Ação idealizada pelo projeto de arte urbana The Urban Doll.

Renato Michalisch?en é Designer formado (Anhembi Morumbi) e trabalha com internet (Gringo.nu).

Ele possui um projeto de arte urbana chamado Urban Doll no qual cola stickers e faz graffiti. Derivado deste projeto, em 2009, fez uma ação beneficente no Natal e repetu a dose neste último Natal. Foram produzidas e entregues 250 camisetas nos albergues Pousada da Esperança e Núcleo Santos Dias. Confiram o vídeo no link abaixo.

Urban Doll – Ação Beneficente Natal 2010

Sempre achei que uma boa maneira de fazer aumentar o conhecimento da sociedade sobre o que é e como atual um designer, seriam ações desse tipo. Criam interesse e impatia com os profissionais.

Como morreram os Designers…

Vou explicar antes. A idéia é simples e puramente criar algo cômico. Nada de tentar fazer as pessoas mudarem o jeito de falar. Algumas coisa já são imutáveis. Nem por isso a gente não pode tirar sarro delas.

– Vai Pai! Conta de novo pra gente!

– Não. Senão vocês não dormem. Ou pior… levantam no meio da noite e me acordam.

– Juramos que não! Né Marquinho!?

– Sim Pai. Só dessa vez!

– Ta, ta, mas se cubram. Hoje vai ser uma noite fria.

– Em que ano foi mesmo?

– Humm… Se não me falhe a memória, foi na passagem de 2010 pra 2011…

– Nossa, faz tempo né Pai?!

– Faz sim, mas me lembro até hoje que, quando começou, todo mundo achou que era algum viral da internet. Acho que até começou num twitter de design. Acho que era o do Portal Design Bê Erre.

– Twitter Pai?

– É, era o canal mais rápido de informação na época. Mas fiquem quietos, senão eu paro!

– Não! Ficamos quietos então. Continua.

– É bom mesmo. Então, foi falado que estava acontecendo, mas ninguém deu atenção.

– Sério, como é que não sabem que um designer morre toda vez que falam LOGOM…

– Cala boca Guri! Ta Louco??!! Olha lá que você fez com o seu irmão! Vai, levanta. Vou trocar o lençol e você troca essa roupa. Faz favor né!

– Desculpa…

– Desculpe-se mesmo. Isso é grave. Ave. Imagino se existisse ainda a tv normal. Certamente vocês veriam o Jornal Nacional.

– Como assim Pai?

– Nossa, logo no primeiro jornal do ano…

– Jornal?

– É, a maioria absoluta das pessoas via um programa, onde apresentadores falavam as notícias do dia.

– Que estranho. Mas o que aconteceu?

– Eles apresentaram a marca da Olimpíada no Rio de Janeiro, a de 2016.

– Aquela que superfaturaram bilhões e…

– Ai que mané! Acabou de aprender isso no primário e quer se mostrar.

– Deixa seu irmão mais novo em paz. É, essa mesma. Tempos ruins esses. Vocês tinham que ter visto a marca da Copa no Brasil…

– Eu vi Pai.

– Moleque, fale baixo. Já pensou se Mamãe sabe que você fica vendo essas porcarias? Mas, sério meninos, foi um genocídio só. Dia após dia repetiam a matéria. E nós os designers, com nosso ego, tentamos nos esconder ao invés de se unir e falar como era pra ser feito. Os poucos que sobraram ainda sofriam ainda com a epidemia de Comic Sans. Essa sim grudava nas pessoas e não sumia de jeito nenhum.

Num futuro distante, num lugar muito próximo de você.

E quando o cliente estraga seu trabalho?

Já se vai um bom tempo desde que não escrevo para vocês, mas espero não estar tão enferrujado assim. Por isso já vou logo falando de um assunto que tem me incomodado um pouco pelo fato de que não é possível prever de maneira exata, como realmente pode ser usado seu trabalho.

Explico. Tanto produtos como projetos gráficos, devem ser concebidos com a premissa de como serão utilizados (lógico). Lembro que uma coisa que me deixou logo preocupado, foi aquela idéia de pensar na pior coisa possível que poderia ser feita com o projeto e pensar numa maneira de driblar ela.

