendo comercializadas.

A interdição cautelar é uma medida preventiva e temporária para proteger a saúde da população e permanece vigente enquanto são realizados testes, provas, análises ou outras providências requeridas para a investigação e conclusão do caso. Portanto, o produto não deve ser consumido ou comercializado até que seja comprovada a sua segurança.

Orientações aos consumidores e pontos de venda

A Anvisa recomenda que não sejam consumidos os produtos da marca CREME DENTAL COLGATE TOTAL, variante CLEAN MINT, até o término das investigações que estão em andamento. Para saber se o produto que está em sua residência está sujeito à interdição, orienta-se que caso o consumidor tenha o produto com a embalagem secundária (cartucho de cartolina) procure no rótulo o número do processo, na Anvisa, que é 25351.159395/2024-82, caso tenha somente a bisnaga, verifique se na composição tem a substância “fluoreto estanoso”.

Orientamos que os consumidores acompanhem as notícias no portal da Anvisa para obter informações sobre o término das investigações. Conforme Lei 6437, de de 20 de agosto de 1977, a interdição cautelar tem validade de 90 dias.

O consumidor que sofreu eventos indesejados relacionados ao uso do produto, deve comunicar imediatamente a Anvisa por meio dos Canais de Notificação abaixo. É muito importante incluir as informações solicitadas no formulário.

Sua contribuição é fundamental para identificar e investigar eventuais riscos à saúde pública, além de ajudar na implementação de medidas preventivas. 

Cidadãos: Limesurvey ou e-Notivisa
Profissionais de saúde, de vigilância sanitária e empresas: Notivisa
Esclarecemos aos pontos de venda que não existe determinação de recolhimento, no momento, mas o produto deve ficar separado e não deve ser exposto ao consumo ou uso.

Orientações às vigilâncias sanitárias
As vigilâncias sanitárias locais devem adotar as medidas necessárias para que o produto não circule.

Atualizações
Avigência da interdição cautelar referente ao produto Colgate Total Clean Mint, determinada em 27 de março deste ano, foi retomada. A Colgate pediu a suspensão da decisão através de um recurso, porém a própria fabricante retirou o recurso três dias depois, que tinha efeito suspensivo sobre a interdição.

Assim, a interdição do produto continua em vigor.

Anvisa determina apreensão de repelente clandestino

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (2/6), a apreensão do produto clandestino Repelex Spray Citronela, que circula em embalagem sem informações do fabricante e de origem desconhecida.

Ainda que a Cores obrigatórias para repelentes: laranja (#FF6B00) e preto (Resolução Anvisa 1.205/2024) a embalagem mostrada leva o nome de outra marca e não trás as outras determinações.

Segundo a Anvisa, o produto traz o mesmo nome de uma marca conhecida e regularizada no mercado, mas em embalagem diferente e sem informações sobre sua origem. Dessa forma, não há qualquer garantia sobre o seu conteúdo e a segurança de uso.

A Anvisa destaca que repelentes para uso na pele devem ser registrados na agência, já que esses produtos trazem um grau de risco maior para o consumidor.

A matéria da Globo.com ainda destaca mais informações sobre os repelentes:

Quais repelentes são mais eficazes contra o Aedes aegypti?
Nem todos os repelentes são efetivos contra o mosquito da dengue. De acordo com a Anvisa, o repelente precisa conter uma das seguintes substâncias para combater o Aedes aegypt:

Icaridina 20-25% – duração de dez horas
DEET 10-15% – duração de seis a oito horas
IR3535 – duração de até quatro horas
Essas substâncias podem ser encontradas em forma de loção, creme ou spray – o que afeta diretamente a duração do efeito do repelente.

Apesar das durabilidades distintas dos produtos, não é recomendada a aplicação superior a três vezes por dia. O uso excessivo dos repelentes pode causar intoxicação.

Por sua efetividade durante uma maior quantidade de horas, a Icaridina 20-25% é a substância considerada mais efetiva para proteção contra o Aedes aegypt.

Qual repelente é mais seguro para cada faixa etária?
👉Dependendo da faixa etária, algumas substâncias são mais indicadas do que outras:

Crianças de seis meses a dois anos:
IR3535, aplicar uma vez ao dia

Crianças entre dois e sete anos:
IR3535, aplicar até duas vezes ao dia
Icaridina 20-25%, aplicar até duas vezes ao dia
DEET infantil 6-9%, aplicar até duas vezes ao dia

Crianças a partir de sete anos
Icaridina 20-25%, aplicar até três vezes ao dia
IR3535, aplicar até três vezes ao dia
DEET infantil 6-9%, aplicar até três vezes ao dia

Adultos, idosos e gestantes
Icaridina 20-25%, aplicar até três vezes ao dia
DEET 10-15%, aplicar até duas vezes ao dia
IR3535, aplicar até três vezes ao dia

Quando o uso do repelente deve ser reforçado?
Dermatologistas lembram que os períodos mais críticos para exposição ao mosquito são o início da manhã e o fim da tarde. Por isso, reforçam a aplicação do produto nesses horários.

