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” Talvez no futuro possamos contar com designers brasileiros em nossa equipe, mas admito que só conheço o trabalho dos irmãos Campana.”

Acredite se quiser, mas a frase acima é do presidente da Kartell e foi colocada drante a sua passagem por São Paulo em maio….

Quem quiser confrir a veracidade da mesma é só comprar a revista Casa Claudia deste mês (Junho/2008) na página 28.

É impressionante como as coisas parecem não funcionar aqui no Brasil ou às vezes só servem para manter sempre os mesmos bãmbãmbãns no top ou como se fossem os únicos existentes.

Não tiro o mérito do trabalho dos irmãos Campana, nem de longe, porém parece que são só os dois que fazem Design no Brasil atualmente, que não existe mais ninguém… Às vezes vemos um ou outro raro nome despontando e até ganhando prêmios internacionais mas que rapidamente caem no esquecimento…

Onde está o trabalho e as ações prometidas por entidades que prometeram rios e mundos em sua fundação? De divulgação do trabalho brasileiro para o mercado internacional?

É… realmente urge a necessidade da Regulamentação e formalização de um Conselho Federal de Design. construído e mantido APENAS POR DESIGNERS, caso contrário, continuaremos patinando e escorregando sempre para trás…

Pense nisso.

REGULAMENTAÇÃO DO DESIGN JÁ!!!!

Você está fazendo a sua parte?