(Lembro também da inscrição naqueles secadores industriais com a frase “Não seque o cabelo”)

Quando existe já a premissa que você vai continuar contribuindo com o cliente, tranquilo. Ninguém melhor que você para saber o que deve ou não ser feito. Mas e quando isso não ocorre? E porque ter mais essa preocupação?

Aquilo que pode estar sendo tranformado em algo absurdo, está lá no seu portifólio também. Por isso feliz ou infelizmente aquilo pode voltar contra você.

Com produtos, teoricamente fica mais fácil. É só colocar nas instruções e você acaba se livrando de usos indevidos. Mas e um website? Aqueles que são feitos com as ferramentas para que os próprios clientes inserem textos e fotos?

(Não aparecem as imagens daqueles sites com fotos distorcidas e milhares de gifs animados?)

Muitos podem dizer que é um saco ficar atualizando site, mas essa tarefa tá no meio e aí pode estar uma oportunidade de fidelização do cliente que você não precisa perder.

Nada mais seria que aquela velha história de ter a paciência no tom certo, para ensinar ao cliente o que é um bom design e como mantê-lo.

Aumentando seu comprometimento, colher frutos de uma profissionalização percebida pelo cliente é só questão de tempo.

http://houseofmeggs.com/

Meggs me surpreendeu. Hoje em dia é difícil aparecer algo novo de verdade. Uma técnica nunca usada antes. Mas usar várias técnicas em diferentes tipos de aplicações pode gerar peças únicas.

Neste caso, eu chamaria de arte. Um trabalho de um artista com uma técnica incrível nas ferramentas que usa.

O que ainda nos complica é quando o cara vicia em fazer arte e esquece de finalizar o projeto gráfico… ops, digo… design.




via: Booooooom!

BRASIL É HOMENAGEADO NO FESTIVAL DA CRIATIVIDADE EM FLORENÇA

Começou ontem, 23 de outubro, a 3ª edição do Festival da Criatividade (Festival della Craetivitá, em italiano), realizado em Florença, na Itália. O festival internacional é dedicado às artes plásticas, arquitetura e formas alternativas de exposições artísticas e estéticas. O tema do encontro deste ano é “Visões, Viagens e Descobertas”. A novidade da edição 2008 é que o Brasil será homenageado, contando com um pavilhão de 1.300m2 dedicados exclusivamente aos projetos, protótipos e produtos de segmentos como arquitetura contemporânea, energias alternativas, urban design, design e inovações tecnológicas.

O Istituto Europeo de Design (IED), fundado na Itália e que desde 2005 atua no Brasil no campo de cursos, formação e pesquisa nas áreas de Design, Moda, Artes Visuais e Comunicação, levará um projeto de destaque para o festival. Foram criados objetos de arte sofisticados, a partir da temática rústica e de valor afetivo do mambembe (valores de religião, superstição, nomadismo). O projeto foi desenvolvido através de uma parceria entre os alunos do IED e artistas renomados, como Teka Paes, Felipe Morozini, Nazareno, Studio Xingu, Raquel Kogan e Lea van Steen..

O Festival da Criatividade conta com debates, espetáculos, performances, exposições e artistas do mundo todo. O pavilhão brasileiro terá também workshops, laboratórios, oficinas sobre desenvolvimento sustentável e criatividade brasileira. A organização do evento espera um público de mais de 350 mil visitantes.

Sobre o Istituto Europeo di Design – O Istituto Europeo di Design foi fundado em 1966, em Milão, Itália, e atua no campo de formação e pesquisa nas áreas de Design, Moda, Artes Visuais e Comunicação.

www.iedbrasil.com.br

Fala Freela

O Carreira solo está fazendo um material que vale muito a conferida. Não sei se é a meia hora mais valorizada, mas os podcasts “Fala freela” reunem relatos que não vão deixar você se sentir sozinho.

Muitas das coisas que acontecem no cotidiano (muitas vezes surreais, mas infelizmente muito reais ) são relatadas de forma direta. Como deve ser. O bom humor está presente, mas como a gente é oito ou oitenta para falar de designers, fico no lado que todo designer é gente boa e sabe conversar.