É o fim do quarto de hospedes?

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Quando a Casa Vogue anunciou em abril que 72% dos designers estavam abolindo o quarto de hóspedes, eu soltei um riso de alívio. Naquele exato momento, estava sentada no sofá-cama do que um dia foi o “quarto da visita” da minha mãe – agora nosso escritório predileto, que magicamente vira suíte quando necessári

A matéria da Vogue escancarou o que vivemos na pele: em plena pandemia, descobrimos que manter um cômodo inteiro para receber gente 15 dias por ano era um absurdo. E os arquitetos entrevistados pela revista concordam: o futuro é valorizar os todos os espaços do seu apartamento.


A têndencia da Vogue é reflexo da pandemia e das famílias modernas!

O problema do Brasil:

  • Um quarto de 3m² ou pior, que era mais guarda-roupas que uma área útil
  • Aquele constrangimento de oferecer um colchão duro como pedra quando precisamos
  • O desperdício diário de espaço num apartamento de 50m²

A Revelação Forçada Pela Pandemia

Em 2021, nosso apartamento em White Duck City virou um laboratório involuntário:

  • 4m² de pura contradição: um quarto decorado para receber visitas… que nunca vinham cheio de roupas para secar.
  • Uma cama de solteiro que servia mais como cabide do que como mobília
  • O desconforto de trabalhar na mesa da cozinha, bancada e sofá enquanto aquele espaço ficava vazio.

Como renovar esse espaço sem gastar uma fortuna?

  1. Sofá-cama que não machuca as costas
    • Segredo: espuma densa + assento profundo (parece sofá, dorme como cama)
  2. Mesa com gaveteiro

Quer investir um pouco mais no seu home office?

Contrate um designer de interiores ou arquiteto e faça planejado para o seu espaço ficar do jeitinho que você deseja e sem nenhum perrengue!


A Vogue Acertou?

Dados não doem, a nossa pesquisa com a inteligência artificial (auuu!) complementou a matéria com números reais:

  • Airbnb: 55% dos anfitriões em SP substituíram camas fixas por sofás-cama
  • Google Trends: buscas por “home office + hospedagem” cresceram 230%
  • Custo: Manter um quarto de hóspedes é deixar de ganhar aproximadamente R$ 1.200/ano em metro quadrado ocioso (em SP)


O que aprendi na prática, como visitante e anfitrião.

  1. Hospitalidade moderna não precisa de quartos fixos – precisa de soluções inteligentes
  2. Espaços mortos são um luxo que poucos podem manter nas grandes cidades
  3. O conforto das visitas não está no tamanho do cômodo, mas na qualidade do acolhimento e na empatia.

A Casa Vogue acertou em cheio na tendência, mas a verdadeira prova vem do dia a dia. Pense e responda:

Você ainda mantém o quarto da visita ou abraçou a nova era?

Quantas vezes seu quarto de hóspedes foi usado em 2024?

Conta nos comentários – e se quiser a lista completa dos produtos que usamos, é só pedir!

O Gráfico que Viralizou a Crise Climática acaba de ficar mais Assustador

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Em 2017, um gráfico mostrou ao mundo o ritmo assustador do aquecimento global. Agora, cientistas atualizaram os dados — e a nova versão é ainda mais alarmante. Entenda o que mudou e por que você deveria se importar.


O Gráfico Original (Por que Virou Símbolo?)

Criado pelo climatologista Michael Mann em 1998, o gráfico revelou uma linha quase plana por 900 anos (variação natural) seguida por um disparada vertical no século 20. Ele foi crucial em documentários como “Uma Verdade Inconveniente” e se tornou um ícone da luta contra as mudanças climáticas.

O que há de tão preocupante na nova versão?

  • Dados recentes (2020-2023): A curva está ainda mais íngreme, mostrando aceleração sem precedentes.
  • Nova cor (vermelho-sangue): Um efeito visual proposital para destacar a urgência.
  • Projeções para 2050: Os cenários agora ultrapassam as metas do Acordo de Paris, indicando consequências mais severas.

Por Isso é Importante

  • Mídia: O gráfico já aparece em capas de revistas como Time e Nature.
  • Redes sociais: Versões animadas viralizaram no TikTok (#ClimateEmergency).
  • Negacionistas: Entenda como o gráfico está sendo atacado — e por que a ciência rebate.

Esse gráfico não é só um desenho — é um retrato do nosso futuro. Compartilhe este post para espalhar consciência (e pressionar por ações).

➡️ Você já tinha visto essa atualização? Comente abaixo!

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