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10 comentários

  • Qualquer produto ou serviço precisa de marketing (não confundir com propaganda ou má fé). Enquanto essa disciplina não for ministrada nos cursos de design e os discursos permanecerem idealistas ("fazemos design para o bem da humanidade, não para vender") isso vai continuar acontecendo. O que é legal precisa ser conhecido e não tem nada de mal ser famoso. Isso não tem nada de sorte ou acaso, é muito trabalho duro. Ponto para os irmãos Campana!
  • Ligia, acho que você não entendeu o meu ponto de vista... em momento algum desconsidero o excelente trabalho deles, porém o que vemos, especialmente em revistas que se dizem especializadas na área é mensalmente informações apenas sobre os mesmos... Em revistas de Interiores, sempre os mesmos... Em revistas de produtos, sempre os mesmos... parece que só sses mesmos fazem design no Brasil, e o pior, destes mesmos "mesmos", conta-se nos dedos de uma mão quantos realmente são Designers... e te peço as suas e a de vários outros pra contar quantos são "dezáiners"... Quantos produtos super interessantes e até bem melhores do que os que são mostrados por aí são desconsiderados pela mídia especializada? Isso tem um nome no meio artístico: JABÁ! Um amigo meu, arquiteto, me disse dias atrás que foi contatado por alguem (que não vou citar nomes) de um "anuário" onde estariam os profissionais de renome e destaque no cenário, dentro da área de Interiores. Até aí tudo bem. Porém vem a paulada que descredibiliza totalmente as ações deste tipo: por meros R$ 15.000,00 você tem direito a uma página no anuário... Quer dizer, qualidade ZERO... E se você dispuser desta bagatela, micharia, seu nome figurará na mega constelação como TOP of the TOP... Como se o seu trabalho, por mais mequetrefe que seja, fosse dos melhores... Qualidade realmente, ZERO! Daí a se pensar: será que realmente o que aparecem nas revistas e sites "espeializados" devem ser levados a sério mesmo? Eu já não levo ha muito tempo. Entendeu? Existe uma grande diferença entre Maketing e jabá...
  • Olá Paulo e Ligia, Li entendi e concordo com o que o Paulo disse, existe um diferença entre marketing e jabá. Apenas não entendi a diferença entre o ponto de vista dele e o da Ligia, para mim ambos, no que disseram, mencionaram o mesmo, inclusive a Ligia comentou a respeito de um marketing dos produtos e serviços que não é igual a propaganda; ou má fé, onde incluo o tal jabá. Talvez a diferença está na necessidade de regulamentação que o Paulo defende e que a Ligia não comentou... estou certo?? Abraços!!
  • Oi, Félix! Você pegou bem a idéia. E a regulamentação, com certeza, ajudaria, mas não resolveria o problema. A questão é postura, atitude profissional, uso correto das ferramentas de marketing. Tem gente boa que ninguém conhece porque às vezes, nem um site decente tem. O cara quer aparecer, mas não considera pagar um jornalista para divulgar o seu trabalho (isso não é jabá, assessoria de imprensa é um trabalho sério e não é nada proibitivo - depois não dá para reclamar de gente que economiza em design). Tem muito cara talentoso que não aproveita as oportunidades que têm para mostrar o seu trabalho. Como é que a gente vai saber que o figura existe? O mundo é lotado de gente, tem que aprender a mostrar a cara. Não concordo é com a postura "oh, mundo cruel e injusto, ninguém me dá valor". Tem que arregaçar as mangas e ir à luta com ferramentas profissionais. O topo não tem lugar para amadores...
  • Ligia, em momento algum eu me referi à assessoria de imprensa. Falei sim sobre atos inescrupulosos e que visam enganar e confundir mais ainda o consumidor como o caso citado em meu post anterior. Me desculpe, mas se você chama aquilo de assessoria de imprensa ou de Marketing, saiba que chamo de cafagestagem mesmo tanto com os profissionais mas, especialmente, com o consumidor. Quanto ao fato de termos de arregaçar as mangas e ir à luta, sem melindres, concordo plenamente. Não vivemos num conto e fadas onde é só dizer pirlimpimpim que tudo se resolve num passe de mágica. Muito pelo contrário, temos sim é de "dar a cara a tapa" e enfrentar o mercado, de cabeça erguida!
  • Oi, LDDA Paulo! Então é mesmo como disse o Félix, estamos de acordo em todos os pontos - é claro que existe mau caratismo (imagina só para quem é músico - deve ser até mais difícil que para designers) e isso não tem nada a ver com marketing e nem design. Mas não acho que seja o caso dos irmãos Campana (penso que você também não acha), por isso acredito ser importante levantar a questão. Tem outros designers famosos que vivem na mídia (o Índio da Costa é um exemplo) que fazem trabalhos sérios e sabem se promover. O meu comentário foi para contrapor o que você enfatizou - acho que foi mostrado apenas um lado da questão. De qualquer maneira, parabéns pelo post! Se vale a pena comentar é porque valeu a pena ler!
  • Estava lendo os comentários, sou estudante de design, e vejo a cada dia de estudos e mais estudos que é assustador olhar para um designer com uma formação especial ter que enfrentar a concorrência num meio que, arquitetos, engenheiros disputam, como se não bastasse o leque que existe no design (produto, gráfico, interiores, moda...). Fico muito triste, de que os estudantes não ergam a bandeira e não brigue pelo reconhecimento da profissão, as vezes pode ser pelo comodismo, mas creio que na maioria das vezes (meu caso) não sabemos que decisões tomarmos, e nem quais caminhos seguirmos. Os tais N's e R's Designs pelo Brasil afora teoricamente seria para discutir essas idéias e ideais, mas o que vejo é mais uma preocupação "com qual roupa eu vou na festa da quarta" do que qualquer outra coisa. Só um detalhe, os irmãos Campana não se consideram designers, e sim, "apenas" artistas plásticos. Obrigado e ótimos posts.
  • Victor, Entendo bem o que você diz, e recomendo, caso ainda não faça parte, entrar para a lista do CONE (Conselho Nacional de Estudantes) no Yahoo! Grupos. Fiz parte desta lista há uns dois anos, saí porque não via as dicussões frutificar. Depois do N Design Manaus resolvi voltar, pois as discussões a respeito da PNU (Pauta Nacional Unificada) me interessaram. De fato a lista evoluiu, as discussões estão bem orientadas, as opiniões, apesar de divergirem em alguns momentos, estão caminhando de maneira bem construtiva. Há representante do CONE na sua faculdade? Procure saber. Levante as discussões do fórum em conversas com seus colegas. Estes problemas que você comentou, como você parece perceber está em nossas mão. Vai o link: http://br.groups.yahoo.com/group/conedesign/ Abraço!
  • Senhoritos & Senhoritas.... A regulamentação em si só não vai resolver todos esses problemas descritos acima. O "Accreditation" no Canadá, por exemplo, foi feito sob coordenação do Prof. Albert NG.(Univ. de Toronto) em conjunto com TODOS os profissionais de Design dos condados de Quebec, Montreal e Toronto. Além disso, esse Accreditation teve o apoio das "FIESP, RJ, RGS e etc" do Canadá, com o apoio e esforço do primeiro ministro Canadense na época. Mas porquê aconteceu a regulamentação no CANADÁ?, Porque o Design é uma atividade estratégica do país, reconhecido no mundo inteiro e apoiado pelo ICOGRADA / ICSID / IDA e outras associações internacionais de Design e pela ONU. Que tem as suas secretarias lá ou próximo de lá. Vale lembrar que o Canadá é da comunidade inglesa e portanto sob a tutela da Sua Majestade Rainha Elisabeth II, que por acaso sustenta do próprio bolso o D&D, orgão estatal inglês de Design e apoia todas as Associações de Design do Reino Unido e regiões de além mar, como no caso o CANADÁ. O que quero mostrar aqui e complementando o que foi dito acima por todos vocês é que combatemos profissionais com oportunidades e em mercados SUBSIDIADOS ferozmente nos seus paises avançados pelo seus governos e governantes, o que não ocorre no nosso pais varonil, onde a maior parte dos Designers está hoje nos cursinhos tentado concurso público, para esperar sobreviver pendurado nas tetas do governo. Além disso, estamos a pelo menos 18.000km do eixo industrial / tecnológico e científico do mundo, no caso, CANADÁ fica do lado de um tal EUA, que por sua vez é um dos maiores centros industriais e tecnológicos do mundo. Onde está o Brasil??? Lá no rodapé do mundo!!! Como esse cara da Kartell vai conhecer um Designer Brasileiro se você não está lá? Essa é a triste realidade, você só pode ser conhecido por esse pessoal se você estiver lá e não aqui. E como nós pobres autônomos podemos chegar lá??? Me desculpe, hoje na situação que está, a resposta é NUNCA!!! Por isso os cursos de Design no Brasil estão fazendo convênios com instituições estrangeiras para que pelo menos os alunos possam sentir o que é o mercado lá e conviver realmente com quem faz Design no mundo, pelo menos por um tempinho. Nesse ponto as Multinacionais são hoje a única ponte para esse conhecimento no Brasil, aliás, se não fossem elas talvez não existisse Design no Brasil hoje, isso inclusive é tema para tese de formatura. Gente, a regulamentação só vai nos proteger das sandices dos nossos parlamentares e colocar a gente na mesma situação dos engenheiros, arquitetos e etc. Os conselhos é que vão tentar "acertar" o mercado de trabalho para nós, mas infelizmente por causa do chambão que os Arquitetos tomaram com o executivo, acho que nem isso vamos conseguir e vamos penar ficando debaixo da tutela de Engenheiros dentro do CREA. Por isso venho dizendo aqui que devemos ter nosso conselho em separado, mas diante de tamanha lavagem dos Arquitetos, estamos condenados a fazer parte do rincão dos outros. Rezem, lutem, se esforçem, fuçem, suem, corram atrás, e sangrem para que consigamos fazer nosso Accreditation sem emendas de lobbies intressados em destripar nossa profissão. Abraços à todos! Foster.