Segue a descrição dos dois primeiros episódios.

FalaFreela#1: Clientes, cliantas e creontes.

Está no ar o episódio novo do FalaFreela, a meia hora mais valorizada do seu dia, o podcast do Carreirasolo.org. Neste primeiro episódio para valer ( o anterior foi uma grande experimentação) o foco foi aquele ser muito especial, muito importante para a vida do freela: o cliente.

Além de comentar causos pra lá de históricos o programa oferece também soluções para você identificar e evitar os maus clientes, assim como reter aqueles que são nota 10!

Participações luxuosas de Carolina Vigna-Marú e Cristiano Santos, além dos apresentadores fixos: Mauro Amaral e Humberto Oliveira

FalaFreela#2: O Caminho do Meio

No segundo episódio do Fala Freela, a meia hora mais valorizada do seu dia, Mauro Amaral e Humberto Oliveira comentam dois depoimentos de personagens que não quiseram se identificar: o freela que só pensa em grana e o outro que, de tão elevado, acha que dinheiro é algo “sobre o qual podemos falar depois”.

Usando como exemplo estas duas situações comentam como, por quê e para quem se deve freelar; o muda em sua vida quando você passa a gerenciar uma empresa de uma pessoa só e outros detalhes mais.

Para você não se perder, as referências que pintaram no segundo episódio do Fala Freela:

Mais Notícias sobre a Regulamentação.

Como já foi falado aqui, as Associações se uniram e fizeram uma proposta de projeto de regulamentação da nossa profissão de Design. Esse texto foi entregue pelo Prof. Freddy Van Camp para um assessor do Deputado Federal Jorge Bittar do PT/ RJ.

Dia 4 de agosto passado, houve uma reunião com o Dep. Jorge Bittar, do PT-RJ onde foi -lhe apresentado o nosso projeto de Regulamentação da Profissão de Designer. Participaram da reunião o signatário desta, Ernesto Harsi, presidente da ADP e Bruno Lemgruber, representando a ADG. Ao que tudo indica, todos ficaram animados com a reunião. Segundo o próprio Prof. Freddy Van Camp, o  dialogo foi extremamente produtivo, tanto nos aspectos do projeto em si, como sobre outros assuntos que nos interessam como os entendimentos junto ao Ministério do Trabalho, junto ao Confea/Crea, a Lei da Inovação, alem de assuntos regionais de interesse do Deputado que tangem ao design como atividade.

O projeto será analisado pela assessoria do Congresso, observando-se adaptações ou correções necessárias, que passarão pelo nosso crivo, antes da entrega definitiva.

O Próximo passo será a entrega de uma copia assinada por todas as associações envolvidas, junto com a documentação de suporte, de forma oficial e solene, e em Brasilia, assim que possivel.

Uma pena ainda é que foi falada tanto, mas a liberação do texto ainda não aconteceu. Esperamos que isso aconteça logo, ainda mais que os interessados poderiam participar mais diretamente mesmo que apenas fazendo barulho dessa necessidade de nossa profissão.

Para ler mais textos sobre a Regulamentação clique aqui ou se junte a nossa rede de relacionamentos clicando aqui.


NATUREZA SUSTENTÁVEL

CONSIDERADO UM MATERIAL ECOLÓGICO, O BAMBU VEM CONQUISTANDO ESPAÇO NA INDÚSTRIA, ASSIM COMO O INTERESSE DO CONSUMIDOR.

Considerado a planta de crescimento mais rápido do planeta e também um dos materiais mais resistentes para a construção, com força de tensão 20% superior a do ferro, é possível encontrá-lo nos países tropicais e até construir uma casa inteira estruturada com ele. Compensados feitos a partir desta matéria-prima podem ser utilizados em paredes e pisos como revestimentos, devido ao seu alto rendimento e  aproveitamento. Além disso, sua industrialização pode resultar em grande impacto na economia, no meio ambiente e na produção das indústrias, sobretudo no setor moveleiro. Essas são características do bambu, aponta o designer Paulo Cardoso, de Florianópolis (SC), pesquisador desta matéria-prima desde o ano 2000.

