Lançamento – “Briefing: A gestão do projeto de design”

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Há quem pense que a criatividade não possa ser formalizada, normalizada ou descrita. Este é um dos motivos pelos quais designers ainda hoje relutam em produzir um briefing antes de começar seus trabalhos, assim como as empresas acreditam que isto seja uma perda de tempo.
Contudo, um bom briefing pode poupar muito trabalho e evitar problemas burocráticos durante a criação. A estruturação de recursos e objetivos guia a criação não restringindo-a, mas fundamentando e potencializando os resultados obtidos.

Briefing

De forma clara e concisa, o livro auxilia profissionais a entenderem a importância do briefing e como produzi-lo de maneira eficaz. Escrito baseado na experiência profissional do autor, é fácil identificar paralelos com o cotidiano das empresas e dos designers. Para os estudantes, o livro é uma forma de familiarizá-los com o briefing, para que eles entrem no mercado de trabalho conscientes da importância desde planejamento prévio que, muitas vezes, é negligenciado nas escolas.

Maiores informações sobre o livro, resumo e autor em: http://blog.tipod.com.br/.

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5 comentários

  • legal, vou procurar em alguma livraria pra conhecer mais sobre o livro. sofri com isso durante um tempo que trabalhei em uma agência de publicidade onde a pessoa responsável por receber os briefings dos clientes em reuniões não escrevia nada, ou seja, não fazia um briefing! conclusão: quando ele passava o trabalho para um dos designers da agencia, ele já tinha "mastigado" o briefing que ficou na cabeça dele, fazendo com que as instruções de trabalho do cliente passadas a ele fossem modificadas da maneira com que ele havia entendido o trabalho. Nem preciso explicar que quando isso acontece, a pessoa acaba que transferindo um pouco do gosto pessoal para aquele trabalho, coisa que se houvesse um briefing escrito, sendo o mais neutro possível, isso não aconteceria. Além do designer trabalhar com o que o atendente de contas entendeu daquele briefing (que poderia estar completamente errado), o mesmo designer não podia contestar nada, pois não tinha documento nenhum escrito. Muitas vezes é que qualquer coisa que, jugado pelo atendente de contas não fosse pertinente para aquele trabalho, seria automaticamente excluido do projeto... lamentável... rs
  • Putz, interessantíssimo. Tava até comentando isso no primeiro Post do meu novo blog: "Talvez isso se dê pela falta de unidade em grades curriculares das instituições de ensino, ou pela ausência de um padrão no perfil de escritórios, agências e freelancers" De qualquer forma, é a mais pura realidade que uma das primeiras etapas do projeto é o briefing, e mais real ainda é a situação que nos mostra que muitas vezes é posto de lado. Seja pela pressa, pela inaptidão, ou outras razões. Vou atrás desse livro! Valeu
  • Nossa! Muito bom! Vou atrás desse livro também! Eu tenho uma teoria sobre a falta de briefings por parte dos próprios designers: Eles se formam pensando que design é arte, é só criação. Eu penso que sesign é projeto (envolve a arte e a ccriação e tal........) e como tal deve ter método. Esse método deve ser pensado de modo a fundamentar o projeto, e não a sensurá-lo! O Briefing é a chave! (Nossa, como eu queria ter pensado nisso em algumas discussões... hehehehe) Abraços! Até mais!