Segundo Cardoso, das mais de 1,1 mil espécies de bambu catalogadas no mundo, aproximadamente 400 delas podem ser encontradas no Brasil. “Cento e oitenta delas têm aplicação comercial e industrial, mas tradicionalmente utilizam-se somente de quatro a cinco espécies pela abundância e facilidade de produção”, explica o designer.
Na opinião do pesquisador, o bambu, além de não causar malefícios ao meio ambiente, traz vantagens para o setor moveleiro e também para a economia. “Na China, pelas condições climáticas, o bambu é colhido em cinco anos. Para se obter um metro cúbico de matéria-prima, são necessárias de 130 a 150 varas de bambu. No Brasil se consegue o mesmo com a metade do material e também do tempo. Um hectare pode produzir em torno de 300 metros cúbicos de bambu ao ano”, argumenta. O designer complementa que, para a  geração de madeira, são necessários grandes investimentos em terras, florestas, equipamentos pesados e galpões, entre outros. Já no caso do bambu, até uma pequena comunidade pode produzir, vender e se manter com o uso desta matéria-prima. “Na China, por exemplo, são as indústrias de fundo de quintal que movimentam a produção do bambu”.

Indústrias de móveis – Para o setor moveleiro as vantagens no uso do bambu são ainda maiores, defende o designer. Painéis, blocos, tudo o que se faz com qualquer outra madeira pode ser feito também com o bambu, garante Paulo Cardoso.

Além disso, empresários e pesquisadores que trabalham com o bambu garantem que a matéria-prima é uma fonte sustentável para a indústria moveleira, porém, ressaltam a importância de conhecer a fundo as características do produto antes de começar a utilizá-lo. “Trabalhar com bambu sem conhecimento pode prejudicar o produto no sentido de mercado. A minha preocupação é que tudo o que é novidade no mercado acaba sendo vendido sem o devido conhecimento, colocando tudo a perder”, alerta Flavio Schuhmacher, diretor da Components Importação e Exportação de materiais para móveis, com sede em São Bento do Sul (SC).
Outro fator importante, de acordo com ele, é que o bambu é totalmente ecológico. “Você pode cortar 10% dele e ainda fi cam 90%. Corta-se somente o que está maduro e assim não há desmatamento”, salienta.

Colchões – Devido à resistência do bambu contra insetos, bactérias e fungos, fabricantes de colchões e espumas também estão se beneficiando desta matéria-prima, utilizando tecidos com fibra natural de bambu em seus produtos. Em feiras como a Fenavem, realizada em agosto do ano passado, e Movelsul, em março deste ano, colchões que traziam o bambu em sua composição foram destaque entre os fabricantes deste segmento. Exemplo está na Ecofl ex, de São Bento do Sul (RS), que lançou uma linha de colchões com opção de revestimento no tecido Soft Bambu, composto por 75% de fibra natural de bambu. “Além de ser uma matéria-prima ecologicamente correta e trazer grandes benefícios à saúde, por ser antibactericida,
mantém a temperatura do colchão agradável em qualquer época do ano”, afi rma Livio Rueckl, gerente nacional de vendas da empresa. “Sem falar na relação custo-benefício, em que o preço fi nal fi ca bem mais atrativo”.

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O professor norte-americano Cherla B. Sastry considera o bambu a “madeira do século 21”. Você concorda?

“Não só a madeira, mas o açúcar, álcool, carvão, alimento e muito mais. Nada se conhece do bambu. E,o que não se conhece, põe medo”.
Paulo Cardoso, designer e pesquisador desta matéria-prima desde o ano 2000.

“Não concordo. Acho que o bambu é uma grande fonte de fibra, de matéria-prima, mas não substitui a madeira, até porque estão sendo conhecidas outras espécies de madeiras novas que, assim como o bambu, são boas fontes de MDF e aglomerado. O bambu tem sim uma característica particular, que é o aspecto visual, mas é apenas uma opção a mais e não a única”.
Flavio Schuhmacher, diretor da Components Importação

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Revista Móveis de Valor, edição 76, junho 2008

E dizem que design não dá dinheiro.

Senado paga 48 mil mensais por um banner! (copy paste)

“Atenção trabalhadores de internet duros e mal pagos, seus problemas acabaram. O Senado Federal está investindo até 48 mil mensais num banner! Para quem não sabe, banner é aquela publicidade simples, em formato de pequenos tijolinhos, que aparece nas laterais dos websites. A informação pode ser encontrada no próprio site do Senado. Lá se constata que o mini portal Paraiba.com.br recebe do Senado Federal R$ 48 mil mensais para divulgar um banner. A descoberta é do blog Contraditorium.

Há ainda outras informações importantes sobre o assunto: a mesma empresa, uma tal Era Digital Internet Graphics LTDA, cujo responsável atende pelo nome de Henrique Cirne, já havia firmado anteriormente pelo menos um outro contrato com o Senado. Este aqui: no valor de R$ 40 mil. .

Para terminar, uma coincidência industrial: a mesma empresa que se beneficia de tais contratos com o Senado também é detentora do domínio www.efraimmorais.com.br, que vem a ser o website oficial do ilustre Senador Efraim Morais, do Democratas, representante da Paraíba no Senado Federal. A coincidência pode ser facilmente confirmada numa busca simples no Registro.br, a instituição que cuida dos domínios da internet brasileira. Aliás, no website oficial do nobre parlamentar pode-se encontrar um link para a tal empresa- Paraiba.com.br- o que parece confirmar uma relação no mínimo afetuosa entre ambos.

Resumo da ópera: a empresa que detém o domínio do Senador do Democratas pela Paraíba é a mesma empresa que se beneficia de pelo menos dois contratos com o Senado- de R$ 40 mil e R$ 48 mil mensais- para veiculção de um bannerzinho simples.”

1º Infelizmente época de eleição, surgem muitos trabalhos. O único problema é que o cliente é político. Vai xiar do preço um monte. Ou vai fazer com sobrinhos ou em gráficas e afins que não cobram criação.

2º Uma notícia dessas faz gerar coisas do tipo: mais micreiros que vão atrás dessa grana e mais desespero para profissionais(designers) e cidadãos que visulizam a nheca que está andando a nossa volta.

E nem é o caso do serviço valer esse valor. O pior é o descaso.

Verdades e Atitudes

Analisando os textos do Paulo e da Lígia, vimos várias verdades que nós já sabíamos, mas nunca tínhamos visto ser descritas antes. O bom ver nos comentários de cada texto o desenvolvimento sadio do tema. Com discordâncias ou não, vários leitores opinaram e mantiveram num bom tom, a discussão.

Em meu blog vou começar nessa segunda a postar textos referentes aos demais desmotivadores dos bons alunos em relação as Instituições de ensino. Vou começar com vilência urbana. Em ano eleitoral devemos sim discutir isso (só não coloco os textos aqui, porque são sobre política e  mais regionalista).

Realmente já temos inúmeros problemas dentro e fora da nossa profissão. O pior é que problema tem mais força na mídia. Soluções não aparecem muito porque simplesmente não são mostradas.

Sei que a equipe que participa aqui sempre quer ajudar. As vezes não parece, mas quer ajudar. Estamos desenvolvendo aqui neste blog e no Portal Ning, um canal de referência do que realmente acontece na nossa profissão, mas que seja marcado também pela liberdade real de expressão.

Atitudes para ajudar? Acabo de citar uma. Logo teremos mais projetos em andamento para falar. Mas esperamos saber de vocês também, o que vocês estão fazendo.

Esse canal serve para mostrar opiniões e noticiar (o que deveria não ter conexão, mas sabemos que isso não ocorre muito). Usem isso. Se mostrem.

O Mundo de Sugiru

O Mundo de Sugiru é um projeto piloto para um desenho animado com humor dark, light, drama e suspense. A idéia é gerar situações cômicas ou apenas registrá-las para que cada um (designer e cliente) saiba como “se portar”. Tem que clicar no link ou na imagem, porque o formato não se adapta a esse blog.

Esse vídeo é meio que um teaser, mas esperamos até setembro finalizá-lo em alta definição, para entrar no Festival do Rio de Janeiro, Animaserra. Enjoy.
O Mundo de Sugiru – Portal Designbr

ESTÁGIO DE PROTOTIPAGEM EM CHÃO DE FABRICA

Muita gente do meio (arquitetos, designers de interiores, de produto, nunca tiveram oportunidade de conhecer direito o chão de fabrica. daí quando têm que encarar um trabalho, muitas vezes quebram a cara por falta de conhecimento do tratamento com o marceneiro, ou do uso dos materiais, possibilidades, etc. Então, estão disponibilizando isso em forma de um estagio, ou um workshop, onde durante 40 horas farão um intensivo disso. Dentro das fabricas, prototipando, mexendo, entendendo cada detalhe de tudo. Você paga pelo estágio.

8 horas diárias de fabrica e duas de palestra. Super puxado, mas com resultado

Não é pra amador. tem que ter ao menos formação profissionail. Não haverá tempo para aprender coisas básicas.

Ministrantes
Módulo 1
• Paulo Cardoso (Designer, Consultor,Educador)
• Ritha Braga (Designer, Consultora,Educadora)

Público Alvo
• Arquitetos de Interiores
• Designers de Interiores
• Designers de produto
• Estudantes

Programa
• 1 – Processo criativo ( Pesquisa, escopo, target, estilo, etc)
• 2 – Técnicas de esboço objetivo
1. 3 – Dia a dia da marcenaria – Relacionamento tecnico com o marceneiro
• 4 – Materiais – Acabamentos – Revestimentos, Técnicas especiais
• 5 – Caracterização e identificação de tendências
• 6 – Máquinas, fresas, lixas, pintura: como reconhecer e sugerir as ferramentas adequadas ao seu projeto.
• 7 – Materiais – Componentes – Ornamentos e detalhes agregados
• 8 – Madeiras – Identificação – Natureza da madeira – Adequação das espécies a cada tipo de projeto
• 9 – Desmontabilidade e logística dos móveis

Descrição do Projeto
• Compreendendo a dificuldade de acesso e pouco entrosamento entre o projeto e o produto, o profissional irá desenvolver um plano de trabalho onde, em contato com o chão-de-fábrica, isto é, dentro da marcenaria e do arranjo produtivo do móvel, orientará passo a passo a execução do móvel, onde o aprendizando poderá observar e acompanhar as diferentes situações e desafios da produção moveleira. Poderá promover observações e mesmo participar do processo de montagem e execução de um protótipo, reconhecendo ferramentas, máquinas, métodos de pintura, avaliação de cases e obstáculos, cujos dificilmente tem conhecimento durante o aprendizado acadêmico convencional. E um importante trabalho será o de promover aproximação de linguagem e jargões técnicos entre projetista e executante, o que facilitará a compreensão e acompanhamento de futuros projetos do educando ao curso de sua carreira profissional.
• Serão atalhos pertinentes às necessidades diárias e informações importantes necessárias ao bom desempenho de suas funções.

Tour
• Tour por diversas fábricas (marcenarias) e lojas da região.

Os Ministrantes
• Palestrante Paulo Cardoso (Pacard)
Pacard é Designer de móveis e interiores. Autodidata, deve sua formação profissional a Gramado, RS, onde compartilhou desde cedo, com marceneiros e lojistas, seu interesse pelo desenho do mobiiário. Ensina desenho (Leitura e Interpretação de projetos) desde 1984 à profissionais, de moveleiros à arquitetos, e desenvolveu método próprio de compartilhamento do
conhecimento mobiliário. Atuou em grande parte dos polos moveleiros do Brasil, a começar por Gramado, Serra Gaúcha, Arapongas (PR), Ubá (MG, Recife (PE), e outros micropolos. Tem destacada participação na conceituação do design moveleiro para a indústria brasileira. Seu nome entre os formadores de conceito de ecodesign, no Caderno de Tendências do Mobiliário,editado pelo SENAI – SEBRAE. Foi consultor da Universidade de Caxias do Sul (RS), e por intermédio desta, atuou em programas junto ao SEBRAE, tendo realizado em 2003, o maior projeto setorial do Brasil, através desta entidade, onde criou e prototipou quinhentos produtos,para vinte empresas, num prazo de seis meses. Atualmente, Pacard é professor independente,em Florianópolis, SC, onde ministra os eixos temáticos de Desenho de Expressão, Desenho de Apresentação, Perspectiva, Desenho do Mobiliário e Desenho de Ornamentos. Pacard é ainda pesquisador, atuando em pesquisas sobre o uso industrial do bambu, no que se refere ao uso para o setor moveleiro, tendo diversos artigos publicados neste particular. Exerce ainda consultorias para Modernização Tecnológica no setor de móveis, como também nas áreas de Design de Produto, e outras correlatas ao design.
• Seu mais recente trabalho é a criação e implantação de uma coleção de produtos conceituais e consultoria para implementação de uma industria moveleira em SC.

WORKSHOP DE MOBILIÁRIO: Metodologia desde a criação até a modelagem
Palestrante Ritha Braga. Graduou-se em Design Industrial (2002) pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Morou em Barcelona em 1997 onde fez estágio no escritório de design Senota. Viajou para Milão em 2003 onde participou da missão comercial ao 43° Salone Internacional, 24° Euroluce e 18° Salone Complemento d’Arredo, onde conheceu diversas fábricas de móveis na Itália. Além de participar e visitar de diversar feiras nacionais do setor. Atualmente presta consultoria para 5 fábricas na área moveleira de diversas regiões do país e e é coordenadora do núcleo de design da Apdesign do RS. Tem participado da futura publicação do manual do design de produto que será lançado no ano que vem.

Investimento :  R$ 1998,00, incluso:
• Hospedagem com café da manhã • Traslado do hotel aos locais de aula
Forma de pagamento: • Inscrição: 50% • Início do estágio: 50%

Contato • Inscrições abertas
* Apenas para avaliação dos candidatos.Pagamento somente após aprovação.
Paulo Cardoso (Pacard • www.pacad.multiply.com www.floripadesign.multiply.com)
dpacard@gmail.com • msn: frontworld@hotmail.com •
48 3234 2629
48 8416 6511
54 8415 2931

Notícias recentes sobre a Regulamentação do Design.

Associações se uniram e fizeram uma proposta de projeto de regulamentação da nossa profissão de Design.(accreditation)

Esse texto foi entregue pelo Prof. Freddy Van Camp para um assessor do Deputado Federal Jorge Bittar do PT/ RJ.

O Fred acredita que iremos sensibilizar esse político para que possa encaminhar e acompanhar no Congresso Nacional essa nossa proposta e, se Deus quiser, ver a nossa profissão finalmente regulamentada. Pela nova proposta, nós Designers iremos mesmo nos filiar ao sistema CREA / CONFEA, principalmente por causa da recente derrota fragorosa dos Arquitetos em fazer seu próprio conselho.

A situação da nossa profissão se encontra hoje insustentável, sendo que se não houver uma regulamentação rápida, estamos correndo risco da simples extinção da profissão por interesses de vários lobbies e pelo mercado,que está se tornando refratário as nossas áreas de atuação como nivel superior.

No site eu disse que o mercado hoje nos encara como custo e não como uma solução ou estratégia. Hoje pelo mercado, nós não deveríamos existir. Isso está se tornando a regra e não mais a exceção.

Peço a vocês que façam um comunicado reportando essas últimas informações, pois o momento histórico é único, onde as várias Associações se uniram em volta deste texto gerado por elas.

Vamos torcer!

Texto de Rogério Foster Vidal. Designer.

Para comentar, veja aqui.

Apontador de lápis

Realmente é difícil algo me surpreender a ponto de eu ficar olhando muito tempo. Acho que isso aconteceu com o Fernando Galdino ao falar da BMW.

Eu não sei se é por gosto pessoal ou pela influência da frase “menos é mais”, mas esse cara fez algo que me fez parar pra ver. O mais surpreendente é que é uma peça simples. E eu acho que é exatamente aí que o cara mostra seu valor. Inspirado nas dobraduras japonesas (o Origami), o designer Donn Koh desenvolveu essa peça:

Menos é mais ou não é? Copy paste do Yanko Design de